Entrevista muito esclarecedora concedida pela Educadora Gilberta Acselrad (UFRJ) a um programa da Globo News, pertencente à Rede Globo. Resta evidente a postura do discurso oficial, midiático, proibicionista, lugar-comum, ineficiente e falido, frente à intelectual que não se limita a repetir as "soluções" propagandeadas e busca conhecer de verdade o "problema das drogas". Parabéns Gilberta Acselrad!
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
[Da série: só os profetas enxergam o óbvio] Traficantes estão de volta ao Complexo do Alemão
A imprensa do Rio está dominada, foi literalmente "comprada" pelo Governador Sérgio Cabral, somente no primeiro mandato Cabral gastou R$ 500 milhões de reais em propaganda "oficial", uma verdadeira FARRA, nunca se gastou tanto, tudo com o objetivo de agradar os meios de comunicação, em troca eles se calam, não divulgando as notícias que sejam contra o governo do Rio.
A maior empresa de comunicação do Rio de Janeiro, todo dia traz uma matéria no seu jornal e na sua rede de TV enaltecendo a "pacificação", e o Governo Sérgio Cabral, tudo uma FARSA, mentiras atrás de mentiras.
No Complexo do Alemão, ao contrário do que a mídia vagabunda do Rio divulga, o tráfico voltou, estão vendendo drogas normalmente, e estão matando os moradores que colaboram com a polícia, conforme eu já divulguei aqui no blog por várias vezes, e hoje é tema de matéria do jornal Estado de São Paulo (matéria abaixo).
A maior empresa de comunicação do Rio de Janeiro, todo dia traz uma matéria no seu jornal e na sua rede de TV enaltecendo a "pacificação", e o Governo Sérgio Cabral, tudo uma FARSA, mentiras atrás de mentiras.
No Complexo do Alemão, ao contrário do que a mídia vagabunda do Rio divulga, o tráfico voltou, estão vendendo drogas normalmente, e estão matando os moradores que colaboram com a polícia, conforme eu já divulguei aqui no blog por várias vezes, e hoje é tema de matéria do jornal Estado de São Paulo (matéria abaixo).
Denúncias que a imprensa do Rio de Janeiro está escondendo:
- O cinema recém inaugurado foi alvo de ataque e depredação por bandidos (clique aqui e leia).
- Moradores já denunciaram que pessoas que colaboram com a polícia estão sendo assassinadas por traficantes (clique aqui e leia).
- Moradores temem pela volta do tráfico, ou seja, estão realmente inseguros (clique aqui e leia).
- Traficantes estão recuperando armas e drogas no Alemão (clique aqui e leia)
- Tráfico voltou ao Alemão (clique aqui e leia).
Isso é uma VERGONHA, no Complexo do Alemão pessoas estão sendo assassinadas por traficantes, motivo, acreditaram no Governo Sérgio Cabral.
Esse governo é uma FARSA, é um CASO DE POLÍCIA.
Reprodução do jornal Estado de São Paulo on line de hoje.
RIO - A Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil do Rio investiga pelo menos dois assassinatos ocorridos que seriam represálias do tráfico de drogas na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, na zona norte do Rio, mesmo após a ocupação do conjunto de favelas pela Força de Pacificação, composta por paraquedistas do Exército e policiais militares. Documentos confidenciais do Centro de Inteligência do Exército (CIE) também apontam que o tráfico de drogas voltou ao Complexo do Alemão, na zona norte do Rio. A forma de atuação dos traficantes mudou, mas na Favela da Galinha um relatório aponta que homens armados mantêm uma boca-de-fumo itinerante no local. Para evitar prisões, o tráfico conta com alguns moto taxistas, que trabalham como olheiros. O documento do Exército aponta que em algumas bocas o usuário tem que dizer a senha ("onde estão os amigos?") para comprar entorpecentes.
Um dos assassinatos investigados pela DH é do morador José Antônio de Souza, de 61 anos. O corpo dele foi encontrado no dia 1º de janeiro com várias marcas de tiros na Estrada José Rucas, na entrada da Vila Cruzeiro. No dia 26 de dezembro, a moradora Maria dos Santos, de 47 anos, foi morta a pauladas por ter saqueado a casa de um traficante na mesma favela. "Estamos ainda em fase de investigação. Nosso objetivo é identificar os autores destes crimes", confirmou o delegado titular da DH, Felipe Ettore. "A parte baixa está ótima, mas na parte alta da favela alguns moradores contaram que houveram estas cobranças do tráfico", contou um morador da Vila Cruzeiro.
Os relatórios do Exército mostram que o tráfico voltou em várias localidades do conjunto de favelas. Um informe aponta que uma boca de fumo funciona atrás do depósito de uma loja de eletrodomésticos na localidade conhecida como Skol, na Favela da Fazendinha. Na mesma favela, nas localidades conhecidas como "Casinhas" e "Campo do Seu Zé", os traficantes também instalaram bocas de fumo. Recentemente, outro informe apontava que homens em um Corolla preto monitoravam o posicionamento dos homens do Exército.
Uma preocupação Comando da Brigada de Infantaria Paraquedista é com o ânimo da tropa. Alguns soldados estão trabalhando há 40 dias na ocupação do Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro. As instalações para as tropas também estão precárias. Na melhor delas, instalada em uma sala da estação do teleférico no Morro do Adeus, a base se resume a vários colchões espalhados no chão e cópias de fotos de traficantes do Complexo do Alemão procurados coladas na parede. Não há local próprio para refeições e apenas garrafas de água estão à disposição dos militares.
Invasão. Com blindados e homens dos fuzileiros navais, a polícia invadiu o Complexo do Alemão no dia 28 de novembro. Três dias antes, foi transmitida pela televisão a fuga de 200 homens da Vila Cruzeiro para a Favela da Grota, Complexo do Alemão pela trilha da Serra da Misericórdia, que liga os dois conjuntos de favelas, após a ocupação das favelas da Penha pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).
Após a divulgação das imagens, 180 homens da Polícia Civil e da Polícia Federal, 190 policiais militares e 800 homens da do Exército cercaram o Alemão. A determinação da participação do Exército na operação foi do então presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.
Retirado do Blog do Ricardo Gama.
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Confrontos em Madureira: mais um capítulo de um Rio longe de ser pacificado
O Morro da Serrinha, tradicional terra do jongo em Madureira, na zona norte do Rio, tem vivido sob intensos tiroteios nos últimos dias. Essa é apenas mais uma ocorrência de violência no cotidiano do nosso Rio de Janeiro.
Cidadãos são obrigados a conviver com balas zunindo em seus ouvidos, quando não sofrem com experiências mais radicais, como projéteis perfurando seus corpos ou até mesmo tirando suas vidas.
A história desses confrontos na Serrinha começa há muitos meses atrás. Pelo menos desde o inicio do ano, duas facções rivais vem disputando o controle da venda de drogas na Serrinha. Nada diferente do que ocorre em diversos pontos do estado do Rio de Janeiro, sem que o Estado ou a sociedade tomem atitudes concretas para impedir isso.
Situação semelhante de confrontos ocorreu, por exemplo, recentemente no morro vizinho do Juramento, onde a Cruz Vermelha (entidade especializada em atuar em zonas de guerra) tem uma base.
No último domingo (31), dia do segundo turno das eleições, diante dos tiroteios que atingiram a Serrinha durante a madrugada, fui ao local para ver se isso prejudicaria a votação na região.
Fui à escola Carmela Dutra e a Univercidade na Avenida Edgard Romero. E tudo estava tranquilo. Os eleitores votavam normalmente.
Busquei saber se existiam seções eleitorais mais próximas da Serrinha, para saber se locais de votação mais perto do local de confronto haviam sido afetados pelo confronto armado.
Minha ideia era ver se o processo democrático brasileiro estava sendo atrapalhado pela falta de democracia nas áreas carentes do Rio de Janeiro. Nas eleições de 2006, já havia presenciado tal situação absurda, quando seções eleitorais do Complexo da Maré fecharam suas portas durante um tiroteio na favela.
Moradores me indicaram que havia escolas na boca da favela que funcionavam como locais de votação. Fui então até a entrada da Serrinha para tentar localizar uma seção que pudesse ter sido afetada pelos confrontos.
A busca me levou até a entrada da favela. Não encontrei o tal local de votação (encontrei apenas uma escola fechada), mas pude constatar mais uma vez a realidade crua das áreas controladas por criminosos no Rio de Janeiro.
Logo depois da escola, a rua era bloqueada com barricadas. Aqueles objetos jogados no meio da rua não apenas impediam que nosso carro progredisse por aquele caminho, aquilo simbolizava uma fronteira: o asfalto e a Serrinha, onde o Estado não faz questão de ser fazer presente.
Eu estava um pouco nervoso por estar por ali. Afinal, poucas horas antes, duas quadrilhas haviam travado uma encarniçada disputa armada pelo território. Os nervos dos bandidos ali naquela favela estavam a flor da pele.
Eu e o motorista paramos o carro de reportagem (caracterizado com o logo da TV Brasil) pouco antes da barricada. Saí do carro e olhei em volta. Não havia sinal de qualquer local de votação naquela área.
Olhei para as barricadas e, mesmo sob aquela tensão, pude imaginar: aquelas barricadas também mostravam um outro Brasil. Enquanto 130 milhões de brasileiros escolhiam seu governante democraticamente. Além da barricada, a disputa pelo poder não se dava pelas urnas, mas pelas armas. Ali nenhum morador escolhia a autoridade local pelo voto.
Mesmo nos poucos minutos que passamos no local, tentando encontrar o tal local de votação que, segundo disseram ficava por ali, passamos a ser observados. As autoridades locais perceberam que havia ali um carro de reportagem não autorizado.
Uma moto passou ao lado do nosso carro, com dois homens (provavelmente integrantes da quadrilha local). Um deles apontou para o nosso carro e alertou o colega da nossa presença.
Percebi que corríamos risco ali. Desisti de localizar o local de votação, entrei no carro e orientei o motorista a dar meia volta e sair daquela No Man`s Land. Senti que a qualquer momento seríamos abordados ou algo pior.
Voltei para o asfalto. Na minha mente, ficava apenas refletindo sobre aquilo. “Esse é o Rio pacificado de Sergio Cabral?”

Dias antes eu tinha passado pela Vila Vintém. Também vi a mesma barricada. Já tinha feito uma reflexão semelhante. Definitivamente, com exceção de poucas favelas da Tijuca e da zona sul, nada mudou no Rio de Janeiro. O Estado e a sociedade continuam anestesiados perante essa realidade esdrúxula que permeia o estado.
E, como já disse por aqui, não é uma UPP que vai resolver o problema. A sociedade, a política, o Estado e a polícia precisam mudar. Mudar suas atitudes, seus métodos, seus padrões, suas prioridadades.
O Rio continua o mesmo. Infelizmente. Serrinha e Vila Vintém são apenas duas das mais de 1.500 favelas do Estado que vivem essa realidade.
A população não consegue enxergar isso. Pelo menos cinco milhões de pessoas não conseguiram enxergar isso e reelegeram o nosso governador, que não fez nada (ou fez muito pouco) para resolver isso. Governador esse que não coloca os pés nessas comunidades e não faz questão nenhuma de resolver o problema delas.
Fonte textual: Blog Rio.40
Cidadãos são obrigados a conviver com balas zunindo em seus ouvidos, quando não sofrem com experiências mais radicais, como projéteis perfurando seus corpos ou até mesmo tirando suas vidas.
A história desses confrontos na Serrinha começa há muitos meses atrás. Pelo menos desde o inicio do ano, duas facções rivais vem disputando o controle da venda de drogas na Serrinha. Nada diferente do que ocorre em diversos pontos do estado do Rio de Janeiro, sem que o Estado ou a sociedade tomem atitudes concretas para impedir isso.
Situação semelhante de confrontos ocorreu, por exemplo, recentemente no morro vizinho do Juramento, onde a Cruz Vermelha (entidade especializada em atuar em zonas de guerra) tem uma base.
No último domingo (31), dia do segundo turno das eleições, diante dos tiroteios que atingiram a Serrinha durante a madrugada, fui ao local para ver se isso prejudicaria a votação na região.
Fui à escola Carmela Dutra e a Univercidade na Avenida Edgard Romero. E tudo estava tranquilo. Os eleitores votavam normalmente.

Busquei saber se existiam seções eleitorais mais próximas da Serrinha, para saber se locais de votação mais perto do local de confronto haviam sido afetados pelo confronto armado.
Minha ideia era ver se o processo democrático brasileiro estava sendo atrapalhado pela falta de democracia nas áreas carentes do Rio de Janeiro. Nas eleições de 2006, já havia presenciado tal situação absurda, quando seções eleitorais do Complexo da Maré fecharam suas portas durante um tiroteio na favela.
Moradores me indicaram que havia escolas na boca da favela que funcionavam como locais de votação. Fui então até a entrada da Serrinha para tentar localizar uma seção que pudesse ter sido afetada pelos confrontos.
A busca me levou até a entrada da favela. Não encontrei o tal local de votação (encontrei apenas uma escola fechada), mas pude constatar mais uma vez a realidade crua das áreas controladas por criminosos no Rio de Janeiro.
Logo depois da escola, a rua era bloqueada com barricadas. Aqueles objetos jogados no meio da rua não apenas impediam que nosso carro progredisse por aquele caminho, aquilo simbolizava uma fronteira: o asfalto e a Serrinha, onde o Estado não faz questão de ser fazer presente.
Eu estava um pouco nervoso por estar por ali. Afinal, poucas horas antes, duas quadrilhas haviam travado uma encarniçada disputa armada pelo território. Os nervos dos bandidos ali naquela favela estavam a flor da pele.
Eu e o motorista paramos o carro de reportagem (caracterizado com o logo da TV Brasil) pouco antes da barricada. Saí do carro e olhei em volta. Não havia sinal de qualquer local de votação naquela área.
Olhei para as barricadas e, mesmo sob aquela tensão, pude imaginar: aquelas barricadas também mostravam um outro Brasil. Enquanto 130 milhões de brasileiros escolhiam seu governante democraticamente. Além da barricada, a disputa pelo poder não se dava pelas urnas, mas pelas armas. Ali nenhum morador escolhia a autoridade local pelo voto.
Mesmo nos poucos minutos que passamos no local, tentando encontrar o tal local de votação que, segundo disseram ficava por ali, passamos a ser observados. As autoridades locais perceberam que havia ali um carro de reportagem não autorizado.
Uma moto passou ao lado do nosso carro, com dois homens (provavelmente integrantes da quadrilha local). Um deles apontou para o nosso carro e alertou o colega da nossa presença.
Percebi que corríamos risco ali. Desisti de localizar o local de votação, entrei no carro e orientei o motorista a dar meia volta e sair daquela No Man`s Land. Senti que a qualquer momento seríamos abordados ou algo pior.
Voltei para o asfalto. Na minha mente, ficava apenas refletindo sobre aquilo. “Esse é o Rio pacificado de Sergio Cabral?”

Dias antes eu tinha passado pela Vila Vintém. Também vi a mesma barricada. Já tinha feito uma reflexão semelhante. Definitivamente, com exceção de poucas favelas da Tijuca e da zona sul, nada mudou no Rio de Janeiro. O Estado e a sociedade continuam anestesiados perante essa realidade esdrúxula que permeia o estado.
E, como já disse por aqui, não é uma UPP que vai resolver o problema. A sociedade, a política, o Estado e a polícia precisam mudar. Mudar suas atitudes, seus métodos, seus padrões, suas prioridadades.
O Rio continua o mesmo. Infelizmente. Serrinha e Vila Vintém são apenas duas das mais de 1.500 favelas do Estado que vivem essa realidade.
A população não consegue enxergar isso. Pelo menos cinco milhões de pessoas não conseguiram enxergar isso e reelegeram o nosso governador, que não fez nada (ou fez muito pouco) para resolver isso. Governador esse que não coloca os pés nessas comunidades e não faz questão nenhuma de resolver o problema delas.
Fonte textual: Blog Rio.40
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Crack chega ao Sul Fluminense deixando rastro de dependência
RIO - A Polícia Federal identificou durante investigação que o crack já está deixando um rastro de dependência na região Sul Fluminense. Há quatro meses os federais identificaram e prenderam 52 pessoas envolvidas com o tráfico em cidades como Resende, Volta Redonda e Barra Mansa, com ramificações na Baixada Flumininse e no Rio. Na semana passada mais duas prisões foram realizadas e na manhã desta terça-feira, operação conjunta das delegacias federais de Volta Redonda e Angra dos Reis, chegaram a mais uma prisão.

O traficante - cujo nome não foi divulgado - atuava em Angra dos Reis, teve a prisão decretada pela Justiça Federal e fugiu para Barra Mansa. Os bandidos de lá estão recebendo droga de São Paulo, distribuindo para os municípios de Volta Redonda e Resende, além de abastecerem também os municípios da Baixada Fluminense.
- Infelizmente o crack chegou ao Sul Fluminense e já deixa um rastro de dependentes. Muito por conta da Rodovia Presidente Dutra, usada como rota por traficantes de São Paulo e do Rio - afirmou o delegado federal Breno Adami Zandonadi, da Delegacia de Volta Redonda.
A região do Sul Fluminense é uma das seis do Rio de Janeiro, fazendo fronteira com os estados de São Paulo e Minas Gerais. Na região vivem cerca de um milhão de habitantes, segundo o IBGE. São componentes dessa região os seguintes municípios: Angra dos Reis, Barra do Piraí, Barra Mansa, Itatiaia, Parati, Pinheiral, Piraí, Porto Real, Quatis, Resende, Rio Claro, Rio das Flores, Valença e Volta Redonda.
Fonte: sítio do jornal O Globo

O traficante - cujo nome não foi divulgado - atuava em Angra dos Reis, teve a prisão decretada pela Justiça Federal e fugiu para Barra Mansa. Os bandidos de lá estão recebendo droga de São Paulo, distribuindo para os municípios de Volta Redonda e Resende, além de abastecerem também os municípios da Baixada Fluminense.
- Infelizmente o crack chegou ao Sul Fluminense e já deixa um rastro de dependentes. Muito por conta da Rodovia Presidente Dutra, usada como rota por traficantes de São Paulo e do Rio - afirmou o delegado federal Breno Adami Zandonadi, da Delegacia de Volta Redonda.
A região do Sul Fluminense é uma das seis do Rio de Janeiro, fazendo fronteira com os estados de São Paulo e Minas Gerais. Na região vivem cerca de um milhão de habitantes, segundo o IBGE. São componentes dessa região os seguintes municípios: Angra dos Reis, Barra do Piraí, Barra Mansa, Itatiaia, Parati, Pinheiral, Piraí, Porto Real, Quatis, Resende, Rio Claro, Rio das Flores, Valença e Volta Redonda.
Fonte: sítio do jornal O Globo
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terça-feira, 11 de agosto de 2009
Universitário valenciano preso com drogas na Rocinha
Dois estudantes de odontologia foram presos nesta segunda-feira (10), na Favela da Rocinha, Zona Sul do Rio de Janeiro, sob suspeita de vender drogas em universidade. Segundo a Polícia Militar, com eles, os policiais apreenderam três tabletes de maconha e duas trouxinhas de haxixe.
Policiais militares do 23º BPM (Leblon) faziam patrulhamento de rotina, quando desconfiaram dos dois jovens que estavam dentro de um veículo. Um dos estudantes é morador da Tijuca, na Zona Norte. O outro é do município de Valença, na Região Sul Fluminense.De acordo com a polícia, os suspeitos teriam confessado que compraram as drogas para revender na universidade. Eles foram levados para a 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado.
Fonte: G1
terça-feira, 30 de junho de 2009
"MACONHA É PORTA DE ENTRADA PARA A COCAÍNA E CRACK"!
O Serviço Nacional de Orientações e Informações sobre a Prevenção ao Uso Indevido de Drogas (Vivavoz), organizado pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, revela: a maconha é a porta de entrada para o uso de cocaína e de crack no país. De acordo com o levantamento, 49% dos usuários de droga que ligam para o serviço afirmam que entram nas drogas ilícitas através da maconha e, depois, resolvem partir para drogas mais pesadas, como cocaína e crack. - Eles (usuários da maconha) dizem que isso é um processo natural. Quando usam a maconha, têm maior facilidade em adquirir o crack ou a cocaína. Sabem que já estão na ilegalidade e resolvem experimentar, - diz a professora Helena Barros, coordenadora do Vivavoz.
Minha opinião:
- Só os profetas enxergam o óbvio, já dizia o jornalista sem-diploma Nélson Rodrigues.
É claro que do jeito que a coisa é hoje, a maconha é porta de entrada para drogas mais pesadas: a população que "trabalha" vendendo maconha é a mesma que "trabalha" com o crack e a cocaína. Fazem parte do "mix" de produtos de um mesmo fornecedor, fora da lei e, na maioria das vezes, armado.
A pergunta é: enquanto a alternativa for o salário mínimo é ou não é compreensível que uma parcela da sociedade - principalmente a pobre e destemida juventude dos 15 aos 24 anos - se aventurem no rentável mercado clandestino de tóxicos?!? É negócio, principalmente pra quem proíbe!
(entrevista com o ex-chefe de polícia, delegado Hélio Luz, em cena do documentário "Notícias de uma Guerra Particular" de 1998)
Minha opinião:
- Só os profetas enxergam o óbvio, já dizia o jornalista sem-diploma Nélson Rodrigues.
É claro que do jeito que a coisa é hoje, a maconha é porta de entrada para drogas mais pesadas: a população que "trabalha" vendendo maconha é a mesma que "trabalha" com o crack e a cocaína. Fazem parte do "mix" de produtos de um mesmo fornecedor, fora da lei e, na maioria das vezes, armado.
A pergunta é: enquanto a alternativa for o salário mínimo é ou não é compreensível que uma parcela da sociedade - principalmente a pobre e destemida juventude dos 15 aos 24 anos - se aventurem no rentável mercado clandestino de tóxicos?!? É negócio, principalmente pra quem proíbe!
(entrevista com o ex-chefe de polícia, delegado Hélio Luz, em cena do documentário "Notícias de uma Guerra Particular" de 1998)
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Não seria mais racional o Estado promover o comércio como faz com a bebida? Taxar impostos, vender sob receita... ou alguem acha que devemos crucificar de vez a torpez humana? Sei não, mas segundo pesquisas aí, o álcool mata muito mais que a maconha e o princípio ativo desta ainda pode ser manipulado, diminuindo a incidência dos problemas pulmonares da queima convencional. Isso sem falar na poderosa e barata fibra do cânhamo, flor do agreste brasileiro, que tenderia a diminuir o preço praticado no mercado pelo cartel corporativo- do algodão brasileiro.
Enfim, e aí? Qual é a sua opinião sobre isso?!? Mesmo quando aceditamos na virtuosidade do ser humano livre sem as muletas das drogas, uma grande maioria dos nossos, dado ao estágio socio-cultural de isolamento e individualismo que o mundo chegou, encontrou terreno "precipício" para o consumo abuso (e letal) dos "psicotróços".
A proibição da planta cria um dano muito maior: o sangue violento que escorre do contato ilegal dos usuários com os monopoliários do negócio. "Liberada", esta "erva sem-vergonha", ná prática, já está. principalmente pra juventude adulta "classe-média" brasileira... será que não chegou a hora de tirar o monopólio da mão dos traficantes armados e implementar uma política real de redução de danos à saúde!?
Enfim, e aí? Qual é a sua opinião sobre isso?!? Mesmo quando aceditamos na virtuosidade do ser humano livre sem as muletas das drogas, uma grande maioria dos nossos, dado ao estágio socio-cultural de isolamento e individualismo que o mundo chegou, encontrou terreno "precipício" para o consumo abuso (e letal) dos "psicotróços".
A proibição da planta cria um dano muito maior: o sangue violento que escorre do contato ilegal dos usuários com os monopoliários do negócio. "Liberada", esta "erva sem-vergonha", ná prática, já está. principalmente pra juventude adulta "classe-média" brasileira... será que não chegou a hora de tirar o monopólio da mão dos traficantes armados e implementar uma política real de redução de danos à saúde!?
Hoje, o pequeno traficante é preso, cai numa penitênciária, tem contato com uma variedade de bandidos e descobre o "canal" pra ampliar o seu horizonte no plano de carreira do tráfico. É uma espécie de faculdade do crime. Até quando a gente vai dormir com um barulho desses?!?
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