Povo valenciano! Mais uma vez vem nossa gente honesta, trabalhadora, esperançosa de dias melhores sendo enganada na sua boa fé, por alguns políticos desprovidos de caráter e de honestidade moral, mais preocupados em tirar proveitos vários, nas artimanhas, nas suas vantagens, sem se preocuparem com o bem estar do povo. Em nossa cidade, todo este proveito é sempre conseguido à custa dos honrados cidadãos de Valença. Vamos lembrar uma fábula!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
A FARSA E OS FARSANTES
Povo valenciano! Mais uma vez vem nossa gente honesta, trabalhadora, esperançosa de dias melhores sendo enganada na sua boa fé, por alguns políticos desprovidos de caráter e de honestidade moral, mais preocupados em tirar proveitos vários, nas artimanhas, nas suas vantagens, sem se preocuparem com o bem estar do povo. Em nossa cidade, todo este proveito é sempre conseguido à custa dos honrados cidadãos de Valença. Vamos lembrar uma fábula!
domingo, 1 de agosto de 2010
Um mês de turbulências em Valença
Quase um mês depois de assumir o município, Graça não quis falar abertamente sobre a situação da administração da prefeitura e como estaria a população valenciana com as mudanças recentes. Segundo ele, ainda é muito cedo para divulgar qualquer coisa, pois é preciso mais tempo para que decisões sejam tomadas e as "rédeas do município" estejam seguras em suas mãos.
Fernandinho Graça assumiu o cargo no mesmo dia da saída de Guedes - 7 de junho - e não mudou a equipe. Saíram da prefeitura apenas aqueles que solicitaram a exoneração da função. No lugar destes foram colocadas funcionários que já estavam em exercício na administração municipal. Sobre o boato de que havia sido baixado um decreto determinando auditoria em todos os contratos feitos entre fornecedores e a gestão anterior, o prefeito em exercício disse que houve uma análise equivocada.
- Não existe auditoria nenhuma. O que está acontecendo é uma análise sobre os gastos da antiga gestão, algo que eu sou obrigado a fazer ao tomar posse. A minha gestão, no final do mandato, também vai precisar prestar contas do dinheiro gasto - explicou. Graça ainda destacou que a análise se faz necessária uma vez que sua gestão não é uma continuidade do governo de Vicente Guedes, o que torna necessário o conhecimento da situação atual das contas do município.
Os mandatos de Vicente Guedes e sua vice Dilma Dantas Moreira Mazzeo foram cassados após juízes do TSE julgarem por seis votos a um que ele era um "prefeito-itinerante". No ano em que foi eleito para a prefeitura de Valença (2008), Guedes era prefeito de Rio das Flores no exercício de seu segundo mandato consecutivo. Ao ganhar a eleição em terras valencianas, exerceu pela terceira vez seguida o cargo de chefe do Executivo, o que não é permitido pela Legislação Eleitoral.
Troca-troca provoca eleição na Câmara
Com a saída do ex-prefeito cassado Vicente Guedes, o presidente da Câmara Fernandinho Graça (PP) assumiu o cargo deixando a Presidência da Câmara de Vereadores nas mãos de seu vice, Salvador de Souza (PSB), o Dodô. Como a Casa não pode ficar sem um vice-presidente acontecerá, ainda sem data marcada, uma eleição interna para o novo companheiro de Dodô na presidência. Com a efetivação de Fernandinho Graça na prefeitura o seu suplente, Carlos Gomes (PT), assumiu o cargo de vereador.
Em relação ao cargo da vice-prefeita também cassada, Dilma Dantas Moreira Mazzeo, o atual chefe do executivo de Valença disse que a cadeira está vazia. No entanto, ele explicou que, caso aconteça algum problema, quem assume em seu lugar é o atual presidente da Câmara de Vereadores.
Cidade escolherá prefeito em outubro
Enquanto todo o país irá às urnas escolher o presidente, governadores, senadores e deputados, Valença aproveitará o dia três de outubro para escolher seu novo prefeito. A Resolução do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), além de estabelecer a cassação de Vicente Guedes, estipulou o novo calendário eleitoral para o município: as convenções partidárias serão realizadas entre os dias 14 e 18 de agosto, e os pedidos do registro de candidatura dos candidatos devem ser requeridos por partidos e coligações até as 19 horas do dia 19 de agosto.
Caso o partido deixe de fazer o pedido, os candidatos escolhidos em convenção podem fazê-lo, individualmente, até 23 de agosto. Fernandinho Graça (PP), atual prefeito de Valença, disse que vai entrar para a disputa pelo Executivo nas eleições de outubro. A propaganda eleitoral vai ser permitida a partir de 20 de agosto, e o horário eleitoral gratuito no rádio e televisão pode ocorrer a partir de dois de setembro.
Fonte: sítio do Diário do Vale
terça-feira, 22 de junho de 2010
VALENÇA.GOV - Prefeitura tem nova página oficial na Internet
É uma pena que o atual governo comece a atender as questões apresentadas pelos movimentos somente agora, com o imbroglio jurídico da cassação sacramentado.
O sítio ficou bonito, embora tenha uma foto do Sergio Cabral bem na capa.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Julgamento no TSE é adiado e prefeito Vicente Guedes cogita licença do cargo
Através de sua assessoria de imprensa, o prefeito de Valença, Vicente Guedes (PSC), revelou hoje (13) que pretende se afastar do cargo, caso o processo eleitoral que corre contra ele no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) demore a ser julgado. A expectativa era que o julgamento, interrompido depois de um pedido de vista, recomeçasse nesta quinta-feira. Contudo, o processo foi retirado da pauta e a nova previsão é que ele seja apreciado na próxima semana.
No início de março, o ministro Felix Fischer, do TSE, emitiu decisão monocrática cassando o diploma do prefeito Vicente Guedes e de sua vice, Dilma Dantas Moreira Mazzeo. Após um recurso dirigido ao Plenário do TSE, os ministros iniciaram julgamento, que pode reverter a cassação. Enquanto a decisão não sair, o prefeito pode permanecer no cargo.
O último julgamento foi interrompido com o pedido de vista do ministro Hamilton Carvalhido, com teve placar empatado em 1 a 1. Votou contra o prefeito o novo relator, Aldir Passarinho Junior, e a seu favor o ministro Marcos Aurélio Mello. Ainda faltam votar os ministros Marcelo Ribeiro, Arnaldo Versiani, Carmen Lúcia, e o presidente do TSE, Ricardo Lewandoski, além de Hamilton Carvalhido, que pediu a vista.
Apesar de na época ter declarado a veículos de imprensa regionais que não sairia do cargo enquanto houvesse recurso, o prefeito admitiu hoje (13), pela primeira vez, que pensa em se licenciar. De acordo com nota, Guedes "pensa em se afastar do cargo caso o processo eleitoral demore a ser julgado. Dessa forma, ele pediria licença por prazo indeterminado à Câmara de Vereadores e só voltaria ao cargo de Prefeito Municipal caso, ao fim do processo, ele obtivesse a vitória".
Ainda na nota, Guedes diz que sua condição de ‘prefeito sub-judice' traz insegurança à cidade e argumentou que o prolongamento dessa situação poderia atrapalhar o desenvolvimento do município.
"Vicente Guedes teme que o prolongamento dessa situação possa atrapalhar a atração de novos investimentos públicos e privados, que estão em fase de tratativas e ainda não foram anunciados", finalizou.
Fonte: Diário do Vale
quinta-feira, 13 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Prefeito Vicente Guedes poderá ser cassado esta semana.
O SEPE recebeu ofício CANCELANDO audiência que teria com o prefeito nesta terça-feira, dia 11/5, em virtude deste julgamento.
Segue abaixo o teor do ofício:
"Ofício nº 374/GAB/2010 - Valença/RJ, 10 de maio de 2010
Senhor Presidente,
Com meus cumpromentos iniciais, venho respeitosamente à presença de Vossa Senhoria expor e informar o que se segue.
Considerando o processo em curso no Tribunal Superior Eleitoral que será julgado ainda nesta semana;
Considerando que o Município de Valença, quando do resultado do julgamento por aquele Egrégio Tribunal, poderá ter a figura de um Prefeito Interino até a realização de novas eleições;
Considerando que diante desta situação qualquer decisão que venha a ser tomada, poderá ser considerada prematura;
Considerando o grande e honoso compromisso que assumi com toda população valenciana, a responsabilidade, o respeito e o senso ético que norteiam minha vida e o meu trabalho.
Cumpre-me informar que estão suspensos todos os pedidos de agendamento de audiência até a decisão da Justiça.
Certo da compreensão e desde já agradecendo todas as manifestações de apoio.
Atenciosamente,
Vicente de Paula de Souza Guedes
Prefeito"
terça-feira, 16 de março de 2010
Vicente Guedes recorre da decisão do TSE
Como a decisão foi monocrática (apenas do Ministro Félix Fischer), o candidato pode recorrer e pedir que seja analisado pelo Plenário do TSE. O procedimento agora é o Ministro Félix Fischer ouvir a Procuradoria Geral e enviar o parecer para que os demais membros apresentem suas decisões.
O tempo para essa ação não é estabelecido e varia de caso para caso. De acordo com a assessoria de imprensa do TSE, "pode ser resolvido em uma semana ou um mês. Mas também não costuma se estender muito, especialmente nesses casos de cassação".
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De acordo com a legislação eleitoral, no caso de perda do mandato do prefeito, novas eleições serão realizadas, já que o candidato eleito teve mais de 50% dos votos válidos e não se completou mais da metade do período do mandato.
O acompanhamento do processo pode ser feito no site do TSE AQUI
quarta-feira, 3 de março de 2010
Ministro cassa diploma de prefeito de Valença (RJ) por exercício de terceiro mandato consecutivo
O Ministério Público afirma, no recurso enviado ao TSE, que Vicente de Paula exerceu dois mandatos como prefeito de Rio das Flores (RJ). Depois transferiu seu domicílio eleitoral para Valença, município vizinho, sendo eleito para o cargo pela terceira vez consecutiva na eleição de 2008, considerando as duas cidades.
No recurso, o Ministério Público lembrou que o TSE firmou nova jurisprudência em dezembro de 2008 e passou a considerar que a mudança de domicílio eleitoral representa violação ao disposto no artigo 14 da Constituição, que trata de inelegibilidades, entre outras questões.
Até 17 de dezembro de 2008, o TSE adotava o entendimento de que o exercício de dois mandatos consecutivos de prefeito em um município não gerava inelegibilidade nas eleições para prefeito por outro município, desde que o candidato se desincompatibilizasse do cargo e transferisse seu domicílio eleitoral dentro do prazo legal.
Sustenta ainda o MP que não se pode dizer que o prefeito e sua vice foram surpreendidos com a mudança de jurisprudência do Tribunal, uma vez que o tema de mandatos subseqüentes esteve presente desde o primeiro momento do processo eleitoral de 2008.
O Ministério Público destaca que eleições sucessivas de uma pessoa para o cargo de prefeito em municípios diferentes “revela o projeto de perpetuação do poder, pela via da fraude à lei, contrariando o pluralismo democrático garantido pela Constituição”.
O ministro Felix Fischer afirma, em sua decisão, que a partir de julgados de dezembro de 2008 o TSE passou a entender que o artigo 14 da Constituição Federal proíbe a perpetuação de indivíduo em cargo de chefe do Poder Executivo.
“Assim, concluiu [o TSE] que não é possível o exercício de terceiro mandato subseqüente na chefia do Poder Executivo, ainda que em município diverso”, salientou o ministro.
Felix Fischer destaca também que a nova jurisprudência do TSE, apesar de posterior, atinge o registro de candidatura do prefeito. “Isso porque o registro foi deferido apesar da existência de causa de inelegibilidade prevista” na Constituição.
O ministro lembra que o novo entendimento do TSE foi aplicado às eleições de 2008, devendo, portanto, ser utilizado também no caso em exame, sob pena de ofensa ao princípio da isonomia.
Processo relacionado:
Respe 4198006
A aula de História: a queda do Império romano
terça-feira, 2 de março de 2010
Escolas Multisseriadas e o erro catastrófico (mais um) da Prefeitura de Valença
Contrariando a "concepção pedagógica" da Secretária Municipal de Educacação (SME) de Valença, segue abaixo três links sobre a importância das escolas multisseriadas em uma comunidade para evitar o êxodo de estudantes, fortalecendo as identidades culturais locais, a permanência da população no meio rural e o desenvolvimento da própria comunidade:
Todos os textos foram tirados do Portal do Professor do MEC, o que só vem a reforçar a convicção de que mais uma vez Valença vai na contramão da razoabilidade e do bom senso educacional. Lamentável!
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Educação Municipal em Debate
Carta publicada no Jornal LOCAL do dia 25/2/2010:
Como cidadão do século XXI eu me preocupo com esta medida, pois dada a vocação natural de Valença para a vida e o trabalho no campo, fechar escolas dos trabalhadores rurais é uma ação pouco racional, mesmo que for para por fim às “classes multisseriadas”.
Avaliando apenas pela perspectiva sociológica é um absurdo tirar pessoas do campo num município imenso como o nosso, ainda mais crianças. É antiecológico, antipedagógico e desumano racionalizar custos às custas das pessoas na administração pública. Enquanto isso, o prefeito vai na rádio falar dos milhões que tão vindo pra Valença. Eu me pergunto, aflito, onde será investido esse dinheiro, pois vendo ações e justificativas como esta da digna secretária, tendemos a acreditar que pra Educação é que não é.
Em 2008 Vicente Guedes foi eleito empunhando a bandeira do “Novo”. Mas, ao assumir um governo cheio de dívidas, amedrontado por uma situação eleitoral irregular e cercado pela mesma burocracia canibal que devora a máquina pública há tempos, logo se percebeu o engodo. Instalaram por aqui, de bate pronto, a pior empresa pública do estado (CEDAE), pra tentar resolver um problema histórico de investimento (como se aqueles que dilapidaram o patrimônio público não fossem conhecidos e muitos deles não estivessem ocupando cargo público até hoje). O artífice da “privatização estatal” de nossa água foi o secretário de obras e vice governador Pezão, do famigerado PMDB fluminense. Para tal empreitada contaram com a conivência dos vereadores de Valença. Aliás, nem precisaram. O Jornal Local e o blog do Valença em Questão (www.blogdovq.blogspot.com) têm narrado a ópera bufa valenciana, como por exemplo na doação do terreno do Colégio Polo Agrícola (aprovada pelos vereadores e desautorizada pelo prefeito); ou então o boicote do prefeito aos conselhos populares do município; ou ainda a exclusão sumária do SEPE na fiscalização do Fundo de Previdência; A situação do Assentamento Gisele Lima no bairro da Varginha, mecanicamente nomeada pelas nossas autoridades como “Conjunto Habitacional Vista Alegre” e etc.
Na educação Vicente assinou uma carta compromisso com o Sindicato, REGISTROU e PAGOU em Cartório estas promessas, talvez porque sua campanha eleitoral tivesse dinheiro sobrando. E até agora praticamente nada está sendo cumprido, como descongelamento dos triênios, incorporação do FUNDEB, escolas em horário integral e etc. Valença paga hoje o pior piso salarial do Estado do Rio e um dos piores do Brasil e isso a gente não ouve na rádio.
Cabe aos valencianos, principalmente aos funcionários da educação, instruirem a sociedade contra o comportamento egoísta embutido em determinadas soluções pedagógicas. Alertar para as conseqüências dos nossos atos e, se preciso for, “perder” alguns minutos do dia pra lutar pelo novo de verdade. Por isso agradeço o espaço nesse importante jornal da minha cidade e convoco os demais profissionais de educação a engrossar a fileira da resistência pacífica pelas ideias.
Samir Resende G. Souza, professor de educação básica, coordenador-geral do SEPE de Valença/RJ."
Unificação de escolas em Valença
Com o objetivo de diminuir gradativamente as classes multisseriadas, a Secretaria de Educação vem unificando algumas escolas de Valença. As fusões irão reduzir as turmas de Escolas do Campo onde um professor dá aulas para alunos que vão do pré-escolar ao 5° ano do Ensino Fundamental e que, em geral, têm poucos estudantes. Visando um melhor desempenho dos docentes e também dos alunos, já que é importante que crianças troquem experiências e estudem com outras que tenham os mesmos interesses, a Secretaria pretende que cada série tenha seu próprio professor. Outra preocupação é que a proximidade entre escolas seja respeitada e, para evitar transtornos, o transporte será garantido pela Prefeitura, que continuará oferecendo o veículo escolar. Um outro caso de fusão, por outras razões, ocorreu em Juparanã, com a unificação do Caic Djalma Macedo e a Escola Municipal Pedro Paulo. O Caic, com uma estrutura física ampla, quadra esportiva coberta, biblioteca, laboratório de ciências, laboratório de informática, auditório, sala de artes, refeitório espaçoso, cozinha industrial, gabinete médico e odontológico montado, tinha apenas 80 alunos. Na mesma vila, a Escola Pedro Paulo, com mais de 550 alunos agrupados em espaço apertado e sem os recursos do Caic. Hoje, com a fusão das duas, mais de 600 alunos contam com uma educação melhor. Toda mudança, num primeiro momento, sofre uma reação, mas, aos poucos, os resultados confirmarão a necessidade das decisões tomadas.
Assessoria de Comunicação PMV
(24) 2452-5075
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
RETROSPECTIVA VALENÇA DE CARA NOVA
Taí, aproveitando este tópico do Orkut (clique aqui), vai uma retrospectiva destes últimos 14 meses do "novo" em Valença.
1) Escolha da CEDAE sem ouvir a população e a Câmara dos Vereadores:
http://blogdovq.blogspot.com/2009/10/sa
http://blogdovq.blogspot.com/2009/10/pr
2) Regime próprio de Previdência: O fundo sem fundos!
http://blogdovq.blogspot.com/2009/07/o-
3) Boicote à atuação do Conselho e não realização da Conferência da Cidade:
http://blogdovq.blogspot.com/2009/12/4-conferencia-das-cidades-legado.html
4) Educação e o não cumprimento do compromisso eleitoral com o SEPE:
http://blogdovq.blogspot.com/2009/06/pr
http://blogdovq.blogspot.com/2008/08/co
5) A Conferência "Democrática" de Cultura:
http://vozesflumineiras.ning.com/forum/
6) Democracia nas casas da Varginha:
http://blogdovq.blogspot.com/2009/12/ha
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Gestão Democrática e Transparência.

Além de boicotar os conselhos municipais que não "rezam" na cartilha, nem o Boletim Oficial do Município é mais publicado na Internet, como era prática no governo anterior.
A última edição que está disponível no sítio da prefeitura (www.valenca.rj.gov.br) é datada de 4 DE AGOSTO DO ANO PASSADO! Ou seja, há mais de 6 MESES que a sociedade não tem acesso aos atos da PMV, por este instrumento barato e ecologicamente correto que é a Internet!
Será que é pra sociedade não ficar sabendo que a farra dos cargos comissionados continua? Ou tá faltando dinheiro pra pagar um webmaster digitalizar as edições?
Espero que com esse caminhão de dinheiro que tá vindo pra Valença, sobre uma beiradinha pra mostrar à população pra onde está indo o nosso dinheiro.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
MPE pede cassação de Vicente Guedes
De acordo com a acusação, Vicente Guedes foi prefeito durante dois mandatos consecutivos no município de Rio das Flores, entre 2000 e 2004 e 2004 e 2008, o que o tornaria inelegível para o cargo de prefeito em Valença. A Constituição Federal veda a reeleição para um terceiro mandato do Executivo na mesma entidade política (art. 14).
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) decidiu pela não cassação do prefeito, por entender que não houve impugnação à transferência do domicílio eleitoral de Vicente Guedes nem do registro de candidatura. Entendeu, ainda, que no momento do pedido de registro dos candidatos, a jurisprudência do TSE não determinava obstáculos para que o prefeito de uma localidade pudesse ser candidato em outro município.
Em dezembro de 2008, porém, o TSE mudou a jurisprudência, ao considerar que, de acordo com a Constituição Federal, somente é possível a eleição para prefeito por duas vezes consecutivas. Após isso, apenas é permitida a candidatura a outro cargo, ou a mandato legislativo, ou a de governador ou de presidente da República, não mais de prefeito.
De acordo com o MPE, essa nova jurisprudência não deve ser aplicada apenas a fatos ocorridos depois de dezembro de 2008, mas deve retroagir para garantir o princípio da isonomia. Além da cassação, o MPE pede a convocação de novas eleições no município de Valença.
O recurso será analisado pelo ministro Felix Fischer.
Processo relacionado: Respe 4198006
Retirado do site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Transparência e Democracia...
Falta de atualização não é, pois toda semana, no mesmo espaço, tem notícias novas e propaganda das ações da prefeitura e secretárias.
Ou seja, há mais de 4 meses que é negligenciada a informação pública em Valença num dos meios mais baratos e democráticos de comunicação: a Internet. Lamentável!!!!!!!
Ps: Já na Câmara de Vereadores a coisa é diferente, a última ata de sessão é de 25/11/09. Parabéns é o cacete, não fazem mais do que obrigação :p :P :P
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Direto do Pensando a Educação: Parabéns professores!
A secretaria municipal de educação valenciana acaba de criar um conceito que irá mudar as relações de trabalho no mundo do capitalismo tardio, trata-se da hora extra obrigatória. Antes de tratarmos dela vamos investigar o contexto histórico que possibilitou o seu surgimento.
Em meados de fevereiro (do dia 2 de fevereiro até dia 13) ocorreu a Primeira Jornada de Educação de cara nova. Lembre-se que o nosso representante tem uma obsessão com aquilo que é novo (mesmo que mantenha as velhas práticas políticas). A jornada consistiu de palestras e os professores foram obrigados à participar cumprindo a sua carga horária na jornada com a assinatura do ponto.
Ocorre que o Ministério Público acatou uma denúncia de que a Jornada Pedagógica não poderia ser considerada dia letivo por causa da ausência de participação dos alunos. Com isso, a prefeitura foi obrigada a criar um novo calendário com 200 dias letivos. Aqui entra, de gaiato no navio, os professores municipais.
A secretaria municipal de educação resolveu a pendenga judicial da seguinte forma: os professores deverão trabalhar todos os sábados ( inclusive no domingo dia 27 de setembro) até o final do ano para resolver um problema que não fora criado por eles. Ora, não é estranho salientar: aqui no Brasil, são sempre os trabalhadores que precisam “salvar” o país quando algum governante aloprado resolve “inventar a roda”.
O problema é que até mesmo para passar a responsabilidade dos 200 dias letivos para os professores é preciso ter competência para fazer isso. Para tentar “seduzir” os professores a limparem a sujeira feita pelo secretário de educação, a secretaria informou aos nossos diretores que a prefeitura está disposta a pagar hora extra aos professores que aceitarem dar aula aos sábados e que colocarão falta para os professores que não aceitarem trabalhar o tempo já trabalhado. Confuso, não?
Parece que a secretaria de educação gosta de passar atestado de burro para os professores. Afinal, hora extra, por definição, é uma hora extra! Ou seja, você pode trabalhar e ganhar e você pode não trabalhar e não ganhar. Mas, no mundo bizarro de Valença, temos a criação da hora extra obrigatória. Se o nosso estimado professor resolver não trabalhar a hora extra, ele não apenas deixará de ganha-lá, ele será descontado em seu salário e levará falta! Pasmem, senhores...
Professores! Não aceitem “quebrar o galho” da prefeitura! Não há nenhuma garantia que a prefeitura vá honrar o pagamento da hora extra obrigatória. Vocês lembram da carta compromisso assinada? Do vale transporte? Da incorporação do abono? São promessas jogadas ao vento.
Há notícias de que alguns diretores estão querendo ser mais realistas do que o rei e estão “aconselhando” os professores com algumas frases: “Você ficará marcado”, “Você está em estágio probatório”. É o jeitinho brasileiro de intimidação...
Professores! Caso presencie a palhaçada da intimidação peça, com gentileza, um segundo e retire o seu mp3 lotado de músicas alemãs e grave a conversa com o seu diretor. Note que ele ficará mudo.
Ps: Pelo menos o MEC sabe passar atestado de burro com mais competência....
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Previdência da PMV: o Fundo sem Fundos!
REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA
DOS SERVIDORES DA P.M.V.
FUNDO SEM FUNDO NÃO É FUNDO
O Prefeito enviou e os Vereadores aprovaram em 15/4/2009 o Projeto de Lei n° 01 que institui o Regime Próprio da Previdência Social (RPPS) para os servidores municipais. E do jeito que a coisa anda, a máxima histórica do "velho" Marx permanece viva: a história se repete mais uma vez e a farsa vira tragédia para quem trabalha honestamente e não mama nas tetas dos cargos comissionados, tão em moda na administração pública de Valença/RJ e como foi no escândalo criminoso do IPREVALE em 2002.
Posteriormente à aprovação do projeto, a Prefeitura encomendou um cálculo atuarial para dar sustentabilidade à proposta de RPPS. O SEPE teve acesso a esse estudo - que excluí aposentados e inativos – e foi elaborado pela Confederação Nacional de Prefeitos, tendo como data base 31/12/2008, exercício 2009.
É DEVER DE UM SINDICATO SÉRIO E AUTÔNOMO INFORMAR QUE:
1) a Confederação Nacional de Prefeitos defende, única e exclusivamente, os interesses dos prefeitos e de suas administrações e não os interesses dos servidores públicos, fato.
2) o Projeto de Regime Próprio aprovado pela Câmara expurga todos(as) servidores(as) que irão se aposentar nos próximos 05 (cinco) anos, não garantindo a nenhum destes a paridade salarial com os ativos, nem a integralidade dos vencimentos, nem auxílio-doença por invalidez, nem pensão e/ou outros os benéficos em geral.
O mais grave é que isso tudo foi com total omissão da Câmara de Vereadores, que aprovou esta lei com somente dois votos contra. Tudo foi realizado de forma urgente, obscura e sem a participação dos principais interessados e antes mesmo da realização do cálculo atuarial. Foram ingênuos ou mal-intencionados os nossos vereadores?!?
VEREADORES E SINDICATO PELEGO DÃO GOLPE NOS TRABALHADORES
Em conluio com o SINDSERV, um pseudo-sindicato que não organiza os servidores municipais, que vive nos corredores da PMV em busca unicamente do DINHEIRO do imposto sindical, que tem uma direção que ninguém conhece, que tem como marca o “peleguismo”, que não realiza assembléias, a Câmara Municipal deu um GOLPE nos trabalhadores e excluiu o SEPE da comissão fiscalizadora do Fundo de RPPS. Mais uma vez, a nossa casa legislativa deixa de servir a grande maioria dos interessados para se tornar um balcão de negócios, que legisla e aprova matérias em causa própria. Aliás, O QUE MAIS OS VEREADORES DE VALENÇA TÊM FEITO NOS ÚLTIMOS DIAS É ASSINAR CHEQUE EM BRANCO PARA O EXECUTIVO, como foi o caso da doação absurda do terreno de uma escola pública (Pólo Agrícola) para um empresário de fora.
ESTES FORAM OS VEREADORES QUE VOTARAM
A FAVOR DA PROPOSTA DO GOVERNO:
CARLINHOS DE OSÓRIO
CELSINHO DO BAR
DODÔ
FELIPE FARIAS
NALDO
PAULINHO DA FARMÁCIA
PEDRO GRAÇA
ZAN
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ENTENDA MAIS UM POUCO SOBRE PREVIDÊNCIA E APOSENTADORIA
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As alterações promovidas pela Reforma da Previdência de FHC e Lula (Emendas Constitucionais n°s 20/98, 41/03 e 47/05) alcançam todos os servidores públicos estatutários da União, Estados Distrito Federal e Municípios, restando revogadas todas as disposições tratadas por estes referidos diplomas legais e que, apesar do caráter constituinte derivado, equivalem e alteram as disposições da ordem constitucional, especialmente no que pertine aos artigos 37 e 40 da Constituição Federal.
Estas sucessivas alterações nas regras constitucionais na previdência dos servidores públicos gerou uma diversidade de regras para aposentadoria, que em sua maioria não privilegiam os inativos e nem garantem a integralidade e a paridade salarial com os trabalhadores da ativa. Isto, além de uma agressão humana a quem dá uma vida por um trabalho é uma medida pouco racional do mau intencionado pensamento político-econômico que nos dirige e como no caso da lei aprovada a toque de caixa em Valença.
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A PRESSA EM APROVAR É PORQUÊ A PMV ESTÁ PERDENDO RECURSOS FEDERAIS (FPM) PORQUE NÃO CUMPRIU A LEI PREVIDENCIÁRIA
Embora exista a garantia do “direito adquirido”, é pertinente destacar que esta somente efetiva se no momento em que estava vigente a legislação, o servidor satisfez requisitos para sua concessão. Por exemplo: o servidor que já se encontrava dentro dos requisitos da lei, antes da promulgação da Emenda Constitucional n° 20/1998, é o único que pode exercer este direito a qualquer tempo. Entretanto, se já era servidor público, mas não satisfazia os requisitos de aposentadoria (idade, tempo de serviço...) da lei anterior à Emenda, deverá obrigatoriamente observar as novas regras.
As Emendas Constitucionais acima comentadas igualmente alteraram as regras de pensão e as formas de cálculo de várias modalidades de aposentadoria. E, é fundamentam que estas regras sejam observadas quando da instituição do RPPS sob risco de inviabilizar sua existência.
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POR QUÊ É UM FUNDO SEM FUNDO?
UM NOVO IPREVALE!
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1) a desvinculação imediata do município ao Regime Geral da Previdência (RGPS) deve atender a critérios legais que não se demonstram garantidos, e não se traduzem em garantia de continuidade do pagamento dos benefícios ao servidor municipal, tendo em vista que resta a evidente ausência de qualquer estudo prévio que viabilize a sustentação dos sistema previdenciário (a Associação Nacional dos Prefeitos, não defende os interesses dos servidores);
2. a informação de que os servidores não mais estarão adstritos aos redutores e terão garantia e percepção de proventos equiparados à atividade, igualmente contraria as previsões constitucionais contidas nas Emendas Constitucionais n/ 20/98,41/03,57/05, Lei 9717/98,Lei 10887/04, Portaria n° 4992 MPAS e suas alterações.
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É inadmissível que a única vantagem aos servidores pareça ser a garantia da concessão de um benefício mais célere, se sequer a sustentação do sistema previdenciário pretendido foi previamente estudado. É temerário considerar somente a onerosidade do Regime Geral da Previdência à administração municipal como o único elemento de sustentação para migração precipitada e sem a observância dos procedimentos legais previstos sobre o tema, E isso existindo não há qualquer garantia real ao lado do servidor.
Infelizmente o SINDSERV em conluio com os poderes legislativo e executivo assina em baixo de forma completamente irresponsável, num assunto tão denso e grave. A vida das pessoas não pode ser negociada, como se negocia gado! Um Fundo que não tem aporte e não se sustenta gerará enormes prejuízos aos funcionários da PMV. Só é bom pra liberar mais din heiro pra PMV (recursos retidos do Fundo de Participação do Município), mas mesmo sendo um bom motivo, a pergunta é: na mão de quem está parando o nosso dinheiro?
Servidor, abra o olho! Cuidado com os lobos vestidos em pele de cordeiro!
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CADÊ O VALE TRANSPORTE?
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No dia 08 de junho também foi votado o Projeto de Lei n° 25,oriundo do Poder Executivo e que autoriza o mesmo a firmar Termo de Confissão e Transação Extrajudicial e dá outras providências. Esta lei significa o da dívida de R$ 166.928.00 (parcelada em dez vezes) pela PMV ao SINDIPASS - Sindicato das Empresas de Transportes da região sul fluminense.
Para surpresa dos profissionais da educação que já estão há UM ANO SEM RECEBER O VALE TRANSPORTE, até agora esta situação não foi normalizada. E pior: vários professores continuam sem receber e tendo que ir trabalhar a pé. E outros profissionais da educação, como é o caso daqueles que moram em Volta Redonda e trabalham em Santa Isabel nem o vale recebem, contrariando uma das promessas de campanha assinadas pelo prefeito Vicente Guedes e sua vice Dilma Dantas. Vale lembrar que a carta compromisso assinada em cartório é mais do que promessa de campanha, o vale -transporte é um direito do servidor já que é descontado 6% de seu salário. Prefeito: prometeu tem que cumprir!
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SEPE SOLICITA AUDIÊNCIA AO PREFEITO
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O SEPE enviou ofício ao prefeito Vicente Guedes datado de 08 de julho para tratar dos seguintes pontos:
- Instituto de Previdência Própria;
- Incorporação do abono de R$ 100,00 ao piso salarial
- Descongelamento dos Triênios
- Vale- transporte.
É importante lembrar que na última audiência (maio) o prefeito pediu um prazo de 45 dias que já se esgotou. A categoria não admitirá que as promessas e compromissos de campanha não sejam cumpridos.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Prefeitura doa área de Escola Agrícola para empresa privada
No dia 17 de junho de 2009 a Câmara Municipal de Valença aprovou por 8 votos contra 2 a mensagem do prefeito municipal doando a área de 100.000 m² do Pólo agrícola para a empresa EMA INDÚSTRIA DE ALEMINETOS LTDA, área esta a ser desmembrada do total de 242.000 m² cedida à Secretaria Estadual de Educação para a criação de escola experimental integrada ao Corredor Agropecuário, onde já foram formados quase 200 profissionais.
No Centro Interescolar de Agropecuária Tomás Tejerina de Prado (Polo Agrícola) está sendo desenvolvido projeto de pecuária leiteira. Os alunos estão sendo capacitados em gerenciamento de propriedade leiteira, em parceria com a Fundação Educacional Dom André Arcoverde - FAA, para a implantação de uma unidade demonstrativa. Projetos de recomposição da mata ciliar, reflorestamento, hortas, produção de mudas, suinocultura e avicultura são os demais projetos da Escola, que conta com completa estrutura física, inclusive com alojamento para acolher os estudantes vindos de regiões mais distantes.
A doação de 100.000 m² é praticamente a metade da área territorial da Escola, o que significa inviabilizar parte das atividades da Unidade Escolar, considerando que a área cedida é produtiva, especialmente porque produz conhecimento prático, aos alunos e a comunidade rural.
O Plano Diretor Participativo de Valença - Lei complementar Municipal número 062/2006, aprovada pela Câmara Municipal por unanimidade, estabelece que a área doada está localizada em Zona de Proteção Ambiental (ZPA) onde estão previstas proteção de topos de morros, nascentes e micro-bacias, e em Zona Rural (ZRU) destinada ao desenvolvimento de pecuária leiteira e de corte.
Não somos contra o empenho do Prefeito Municipal no reaquecimento da atividade econômica em nossa cidade e na geração de empregos diretos e indiretos, mas sendo Valença o segundo maior município em extensão territorial do Estado do Rio de Janeiro, não haveria outra área a ser disponibilizada?
Nós, alunos e cidadãos valencianos nos sentimos prejudicados e violados no nosso direito, quando sequer somos consultados nas decisões que nos atinge diretamente.
ALUNOS DO POLO AGRÍCOLA
sábado, 27 de junho de 2009
Isenção de IPTU
Segundo a Secretaria de Fazenda, os interessados que se enquadram no perfil exigido deverão pegar o requerimento no Departamento de Controle, Cadastro e Arrecadação no Centro Administrativo da Prefeitura e dar entrada no setor de protocolo. O processo de avaliação leva de trinta a sessenta dias.
Mais informações com:
Patrícia Rocha - assessora de Comunicação da PMV
(24)2452-5075
terça-feira, 2 de junho de 2009
Prefeito diz que vai pagar triênio e incorporar abono ao piso salarial da educação
Em audiência realizada esta tarde com a direção do SEPE e mais uma comissão de base da categoria, o prefeito Vicente Guedes empenhou palavra que: 1 - vai incorporar o abono do FUNDEB no piso dos servidores da educação em 45 dias; 2 - vai descongelar parcela do triênio referente ao seu governo para todo funcionalismo (2012); 3 - vai incorporar o SEPE na comissão encarregada de fiscalizar a implementação do Regime Próprio de Previdência Social da PMV (alteração da lei 105/2009).O SEPE abriu a audiência agradecendo e louvando a atitude de Vicente Geedes em dialogar e respeitar a data-base da categoria com o pagamento da reposição de 6% nos salários, retroativos a maio, agora a partir de junho e escutou que o governo vai fazer a incorporação do abono do FUNDEB ao piso da categoria em até 45 dias, oque significará um significativo ganho real no bolso do trabalhador, para além da data-base.
O segundo ponto que tocamos foram os triênios atrasados e o prefeito disse que havia um problema crônico na prefeitura de inchaço da máquina e que ele mesmo disse que vem lutando para sanar, e que isto gera uma sobrecarga na folha salarial, indo de encontro à Lei de Rsponsabilidade Fiscal (LRF)*. O que ficou definido em relação ao adicional por tempo de serviço é que em seu governo este princípio será respeitado e que vai encaminhar a dotação orçamentária referente ao exercício para o próximo orçamento.
A audiência ainda tocou no ponto dos vales-transportes atrasados e o prefeito disse já ter encaminhado pedido de dotaçao orçamentária para renegociação da dívida e essa se encontrava na Câmara de Vereadores.



