terça-feira, 2 de agosto de 2011

A FARSA E OS FARSANTES

Corrupcao
Da esquerda para direita: André Corrêa, Sérgio Cabral, Nelson Gonçalves, Ronald de Carvalho, Vicente Guedes, Fernando Lopes, Pezão e Leonardo Piccianni.
Abaixo reprodução de email enviado pelo vereador Zan

Povo valenciano! Mais uma vez vem nossa gente honesta, trabalhadora, esperançosa de dias melhores sendo enganada na sua boa fé, por alguns políticos desprovidos de caráter e de honestidade moral, mais preocupados em tirar proveitos vários, nas artimanhas, nas suas vantagens, sem se preocuparem com o bem estar do povo. Em nossa cidade, todo este proveito é sempre conseguido à custa dos honrados cidadãos de Valença. Vamos lembrar uma fábula!
É de todos conhecida a história do grande incêndio que aconteceu em uma floresta tendo os animais se reunido para estudar uma forma de apagar o fogo. No meio de tanta baboseira que nada resolvia, vendo o fogo se alastrar, o beija-flor retirou-se da reunião, sendo interpelado pelo leão: - “Onde vai, Beija-flor?”. “-Vou buscar água para jogá-las sobre as chamas”, respondeu a pequenina ave. Os bichões riram em deboche do beija-flor, que retrucou:- “Estou fazendo a minha parte. Se todos fizerem a sua, venceremos o incêndio”.
O Brasil hoje está sendo consumido, vítima de um imenso incêndio de ordem moral. A corrupção é geral, quer na esfera federal, quer nas estaduais, quer nas municipais.
Se nada posso eu fazer para deter o fogo da corrupção na esfera federal e na esfera estadual, pelo menos venho lutando para tentar apagar o incêndio imoral da corrupção e das falcatruas que ocorrem a olhos vistos em nossa cidade.
De que maneira posso fazer isto? Cumprindo o papel de defensor dos direitos do povo, zelando pela honra do mandato que me foi concedido, denunciando as artimanhas e as negociatas que estão acontecendo por debaixo dos panos, que tanto prejudicam e ofendem os interesses dos nossos cidadãos e da nossa cidade.
O que venho dizendo, de forma insistente, na Câmara, na Rádio, repito, uma vez mais, por meio deste panfleto, agora denunciada pelos principais meios de comunicação do nosso Estado, os jornais “O Globo”, “Extra” e a revista “Veja”, além de outros, encontrados nas bancas, no domingo passado. Foi a confirmação do que já venho denunciando.
A notícia estarrecedora é a seguinte: “Em Valença não existem empregos, mas apenas fábricas de Notas Fiscais. Fábrica que não fabrica já ganhou 173 milhões de reais”.
Resumidamente, esta é a sequência dos fatos:
O deputado faz a propaganda através da ilegal “Lei André Corrêa”, prometendo a vinda de indústrias para o nosso município e consequentemente, empregos para a nossa juventude, alardeando a demagógica mentira de que ali estaria a fonte do desenvolvimento valenciano.
Imediatamente, o Prefeito Vicente Guedes faz a doação de dois imensos terrenos pertencentes à comunidade valenciana para que ali se instale a “Metalúrgica Valença”.
Na seqüência, o Governo do Estado beneficia a “Metalúrgica Valença” com presentes jamais vistos: dá isenção fiscal e repassa a quantia de 4 milhões de reais para a construção de um galpão. Mas não fica por aí, não. O governo do Estado concede ainda a exorbitante verba de 174 milhões de reais para que a “Metalúrgica Valença” construa as suas UPAS. De acordo com as publicações acima citadas, a “Metalúrgica Valença” sonegou mais de 45 milhões de reais dos cofres do Estado, uma vez que produz as UPAS em Barra do Piraí, mas as notas fiscais são tiradas em Valença, já que aqui o ICMS é 2% enquanto que o de Barra do Piraí é 19%.
Meus amigos: aí está a farsa montada pelo Deputado André Corrêa, eleitor valenciano de araque, uma vez que vota na cidade do Rio de Janeiro, cuja ambição não conhece limites de qualquer ordem, somente por aqui aparecendo em hora de eleição, para enganar os valencianos com promessas mentirosas, envolvendo ganhos escusos, muito bem armados e ocultos.
Uma vez mais os valencianos foram enganados e traídos, mas aqui lanço um desafio público:
Venham desmentir o que aqui afirmo, Deputado André Corrêa e Prefeito Vicente Guedes. Venham dizer que Valença não é apenas uma fábrica de Notas Fiscais mentirosas e que emprego é o que mais existe em nosso município, com fábricas chegando a cada momento... Venham...
Em defesa dos interesses do povo, estou esperando, à disposição de Vossas Excelências.
Venham...
VEREADOR ZAN (por Email)

sexta-feira, 29 de julho de 2011

4º Encontro Cultural Brasil-Japão em Valença - 30 e 31/07

O evento acontece no Colégio Estadual José Fonseca, Av. Nilo Peçanha, 82 - Centro, Valença-RJ

PROGRAMAÇÃO
Sábado 30/0

9h - Abertura da Exposição

11h - Abertura Oficial

Apresentação do Coral Hikari
Apresentação do Kaminari Taiko
12h às 15h - Almoço (Venda de Yakisoba)

15h - Bon-Odori de Campo Grande (RJ)

16h - Bon-Odori - Tottori-ken (SP)

16:30h - Apresentação de Goju-Ryu Karate

17h - Apresentação de Tae kwon Do

17:30h - desfile de cosplay


Domingo 31/07

9h às 16h - Exposição

11h - Bon-Odori - Tottori-ken (SP)

12h às 15h - Almoço (Venda de Rice-kare)
15h - Apresentação de Nova Friburgo (RJ)
15:30h - Workshop de Taiko

16h - Encerramento

Valença: a Terra Encantada das fábricas que não fabricam.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Você pensa que a Copa é nossa?

Marcha por uma Copa do Povo!


Os governos falam o tempo todo que a Copa e as Olimpíadas trarão benefícios para o Rio e para o Brasil. Mas benefícios pra quem? O custo de vida e o aluguel não param de aumentar, famílias são removidas das suas casas, ambulantes e camelôs, proibidos de trabalhar.

Mais: eles estão gastando dinheiro público nas obras e apresentaram uma lei para não prestar contas depois. Pra piorar, a Fifa, a CBF e o seu presidente, Ricardo Teixeira, organizadores da Copa, sofrem várias denúncias de corrupção.

Tudo indica que com a Copa e as Olimpíadas vamos repetir em escala muito maior a história do Pan-americano de 2007: desvio de dinheiro público, obras grandiosas, mas inúteis depois das competições, benefícios só para os empresários amigos do poder e violação dos direitos de milhares de brasileiros.


As remoções de famílias atingidas pelas obras estão acontecendo de forma arbitrária e violenta. Essa situação já foi denunciada inclusive pelas Nações Unidas. Os jogos estão sendo utilizados como desculpa para instalar um verdadeiro Estado de Exceção, com violação sistemática dos direitos e das leis.

Deste jeito, qual será o legado dos megaeventos? A privatização da cidade, da saúde e da educação? A elitização do futebol e dos estádios? O lucro e os benefícios com isenções e empréstimos subsidiados com o nosso dinheiro para empreiteiras? O lucro da copa é dos empresários, mas a dívida é nossa. Vamos permitir que as histórias da Grécia e da África do Sul se repitam?

Junte- se a nós! Vamos juntos mudar este resultado, venha lutar.

Venha bater uma bola com a gente no Largo do Machado, dia 30 de julho a partir das 10hs indo em direção da Marina da Gloria

Remoção zero!

Cidade não é mercadoria!

Não à privatização das terras e recursos públicos, dos aeroportos, da educação e da saúde.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Agenda do prefeito

No Jornal Local dessa semana, na seção publicitária da prefeitura, tem lá a "Agenda do Prefeito". Reproduzo aqui, integralmente:

01/08 2° feira - A definir
02/08 3° feira - A definir
03/08 4° feira - A definir
04/08 5° feira - A definir
05/08 6° feira - A definir

Governo do Estado não esta nem aí para a reposição das aulas.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Cachorrada volta a latir nos comentários do Blog.

Volta e meia neste conceituado espaço, pessoas com mentes limitadas ou criminosas vêm aqui defender a "honra" dos tradicionais velhacos da nossa política, culpados de transformar Valença numa Japerí sem trem (com respeito ao povo que vive lá). Esta prática se dá por intermédio da calúnia  e da difamação, anônima e ameaçadora, que aparecem nos comentários do Blog. (clique na foto abaixo para ver dois comentários que chegaram logo após a denúncia da FARSA QUE É A LEI ANDRÉ CORRÊA e a PROMISCUIDADE E SERVIDÃO DO PREFEITO VICENTE GUEDES aos interesses nefastos do Governo Estadual).

A tática de amedontrar e ameaçar as pessoas é bem conhecida na história nacional, só que neste ano de 2011 a coisa piorou: DOIS BLOGUEIROS DO ESTADO DO RIO FORAM BALEADOS!!!(clique aqui e aqui)

Em tempo, agradeço ao meu amigo TYLER DURDEN que postou gentilmente este meu desabafo em forma de réquiem, e comunico que, se alguma coisa ruim (pau, cadeia, cemitério) acontecer comigo, Samir,  eu deixo meu bem maior (uma bicicleta) em nome do meu amigo e comprade Carlos Alberto Fernandes de Oliveira para ver se ele perde uns quilinhos. Att.



Lembrando que o Blog do VQ sempre esteve aberto a publicar a defesa de qualquer autoridade e pessoa citada, embora elas já tenham os jornais vendidos pra isso. Aliás, o Blog do VQ se reserva o direito de publicar qualquer coisa de qualquer pessoa, desde que esteja alinhada com a nossa ideologia, postura política e conduta moral. Isto aqui não é um espaço neutro. Não existe neutralidade em seres humanos.

Para publicar ou "se defender" no blog o email é: valencaemquestao@yahoo.com.br

A resposta do MST que o Globo não publicou

Por que a população não sai às ruas contra a corrupção?
Da Página do MST


Para fazer a matéria, os repórteres Jaqueline Falcão e Marcus Vinicius Gomes entrevistaram os organizadores das manifestações de defesa dos direitos dos homossexuais e da legalização da maconha. E a Coordenação Nacional do MST.

A repórter Jaqueline Falcão enviou as perguntas por correio eletrônico, que foram respondidas pela integrante da coordenação do MST, Marina dos Santos, e enviadas na quinta-feira em torno das 18h, dentro do prazo.

A repórter até então interessada não entrou mais em contato. E a reportagem saiu só no domingo. E as respostas não foram aproveitadas.

Por que será? (deixe seu comentário no final)

Abaixo, leia as respostas da integrante da Coordenação Nacional do MST que não saíram em O Globo.

Por que o Brasil não sai às ruas contra a corrupção?

Arrisco uma tentativa de responder essa pergunta ampliando e diversificando o questionamento: por que o Brasil não sai às ruas para as questões políticas que definem os rumos do nosso país? O povo não saiu às ruas para protestar contra as privatizações – privataria – e a corrupção existente no governo FHC. Os casos foram numerosos - tanto é que substituiu-se o Procurador Geral da Republica pela figura do “Engavetador Geral da República”. 

Não saiu às ruas quando o governo Lula liberou o plantio de sementes transgênicas, criou facilidades para o comércio de agrotóxicos e deu continuidade a uma política econômica que assegura lucros milionários ao sistema financeiro. 

Os que querem que o povo vá as ruas para protestar contra o atual governo federal – ignorando a corrupção que viceja nos ninhos do tucanato - também querem ver o povo nas ruas, praças e campo fazendo política? Estão dispostos a chamar o povo para ir às ruas para exigir Reforma Agrária e Urbana, democratização dos meios de comunicação e a estatização do sistema financeiro?

O povo não é bobo. Não irá às ruas para atender ao chamado de alguns setores das elites porque sabe que a corrupção está entranhada na burguesia brasileira. Basta pedir a apuração e punição dos corruptores do setor privado junto ao estatal para que as vozes que se dizem combater a corrupção diminua, sensivelmente, em quantidade e intensidade. 

Por que não vemos indignação contra a corrupção?

Há indignação sim. Mas essa indignação está, praticamente restrita à esfera individual, pessoal, de cada brasileiro. O poderio dos aparatos ideológicos do sistema e as políticas governamentais de cooptação, perseguição e repressão aos movimentos sociais, intensificadas nos governos neoliberais, fragilizaram os setores organizados da sociedade que tinham a capacidade de aglutinar a canalizar para as mobilizações populares as insatisfações que residem na esfera individual. 

Esse cenário mudará. E povo voltará a fazer política nas ruas e, inclusive, para combater todas as práticas de corrupção, seja de que governo for. Quando isso ocorrer, alguns que querem ver o povo nas ruas agora assustados usarão seus azedos blogs para exigir que o povo seja tirado das ruas. 

As multidões vão às ruas pela marcha da maconha, MST, Parada Gay...e por que não contra a corrupção? 

Porque é preciso ter credibilidade junto ao povo para se fazer um chamamento popular. Ter o monopólio da mídia não é suficiente para determinar a vontade e ação do povo. Se fosse assim, os tucanos não perderiam uma eleição, o presidente Hugo Chávez não conseguiria mobilizar a multidão dos pobres em seu país e o governo Lula não terminaria seus dois mandatos com índices superiores a 80% de aprovação popular. 

Os conluios de grupos partidários-políticos com a mídia, marcantes na legislação passada de estados importantes - como o de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul - mostraram-se eficazes para sufocar as denúncias de corrupção naqueles governos. Mas foram ineficazes na tentativa de que o povo não tomasse conhecimento da existência da corrupção. Logo, a credibilidade de ambos, mídia e políticos, ficou abalada.

A sensação é de impunidade?

Sim, há uma sensação de impunidade. Alguns bancos já foram condenados devolver milhões de reais porque cobraram ilegalmente taxas dos seus usuários. Isso não é uma espécie de roubo? Além da devolução do dinheiro, os responsáveis não deveriam responder criminalmente? Já pensou se a moda pegar: o assaltante é preso já na saída do banco, e tudo resolve coma devolução do dinheiro roubado...

O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, em recente entrevista à Revista Piauí, disse abertamente: “em 2014, posso fazer a maldade que for. A maldade mais elástica, mais impensável, mais maquiavélica. Não dar credencial, proibir acesso, mudar horário de jogo. E sabe o que vai acontecer? Nada. Sabe por quê? Por que eu saio em 2015. E aí, acabou.(...) Só vou ficar preocupado, meu amor, quando sair no Jornal Nacional.” 

Nada sintetiza melhor o sentimento de impunidade que sentem as elites brasileiras. Não temem e sentem um profundo desrespeito pelas instituições públicas. Teme apenas o poder de outro grupo privado com o qual mantêm estreitos vínculos, necessários para manter o controle sobre o futebol brasileiro.
São fatos como estes, dos bancos e do presidente da CBF – por coincidência, um dos bancos condenados a devolver o dinheiro dos usuários também financia a CBF - que acabam naturalizando a impunidade junto a população.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Tenho vergonha do meu Estado, por isso estou EM GREVE e não me acovardo

Terceirizados nas escolas estaduais do Rio de Janeiro custam o dobro dos concursados
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Jornal O Globo

RIO - A rede estadual de ensino conta com 13 mil trabalhadores terceirizados. São faxineiros, vigias e merendeiras. Para a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa (Alerj), eles custam mais ao estado (R$ 1.300 cada) do que os concursados nestes mesmos setores (que ganham salário inferior a R$ 550).

A Secretaria estadual de Educação reconhece que estes funcionários de apoio custam mais caro se forem terceirizados - apesar de não ter divulgado quanto custam aos cofres os servidores concursados destas áreas. O subsecretário de Gestão de Ensino Antonio Neto acredita, no entanto, que vale mais a pena ter faxineiros, vigias e merendeiras contratados de empresas privadas.

- Estes funcionários não precisam ser de carreira pública. Dá para exigir das empresas um perfil específico para o que se espera. Ganha-se flexibilidade e rapidez. E eles não precisam ter uma base pedagógica, já que estes serviços são muito específicos - aponta o subsecretário.

A coordenadora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), Beatriz Lugão, porém, discorda da visão do subsecretário:

- Qualquer um que trabalha dentro de uma escola precisa ter uma visão pedagógica. Merendeiras e vigias estão no pátio, no corredor e no refeitório o tempo todo, lidando com os alunos. Estes não devem ser serviços de alta rotatividade.

O presidente da Comissão de Educação da Alerj, deputado Comte Bittencourt (PPS), disse que vai entrar com representação no Ministério Público contra o estado, pela falta de concursos públicos para trabalhadores de apoio:

- O último concurso para pessoal de apoio foi em 1994. As últimas gestões têm uma visão de que estes profissionais não têm compromisso com o ambiente escolar.
O subsecretário, no entanto, rebateu as críticas:

- Uma merendeira só precisa manusear os alimentos. A maneira de se oferecer a comida deve ser vista pela diretora.

Meu comentário: Que absurdo! Todos que trabalham dentro da escola tem um papel educacional a cumprir, desde o porteiro, que é o primeiro a receber o aluno, até a merendeira, passando pelos professores, é claro. Apelo mais uma vez aos colegas de Valença que não aderiram à greve: não deixem que transformem as escolas em fábricas, daqui a pouco o Theodorico e o José Fonseca vão virar uma Richard´s ou uma Metalúrgica, onde o empregado (professor) tem três minutos pra ir ao banheiro. NÃO SE OMITAM, NÃO SE ACOVARDEM!

"O que me assusta não é a gritaria dos maus, mas sim o silêncio dos bons!"






segunda-feira, 18 de julho de 2011

O sujo falando do mal lavado - Blog do Garotinho bota Vicente Guedes na roda de maracutaias do vice-governador Mão Grande, quer dizer, Pezão

Inauguração da Fábrica que não fabrica, em Valença.
 (na foto,  a seleção: André Correa, Serginho Cabral, Vicente Guedes, empresário que se dá bem, Pezão e Picciani filho.)

Vejam como é tudo uma maracutaia só, uma cambada só. Vocês vão entender na matéria abaixo, o envolvimento de Cabral, Picciani, Paulo Melo e Pezão com o esquema de superfaturamento de UPAs e UPPs no governo do Estado. Para não deixar nenhuma dúvida da intimidade, ousadia e dos negócios paralelos do grupo, na sexta-feira, na véspera da denúncia da revista VEJA, foi realizado no Portobello Resort, o Leilão Nelore Rio Elite. Vocês poderão conferir no convite acima, os nomes dos promotores do evento, entre eles Paulo Melo, presidente da ALERJ e agora dono da Mauá Agropecuária Reunida (quem diria Paulo Maria-Mole virou fazendeiro) e Ronald de Carvalho, da Fazenda Boa Vista. Entre os convidados, também sinalizado em vermelho no convite, estão Jorge Picciani e Filhos, do Grupo Monte Verde. É bom lembrar que o PortoBello Resort fica em Mangaratiba, no mesmo condomínio onde Cabral tem sua mansão inexplicável, comprada, segundo ele, com dinheiro emprestado pelos assessores. 

Quero avisar que nas próximas semanas estaremos divulgando o enorme sucesso de Paulo Maria-Mole como fazendeiro. Só vou adiantar que para não ficar atrás de Picciani, ex-presidente da ALERJ que o antecedeu, já adquiriu uma fazenda em Uberaba, vizinha à do amigo. Estão juntos em mais uma empreitada. Mas isso é assunto para as próximas semanas. Voltemos agora para as ligações da “turma de Cabral” que administra o Estado com o empresário Ronald de Carvalho. O convite acima não deixa dúvidas: eles têm negócios paralelos e se conhecem muito bem. 

O golpe para superfaturar as UPAs e UPPs Vou revelar como funciona o golpe que o Mão Grande montou para o seu amigo Ronald de Carvalho ganhar todas as licitações das UPAs e UPPs. A jogada começa com a Metalúrgica Valença (o galpão abandonado) apresentando sempre o preço mais baixo. Muito bom isso, alguns dirão. Mas não sabem como funciona o golpe. Depois da obra ganha, Pezão passado um tempo, manda a secretaria de Saúde liberar um aditivo de 30% no valor da obra e com isso seu amigão Ronald de Carvalho acaba fazendo as UPAs superfaturadas, mais caras que o maior preço apresentado. Reparem na reprodução abaixo que no dia 11 de março de 2011, a secretaria de Saúde publicou no Diário Oficial, 17 aditivos para obras de UPAs, a cargo da empresa de Ronald de Carvalho, que fizeram com que 8 unidades tivessem seu preço final acrescido de mais R$ 10,5 milhões. Isso é apenas uma amostra. Outros aditivos foram aprovados para outras UPAs.

As publicações no Diário Oficial estão reproduzidas no link ao final da matéria
As publicações no Diário Oficial estão reproduzidas no link ao final da matéria

Entenderam agora como funciona o golpe do Mão Grande com Ronald de Carvalho? O que parece ser mais barato não chamando a atenção, no final fica muito mais caro. O Mão Grande é realmente um espertalhão.


Cliquem no link abaixo e conheçam todos os detalhes da maracutaia das UPAs, que envolve não apenas Pezão, Cabral e Ronald de Carvalho. Outro personagem dessa história podre é o prefeito de Valença, Vicente Guedes, outro amigo de longa data do Mão Grande, que cedeu o terreno do galpão abandonado gratuitamente. Vicente Guedes foi vice de Pezão na Associação dos Prefeitos do Estado do Rio de Janeiro. Vocês vão ver todos os documentos, comprovantes de pagamentos, publicações do Diário Oficial, e até duas fotos de Cabral e Ronald de Carvalho na inauguração da fábrica que não fabrica. 


Clique aqui e veja a versão completa


domingo, 17 de julho de 2011

A FARSA da lei André Corrêa. Agora no GLOBO (clique nas imagens para ampliar)





Valença na mídia - envolvida nos "esquemas" do vice-governador Mão Grande, quer dizer, Pezão. A farsa da "Lei André Correa"

Foto: Sérgio Cabral e o amigão de PezãoRonald Carvalho, o homem que já ganhou R$ 140 milhões do dinheiro do povo com as UPA's e UPP's.



Por que o Governo Sérgio Cabral não constrói nada, e sempre usa "containers" para as UPP's e UPA's ?

Resposta: Pura maracutaia, leia a revista Veja, principalmente a parte em vermelho, já volto.


Reprodução da Revista Veja, clique nas imagens para AMPLIAR.




Voltei.
Leram ?
Agora está explicado a FARSA e a MARACUTAIA, nos últimos três anos uma única empresa recebeu R$ 140 milhões de reais para a construção dos containers das UPA's e UPP's, inclusive essa empresa recebeu aquela grana do Eike Batistagrande amigão de Sérgio Cabral.
Essa empresa que recebeu a grana do povo para fazer os "containers" foi criada em 2009, meses antes do primeiro repasse de verbas, a Metalúrgica Valença recebeu um empréstimo de R$ 4 milhões do Governo Sérgio Cabral e a concessão de uso de um terreno entre 2009 e 2014, período exato do mandato de Cabra, para se instalar.

Coincidência  ?
Mas continuemos, na sede da empresa em Valença, não há nada além de uma estrutura metálica. A fábrica chegou a ser inaugurada em 2010. Mas dali, não saiu, até agora, sequer uma chapa de aço.
Seria uma empresa de fachada ?
Mas agora as coisas finalmente ficam claras, e se revela a tara de Sérgio Cabral por containers, o dono da Metalúrgica Valença é Ronald de Carvalho, conhecido na vizinha Barra do Piraí por sua grande amizade com o vice-governador Pezão.
Quem de fato faz os containers é outra empresa de Ronald, o amigão de Pezão, a Metalúrgica Barra do Piraí, que não tem contrato com o governo do estado.

Em suma, o Sérgio Cabral pegou R$ 4 milhões do dinheiro do povo e "emprestou"" a um grande amigo do Pezão para que fizesse um fábrica de containers. Sem dizer que Cabral ainda deu a concessão de um terreno.
Depois Sérgio Cabral contratou essa empresa para fazer os containers das UPA's e UPP's com exclusividade, e já repassou R$ 140 milhões do dinheiro do povo para o amigão de Pezão.
Só que essa empresa que possui contrato com o governo é de fachada, ou seja, não existe, mesmo tendo recebido R$ 4 milhões do povo e um terreno.
Quem faz os containers para o Governo Sérgio Cabral é outra empresa também do mesmo amigão dePezão, que NÃO possui nenhum contrato com o Governo do Rio de Janeiro.

A Revista Veja não mencionou, mas com certeza não deve ter tido licitação para a contratação dessa empresa de fachada do amigo de Pezão que já pôs no bolso R$ 140 milhões.

E numa boa gente, se houve licitação foi uma fraude.

A pergunta é, agora com essa denúncia GRAVÍSSIMA da Revista Veja, será que o MP e os Deputados vão fazer alguma coisa ?

Sinceramente, esse governo Sérgio Cabral é uma MÁFIA, e lugar de mafioso é na CADEIA !!!

Fonte: Blog do Ricardo Gama




E viva a lei "André Correa"!!!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mentiroso ou Incompetente? A ABSURDA entrevista com o Secretário Estadual de Educação (???), Wilson Risolia, que não sabe que o Estado do RJ oferece sim o nível de Educação Fundamental para seus alunos.

Um comentário à entrevista da coordenadora do SEPE

A coordenadora geral do SEPE (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação) deu ontem uma entrevista para o RJTV 1ª edição e nela foram feitas algumas perguntas importantes para que fosse esclarecido para a sociedade o objetivo e os motivos do movimento grevista dos profissionais da rede estadual, que completa hoje 38 dias.

Embora eu considere que a coordenadora geral do SEPE, Beatriz Lugão, tenha se saído muito bem na entrevista que concedeu, gostaria aqui de complementar algo que, devido ao pouco tempo de entrevista, não foi devidamente explicitado pela coordenadora. Trata-se de complementar a resposta sobre dois pontos: o questionamento com relação à possibilidade de vínculo entre a continuação do movimento grevista e a filiação partidária dos coordenadores do SEPE e, também, o episódio da ocupação do prédio onde se localiza a SEEDUC - RJ (Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro).

Bem, quanto ao primeiro ponto, o fato é que não existe qualquer relação entre a filiação partidária dos coordenadores e a continuação da greve. Primeiro, porque a decisão de continuar a greve – ou não – é feita em assembleia do sindicato, a qual é aberta a todos os profissionais da educação, tanto para votar quanto para expor a sua posição sobre a pauta da assembleia. E a maioria esmagadora dos profissionais da educação do Estado não tem qualquer vínculo partidário. Em segundo lugar, porque o governo do Estado não atende às reivindicações que nos levaram a greve e nem apresenta uma proposta que satisfaça o movimento grevista, o qual, por isso, decide manter a greve de forma unânime desde o dia 7 de junho.

Sobre o episódio da ocupação da SEEDUC pelos profissionais da educação, não há razões para se considerar este ato excessivo, tendo em vista que o Secretário de Educação, Wilson Risolia, tinha fechado as negociações com o movimento grevista, o que pareceu demonstrar que ele não está dando a devida importância para os alunos que ficaram e ainda ficarão – caso isso não se resolva durante o recesso – sem aulas, sem contar as turmas da EJA (Educação de Jovens e Adultos) que tiveram suas formaturas adiadas por esta atitude do secretário. Além disso, o movimento não fez mais do que ocupar um lugar que o pertence (o que não configura invasão, como alardeiam alguns setores midiáticos) e pacificamente solicitar a presença do secretário Risolia para uma negociação com a categoria. E, depois do comprometimento de que tal negociação seria realizada, os manifestantes se retiraram sem maiores problemas para o prédio, mas com problemas, visto que foram atacados com spray de pimenta enquanto ocupavam a entrada do prédio. Ou seja, se tal ato não fosse realizado não haveria as negociações antes do fim do recesso e a probabilidade dos nossos alunos voltarem do recesso sem aulas seria ainda maior.

Diante disso, nota-se que o movimento grevista tem autonomia política e interesses que transcendem os próprios, já que, em última instância, a satisfação destes interesses corresponderá a uma melhor qualidade da educação das escolas públicas estaduais.

Rafael Monteiro – Professor da Rede Estadual em greve

terça-feira, 12 de julho de 2011

Professores do RJ mantêm greve e acampam em frente a secretaria

Reunião com secretário não teve resultados e haverá outra quinta-feira (15). Polícia usou spray de pimenta.


Professores em greve montam barracas em frente à Secretaria de Educação, no Centro do Rio (Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo) 
Professores montam barracas em frente a secretaria, no Centro 
Professores da rede estadual decidiram no início da noite desta terça-feira (12) manter a greve que já dura 35 dias e montar acampamento em frente ao prédio da Secretaria estadual de Educação, no Centro do Rio, pelo menos até quinta-feira (14), quando haverá nova reunião com os secretários estaduais de Educação, Wilson Risolia, e de Planejamento, Sérgio Ruy. Na quinta, é esperada também a participação do secretário estadual de Governo, Wilson Carlos, na reunião com os representantes dos grevistas.

A Secretaria de Educação confirmou a nova reunião na tarde desta terça, após um encontro de uma comissão de grevistas com os secretários. Segundo o coordenador geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe), Danilo Serafim, a reunião não chegou a qualquer resultado. Os professores deixaram a reunião aos gritos de "a greve continua".

Secretários Sérgio Ruy, do Planejamento, e Wilson Risolia, da Educação, com uma comissão de professores grevistas (Foto: Divulgação/Secretaria estadual de Educação, Marcia Costa)
Secretários Sérgio Ruy, à esq, e Wilson Risolia, ao lado, durante reunião (Foto: Divulgação/Secretaria
estadual de Educação)
O secretário de Educação, Wilson Risolia, disse em nota que está "aberto à negociação e ao entendimento".
"Desde o início da greve, esta é a quarta vez que recebemos o sindicato. Estamos abertos à negociação e ao entendimento", disse Risolia.

A categoria pede reajuste emergencial de 26%, incorporação imediata da gratificação do Nova Escola (prevista para terminar somente em 2015), e descongelamento do Plano de Carreira dos funcionários administrativos.

No encontro, o secretário Wilson Risolia lembrou que o governo vem cumprindo os compromissos assumidos com a categoria, inclusive com melhorias salariais, e reafirmou os avanços conquistados até agora.

Mas, de acordo com Vera Nepomuceno, uma das coordenadoras do Sepe que participou da reunião, o governo não apresentou nenhum índice de reajuste para os professores. "Esperamos que o governo se sensibilize. Precisávamos de um índice (de reajuste), mas não foi apresentado. Até o momento foi oferecido muito pouco para a nossa categoria. Disseram que anteciparam parcela do Nova Escola, mas rebatemos que isso não é reajuste", afirmou, ao deixar o prédio da Secretaria de Educação.

Professores montaram acampamento em frente ao prédio da Secretaria estadual de Educação, no Centro do Rio, nesta terça (12) (Foto: Mylène Neno/G1) 
Professores montaram acampamento em frente ao prédio da Secretaria estadual de Educação, no Centro do Rio, nesta terça (12) (Foto: Mylène Neno/G1)

Spray de pimenta 

No início da tarde desta terça,  os professores chegaram a  invadir o prédio da Secretaria estadual de Educação, no Centro do Rio. Policiais do Batalhão de Choque entraram no prédio e jogaram spray de pimenta no grupo. Algumas pessoas ficaram com alergia nos olhos. O secretário Wilson Risolia disse que "o episódio era desnecessário, pois sempre houve diálogo com a categoria."

Em nota, a Secretaria de Educação lamentou o episódio. "A Secretaria de Educação informa que um grupo de professores invadiu o prédio da Secretaria de Educação e quebrou a porta de vidro, forçando a entrada. A Seeduc lamenta a postura dos servidores, e reafirma que está aberta ao diálogo em busca do entendimento pacífico entre as partes".

Ao sair da reunião de quase quatro horas, Vera Nepomuceno rebateu as acusações. "Não somos vândalos, não somos irresponsáveis, não quebramos nada, não invadimos nada", afirmou, ao microfone, para os professores que aguardavam o resultado da reunião em frente ao prédio da Secretaria de Educação.

Será que se o boletim da prefeitura ficar apenas na internet gera mais transparência?

Em release enviado pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura de 11/07, eles avisam, como se isso fosse algo positivo, que a Cãmara de Vereadores aprovou projeto que implanta em Valença a utilização do Diário Oficial Eletrônico da Assoc. Estadual de Municípios do Rio de Janeiro (Aemerj), substituindo o Boletim Oficial que era impresso.

"A ação visa a (sic) modernização administrativa do município e proporcionará maior transparência (?) e agilidade na publicação de todos os atos administrativos, de licitações e contratos, relatórios normas e editais", diz a nota.

Mesmo sendo uma ferramenta tão maravilhosa, na frase seguinte a nota se explica - tamanho o absurdo das qualidades citadas acima: "Essa nova ferramenta atende todas as exigências legais (...) e, municípios de outros estados que aderiram (...) tiveram parecer favorável do Tribunal de Contas".

Se de fato proporciona mais transparência, por que afinal de contas o Tribunal de Contas poderia questionar? Por que é preciso reforçar que atende às exigências legais?

Até estaria de acordo se a prefeitura disponibilizasse computadores com acesso à internet a todos os moradores de Valença e que pudessem, assim, visualizar os atos. Mas Valença está muito longe disso.

Outra questão, já colocada em comentários aqui no BlogdoVQ é que o prefeito Vicente Guedes é presidente da tal Aemerj. Diria que a postura é no mínimo antiética. Legalmente talvez seja mais do que isso.

A única justificativa aceitável é a diminuição dos custos de impressão. Mas seria interessante que indicassem qual era esse custo, para termos ideia de quanto estamos economizando. E também de quanto é o custo para a contratação desse novo modelo. Fica a dúvida se vale mesmo a pena, já que os números foram omitidos.

A nota informa ainda que o Diário é publicado diariamente no site a Aemerj, mas não se dá ao trabalho de indicar qual é essa página. Numa busca rápida se encontra: http://www.aemerj.org.br/

Mas não encontrei o tal boletim diário lá sobre os atos de Valença. Se nós, que temos acesso à nota, certa noção de usabilidade na internet não encontramos, onde está a transparência tão valorizada?

PS: minutos antes de postar esse texto, enviei as seguintes questões à Assessoria de Comunicação da Prefeitura. Caso respondidas, serão postadas imediatamente e na íntegra aqui no BlogdoVQ:

- Qual o endereço onde podemos encontrar o boletim eletrônico?

- A partir de quando ele vai estar disponível?

- Vocês vão disponibilizá-lo no site da prefeitura de Valença?

- Caso alguém não tenho acesso à internet, como deve proceder para ter acesso ao Boletim? Vocês vão imprimir para essas pessoas? Vão ter computadores na prefeitura com acesso à internet para isso?

- qual era o valor gasto pela prefeitura com a impressão do boletim?

- qual o valor do contrato firmado com a Aemerj? Esses valores são relevantes para sabermos se de fato estamos economizando. E se a prefeitura deseja ser o mais transparente - e essa é uma medida nesse sentido, segundo o release - não mais justo que esses valores sejam divulgados

- como vão fazer chegar às pessoas que não tem acesso à internet que o boletim está disponível na internet? Estudo do TCE-RJ indica que menos de 15% da população têm acesso à internet em Valença.

- como ser transparente limitando o acesso ao boletim a um percentual tão pequeno da população?

- os boletins já não era disponibilizados na internet,na página da prefeitura? Qual a vantagem em contratar uma Associação (e provavelmente pagar por isso) para ter os boletins na internet?

- O prefeito Vicente Guedes também dirige a Associação contratada. Legalmente isso não impediria a contratação?