Prezados leitores e companheiros do VQ,
Acabei de fazer uma besteira. Apaguei alguns recentes comentários publicados achando que eram da pasta SPAM, criada pelo Blogger para tentar filtrar os lixos virtuais que andam aparecendo.
Peço desculpas a todos. Isto não mais se repetirá.
Saudações alvinegras,
Bebeto
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Esclarecimentos
É muito triste perceber que muitos anônimos estão postando com o objetivo de ver o "circo pegar fogo". Deveríamos estar discutindo o problema da água, da luz, da falta de salários... No entanto escolhemos o espaço dos comentários para fazer uma disputa entre os partidários do Valença em Questão e os que são contra o Valença em Questão.
Na minha condição de participante do Jornal eu pergunto: “Como é possível demonstrar tamanha ojeriza perante um jornal que quase não se sustenta financeiramente?” Acredito que haja um interesse material em tentar desacreditar o Jornal frente à opinião pública valenciana. É interessante notar que a chuva de comentários surgiu depois que divulgamos a reportagem do Jornal “O Globo” intitulada: “PF indicia José Nader e José Graciosa conselheiros do TCE-RJ”. E a outra notícia: “Sócio do Picciani no mercado de gado domina venda de produtos de informática ao estado”.
Parto do pressuposto de que tanto o nome “Graciosa” como o nome “Picciani” tem uma relação bastante “orgânica” em nossa cidade. Engraçado observar que nossos anônimos não fizeram nenhum comentário sobre os assuntos. Estranho como tanta gente bem intencionada tenha deixado de colocar a sua opinião numa notícia deveras interessante.
Contudo, existe um tema onde os anônimos fazem jus ao título de “cães de guarda”: quando atacam os colaboradores do Valença em Questão. Os ataques são os mais diversos: temos as postagens de xingamento, de difamação, de ódio de classe, racismo. Dessa forma, estabelecermos que tais postagens deveriam ser moderadas pois não criamos um blog para propagarmos o preconceito de outros e nem os nossos.
De um tempo pra cá estamos recebendo postagens sobre os feitos de nossos familiares (pai/mãe/irmão/avô/ bisavô) no sentido de nos “impressionar” em relação às nossas postagens. O objetivo é simples: vamos bater no lugar que machuca. O debate saiu do campo das idéias e entrou na vida privada de cada um. Como sabem que não existe nenhum ser perfeito no Valença em Questão, os cães de guarda tentam “demonstrar isso ao resto da população valenciana”.
Observar a vida privada de cada um, no jargão, fazer fofoca é uma das características de nossa sociedade. Nem preciso dizer como o Big Brother Brasil faz sucesso. No entanto, num debate de idéias, tal característica é facilmente neutralizada por dois argumentos: o primeiro é que como somos todos seres humanos, todos somos passíveis de erro. Desacreditar uma pessoa por um erro que tenha cometido em sua vida privada é tão sem sentido que não consigo acreditar que pessoas continuem utilizando tal estratégia. Atire a primeira pedra quem acreditar que não tem erros; o segundo ponto se relaciona com o vício de identificar uma pessoa através das ações de um familiar seu. Exemplo: eu sou responsável pelas atitudes e pensamentos do meu Pai. É claro que não. Eu possuo opiniões, perspectivas diferentes das do meu pai ou de qualquer outro familiar. O que os cães de guarda estão propondo é uma volta à Idade Média onde o indivíduo era determinado pela sua família. Os cães de guarda são anacrônicos.
Penso que fiz os devidos esclarecimentos aos nossos leitores sobre o fato da moderação dos comentários.
Abraços
Na minha condição de participante do Jornal eu pergunto: “Como é possível demonstrar tamanha ojeriza perante um jornal que quase não se sustenta financeiramente?” Acredito que haja um interesse material em tentar desacreditar o Jornal frente à opinião pública valenciana. É interessante notar que a chuva de comentários surgiu depois que divulgamos a reportagem do Jornal “O Globo” intitulada: “PF indicia José Nader e José Graciosa conselheiros do TCE-RJ”. E a outra notícia: “Sócio do Picciani no mercado de gado domina venda de produtos de informática ao estado”.
Parto do pressuposto de que tanto o nome “Graciosa” como o nome “Picciani” tem uma relação bastante “orgânica” em nossa cidade. Engraçado observar que nossos anônimos não fizeram nenhum comentário sobre os assuntos. Estranho como tanta gente bem intencionada tenha deixado de colocar a sua opinião numa notícia deveras interessante.
Contudo, existe um tema onde os anônimos fazem jus ao título de “cães de guarda”: quando atacam os colaboradores do Valença em Questão. Os ataques são os mais diversos: temos as postagens de xingamento, de difamação, de ódio de classe, racismo. Dessa forma, estabelecermos que tais postagens deveriam ser moderadas pois não criamos um blog para propagarmos o preconceito de outros e nem os nossos.
De um tempo pra cá estamos recebendo postagens sobre os feitos de nossos familiares (pai/mãe/irmão/avô/ bisavô) no sentido de nos “impressionar” em relação às nossas postagens. O objetivo é simples: vamos bater no lugar que machuca. O debate saiu do campo das idéias e entrou na vida privada de cada um. Como sabem que não existe nenhum ser perfeito no Valença em Questão, os cães de guarda tentam “demonstrar isso ao resto da população valenciana”.
Observar a vida privada de cada um, no jargão, fazer fofoca é uma das características de nossa sociedade. Nem preciso dizer como o Big Brother Brasil faz sucesso. No entanto, num debate de idéias, tal característica é facilmente neutralizada por dois argumentos: o primeiro é que como somos todos seres humanos, todos somos passíveis de erro. Desacreditar uma pessoa por um erro que tenha cometido em sua vida privada é tão sem sentido que não consigo acreditar que pessoas continuem utilizando tal estratégia. Atire a primeira pedra quem acreditar que não tem erros; o segundo ponto se relaciona com o vício de identificar uma pessoa através das ações de um familiar seu. Exemplo: eu sou responsável pelas atitudes e pensamentos do meu Pai. É claro que não. Eu possuo opiniões, perspectivas diferentes das do meu pai ou de qualquer outro familiar. O que os cães de guarda estão propondo é uma volta à Idade Média onde o indivíduo era determinado pela sua família. Os cães de guarda são anacrônicos.
Penso que fiz os devidos esclarecimentos aos nossos leitores sobre o fato da moderação dos comentários.
Abraços
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