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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Saudações a quem tem coragem!

Em seu discurso no plenário dia 09/02 Janira reafirma seu posicionamento ao lado dos trabalhadores da segurança pública

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Da série: Governador Fanfarrão

Sergio Cabral Sergio Cabral: “Quem governa o Rio é o Pezão”E Sergio Cabral confirmou a Agência Estado o que carioca gente já sabia “O governador é o Pezão, o primeiro-ministro é o Regis e eu fico ali animando a festa”. Como se sabe Cabral passa mais tempo em Paris do que no Rio de Janeiro.

A frase foi dita em festa da reinauguração do Palácio Guanabara e faz parte do projeto de levar Pezão a ser candidato em 2014 pelo PMDB. Mas o vice-governador não deve mudar muita coisa nas relações com empresários com contratos com governo, ele não vê problema nenhum nesse tipo de amizade, olha o que ele disse: “Como é que não pode ser amigo do empreiteiro? Vai ser só amigo do operário? O Brasil pune muito o sucesso das pessoas”.

Sobre 2014 os projetos de Sergio Cabral também imagina Regis Fichtner, secretário da Casa Civil, como vice de Pezão, especialmente com a provável candidatura de Lindbergh Farias pelo PT. Deus queira que não, o Rio não merece nenhum deles.



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O Rio que dá medo de Sergio Cabral e cia. [2]

TROPA DE ELITE 2 É FICHINHA! 


 Tenente-coronel preso como mentor da execução de juíza é acusado de ficar com 'espólio' do tráfico



RIO - Em depoimento à Justiça, um cabo da Polícia Militar preso pela morte da juíza Patrícia Acioli admitiu ter atirado na magistrada e disse que o tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira recebia parte das apreensões feitas irregularmente por policiais durante as operações do Grupamento de Apoio Tático (GAT). O ex-comandante do 7º BPM (São Gonçalo), que está preso sob a acusação de ser o mentor do crime , é suspeito de ficar com o "espólio" do tráfico nas favelas onde realizava operações. O cabo decidiu colaborar com a polícia em troca do benefício da delação premiada. O GLOBO teve acesso ao depoimento, que durou cerca de duas horas. 

 
O cabo disse que a execução foi tramada pelo tenente Daniel Benitez, que chegou a propor a contratação de uma milícia do Rio para cometer o crime. A ideia não foi adiante. De acordo com o militar, Benitez era o homem de confiança do tenente-coronel Cláudio, com quem atuou em três unidades da PM antes de os dois serem lotados no 7º BPM. O policial disse à Justiça que o tenente era o responsável por repassar ao ex-comandante a caixinha do tráfico das favelas do Salgueiro e da Coruja. O valor era pago semanalmente aos policiais do GAT do 7º BPM. 

Ainda de acordo com o delator, as armas usadas no assassinato da juíza eram "espólio" de operações em favelas de São Gonçalo. Uma delas, a de calibre .40, foi apreendida no Morro da Coruja. Segundo o PM, parte da munição utilizada era do 7º BPM e parte fora apreendida em favelas. Outra arma do crime, o revólver calibre 357, ficou com Benitez, que, segundo o depoimento, também adquiriu a moto usada na emboscada contra Patrícia. O carro utilizado no crime, um Palio vinho, foi incendiado na mesma noite, no bairro Santa Luzia. 

O cabo contou ainda que o GAT atuava nas favelas mais perigosas de São Gonçalo. A cada 24 horas, eles eram cobrados para que fizessem grandes apreensões de drogas e armas. De acordo com o depoimento, o grupo não apresentava o material à delegacia. O dinheiro arrecadado ficava com a equipe. O réu colaborador disse ainda que Benitez convidou os integrantes do GAT a se transferirem para o 14º BPM (Bangu), para onde o tenente-coronel Cláudio estava cotado para assumir o comando. Segundo o cabo, o comentário no quartel era que "em Bangu o espólio seria maior". 

De acordo com o cabo, a juíza escapou de duas tentativas de emboscada montada pelos policiais. Numa, ocorrida uma semana antes do assassinato, ela escapou por não ter ido ao Fórum de São Gonçalo. O cabo acrescentou em seu depoimento que, dias antes do assassinato, um dos policiais envolvidos no plano havia perdido o rastro da juíza. O PM estava incumbido de seguir Patrícia, mas acabou perdendo a magistrada de vista no Centro de São Gonçalo. 


Considerado pela DH fundamental por indicar a participação do tenente-coronel na trama, o depoimento cita ainda a participação de um policial do 12º BPM (Niterói), que levou o tenente Benitez até a casa da juíza, em Piratininga, durante o planejamento do crime. O policial do batalhão de Niterói ainda não foi preso, e por isso não teve o nome divulgado. 

O cabo afirmou ainda que, após ter sido preso, juntamente com o tenente Benitez e outro cabo, o tenente-coronel Cláudio esteve no batalhão Prisional Especial (BEP) para conversar com os três. Na visita, no domingo do Dia dos Pais, que não foi registrada no livro de entrada da prisão, o então comandante do 7º BPM se comprometeu a ajudar os três, inclusive indicando um advogado para defendê-los. 

O presidente do TJ, desembargador Manoel Rebêlo dos Santos, ressaltou que a prisão de um mandante de crime é um fato raro no país. 

- Sempre chegamos aos executores, mas poucas vezes no Brasil se consegue chegar ao mandante - frisou o desembargador. 

Perguntado se a prisão de um comandante de batalhão afetaria a posição do comandante-geral da PM, coronel Mário Sérgio Duarte, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse que o oficial continua gozando de sua "plena confiança". Beltrame disse ainda que a transferência de Cláudio para o 22 BPM uma semana após a morte da juíza não significou uma proteção ou promoção. 

O presidente da Associação de Magistrados do Rio de Janeiro, Antônio César de Siqueira, lamentou que um comandante esteja sendo acusado de ser mandante do crime: 

- É lamentável que pessoas que ocupam cargo de comando estejam à frente de um ataque à democracia. 

Comandante em Bangu foi preso em 2006

Até acontecer o caso do tenente-coronel Cláudio, o único oficial da mesma patente preso na PM havia sido o então comandante do 14º BPM (Bangu), Celso Lacerda Nogueira. O tenente-coronel foi preso no dia 15 de dezembro de 2006, dentro das investigações da Operação Gladiador, acusado de corrupção passiva e participação no bando do bicheiro Fernando Iggnacio. Ele foi condenado a sete anos de reclusão. Seu processo, porém, está em recurso no Tribunal Regional Federal da 2ª Região. 

O oficial também responde a um Conselho de Justificação na Seção Criminal do TJ do Rio, mas a ação foi suspensa, até que transite em julgado o processo federal. Só aí o processo sobre a perda de patente será julgado. 

Oficial pode ser levado para presídio fora do Rio

O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Manoel Alberto Rebêlo, disse na terça-feira em entrevista à Rádio BandNews que os PMs presos devem cumprir suas penas em presídios fora do estado. Uma das opções seria a penitenciária de Catanduvas, no Paraná. 

- Os culpados serão processados, punidos e, no que depender de mim, cumprirão pena em presídio de segurança máxima fora do Rio - disse ele. 

Em entrevista de manhã, sem a presença de um representante do comando, o corregedor-geral da PM, Ronaldo Menezes, anunciou que o tenente-coronel Cláudio Luiz de Oliveira seria transferido para o presídio Bangu 8. O militar apresentou-se no Batalhão de Choque, no Centro, por volta das 3h de terça-feira, após ser informado pela corregedoria sobre seu mandado de prisão. 

O corregedor disse ainda que os outros policiais presos ontem também iriam para Bangu 8 (onde ficam detentos com curso superior). São eles cabo Alex Ribeiro Pereira (7º BPM), cabo Sammy dos Santos Quintanilha (7º BPM), cabo Carlos Adílio Maciel Santos (7º BPM), cabo Jovanis Falcão Júnior (7º BPM), 3º sargento Charles de Azevedo Tavares (7º BPM) e soldado Júnior César de Medeiros (7º BPM). Outros três já estavam presos desde o último dia 12: o tenente Daniel Santos Benitez Lopes e os cabos Jeferson de Araújo Miranda e Sérgio Costa Júnior. Esses estão em diferentes prisões. 

O corregedor-geral disse que aguardará detalhes sobre as razões para a Justiça ter expedido o mandado de prisão contra Cláudio de Oliveira, que foi exonerado. Quem assume provisoriamente o comando do 22 BPM é o subcomandante da unidade, o tenente-coronel Isidro. 

- Após todos esses fatos, será aberto um processo administrativo - disse Menezes. 

O prazo para conclusão do processo é de 40 dias. Depois disso, será levado para o secretário de Segurança, que abrirá um processo de justificação. O procedimento poderá culminar com a demissão do oficial da corporação.

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O Rio que dá medo de Sergio Cabral e cia.

Comandante interino da Policia Militar estadual já foi condenado à prisão por espancamento a moradores, inclusive mulheres.



RIO - Com o licenciamento do comandante-geral da Polícia Militar do Rio, coronel Mário Sérgio Brito Duarte, por 30 dias - ele se recupera de uma cirurgia para a retirada de um nódulo na próstata -, o chefe operacional do Estado-Maior, tenente-coronel Álvaro Garcia, assume interinamente o comando da corporação, tentando exorcizar fantasmas de um passado turbulento. Em 1997, então major do 18º BPM (Jacarepaguá), ele chegou a ficar preso por seis meses antes do julgamento que o condenaria a um ano e dez meses, mas com o direito a gozar a pena em liberdade, por comandar uma sessão de espancamentos na Cidade de Deus. 

 
O episódio, filmado por um cinegrafista amador, ganhou as primeiras páginas dos principais jornais do país. O local da ação ficou conhecido como o "muro da vergonha" - 11 moradores foram agredidos junto a um muro. Garcia comandava o grupo de cinco policiais que deram joelhadas, tapas no rosto, "telefones" nos ouvidos e bateram com um cinto e um pedaço de pau em nove homens e duas mulheres. 

Logo após o caso, o então governador Marcello Alencar defendeu a expulsão sumária dos PMs. Mas recuou em seguida, explicando que o fato seria apurado e os envolvidos, julgados como determina a lei. 

De 1997 a 2003, Garcia trabalhou em serviços internos da PM, até receber o convite do então secretário de Segurança, Anthony Garotinho, para comandar seu primeiro quartel: o 22º BPM (então Benfica, hoje Maré).

Em entrevista ao GLOBO, em 2003, Garcia lembrou que, durante o tempo em que ficou preso, se recusava a desfrutar do benefício do banho de sol porque não queria ficar ao lado de policiais militares que praticaram extorsões ou assassinatos e que, como ele, estavam no Batalhão de Choque da PM. "Eu estava preso como aqueles homens, mas não era igual a eles", disse o oficial. 

Sobre o episódio na Cidade de Deus, o tenente-coronel explicou que fora vítima de uma armadilha do tráfico, mas reconheceu que errou. "Fui duro com o tráfico na Cidade de Deus e eles queriam me tirar de lá. No dia do incidente, eu e meu grupo estávamos estressados. Sei que nos excedemos", disse na ocasião.
Procurado na terça-feira pelo GLOBO, Garcia disse estar ocupado e não retornou a ligação. Quatorze anos depois do "muro da vergonha", o oficial chega ao posto máximo da Polícia Militar, e a Cidade de Deus comemora um ano e sete meses de implementação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Valença, Volta Redonda, Rio de Janeiro, Brasil, crentes, ateus... na minha terra o escárnio é geral!


RIO - O governador Sérgio Cabral sancionou no Diário Oficial desta terça-feira uma lei de autoria do deputado Edson Albertassi (PMDB) dando o nome de Luiz Albertassi Sobrinho ao Aeroporto Regional Vale do Aço, em Volta Redonda. O homenageado é avô do parlamentar. As obras para o novo aeroporto foram lançadas em dezembro do ano passado, quando um decreto estadual desapropriou uma área de cerca de 1,9 milhão de metros quadrados onde serão construídos o terminal de passageiros e a pista. 

Na justificativa para a lei, Edson Albertassi - que assina o texto junto com o ex-presidente da Alerj Jorge Picciani - diz que "Luiz Albertassi Sobrinho, nascido no dia 6 de abril de 1924, é merecedor desta homenagem pela sua extensa folha de serviços prestados à comunidade do Estado do Rio de Janeiro". 

Segundo o deputado, ele "trabalhou na construção do Aeroporto do Galeão e como conferente, depois de inaugurado". Além disso, "durante 50 anos, foi pastor evangélico em Volta Redonda e escritor com dois livros publicados e dez obras prontas". 

Luiz Albertassi Sobrinho morreu aos 85 anos, em 17 de julho de 2009, dia do aniversário da cidade de Volta Redonda. O texto diz ainda que "sua vida foi um histórico de inspiração e dedicação na luta contra a miséria e as desigualdades sociais". 

Nesta terça, o deputado não foi encontrado para detalhar os motivos da homenagem. Além de dar o nome do aeroporto, Albertassi também teria sido autor de uma emenda ao orçamento liberando cerca de R$ 3 milhões para o empreendimento.

Como não restaura-se a moralidade, é melhor locupletarmo-nos todos, não é mesmo?

Quarta-feira, dia 21 de setembro, a Rede Estadual de Ensino vai parar e não aplicará o malfadado Saerjinho







Conforme deliberação da assembleia da rede estadual, os profissionais das escolas estaduais farão paralisação de 24 horas na quarta-feira (dia 21 de setembro), dia de aplicação do Saerjinho. A assembleia decidiu que, neste dia, iremos parar as escolas para boicotar o exame e que, portanto, os profissionais não irão trabalhar, nem aplicar as provas para os alunos. O Sepe esclarece a categoria que as ameaças de algumas direções de escola sobre a aplicação de código de falta (30) para os profissionais que fizerem a paralisação e não aplicarem as provas não procede, já que o código de paralisação para estes casos deve ser o 61 conforme a legislação em vigor, que garante o direito da greve para o funcionalismo público, determina.

A próxima assembleia da rede estadual será realizada no próximo sábado (dia 24/9), na Associação Cristã de Moços (ACM - Rua da Lapa 86 - Centro)


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Fábrica que não fábrica: a FARSA continua.... E a Justiça não se coça. Agora, vai roubar uma galinha pra matar a fome pra tu ver, mermão!

Retirado do Blog do insubstituível jornalista Jeff Castro

O Governo do Estado do Rio de Janeiro - Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e Secretaria de Estado de Saúde - adquiriu mais R$ 1.756.466,83 em módulos da Metalúrgica Valença, que evidentemente, deverão alavancar ainda mais a produção da empresa e o número de contratados gerando os empregos tão prometidos nos palanques políticos. Cidadãos e cidadãs estão ansiosos pela chegada dos novos postos de empregos e já na próxima edição teremos a repercussão desta publicação na cidade de Valença. HAHAHAHAHAHA!

DIÁRIO OFICIAL ERJ - quarta, 31 de agosto de 2011
Parte I (Poder Executivo)
Secretaria de Estado de Defesa Civil
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
EXTRATO DE TERMO DE CONTRATO
INSTRUMENTO: Termo Contrato nº 42/2011.
FUNDAMENTO: Processo nº. E-08/010/50081/2010.
PARTES: Governo do Estado do Rio de Janeiro, através do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro - CBMERJ e a empresa METALÚRGICA VALENÇA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.
OBJETO: Aquisição de 244,65m² de unidade modular habitacional para a construção de um depósito nas dependências do Centro de Suprimento e Manutenção-CSM.
VALOR: Valor total de R$ 440.370,00 (quatrocentos e quarenta mil trezentos e setenta reais).
VIGÊNCIA: O prazo de vigência do contrato será de 12 (doze) meses, contados a partir de sua publicação no DOERJ.

quinta, 25 de agosto de 2011
Parte I (Poder Executivo)
INSTRUMENTO: Contrato nº 48/2011.
PARTES: Secretaria de Estado de Saúde e Metalúrgica Valença Indústria e Comércio Ltda.
OBJETO: Aquisição de Unidade Modular de Saúde, incluindo a instalação e montagem.
PRAZO: 12 (doze) meses.
VALOR: R$ 867.066,75 (oitocentos e sessenta e sete mil sessenta e seis reais e setenta e cinco centavos).
NOTAS DE EMPENHO: 2011NE04936 no valor de R$ 428.035,95 (quatrocentos e vinte e oito mil trinta e cinco reais e noventa e cinco centavos), e 2011NE05236 no valor de R$ 439.030,080 (quatrocentos e trinta e nove mil trinta reais e oitenta centavos).
PROCESSO Nº E-08/2999/2009.
FUNDAMENTO DO ATO: Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993 e alterações, Lei Estadual nº 287, de 04 de dezembro de 1979 e Decretos nºs 3.149/80 e 21.081/94.
DATA DA ASSINATURA: 03/08/2011.

domingo, 28 de agosto de 2011

Rio que me seduz


Sérgio Cabral decreta luto por morte jornalista d"O GLOBO

Mas esquece das vítimas com o descarrilhamento do bonde em Santa Teresa.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Governo do Estado diz que são só 240 em greve. Que mundo é esse que o governo mente pras pessoas e você continua sentado(a) com a bunda na cadeira?!?

Após reunião na Alerj, projeto de reajuste a professores terá emendas

Professores da rede estadual decidiram manter greve nesta quarta-feira (3).
Eles fizeram uma passeata e se concentraram em frente à Alerj.

Carolina Lauriano Do G1 RJ
Professores e bombeiros protestam na Alerj (Foto: Carolina Lauriano/G1)Professores e bombeiros protestaram na Alerj acompanhados por policiais (Foto: Carolina Lauriano/G1)

Após passeata e um ato no Centro do Rio, a comissão do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe) foi recebida por deputados e pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Paulo Melo, na tarde desta quarta-feira (3). A reunião resultou em um avanço para a categoria. Segundo o Sepe, o presidente da casa autorizou o acrécimo de emendas no projeto de lei que a Secretaria de Educação enviou à Alerj na segunda-feira (1º), no qual propôs um aumento de 3,5% para os professores.

Ainda de acordo com o Sepe, dessa forma, na quinta-feira (4) as duas mensagens enviadas pela secretaria entrarão em votação, como já agendado, mas em seguida sairão de pauta para receber emendas. Os profissionais das escolas estaduais do Rio de Janeiro, parados há 58 dias, decidiram manter a greve da categoria após assembleia realizada nesta quarta-feira (3) na Fundição Progresso, no Centro do Rio.

"Amanhã vamos visitar os gabinetes de cada deputado, para apresentar as nossas propostas", disse o coordenador-geral do Sepe, Danilo Serafim.

Mais cedo, os profissionais da rede estadual de educação fizeram uma passeata e se concentraram em frente à Alerj, onde já se encontrava um grupo de bombeiros que também protestava por reajuste salarial. Nesta quarta-feira, faz dois meses da invasão ao quartel central em protesto por melhores salários.
 
Alguns professores estavam vestidos simbolizando a morte e encenaram um campo de morte. Uma grande faixa foi estendida na escadaria da Alerj, onde estava escrito SOS Educação. Um grupo de professores segue acampado na Rua da Ajuda, no Centro da Cidade.

Protesto professores (Foto: Carolina Lauriano/G1)Professores encenam um campo de morte em protesto no Centro do Rio 
(Foto: Carolina Lauriano/G1)
faixa protesto (Foto: Carolina Lauriano/G1) 
Faixa SOS Educação instalada na escadaria da Alerj 
(Foto: Carolina Lauriano/G1)
Na segunda-feira (1º) o secretário estadual de Educação, Wilson Risolia, havia informado o reajuste de 3,5% a partir de setembro - valor distante dos 26% que a classe reivindicava. Ele informou também que a partir de segunda-feira quem permanecer em greve será descontado no salário.

Bombeiros

De acordo com Vera Nepamuceno, diretora do Sepe, o protesto foi combinado entre professores e bombeiros. Os militares cantaram hinos e gritos como "o bombeiro voltou". "Eles foram criminalizados pelo movimento deles, isso é um absurdo", disse ela.

Dois meses apos a invasão do quartel, bombeiros afirmam que o governo ainda não os recebeu.

Bombeiros em protesto (Foto: Carolina Lauriano/G1) 
Bombeiros em protesto junto com professores 
(Foto: Carolina Lauriano/G1)

Segundo a diretora do Sepe, 50% dos professores do estado estão em greve. "Estamos em greve ainda, o governador ofereceu uma proposta vergonhosa de 3,5%. Não vamos aceitar 3,5%. Queremos parar a greve, mas não vamos recuar".

Ela criticou a afirmação do governo de que apenas 1% dos profissionais de educação estão em greve. "Ele disse que vai chamar quatro mil para substituir os grevistas. Como que é 1%?".

Nova Escola
Também faz parte do projeto de lei apresentado na tarde de segunda-feira pelo secretário à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) a antecipação em um ano da gratificação do Nova Escola para os professores da rede; o anúncio de um novo concurso para docentes, com 1.500 vagas em 2011 e 500 vagas em 2012; e também o descongelamento da carreira (aumento da variação entre os níveis de salários dos profissionais) para os servidores técnico-administrativos.

Wilson Risolia explicou que somando a antecipação do Nova Escola com o novo reajuste (que será feito em cima do salário já com a gratificação incorporada) o aumento real será de 13,02%. Os inativos estão incluídos nas novas medidas.

O reajuste anunciado significa um aumento de R$ 99,70 no salário base do profissional com 16 horas semanais, que passará de R$ 765,66 para R$ 865,36.

Além disso, o secretário disse que, dentro de 15 dias, 4.441 novos professores chegarão à rede estadual para suprir as atuais carências nas escolas.

professores acampados (Foto: Carolina Lauriano / G1) 
Grevistas classificaram o aumento como "deboche" 
(Foto: Carolina Lauriano / G1)

'É um deboche', dizem professores
O grupo classificou como "deboche" o reajuste apresentado pelo governo.

"Acho muito legal ele (secretário) ter se mexido e dado um passo, mas isso é um deboche", definiu Roberto Simões, professor de educação física do Colégio estadual João Alfredo, em Vila Isabel, na Zona Norte da cidade. Com 27 anos na escola, o salário atual dele é de R$ 1.204,78. Alunos também protestam no local.

A greve continua

Professores da rede estadual e bombeiros protestam na Alerj

Nesta quarta-feira, professores decidiram manter greve.
Nesta quarta, faz 2 meses da invasão dos bombeiros a quartel central.

Carolina Lauriano Do G1 RJ
Professores e bombeiros protestam na Alerj (Foto: Carolina Lauriano/G1)Professores e bombeiros protestam na Alerj (Foto: Carolina Lauriano/G1)

Os profissionais da rede estadual de educação que dicidiram manter a greve nesta quarta-feira (3) fizeram uma passeata e se concentram em frente à Assembleia Legislativa do Rio, na tarde desta quarta-feira (3), onde já se encontra um grupo de bombeiros que também protesta por reajuste salarial. Nesta quarta-feira, faz dois meses da invasão ao quartel central em protesto por melhores salários.

Os professores estão vestidos de preto e com faixas e bandeiras. Alguns estão vestidos simbolizando a morte e encenaram um campo de morte. Uma grande faixa foi estendida na escadaria da Alerj, onde estava escrito SOS Educação.

Protesto professores (Foto: Carolina Lauriano/G1)Professores encenam um campo de morte em protesto no Centro do Rio (Foto: Carolina Lauriano/G1)

Eles saíram da Fundição Progresso, após a assembleia nesta quarta que decidiu pela continuação da greve, que já dura dois meses. A Avenida Primeiro de Março, está interditada. Dois carros da Polícia Militar estão no local.

Os profissionais das escolas estaduais do Rio de Janeiro, parados há 58 dias, decidiram manter a greve da categoria após assembleia realizada nesta quarta-feira (3) na Fundição Progresso, no Centro do Rio. Eles rejeitaram a proposta do governo estadual de reajuste de 3,5% para os professores.

faixa protesto (Foto: Carolina Lauriano/G1) 
Faixa SOS Educação instalada na escadaria da Alerj
(Foto: Carolina Lauriano/G1)
 
Na segunda-feira (1º) o secretário estadual de Educação, Wilson Risolia, havia informado o reajuste de 3,5% a partir de setembro - valor distante dos 26% que a classe reivindicava. Ele informou também que a partir de segunda-feira quem permanecer em greve será descontado no salário.

Bombeiros

De acordo com Vera Nepamuceno, diretora do Sepe, o protesto foi combinado entre professores e bombeiros. Os militares cantaram hinos e gritos como "o bombeiro voltou". "Eles foram criminalizados pelo movimento deles, isso é um absurdo", disse ela.

Dois meses apos a invasão do quartel, bombeiros afirmam que o governo ainda não os recebeu.

Bombeiros em protesto (Foto: Carolina Lauriano/G1) 
Bombeiros em protesto junto com professores
(Foto: Carolina Lauriano/G1)

Segundo a diretora do Sepe, 50% dos professores do estado estão em greve. "Estamos em greve ainda, o governador ofereceu uma proposta vergonhosa de 3,5%. Não vamos aceitar 3,5%. Queremos parar a greve, mas não vamos recuar".

Ela criticou a afirmação do governo de que apenas 1% dos profissionais de educação estão em greve. "Ele disse que vai chamar quatro mil para substituir os grevistas. Como que é 1%?".
O Sepe afirmou que chama todo o funcionalismo público para o protesto. Bombeiros, policias militares, profissionais da Educação e também da Saúde estão no local.
 
Nova Escola
Também faz parte do projeto de lei apresentado na tarde de segunda-feira pelo secretário à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) a antecipação em um ano da gratificação do Nova Escola para os professores da rede; o anúncio de um novo concurso para docentes, com 1.500 vagas em 2011 e 500 vagas em 2012; e também o descongelamento da carreia (aumento da variação entre os níveis de salários dos profissionais) para os servidores técnico-administrativos.

Wilson Risolia explicou que somando a antecipação do Nova Escola com o novo reajuste (que será feito em cima do salário já com a gratificação incorporada) o aumento real será de 13,02%. Os inativos estão incluídos nas novas medidas.

O reajuste anunciado significa um aumento de R$ 99,70 no salário base do profissional com 16 horas semanais, que passará de R$ 765,66 para R$ 865,36.
Além disso, o secretário disse que, dentro de 15 dias, 4.441 novos professores chegarão à rede estadual para suprir as atuais carências nas escolas.

professores acampados (Foto: Carolina Lauriano / G1) 
Grevistas classificaram o aumento como "deboche"
(Foto: Carolina Lauriano / G1)
 
'É um deboche', dizem professores
Mais de 20 barracas seguiam montadas na Rua da Ajuda na segunda-feira (1º). O grupo classificou como "deboche" o reajuste apresentado pelo governo.

"Acho muito legal ele (secretário) ter se mexido e dado um passo, mas isso é um deboche", definiu Roberto Simões, professor de educação física do Colégio estadual João Alfredo, em Vila Isabel, na Zona Norte da cidade. Com 27 anos na escola, o salário atual dele é de R$ 1.204,78. Alunos também protestam no local.
Segundo a categoria, a greve vai continuar apesar do anúncio do corte do ponto. "A gente não pode andar para trás, vamos continuar a greve", disse a professora de matemática Fabiana Gonzaga, acrescentando que a escola João Alfredo está sem água.

Ao saber do reajuste de 3,5%, a diretora do Sepe-RJ, Maria Oliveira da Penha, professora aposentada, fez duras críticas ao secretário. "Ele não cumpriu uma promessa feita. Com esse reajuste, vai continuar o acampamento até 2014, pode ter certeza".

Greve há quase 2 meses
A categoria paralisou as atividades em sala de aula no dia 7 de junho. O ápice da greve foi no dia 12 de julho, quando um grupo invadiu o prédio da Secretaria de Educação, no Centro da cidade. O tumulto foi contido pelo Batalhão de Choque, que chegou a jogar gás de pimenta para dispersar a multidão.
Do lado de fora do prédio, um grupo decidiu, em protesto, ficar acampado até ser recebido pelo secretário de Educação.