quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Editais do Ministério da Cultura


  1. Prêmio Arte e Cultura Inclusiva 2011

    30 de agosto de 2011 | Editais Ministério da Cultura, INSCRIÇÕES ABERTAS, Observatório dos Editais
    Inscrições para o Edital estão abertas até o dia 30 de setembro
  2. 8ª Edição do Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais

    19 de agosto de 2011 | Editais Ministério da Cultura, INSCRIÇÕES ABERTAS, Observatório dos Editais
    Inscrições para o Edital poderão ser feitas até 3 de outubro
  3. Prêmio Funarte/Petrobras Carequinha de Estímulo ao Circo 2011

    19 de agosto de 2011 | Editais Ministério da Cultura, INSCRIÇÕES ABERTAS, Observatório dos Editais
    Inscrições para o Edital podem ser feitas até 29 de setembro
  4. Prêmio Funarte Artes na Rua 2011 (Circo, dança e teatro)

    19 de agosto de 2011 | Editais Ministério da Cultura, INSCRIÇÕES ABERTAS, Observatório dos Editais
    Inscrições para o Edital ficam abertas até 29 de setembro
  5. Edital PAR 2011

    09 de agosto de 2011 | Editais Ministério da Cultura, INSCRIÇÕES ABERTAS, Observatório dos Editais
    Ancine recebe inscrições no edital até 19 de setembro
  6. Edital PAQ 2011

    09 de agosto de 2011 | Editais Ministério da Cultura, INSCRIÇÕES ABERTAS, Observatório dos Editais
    Ancine recebe inscrições até 15 de setembro para edital
 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Em Belo Horizonte, proposta para Ficha Limpa é aprovada. Já em Valença...

Retirado do G1

Uma proposta de emenda para a Lei da Ficha Limpa foi promulgada nesta terça-feira (13) pelo presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Léo Burguês de Castro (PSDB). A lei condena a prática de atos ilícitos para cargos de direção ou chefia ligados aos poderes Executivo e Legislativo, impedindo a nomeação de pessoas que respondam por infrações e crimes. A norma municipal é mais rigorosa do que as aplicadas em outras cidades, pois é extensiva a trabalhadores terceirizados.

O projeto foi criticado por vereadores da capital mineira pois, foi considerado como um impedimento para pessoas que cumpriram penas e pretendem se reintegrar à sociedade. A norma passou por uma alteração e se restringiu aos crimes relacionados à Justiça Federal, economia popular, fé pública, administração e patrimônio público e o abuso de poder econômico ou político.

A norma também tem caráter retroativo e será aplicada aos atuais ocupantes dos cargos. De acordo com a assessoria da Câmara Municipal de Belo Horizonte, a emenda passa a valer a partir desta quarta-feira (14), quando será publicada no Diário Oficial do Município (DOM).

Acabada a "lua de mel", começa a dura, e fundamental, construção cotidiana das UPP's

Editorial do Observatório de Favelas

Temos assistido nos últimos dias um conjunto de notícias negativas sobre as favelas ocupadas pelas UPP's ou, no caso do Alemão e Penha, pelo Exército: conflitos entre forças militares com setores da população e com traficantes, denúncias de ações arbitrárias e de atos de corrupção, protestos e reivindicações de moradores, etc. A grande imprensa tem divulgado com destaque esses episódios e revelado preocupação com os rumos do programa.

O que está acontecendo era previsível e já havíamos sinalizado essa possibilidade em textos anteriores. De fato, as forças de pacificação não são panacéias. Elas são instrumentos fundamentais para a garantia do exercício dos direitos fundamentais dos moradores das favelas, mas isso exige sua articulação com outras forças centrais, tanto no âmbito do Estado como no campo da sociedade civil.
o diálogo, a criação de instrumentos coletivos de participação e de controle social do território são os melhores caminhos para a presença da segurança pública


As UPP's devem estar integradas a um projeto de desenvolvimento local e subordinadas a princípios e estruturas republicanas de controle social. Assim, ouvidorias comunitárias, juizados especiais; câmaras de mediação de conflitos e outros órgãos de assistência aos moradores não podem deixar de ser levados em conta para que a experiência das UPPs não se transforme em novas formas de controle privado, e criminoso, dos territórios populares.

O fator mais preocupante, considerando o conjunto de notícias, é a dissonância reiterada entre as forças militares e uma parcela da população local. O fato revela que a ação policial continua sustentada em um pressuposto de afirmação de ordem urbana autoritária, hierárquica e externa à dinâmica local, em um quadro onde o Estado se sente o ponto de partida e de chegada de toda ação de ordenamento territorial. O contrário disso seria um pretenso caos que dominaria as favelas e só pode ser enfrentado a partir do controle estatal.

Com isso, perde-se a oportunidade de se construir uma perspectiva de ordem pública efetivamente democrática, participativa e negociada, no qual se busque, atender de forma efetiva, aos desejos dos cidadãos, levando-se em conta o direito à diferença e as formas particulares de convivência, historicamente estabelecidas nas favelas.

Não é simples buscar um caminho comum para a construção de uma cidadania integral. Mas, certamente, o diálogo, a criação de instrumentos coletivos de participação e de controle social do território são os melhores caminhos para que a fundamental presença da segurança pública, como um direito dos cidadãos das favelas, não se perca na frustração, na violência e no retorno da soberania criminosa a estes territórios.

Na dúvida, promulga as três!

Grande site do Millor

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Assembleia

Julian Lennon vai lançar novo álbum, Everything Changes, em outubro Primeiro single do filho de John Lennon será lançado na próxima semana. Ouça!

Retirado do site do Omelete


Julian Lennon, filho mais velho de John Lennon com sua primeira esposa, Cynthia Powell, vai lançar um novo álbum, Everything Changes, em 3 de outubro.

Este é seu primeiro trabalho em mais de dez anos, desde Photograph Smile (1998). Neste tempo, o filho do Beatle esteve se dedicando à fotografia, trabalhando com o U2 e até no casamento real de Mônaco.

"Lookin' 4 Luv" é o primeiro single do disco, que será lançado oficialmente esta semana. Ouça:

Enem poderá ser obrigatório

Retirado do site da Agencia Brasil

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira 12 que a universalização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) faria da prova um melhor indicador da qualidade do ensino. Atualmente o exame é voluntário. O Plano Nacional de Educação (PNE), que tramita no Congresso Nacional, prevê que o Enem se torne um componente do currículo e, portanto, obrigatório.

No ano passado, 56% dos concluintes do ensino médio fizeram a prova. Outras avaliações aplicadas pelo Ministério da Educação, como a Prova Brasil, são universais.

“Seria uma atividade obrigatória para a conclusão dos estudos. Não significa que o estudante precisaria atingir uma nota específica, mas a mera participação [seria suficiente]. Seria como o Enade [Exame Nacional de Desempenho de Estudantes] em que todos os alunos são convocados a fazer a prova e obrigados a participar”, disse.
Haddad avaliou que “ainda nesta década” o Enem deve acabar com os vestibulares. Desde 2009, a prova passou a ser usada como critério de seleção por parte das universidades públicas, o que fez crescer o número de inscritos no exame. Para o segundo semestre de 2011, foram oferecidas 26 mil vagas em 48 instituições públicas de ensino superior, por meio do Enem, no Sistema de Seleção Unificado (Sisu).

“Vai ser natural esse movimento das universidades de abrirem mão de algo que não diz respeito a elas [cuidar dos exames de seleção]. Em lugar nenhum do mundo é assim. A evolução tem sido muito boa e nosso prognóstico é que a cada ano haverá mais vagas para ingresso no Sisu e no ProUni [Programa Universidade para Todos]“, disse Haddad.

Universalista, ensino médio é 'um modelo muito antigo e ultrapassado'

Retirado do site da Globo.



De acordo com o sociólogo Simon Schwartzman, esta fase da educação deveria permitir ao aluno escolher as matérias que prefere estudar.

É sabido que o Ensino Médio brasileiro enfrenta uma série de problemas, como evasão escolar, alunos atrasados e baixos níveis de aprendizado. Para o sociólogo, professor, pesquisador do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets) e coautor do livro “Uma contribuição pedagógica para a educação brasileira” (Adonis), Simon Schwartzman, a solução passa por um Ensino Médio menos universalista, que permita aos alunos escolherem as disciplinas que gostariam de estudar: “As pessoas não têm como aprender tudo. O ensino médio não dá opção de especialização e acaba virando uma enorme lista de coisas que todo o mundo tem que decorar para passar de ano.”

Quais os desafios do Ensino Médio brasileiro?
Há muito abandono. Esse é o problema mais óbvio. Há muita gente que ou não chega lá ou chega e não consegue completar e larga no meio. Há, também, falta de gente com uma qualificação intermediária no mercado de trabalho. Por que é assim? Tem a ver com a falta de alternativas de formação e com um modelo muito antigo e ultrapassado que domina o Ensino Médio.

Por que é ultrapassado?
Porque está baseado em uma concepção de conhecimento universalista. Todo o mundo tem que conhecer tudo: tem que saber ciências, literatura, história. As pessoas não têm como aprender tudo. O Ensino Médio não dá opção de especialização e acaba virando uma enorme lista de coisas que todo o mundo tem que decorar para passar de ano. Algumas pessoas conseguem, mas grande parte, não. Mesmo para os que conseguem, é uma perda de tempo, porque estão aprendendo muito pouco. Temos um problema muito sério de um formato, que é rígido, e com uma concepção de educação universalista que não funciona.

Quais seriam as mudanças mais importantes a serem feitas no Ensino Médio?
A primeira coisa que se tem que fazer é ter mais opções de formação. O aluno poderia escolher uma formação mais científica, mais aplicada, uma formação mais das ciências humanas. Essas opções devem ser dadas a partir do Ensino Médio. Durante o Ensino Básico ensina-se uma formação comum, basicamente linguagem, conceitos básicos de matemática, noções gerais de ciências, história e geografia. A partir daí, o problema é dar opções. Uma das opções que falta é ter uma formação mais aplicada, ensinar pela via da experiência prática, do trabalho. E não deveria haver uma porta única de entrada para o Ensino Superior.

E qual seria a outra forma?
Há várias maneiras, uma delas é ter uma pluralidade de certificados. Muitos países hoje em dia fazem isso. Ao terminar o Ensino Médio, o estudante pode se qualificar de acordo com o que ele estudou. Se ele fez matérias de ciências exatas ou de ciências humanas ou mais para a área de artes, ele deve adquirir uma certificação desse conhecimento. A universidade, à medida que seleciona os alunos, vê que tipo de formação o aluno teve e quais formações são mais adequadas para cada tipo de curso.

Exigir uma escolha de disciplinas no Ensino Médio não é restringir as opções muito cedo?
Não, acho que aos 15 anos de idade o aluno já está em uma boa época para fazer opções. Não opções profissionais, mas certas opções que ele acaba fazendo na prática. Ninguém aprende tudo aos 15 anos de idade: geografia, física, história, química, biologia, sociologia... O aluno pode dedicar os três anos para aprofundar uns três temas. Temas de interesse do próprio aluno. A escola também vai se especializar naquilo que ela é mais capaz de dar. Se eu quiser fazer um Ensino Médio de artes, vou para uma escola que tenha boa tradição em Ensino Médio de artes.

O senhor acredita que isso diminuiria a evasão escolar?
Acho que sim, à medida que ao aluno faz um curso em que tem mais interesse. Um outro problema, além do interesse, é que se tem uma situação de que muita gente chega ao Ensino Médio com muita deficiência, porque fizeram um Ensino Básico muito ruim, não conseguem ler direito, não aprenderam matemática direito. É ilusório achar que vai recuperar essas pessoas com pequenos cursos de reciclagem.

Há outros modelos no mundo que poderiam servir de exemplo?
O mundo todo faz isso de outra maneira. Primeiro, há uma grande divisão tradicional entre uma formação técnica e uma formação mais acadêmica. A maior parte dos estudantes do mundo inteiro não faz uma opção acadêmica, faz uma opção mais profissional.

Na Inglaterra, há o que eles chamam de A-level (Advanced Level General Certificate of Education), em que o aluno, para ir para a universidade, tem que tirar uma nota alta em três temas, à escolha dele. Conforme o desempenho nessas áreas, ele pode se candidatar à universidade.

Na França, há um exame interno de Ensino Médio, mas há uns dez tipos diferentes, o aluno escolhe qual ele quer fazer. A Alemanha também tem uma avaliação final, mas o aluno escolhe as áreas. Tudo, ao fim do Ensino Médio. Isso dá o certificado de conclusão do Ensino Médio e, ao mesmo tempo, especifica que o aluno terminou o Ensino Médio e tirou determinada nota em determinados assuntos.

Nos Estados Unidos não há cursos diferentes, mas dentro de cada escola há uma série de opções: o aluno pode optar por uma matemática mais dura ou menos dura. Se ele quiser fazer um curso de física, ele vai pegar a matemática mais difícil, se não, ele pega a mais leve e vai fazer outra coisa. Há sempre opções, no Brasil é que não tem.

É possível dizer que o Ensino Médio no Brasil é um curso de preparação para o vestibular?
Ele é um curso preparatório para o vestibular, mas poucas escolas de Ensino Médio, especialmente as públicas, conseguem na verdade preparar. O aluno aprende muito pouco no Ensino Médio. Se pudesse escolher três ou quatro matérias, ele teria tempo de estudar, de pesquisar, de escrever, de discutir com o professor, se reunir com um grupo de trabalho... Se ele precisa fazer 17 matérias, ele vai decorar um pouquinho de cada uma para prestar vestibular e esquecer no dia seguinte.

O senhor conhece alguma alternativa no Brasil?
Existem tentativas de flexibilizar mais. Há o parecer do Conselho Federal de Educação, que aparentemente criaria alternativas, mas se você lê-lo verá que é uma confusão, que nada é dito com clareza.

Tyler Durdem curtiu isso.

Fui indagado, em mais um comentário anônimo (sempre eles), por que eu assino minhas postagens com o pseudônimo de "Tyler Durden" aqui no Blog do VQ. 

É público e notório que eu sou um caipira metido à intelectual, parvo e vaidoso, muito provavelmente por falta de beleza na minha cara. Como eu tenho um nome a lazer... quer dizer... a zelar, vou reproduzir neste precioso espaço um esclarecimento à nação. Segue o diálogo:


Anônimo primeiro disse...
só a titulo de curiosidade, pq o samir nao se identifica + como samir, e sim como tyler? só pela semelhança? rs brincadeira abs
12/9/11 12:36
 .
Anônimo segundo disse...
Tem medo de tomar processo....Pelo menos é o que me falaram.....Com a palavra, Samyr Resende! Ah, dizem também que é pq quando ele se identifica, ele sofre sarcasmo e brincadeiras, pois ninguém o leva a sério, entendeu?
12/9/11 20:54
 .
BloggerTyler Durden (EU!) disse... 
Criatura de pouca luz, . Nem eu me levo a sério! Vc é idiota ou o quê? Posso tomar processo assinando com o qualquer nome, até da sua vó (é só rastrear o IP da máquina) . Aliás, já tomamos alguns, pesquise aqui no blog e veja como nos orgulhamos deles. . E mais um detalhe: meu nome é Samir e não Samyr. Se gostas tanto da minha atenção, por favor escreva certo da próxima vez.
13/9/11 00:22

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Enem: Veja o resultado das escolas privadas de Valença

Enem 2010

Nota Técnica

Notas Médias do Enem dos alunos concluintes do Ensino Médio por escola.

Modalidade: Ensino Médio Regular

Município: Valença

Rede de Ensino: Privada

UF: RJ

Localização: Todas

Dep. Administrativa: Todas


Taxa de participação: Igual ou superior a 75%

Taxa de participação: Maior ou igual a 50% e menor do que 75%

Taxa de participação: Maior ou igual a 25% e menor do que 50%

Taxa de participação: Inferior a 25%

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Escola



Média em
Linguagens,
Códigos

Média em
Matemática

Média
em Ciências
Humanas

Média em
Ciências da
Natureza

Média nas
Objetivas


Média
Redação

Média
Total
(Redação +
Objetivas)

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«



»

»»

COL SAGRADO CORACAO DE JESUS




576,53

660,05

617,11

565,27

604,74



682,50

643,62

COL VALENCIANO SAO JOSE DE APLICACAO




613,16

674,31

650,73

595,31

633,38



687,50

660,44

COLEGIO LAF




590,20

692,65

643,48

585,23

627,89


676,32

652,10

Notas:
1-Para o Ensino Médio Regular são considerados: Ensino Médio Regular, Normal Magistério e ou Ensino Médio Integrado à Educação Profissional séries finais;
2-Na Educação de Jovens e Adultos são consideradas as etapas de Ensino Médio presencial e semi-presencial séries finais;
3-SC: Sem Cálculo - Escola com menos de 10 participantes ou menos de 2% de taxa de participação.
4-O critério adotado na divulgação do Enem por escola considera como potenciais participantes concluintes os alunos matriculados no 3º e 4º ano, declarados no Censo Escolar 2010. Por isso, algumas escolas que implementaram em seus currículos o 4º ano a partir de 2008 podem estar classificadas em um grupo de menor taxa de participação.

Enem: Veja o resultado das escolas públicas de Valença

Escola



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CE ALFREDO GOMES



522,55

466,05

557,77

498,62

511,25



630,77

571,01


CE ARNOR SILVESTRE VIEIRA





433,19

450,29

503,40

437,45

456,08



SC

SC

CE BARAO DE JUPARANA




503,46

496,07

539,06

481,74

505,08



626,79

563,83


CE CORONEL BENJAMIN GUIMARAES




531,17

524,45

555,70

494,76

526,52



634,30

580,41


CE DAURA SILVA BARBOSA




SC

SC

SC

SC

SC



SC

SC


CE DOUTOR GUILHERME MILWARD




510,62

488,88

526,06

480,69

501,56



590,91

546,23

CE DOUTOR

OSWALDO TERRA




518,67

537,38

540,22

462,55

514,71



557,81

535,61


CE JOSE FONSECA




460,58

447,10

488,86

443,76

460,08



546,05

501,96


CE PADRE SEBASTIAO DA SILVA PEREIRA




493,41

485,57

520,34

447,44

486,69



598,08

541,33


CE THEODORICO FONSECA




515,09

520,63

541,34

480,90

514,49



637,38

575,37


CIA MONSENHOR TOMAS TEJERINA DE PRADO




SC

SC

SC

SC

SC



SC

SC


IE DEPUTADO LUIZ PINTO




536,77

516,79

565,62

503,46

530,66



651,96

591,31

Notas:
1-Para o Ensino Médio Regular são considerados: Ensino Médio Regular, Normal Magistério e ou Ensino Médio Integrado à Educação Profissional séries finais;
2-Na Educação de Jovens e Adultos são consideradas as etapas de Ensino Médio presencial e semi-presencial séries finais;
3-SC: Sem Cálculo - Escola com menos de 10 participantes ou menos de 2% de taxa de participação.
4-O critério adotado na divulgação do Enem por escola considera como potenciais participantes concluintes os alunos matriculados no 3º e 4º ano, declarados no Censo Escolar 2010. Por isso, algumas escolas que implementaram em seus currículos o 4º ano a partir de 2008 podem estar classificadas em um grupo de menor taxa de participação.

Enem: No Rio, enquanto escolas particulares dominam ranking nacional, 76% das estaduais têm nota inferior à média do país

Retirado do site do Jornal O Globo.
Autor: Leonardo Cazes

RIO - A começar pelo São Bento, o Rio de Janeiro lidera o ranking nacional das escolas com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem): nove das 20 primeiras colocadas estão no estado. Entre as 50 mais bem colocadas, 21 ficam no Rio. E das 100 melhores do Brasil, 31 são fluminenses. Já o desempenho da rede estadual contrasta com o resultado dos colégios privados: consideradas as notas das provas objetivas, 76% das escolas públicas ficaram abaixo da média nacional, segundo cálculo feito pelo GLOBO.

Precisamos motivar os alunos para fazer a prova, porque a maioria não tem perspectiva de entrar para a universidade

Apenas uma pública entre as 200 melhores do Rio

O número confirma a péssima situação apontada pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado ano passado: com nota 2,8, o estado só ficou à frente do Piauí. No Enem, a média das estaduais do Rio foi de 495,49 nas objetivas, contra 511,21 do Brasil. Em relação a edição anterior, houve uma pequena melhora, de 4,33%.

Apenas uma escola pública figura entre as 200 melhores do estado: o Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAp/Uerj), no 12 lugar. A próxima escola a aparecer na lista é o Colégio Estadual Eduardo Breder, em Nova Friburgo, na 206 posição. Na outra ponta, a pior escola fluminense é o CIEP Maria Aparecida Lima Souto Tostes, em Miracema, noroeste do estado.

No ano passado, o governador Sérgio Cabral culpou seus antecessores pelo mau resultado e afirmou que foram "mais de 30 anos de destruição" da rede. Após a reeleição, Cabral disse que a educação era seu próximo desafio, depois da consolidação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP). Com a meta ousada de transformar o estado em um dos cinco melhores no Ideb até 2014, ele substituiu pela segunda vez o secretário de educação, nomeando Wilson Risolia para o lugar de Tereza Porto.

Para a professora da Faculdade de Educação da Uerj, Bertha do Valle, o fato de o governo estar no terceiro secretário em cinco anos acaba na descontinuidade das políticas públicas, o que contribui para o resultado ruim.

- Esses números são o reflexo da rede estadual: a falta de condições de trabalho dos professores e de espaços de atenção aos alunos. Há muitas escolas sem professores e outras em que o docente trabalha fora de sua área de formação. Isso sem falar nos baixos salários. As trocas de comando também prejudicam, porque a cada mudança para tudo que era feito. O que temos no Rio é política de curto prazo na educação - critica a professora.

A situação do Colégio Eduardo Breder, segunda escola estadual mais bem colocada, ilustra o contexto: localizada na zona rural e sem nenhum funcionário de apoio, a diretora Angela Ferreira fica sozinha na secretaria. Apesar da falta de professores em algumas disciplinas, a unidade melhorou seu resultado nas provas objetivas: 568,6 contra 526,8 na edição anterior. Angela atribui o fato ao envolvimento dos professores.

- Precisamos motivar os alunos para fazer a prova, porque a maioria não tem perspectiva de entrar para a universidade. Eles vão trabalhar no comércio ou na terra - conta.

Íris Rodrigues de Oliveira, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), afirma que a solução para a melhoria dos resultados passa pelo aumento dos investimentos pedagógicos.

- É preciso investir mais em material didático, escolas bem equipadas e professores sem sobrecarga de trabalho. O que acontece hoje é que o docente tem mais de uma matrícula na rede ou então trabalha em colégios privados, pois a remuneração é baixa. Ele chega em sala de aula cansado e encontra condições muito ruins de trabalho.

Secretaria evita apontar problemas da rede

Já Beatriz Lugão, coordenadora do Sindicato dos Profissionais da Educação do Estado do Rio (Sepe-RJ), diz que há muita pirotecnia do governo e falta o elementar.

- Cada secretário que entra quer implantar um plano miraculoso e salvador da pátria, mas esquece do básico: boas condições de trabalho, salários e boa relação entre alunos e professores. Se você quer recuperar a educação, é preciso investir mais. O atual plano de metas (implantado por Risolia) consegue gastar menos do que o Nova Escola (plano do governo Garotinho). Eles querem fazer milagre economizando dinheiro.

Em nota, a Secretaria estadual de Educação evitou apontar razões para o mau desempenho, dizendo que "os fatores podem ser os mais variados". O órgão preferiu enumerar os projetos adotados na atual gestão, iniciada no fim do ano passado, para melhorar o rendimento dos estudantes. Mesmo com a greve dos professores, que durou mais de dois meses, o órgão não acredita que os alunos serão prejudicados.

Império Pirata


Retirado do site da Galileu
Autor:Tiago Cordeiro

Partido político, ativistas digitais desafiando a lei e até uma estranha seita religiosa... Conheça a revolução influenciada pelos suecos revolucionários do The Pirate Bay que visa difundir o livre compartilhamento pelo mundo.

Não roubarás. “Copiarás.” É assim, com um único mandamento, que uma nova seita criada na pequena cidade de Uppsala, a 70 km da de Estocolmo, capital da Suécia, planeja conquistar fiéis pelo mundo. Mas quem passar por lá não verá sede, nem santos. Os adeptos da Igreja Missionária do Kopismo fazem tudo pela internet. Eles se reúnem em salas virtuais para compartilhar cópias de textos, músicas e vídeos. Lá, debatem lemas como “o software pago é comparável à escravidão”, entre outros lemas libertários sobre tecnologia. Os cultos, fechados, são conduzidos pelo seu fundador, o estudante de filosofia Isaac Gerson, de 19 anos, que prega o livre compartilhamento como algo sagrado. Nenhum deles compra livros, CDs ou DVDs, nem utiliza programas como Windows ou iTunes. Usam o sistema aberto Linux nos computadores e, para justificar os atos fora da lei, costumam afirmar que impedir a comunhão da cultura, ou cobrar por ela, é inaceitável. “Somos contrários a qualquer tipo de controle da informação. Ninguém tem o direito de dizer às pessoas o que ler, ouvir ou ver”, afirma Gerson, que, em maio deste ano, enviou ao governo sueco uma petição para que o Kopismo se torne de fato uma igreja reconhecida.

Por enquanto, para quem está de fora, a seita parece uma brincadeira. Exatamente como aconteceu com a principal influência do grupo, o site de torrents The Pirate Bay, também da Suécia. Fundado em 2003 por 3 garotos de 20 e poucos anos que queriam compartilhar arquivos sem pagar nada por isso, se transformou, quase sem querer, num marco da cultura do grátis na internet. Gottfrid Svartholm, Fredrik Neij e Peter Sunde, seus fundadores, viraram símbolos de uma geração que tem acesso à cultura como nenhuma outra na história, pela internet, e fazem tudo por esse direito. Se você hoje vê um seriado americano no dia seguinte que ele passa na TV, deve agradecer a eles. Nos últimos anos, o site inspirou milhares de blogs, partidos políticos na Europa que já se espalham pelo mundo e grupos de hackers, ativistas e acadêmicos. Uma nova religião é apenas mais uma amostra dessa ideologia de liberdade do barco pirata virtual.

DA CADEIA AO PALANQUE

Quem vê o trio que criou o The Pirate Bay pelas ruas de Estocolmo talvez não imagine o que o grupo foi capaz de causar na economia e na política mundial. Pouco sociáveis, nenhum deles usa terno: Gottfrid Svartholm, hoje com 26 anos, é um engenheiro da computação que cultiva um cavanhaque de 15 centímetros de comprimento e só usa camisetas pretas de bandas de rock; Fredrik Neij, 33, é um tímido programador que nunca gostou de aparecer; e Peter Sunde, 32, é um especialista de TI e relações-públicas com cara de bom moço que sempre está viajando pelo mundo para conhecer novos lugares.

No começo, toda a estrutura do The Pirate Bay ficava dentro de um quarto. Depois de perceberem o alcance, os garotos investiram num escritório em Estocolmo e em servidores de peso espalhados pelo mundo. “Nossa proposta era inovadora na época: criar um ambiente onde os internautas pudessem explorar, sem limites, toda a liberdade que a internet proporciona”, diz Sunde. O site hoje tem 25 milhões de frequentadores recorrentes e 4 milhões de usuários registrados. O cálculo do prejuízo que ele já gerou também é estrondoso. Segundo números da associação de gravadoras RIAA (Recording Industry Association of America), o Pirate Bay é o maior responsável pelos US$ 7 bilhões anuais que a indústria do entretenimento perde por causa dos downloads ilegais.

Como era de se esperar, o crescimento do The Pirate Bay causou forte resistência por parte dos grupos comerciais. A mando de entidades que representavam gravadoras e estúdios de cinema, a primeira ocupação policial na sede do site ocorreu em 2006. Daí em diante foram centenas de ameaças processuais vindas de todo o mundo. Em abril de 2009, pouco antes do lançamento daquele que seria o filme mais baixado por torrent do ano, Star Trek, os 3 acabaram condenados a um ano de cadeia e ao pagamento de uma multa de US$ 4,2 milhões. Depois de comprovar que o juiz Tomas Norström (o mesmo que autorizou a ação policial de 2006) era integrante de dois grupos antipirataria, eles recorreram da sentença, e, em novembro passado, a pena foi retirada.

Enquanto a briga se estendia pelos tribunais, o ideal de livre compartilhamento e de luta contra a propriedade intelectual ganhou proporção global. A maior influência ocorreu na formação do Partido Pirata, em 2006. Hoje ele já é o maior da Suécia em número de afiliados e, em 2009, elegeu 2 deputados para o Parlamento Europeu. Pelo mundo, outros 22 países contam com representação oficial. A versão alemã, a mais popular, possui 48 cargos locais. Outros 30 países contam com agremiações piratas não-registradas, incluindo o Partido Pirata do Brasil (PPBr), que quer se formalizar até outubro deste ano e concorrer às eleições municipais em 2012. Com a ideologia de “difusão total de conhecimento”, os piratas da política planejam democratizar o acesso à cultura nos mundos online e físico. “As leis que regulam a propriedade intelectual perderam a função original de estimular inovação: servem apenas a interesses econômicos”, diz Luiz Felipe Cruz, integrante do PPBr, que ainda não tem presidente.

Até políticos tradicionais tentaram tirar uma casquinha. Quando Sunde visitou o Brasil para participar do Fórum Internacional de Software Livre, em 2009, o nosso então presidente lhe ofereceu asilo político. “Lula me procurou para dizer que, se eu estivesse ameaçado de prisão na Suécia, poderia viver no Brasil, porque os dois países não têm acordo de extradição”, conta o pirata.

Esta ideologia de liberdade total impulsionada pelos suecos, no entanto, pode servir para atos de gosto questionável. Retrato disso foi a polêmica de setembro de 2008, quando surgiu no The Pirate Bay um link com fotos da autópsia de duas crianças assassinadas. O pai, Nicklas Jangestig, pediu desesperadamente que o torrent fosse removido. Seguindo o princípio radical de que absolutamente toda informação é livre, o The Pirate Bay se recusou a retirar o link, assim como não aceitou tirar do ar a conexão com um site norte-americano de pedofilia. A polêmica fez com que o número de downloads das fotos chegasse a 50 mil por dia. “Não é nosso trabalho julgar se é ético ou antiético o que outras pessoas querem postar e baixar na internet”, diz Sunde.

CONTRA TUDO E TODOS
“O argumento de que a cultura do The Pirate Bay defende a democratização da informação é uma falácia. Todo o material que eles disponibilizam existe por vias legais, basta que o consumidor seja honesto e pague a seus autores”, diz Tim Kuik, diretor da organização holandesa BREIN, que se dedica a caçar piratas. Com o fim do processo judicial de 2009 e a nova administração, a guerra contra o The Pirate Bay e todos os sites de torrent parece ter se intensificado. Em maio deste ano, chegou ao Senado americano o Protect IP Act, um projeto de lei que facilita a retirada do ar de todo e qualquer site que veicule material sem direitos autorais.

Mas para o jornalista Anders Rydell, autor de Piraterna, sem edição no Brasil, livro sobre o movimento pirata sueco, o esforço de remover os arquivos ou criar uma legislação para impedir a troca de arquivos online é inútil. “A cultura do torrent é maior do que qualquer site”, diz Rydell. A solução para a indústria, afirma, é oferecer produtos com recursos extras, além de melhor qualidade e preço acessível. Do contrário, farão crescer o sentimento de “mártires digitais” entre quem baixa músicas e filmes pela internet.

O professor de Arte e Tecnologia, David Darts, da Escola de Cultura de Steinhardt, em Nova York, faz parte do grupo de teóricos que acredita que os benefícios da cultura pirata são maiores que os malefícios. Tanto é que ele elaborou, em 2010, a Pirate Box, uma caixinha portátil com roteador que cria um servidor anônimo para seus alunos compartilharem os arquivos que quiserem na sala de aula. Desenvolvida de forma aberta, ela pode ser aperfeiçoada e comprada por qualquer pessoa por 100 dólares. ”Para mim, o que as pessoas chamam de pirataria é apenas uma forma muito satisfatória de compartilhar cultura”, afirma.

De escolas a congressos, o barco pirata, ao que parece, já conquistou o mundo. Se a partir de agora eles se tornarão heróis ou vilões, é difícil prever. O que sabemos é que, por meio da batalha deles com a indústria, mudamos nossa concepção de consumir cultura. E é o resultado desta briga que dirá como ouviremos músicas e assistiremos a filmes no futuro.

ENEM - 76% das escolas estaduais do RJ tiveram nota ABAIXO da média nacional. Depois de cinco anos de governo, quem o governador Sergio Cabral vai culpar desta vez?

(a) Os governos anteriores
(b) Os alunos
(c) Os professores "vagabundos"
(d) Os bombeiros "baderneiros"
(e) O motorista do bonde que morreu
(f) São Pedro

Link da notícia: http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/09/11/no-rio-enquanto-escolas-particulares-dominam-ranking-nacional-76-das-estaduais-tem-nota-inferior-media-do-pais-925332629.asp

domingo, 11 de setembro de 2011

Voltando ao blog

Aos amigos,

Comunico minha volta ao blog depois de um longo exílio. Tentarei escrever não apenas sobre a politicagem de Valença. Teremos aqui artigos sobre educação e dicas de livros e filmes.

Saudações!

Sanger Nogueira

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Artigo publicado no Jornal Local de 8/9/11


Rock do Diabo
 
Me dê um porco vivo
Pra eu encher a minha pança
Dez quilos de alcatra
Com muqueca e esperança
O Diabo
O Diabo usa capote
O Diabo
Foi ele mesmo que me deu o toque...
 

Do jeito que as matas de Valença têm queimado, parece que a nossa cidade tá virando a sucursal do inferno. Corre o risco de qualquer dia, ao passar pela porta da Prefeitura, o valenciano dar de cara com o coisa-ruim em pessoa! (Tô falando do diabo).
 
Em que pese todo meu talento humorístico, mais uma vez vou falar criticamente sobre o que observo na minha aldeia (fazendo jus ao nome dessas prolixas e irregulares linhas). Nunca na história dessa cidade eu senti as coisas tão sem freio ladeira abaixo como agora, e isso depois de anos parados na esquina do abandono. Se Valença fosse um time do futebol se chamaria Flamengo e a cara da nossa sociedade perante os acontecimentos seria mais ou menos igual a do Ronaldinho Gaúcho.
 
Ninguém sabe mais quem manda nessa zorra, quer dizer, município; e enquanto o povão espera inocentemente que o “capitão nascimento” venha dar o “pede pra sair” à camarilha que se apoderou do Estado, as forças conservadoras vão se alinhando para as eleições do ano que vem. Mal sabe a escumalha que capitão é uma patente média, e se quisermos mesmo uma Revolução, devemos ir no gogó dos coronéis a quem estes capitães-do-mato batem continência.
 
Falando em patente, outro dia o “ex-general” Nelson Jobim perdeu o emprego de ministro da Defesa porque veio com uma frase sensacional na imprensa:  os idiotas perderam a modéstia”. E, como eu sempre joguei no time dos idiotas imodestos, me senti contemplado com este maravilhoso bordão. Já disse aqui neste mesmo espaço que não adiantar só culpar as autoridades se não fizermos o dever de casa da cidadania. E qual seria? Resgatar a discussão ideológica e de princípios sobre a cidade que queremos. Se é a cidade do meio ambiente, do ecoturismo, dos serviços de excelência em saúde, da educação de qualidade, da gestão democrática e transparente, do turismo histórico, da estância climática, da agricultura familiar, das indústrias de abastecimento regional... ou se é a cidade que temos: lixo, sujeira, buraco, queimada, boca de fumo, feitores na administração, compra de votos, calamidade na saúde, latifúndio, fábrica que não fabrica... E você nesta estória toda? De que lado você samba?

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Fábrica que não fábrica: a FARSA continua.... E a Justiça não se coça. Agora, vai roubar uma galinha pra matar a fome pra tu ver, mermão!

Retirado do Blog do insubstituível jornalista Jeff Castro

O Governo do Estado do Rio de Janeiro - Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e Secretaria de Estado de Saúde - adquiriu mais R$ 1.756.466,83 em módulos da Metalúrgica Valença, que evidentemente, deverão alavancar ainda mais a produção da empresa e o número de contratados gerando os empregos tão prometidos nos palanques políticos. Cidadãos e cidadãs estão ansiosos pela chegada dos novos postos de empregos e já na próxima edição teremos a repercussão desta publicação na cidade de Valença. HAHAHAHAHAHA!

DIÁRIO OFICIAL ERJ - quarta, 31 de agosto de 2011
Parte I (Poder Executivo)
Secretaria de Estado de Defesa Civil
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
EXTRATO DE TERMO DE CONTRATO
INSTRUMENTO: Termo Contrato nº 42/2011.
FUNDAMENTO: Processo nº. E-08/010/50081/2010.
PARTES: Governo do Estado do Rio de Janeiro, através do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro - CBMERJ e a empresa METALÚRGICA VALENÇA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.
OBJETO: Aquisição de 244,65m² de unidade modular habitacional para a construção de um depósito nas dependências do Centro de Suprimento e Manutenção-CSM.
VALOR: Valor total de R$ 440.370,00 (quatrocentos e quarenta mil trezentos e setenta reais).
VIGÊNCIA: O prazo de vigência do contrato será de 12 (doze) meses, contados a partir de sua publicação no DOERJ.

quinta, 25 de agosto de 2011
Parte I (Poder Executivo)
INSTRUMENTO: Contrato nº 48/2011.
PARTES: Secretaria de Estado de Saúde e Metalúrgica Valença Indústria e Comércio Ltda.
OBJETO: Aquisição de Unidade Modular de Saúde, incluindo a instalação e montagem.
PRAZO: 12 (doze) meses.
VALOR: R$ 867.066,75 (oitocentos e sessenta e sete mil sessenta e seis reais e setenta e cinco centavos).
NOTAS DE EMPENHO: 2011NE04936 no valor de R$ 428.035,95 (quatrocentos e vinte e oito mil trinta e cinco reais e noventa e cinco centavos), e 2011NE05236 no valor de R$ 439.030,080 (quatrocentos e trinta e nove mil trinta reais e oitenta centavos).
PROCESSO Nº E-08/2999/2009.
FUNDAMENTO DO ATO: Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993 e alterações, Lei Estadual nº 287, de 04 de dezembro de 1979 e Decretos nºs 3.149/80 e 21.081/94.
DATA DA ASSINATURA: 03/08/2011.

Vereadores rejeitam requerimento para se obter informações de empresas instaladas em Valença

link retirado do blog http://mevlc.blogspot.com/

É de conhecimento de todos que denúncias feitas pelos principais meios de comunicação do país atingem nossa cidade a respeito de empresas que se instalaram em Valença devido ao incentivo fiscal concedido pela Lei n° 5.229 estarem agindo de forma ilegal .
O vereador Zan, encaminhou ao plenário da Câmara 2 requerimentos para que fosse votado:

1º requerimento - Ao prefeito Vicente Guedes que encaminhasse a Câmara Municipal cópias de todos os processos administrativos referentes as concessões, permissões de uso e doações de terrenos/imóveis à empresas que se instaram em Valença nos anos de 2009 a 2011.

2º requerimento - A Secretária Municipal de Fazenda, Rosemeri César de Souza, que encaminhasse a Câmara Municipal a relação das empresas que se instalaram em Valença a partir do ano de 2009 e também cópias dos processos administrativos referentes as inscrições municipais e arrecadações dessas empresas.

Os 2 requerimentos foram REJEITADOS por estes vereadores: