quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Charge da Clementina, de Baptistão

Desenho do Baptistão, da Clementina de Jesus. Para ver outros desenhos dele, é só entrar nesse link:
http://nosreme73.multiply.com/photos/album/21

domingo, 10 de fevereiro de 2008

A catarse e a mídia

Série de reportagens do jornalista Luis Nacif sobre a revista Veja. Vale a pena a leitura. Coloco aqui o primeirio capítulo de uma série (já foram escritos sete capítulos, mas o jornalista continua escrevendo sobre o tema).

O link para as matérias:
http://luis.nassif.googlepages.com/home

A catarse e a mídia
O maior fenômeno de anti-jornalismo dos últimos anos foi o que ocorreu com a revista Veja. Gradativamente, o maior semanário brasileiro foi se transformando em um pasquim sem compromisso com o jornalismo, recorrendo a ataques desqualificadores contra quem atravessasse seu caminho, envolvendo-se em guerras comerciais e aceitando que suas páginas e sites abrigassem matérias e colunas do mais puro esgoto jornalístico.
Para entender o que se passou com a revista nesse período, é necessário juntar um conjunto de peças.


O primeiro conjunto são as mudanças estruturais que a mídia vem atravessando em todo mundo.
O segundo, a maneira como esses processos se refletiram na crise política brasileira e nas grandes disputas empresariais, a partir do advento dos banqueiros de negócio que sobem à cena política e econômica na última década.

A terceira, as características específicas da revista Veja, e as mudanças pelas quais passou nos últimos anos.

O estilo neocon
De um lado há fenômenos gerais que modificaram profundamente a imprensa mundial nos últimos anos. A linguagem ofensiva, herança dos “neocons” americanos, foi adotada por parte da imprensa brasileira como se fosse a última moda.

Durante todos os anos 90, Veja havia desenvolvido um estilo jornalístico onde campeavam alusões a defeitos físicos, agressões e manipulação de declarações de fonte. Quando o estilo “neocon” ganhou espaço nos EUA, não foi difícil à revista radicalizar seu próprio estilo.
Um segundo fenômeno desse período foi a identificação de uma profunda antipatia da chamada classe média mídiatica em relação ao governo Lula, fruto dos escândalos do “mensalão”, do deslumbramento inicial dos petistas que ascenderam ao poder, agravado por um forte preconceito de classe. Esse sentimento combinava com a catarse proporcionada pelo estilo “neocon”. Outros colunistas utilizaram com talento – como Arnaldo Jabor -, nenhum com a fúria grosseira com que Veja enveredou pelos novos caminhos jornalísticos.

O jornalismo e os negócios
Outro fenômeno recorrente – esse ainda nos anos 90 -- foi o da terceirização das denúncias e o uso de notas como ferramenta para disputas empresariais e jurídicas.

A marketinização da notícia, a falta de estrutura e de talento para a reportagem tornaram muitos jornalistas meros receptadores de dossiês preparados por lobistas.

Ao longo de toda a década, esse tipo de jogo criou uma promiscuidade perigosa entre jornalistas e lobistas. Havia um círculo férreo, que afetou em muitos as revistas semanais. E um personagem que passou a cumprir, nas redações, o papel sujo antes desempenhado pelos repórteres policiais: os chamados repórteres de dossiês.

Consistia no seguinte:
O lobista procurava o repórter com um dossiê que interessava para seus negócios.

O jornalista levava a matéria à direção, e, com a repercussão da denúncia ganhava status profissional.

Com esse status ele ganhava liberdade para novas denúncias. E aí passava a entrar no mundo de interesses do lobista.

O caso mais exemplar ocorreu na própria Veja, com o lobista APS (Alexandre Paes Santos).

Durante muito tempo abasteceu a revista com escândalos. Tempos depois, a Policia Federal deu uma batida em seu escritório e apreendeu uma agenda com telefones de muitos políticos.

Resultou em uma capa escandalosa na própria Veja em 24 de janeiro de 2001 (clique aqui) em que se acusavam desde assessores do Ministro da Saúde José Serra de tentar achacar o presidente da Novartis, até o banqueiro Daniel Dantas e o empresário Nelson Tanure de atuarem através do lobista.

Na edição seguinte, todos os envolvidos na capa enviaram cartas negando os episódios mencionados. Foram publicadas sem que fossem contestadas.

O que a matéria deixou de relatar é que, na agenda do lobista, aparecia o nome de uma editora da revista - a mesma que publicara as maiores denúncias fornecidas por ele. A informação acabou vazando através do Correio Braziliense, em matéria dos repórteres Ugo Brafa e Ricardo Leopoldo.

A editora foi demitida no dia 9 de novembro, mas só após o escândalo ter se tornado público.
Antes disso, em 27 de junho de 2001(
clique aqui) Veja publicou uma capa com a transcrição de grampos envolvendo Nelson Tanure. Um dos “grampeados” era o jornalista Ricardo Boechat. O grampo chegou à revista através de lobistas e custou o emprego de Boechat, apesar de não ter revelado nenhuma irregularidade de sua parte.

Graças ao escândalo, o editor responsável pela matéria ganhou prestígio profissional na editora e foi nomeado diretor da revista Exame. Tempos depois foi afastado, após a Abril ter descoberto que a revista passou a ser utilizada para notas que não seguiam critérios estritamente jornalísticos.

Um dos boxes da matéria falava sobre as relações entre jornalismo e judiciário.

O boxe refletia, com exatidão, as relações que, anos depois, juntariam Dantas e a revista, sob nova direção: notas plantadas servindo como ferramenta para guerras empresariais, policiais e disputas jurídicas.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Salve Clê!

Publicação Valença em Questão 28

Pessoal,

Infelizmente estamos com um problema na nossa lista de endereços para o envio do PDF do Valença em Questão.

No início da semana que vem o VQ 28 já estará disponível nos pontos de distribuição e, esperamos, que também esteja nas caixas de e-mails cadastrados em nosso banco de dados.

Para quem deseja receber o VQ por e-mail, basta enviar um e-mail para valencaemquestao@yahoo.com.br com o assunto "pdf".

E que venha o Florminense!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

TCE/RJ dá parecer prévio contrário as contas da PRefeitura de Valença

O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, através do Processo Nº 211.360-7/07, emitiu Parecer Prévio Contrário às contas do Poder Executivo. Segundo o Parecer, os gastos na manutenção e desenvolvimento do ensino não atendem ao limite disposto no artigo 212 da Constituição Federal.

O valor aplicado na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino encontra-se abaixo do limite mínimo de 25% imposto pelo art. 212 da Constituição Federal e, em contrapartida, o montante gasto no Ensino Fundamental atende ao estabelecido pela Emenda Constitucional nº14/96,conforme análise do Corpo Instrutivo.

Segundo ainda a análise do Relator do Processo José Leite Nader, em que pese os cálculos efetuados pela Prefeitura Municipal de Valença, analisando as receitas de impostos e as receitas de taxas e contribuições arrecadados no exercício de 2006, para improvável que toda a arrecadação da dívida ativa de tributos tenho sido proveniente de taxas e contribuições, considerando que a receita arrecadada de taxas montou em R$220.552,34,bem como a receita de contribuições foi de apenas R$329,63, enquanto a receita de impostos totalizou R$5.068.274,71.

O Relator destaca que, na prestação de contas do exercício anterior foram também considerado como receita de impostos o total da receita da dívida ativa de tributos,pelos mesmos motivos expostos acima.

Ainda o Relator: "Por fim, ressalto que causou-me estranheza a queda drástica nos valores consignados como despesas com o Ensino Médio, de R$71.737,20, considerando-se o disposto do Proc. TCE/RJ 211.574-8/06 (Prestação de Contas de Administração Financeira do Município do exercício de 2005), que consigna para o Ensino Médio, uma despesa de R$973.816,86,sinalizando uma queda percentual de 92,63%(noventa e dois virgula sessenta e três por cento) nas despesas com essa modalidade de Ensino Médio".

Segundo Nader, pelo exposto acima, há indícios de registro de despesas que na realidade são oriundas do Ensino Médio, como sendo de Ensino Fundamental.

O Parecer prévio do Conselheiro do TCE/RJ conclui que:

Considerando que as Contas de Gestão do Prefeito do Município de Valença ,Srº Antônio Fábio Vieira, referentes ao exercício de 2006, constituídas dos respectivos Balanços Gerais do Município e das demonstrações técnicas de naturaza contábil, não foram elaboradas com observância às disposições legais pertinentes;

Considerando o descomprimento do art.212 da Constituição Federal de 1988;

Considerando o exame a que procedeu a Assessoria Técnica do Relator;

Considerando que nos termos da legislação em vigor, ficam ressalvadas de prévia quitação as responsabilidades de ordenadores e ratificadores de despesas,bem como de pessoas que arrecadaram e geriram dinheiro,valores e bens municipais,ou pelos quais seja o Município responsável,cujos processos pendem de exame por esta Corte de Contas;

Considerando que as Contas do Prefeito Municipal,Senhor Fábio Antônio Vieira,referentes ao exercício de 2006,incluiram,além das suas própias,os demonstrativos contábeis que compõe as Contas do Presidente da Câmara,Sr.Victor Emmanuel Couto,com base no disposto no artigo 56 da Lei Complementar nº 101/2000;

Considerando que, face à decisão do Supremo Tribunal Federal, em 09.08.2007, ao apreciar a Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 2238, por maioria, deferiu a medida cautelar requerida na ação, suspendendo a eficácia do artigo 56 da Lei Complementar nº 101/2000;

Conside rando que, face à decisão do Supremo Tribunal Federal,as Contas do Poder Legislativo deverão ser apreciadas na Prestação de Contas de Ordenador de Despesas da Câmara Municipal,exercício de 2006;

RESOLVE:
emitir PARECER PRÉVIO CONTRÁRIO à aprovação das Contas da Administração Financeira do Poder Executivo do Municipio de Valença,referentes ao exercício de 2006,de renponsabilidade do Prefeito Antônio Fábio Vieira, em face das IRREGULARIDADES,IMPROPRIEDADES e RECOMENDAÇÃO elencadas no voto do Relator.
José Leite Nader
(Conselheiro Relator)

OBS: Em nenhum lugar esta notícia tão séria e grave foi divulgada. A não aplicação dos recursos da Educação como determina o Art.212 da C.F. implica em crime de responsabilidade e impobridade administrativa. Quem financia a educação pública é a população que paga as taxas e impostos. Esperamos que este caso seja divulgado nos meios de imprensa e que os responsáveis Prefeito e Vereadores expliquem publicamente. O SEPE procurará o Ministério Público!

domingo, 3 de fevereiro de 2008

1ª audição para HAURÉLIO'S COMPANY

Se você gosta de dançar e sempre quis fazer parte de um grupo de dança essa pode ser a sua chance.

A companhia estará nos dias 16 e 17 de fevereiro no Clube dos Coroados a partir das 15hs, promovendo um aulão de dança, onde serão escolhidos novos integrantes para o grupo de dança Haurélio's Company.

Os interessados devem ter no mínimo 16 anos, ser disciplinado (a), ter interesse e força de vontade de aprender ou aperfeiçoar sua técnica de dança e ter disponibilidade aos finais de semana para a realização de ensaios, bem como viagens para apresentações.

Os ensaios do grupo são realizados aos sábados e domingos a partir das 15hs no Clube dos Coroados.

NÃO HÁ TAXA, MATRÍCULA OU MENSALIDADE PARA FAZER PARTE DO GRUPO.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Farelo aos porcos



Blog do Ex corregedor da PM, Coronel Paul Ricardo, exonerado por fazer manifestação (fora do horário de trabalho), na porta do governador Sérgio Malandro Cabral:
http://celprpaul.blogspot.com/

Pergunta: Quando estes marginais do PMDB/RJ serão presos??

quauquauquauquqa

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

BR 393: estrada será fechada em manifestação

Protesto acontecerá nas proximidades do Bairro Califórnia, divisa entre Volta Redonda e Barra do Piraí; lideranças e entidades chamam população para participar.
Quarta, 31 de janeiro, às 11 horas, manifestação vai parar a Rodovia Lúcio Meira (BR-393), durante 20 minutos. O protesto é contra o modelo de concessão das rodovias, do governo federal, em especial a de exploração da BR 393 pela iniciativa privada. O movimento é liderado por empresários, entidades sindicais, lideranças comunitárias e religiosas das cidades que margeiam a estrada, no Sul Fluminense.

O grupo já começou a mobilizar lideranças e autoridades nas cidades envolvidas – Barra Mansa, Volta Redonda, Pinheiral, Barra do Piraí, Vassouras e todas as outras que serão afetadas diretamente pela cobrança do pedágio na rodovia. Para finalizar os detalhes da manifestação, todos os organizadores do movimento se reúnem hoje, às 19 horas, na sede da ACIAP-VR, no bairro Aterrado.

A manifestação vai contar com cerca de 250 pessoas e com a ajuda dos Falcões do Aço – que vão percorrer a rodovia com suas motocicletas, entregando panfletos. Serão cerca de 20 motociclistas. Além disso, faixas estarão dispostas no local da manifestação.

Participam da ação as seguintes entidades: as Associações Comerciais de Volta Redonda, Barra Mansa e Barra do Piraí; Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan); Associação dos Vereadores do Médio Paraíba (AVEMP); Sindicatos das Empresas de Transporte de Cargas do Sul Fluminense (SULCARJ); Associação dos Vereadores do Estado do Rio de Janeiro (AVECMERJ); Associação dos Prefeitos Municipais do Estado do Rio de Janeiro (APREMERJ); Movimento pela Ética na Política (MEP), AESCON; Centro Universitário de Barra Mansa (UBM); Prefeituras Municipais de Vassouras, Barra Mansa e Barra do Piraí; Sindicato dos Engenheiros; Sindicato dos Metalúrgicos; Associação dos Feirantes de Volta Redonda; Movimento Fé e Política; Catedral das Assembléias de Deus; Sindicato dos Empregados de Hotéis e Bares; Falcões do Aço.

Um detalhe: as lideranças e entidades envolvidas não são contra a concessão, mas da forma como foi programada. Eles querem que o governo federal realize as obras emergenciais, para quando da concessão, o pedágio não seja tão caro.
Sinceramente, não sei que diferença faria. Se menos obra pra fazer,mais lucro pra empresa concessionária. O valor estipulado hoje pelo contrato de concessão é de R$ 2,94, valor que foi diminuído após alterações no edital, realizada por pressão dos manifestantes (antes era de R$ 5,00). Outra alteração por pressão, é que antes os pedágios seriam implementados antes do início das obras de melhorias da rodovia.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Os escândalos das Prefeituras Fluminenses.

Escândalo nas prefeituras de Magé, Aperibé, Angra dos Reis, Pádua, Paraíba do Sul...

http://odia.terra.com.br/rio/htm/prefeitos_de_mage_e_aperibe_em_inquerito_147422.asp

O detalhe é que todos eles pertencem a mesma gangue política: o PMDB(RJ)




DETALHES MAIS SÓRDIDOS

Só pra gente sacar os detalhes mais sórdidos, vou transcrever o diálogo de uma escuta telefônica onde o empresário André Wertonge Teixeira negocia o aluguel de um tomógrafo por R$ 600 mil com Tico (Adilson Corrêa Teixeira), assessor da prefeita Núbia(PMDB) de Magé, e reclama do secretário de Pádua, Tarcísio Padilha, também acusado de atuar nas fraudes.

André: A máquina custa R$ 300 mil. Ele (Tarcísio) quer R$ 140 mil. No mole. Sem fazer nada. Negócio da China.
Tico: Tá ganhando praticamente todo o dinheiro.

André: Imagina o que ele não ganha em Magé com a prefeita? Falam mal da gente. Mas aqui o cara ganha dinheiro rindo.
Tico: Sem preocupação.

André: É muito dinheiro. Pra mim sobra R$ 6 mil.
Tico: Tá doido. Se aborrecer por causa de R$ 6 mil. O município é pequeno, não tem renda. Não tem porque roubam tudo. Nunca vi isso. Compra a coisa direito e deixa para o povo que paga imposto. Por isso a prefeitura não funciona. É muita gente para roubar.

A secretária de Educação de Paraíba do Sul, Maria Adelaide Capella, pede à empresária Patrícia Gonçalves que mande a cotação por e-mail dos uniformes.

Secretária: Você já mandou a cotação?
Patrícia: Não.

Secretária: Está correndo contra o tempo. Como teve que cancelar a licitação, precisava fechar para ontem.
Patrícia: Manda pro Luiz (Roberto Benevenuto) ou pra mim.

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Quais serão os candidatos da gangue aqui em Valença, hein? Pense nisso...

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Cláudio Mendonça II

Pô, comentei antes sem entrar no site. Agora entrei, e o negócio é pior do que a amostragem feita pelo Samir... Ei de reiterar o que disse o bodvéi em comentário anterior. Essa nossa educação tá capengando demais...Olhem só (com destaque para os absurdos - e mais absurdos ainda vindo de uma instituição de propriedade de quem foi presidente da Fesp, secretário de educação do estado do Rio, presidente da Faetc, presidente do conselho estadual de educação, todos esses cargos diretamente relacionados com o quê? Adivinhou, educação):

"
Fundada em 2003 (uma vírgula cairia bem aqui) a LC Planning é especializada no planejamento e execução de ações de Responsabilidade Social na área da Educação.

Seu fundador (aqui também senti falta de uma virgulazinha) Claudio Mendonça (quem sabe mais uma?) ex (um hífen não seria ruim...) Secretário de Educação por duas vezes (no mínimo estranho. Ex-secretário (que inclusive deve vir em caixa baixa, secretário não é nome próprio) por duas vezes? Ele pode ter sido secretário por duas vezes, mas ex é pra sempre, e assim sendo, um única vez. É ex e ponto), ex (mais hífen...) Presidente (também em minúscula a palavra presidente) da Faetec e consultor do Banco Mundial para o setor, possui vasta experiência na elaboração de políticas Públicas (em caixa baixa seria melhor. Caso escolhessem usar caixa alta, que fosse pelo menos em Políticas Públicas, e não apenas em Públicas. Mas o correto mesmo é tudo em caixa baixa) voltadas a (aqui teria ainda uma crase... E mesmo assim estaria mal escrito) educação pública (educação "pública"? Pensei que política pública voltadas para a educação era pra educação privada...).

(Pegue o fôlego, que são três linhas sem vírgula nem nada) As empresas interessadas em desenvolver ações nesta importante área das políticas sociais podem solicitar uma agenda para avaliação (tô começando a achar que não tinha vírgula no teclado de quem escreveu...) discursão (essa palavra aqui dói a vista, o ouvido... Vamos lá, é DISCUSSÃO, ou será que eles fazem um discurso muito grande e criaram a palavra discursão?) e elaboração de projeto com essa finalidade (que finalidade? Finalidade de desenvolver ações nesta importante área das políticas sociais? Se for, num precisava repetir na mesma frase...) de acordo com o orçamento (vírgula realmente não tinha no teclado) o público alvo e a capacidade de investimento do cliente.

Quem encontra mais erros por aí?

Cláudio Mendonça




A seguir o link da empresa de consultoria para "ações de responsabilidade social na área de educação", de propriedade do ilustríssimo ex-secretário de educação do RJ e atual presidente da Fundação Escola de Serviço Público (FESP/RJ), Claudinho Merdonça.

Reparem nos erros de português, tais como " ... uma agenda para avaliação discursão e elaboração de projeto ", a falta de vírgulas, entre outras.

Só rindo mesmo destes escrotos, o cara é ainda consultor para educação do Banco Mundial. Para vcs sentirem o que estes p*u*t*o*s* internacionais relegam para nós.

Merecia estar preso pelo atentado à mátria língua, hehehe

link:
http://www.lcplanning.com.br/

Educação pra estes caras é uma piada, bem lucrativa.

Tinha que ser preso este canalha.

O cara é presidente de uma autarquia pública, foi secretário de educação e presta consultoria para grandes empresas. Lobista f.d.p.!!!!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Alunos de Direito saem das faculdades despreparados

Matéria do jornal Bom Dia Brasil de hoje, quinta-feira, 24 de janeiro.

A média nacional de reprovação no exame da OAB chega a 80%. Ainda assim, o país é o terceiro do mundo em número de advogados. Boa parte dos cursos de Direito do país teria ensino precário. NO estado do Rio de Janeiro, o índice é ainda maior, de 91,51% de reprovados. Abaixo o link para a matéria completa:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM780582-7823-ALUNOS+DE+DIREITO+SAEM+DAS+FACULDADES+DESPREPARADOS,00.html

Primeiro no VQ, e agora no Globo On Line

Artigo de Bebeto, "Produzir + consumir é muito menos que preservar", publicado primeiramente no Valença em Questão, e hoje publicado no Globo On Line. Segue o link:
http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2008/01/24/produzir_mais_consumir_muito_menos_que_preservar-328181079.asp

Ato contra a privatização da água reúne cerca de 1.000 pessoas em Belford Roxo

Cerca de 1.000 pessoas protestaram, no dia 16, contra a privatização da água em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O ato, que ocorreu na praça em frente à Prefeitura, começou às 16hs e se estendeu até às 20h30, com diversas entidades se revezando no microfone.

A Cedae pretende conceder a administração da água para a Prefeitura, que em seguida entregará para uma empresa privada. O protesto foi organizado por dezenas de entidades, associações de moradores e partidos políticos: PCdoB, PT, PSB, PDT, PSOL, PTdoB, Sintsama, Senge, Sintaerj, CUT, CTB, Famerj, Unegro, Conam, UBM e UJS, entre outras entidades.

Hoje, quinta-feira (24), os organizadores do protesto se reuniram novamente, para traçar outros atos contra a privatização da água, pois o processo continua correndo. “Água não é mercadoria, é questão de saúde pública” diz o lema dos críticos da privatização.

Fonte: Boletim Eletrônico do PCdoB

Fazendo (+) História

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Como são nossos parlamentares?

A Transparência Brasil anuncia o relatório “Como são nossos parlamentares”, com análises sobre informações relativas aos membros da Câmara dos Deputados, do Senado, das Assembléias Legislativas e da Câmara Legislativa do Distrito Federal, reunidas no projeto Excelências (www.excelencias.org.br). O relatório pode ser baixado do endereço www.transparencia.org.br/docs/excelencias.pdf. É possível ainda fazer uma busca de parlamentares, saber quanto gastam, se faltam às sessões, se são citados na justiça ou no Tribunal de Contas pelo site do Excelências - http://www.excelencias.org.br

Eis algumas das muitas constatações do relatório:

· Em conjunto, os deputados federais brasileiros gastaram quase R$ 20 milhões com viagens em 2007. Esse dinheiro seria suficiente para cada deputado dar cinco voltas em torno da Terra de avião.

· Não só na Câmara dos Deputados, mas também no Distrito Federal, em São Paulo e no Rio Grande do Sul, os parlamentares consomem vultosas quantias com combustíveis. No agregado, os deputados federais gastaram o suficiente para percorrer de automóvel 73,8 milhões de quilômetros; os paulistas 11,1 milhões de quilômetros e os gaúchos 13,2 milhões de quilômetros. O combustível que os 24 deputados distritais brasilienses declararam ter gasto seria suficiente para percorrer o Plano Piloto de uma ponta a outra mais de 235 mil vezes durante o ano.

· Cerca de um terço dos deputados federais apresenta ocorrências na Justiça ou em Tribunais de Contas. Nas bancadas de alguns estados eles são maioria: por exemplo, 75% dos deputados federais eleitos no Tocantins estão nessa condição.

· Mais de um terço dos senadores tem ocorrências na Justiça ou em Tribunais de Contas. Entre os trinta senadores com tais ocorrências, onze foram eleitos no Nordeste.

· Pelo menos um terço dos deputados estaduais de 15 Casas Legislativas estaduais tem pendências com a Justiça ou com Tribunais de Contas. Na Assembléia Legislativa de Goiás eles são mais de 70%. Em outros sete estados o porcentual é de pelo menos 40%.

· A assiduidade dos parlamentares ao trabalho muitas vezes deixa a desejar. Na Câmara dos Deputados, a média de faltas nas sessões plenárias foi de 12% no ano. A representação estadual mais faltosa foi a do Rio Grande Norte, com 18,9% de ausências. Entre as poucas Assembléias Legislativas que dão informações sobre a presença dos parlamentares, a de pior desempenho é a de Pernambuco: nesse estado, a média de faltas é de 26,6%.

· A média de ausências nas sessões das comissões temáticas da Câmara dos Deputados é de 28%. Os do Rio Grande do Norte foram campeões também nesta categoria, tendo faltado em média a 39,3% das sessões.

Prestar informações sobre a atividade de seus parlamentares deveria ser uma obrigação de qualquer Casa legislativa. No Brasil, porém, poucas fazem isso. As principais exceções são a Câmara dos Deputados e a Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, que, embora omitam importantes famílias de informações, divulgam um bom conjunto de dados sobre os seus integrantes.

Em contraste, o Senado Federal está entre as Casas legislativas mais opacas do país. É interessante observar que os custos de uma Casa legislativa são inversamente proporcionais à quantidade de informação que disponibiliza: das quinze Casas mais custosas ao cidadão (levando-se em conta todos os 29 Legislativos em âmbito federal e estadual), treze não fornecem qualquer informação sobre os gastos de seus deputados, suas viagens ou se comparecem ao trabalho.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Sobre a intolerância ao erro

Concordo que o BBB não tem nada a acrescentar, que o Pedro Bial vem passando por situações bastante comprometedoras desde que se meteu a apresentar o programa, que como apresentador de televisão tem obrigação de cuidar do que diz, que é uma lástima que a televisão brasileira seja tão ruim, quando talvez seria ela o meio de grande alcance e acesso à cultura, arte, educação (porque não) e entretenimento (inclusive) para grande parte do povo brasileiro e que não deveria se dar ao luxo de exibir, em horário nobre ainda por cima, um programa tão inútil quanto este.

Não que a televisão deva assumir a responsabilidade institucional de educar, mas não suporto (e aqui estou sendo intolerante) que se apresente de forma exclusivamente comercial, levando em conta apenas o ibope e interesses econômicos descartando qualquer função social. O público que infelizmente não recebeu a oportunidade de desenvolver uma consciência crítica, ou que incorpora valores, opiniões e comportamentos sem fazer qualquer juízo de valor por uma questão cultural, ou de postura, passa apenas a reproduzir o que vê sem qualquer questionamento. É uma questão de educação e de cultura, embora eu ache que mais de educação do que de cultura.

Mas o que percebo, além da discussão sobre a qualidade da televisão brasileira e da postura do público, é que há uma intolerância em relação à ignorância alheia, ao erro do outro. Digo isso partindo do meu exemplo e do que tenho percebido a minha volta. Uma intolerância que vem do preconceito em achar que o saber formal, acadêmico, e porque não dizer elitizado, está acima de outros saberes. O saber popular, o saber do cai e levanta do dia-a-dia, o da conversa na mesa de bar, o da troca entre colegas de trabalho, o da relação com pessoas de culturas e origens diferentes deveria ser tão valorizado quanto o primeiro.

Neste contexto de valorização prioritariamente ao saber formal é que intolerância à "ignorância" alheia se instala. E não saber quem é um deus da mitologia grega, ou romana, passa a ser um problema seríssimo. Não se trata de achar que Bial possa dizer o que bem pensa na televisão, nem que as pessoas devam se conformar em não conhecer mitologia ou qualquer outra coisa, mas há que se trabalhar a tolerância ao erro, ao diferente, ao que sabe as coisas do mundo apenas, ao que sabe outras coisas, ao que discorda.

Que ao invés de indignação, haja a discussão saudável e que se possa, no final das contas, aprender alguma coisa com isso.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Se a moda pega...

Entidades querem “provão” para candidatos a vereador e prefeito

Entidades de classe e movimentos sociais organizados de Januária, município de 63 mil habitantes, no Norte de Minas, vão pedir que o juiz eleitoral da comarca aplique teste os candidatos a vereador e prefeito suspeitos de serem analfabetos. A iniciativa é da Associação dos Amigos de Januária (Asajan), entidade que se tornou referência regional no combate à corrupção, e conta com apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e do comitê municipal do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral.

As entidades vão sugerir que o teste a ser aplicado seja de leitura, interpretação de texto e escrita. Quem não atingir nota mínima, a ser definida pelo juiz eleitoral, teria o registro de sua candidatura negado. O presidente da Asajan, Cleuber Carvalho Oliva, explica que políticos analfabetos causaram estrago enorme ao progresso e desenvolvimento do município. Ele explica que o problema é grande, tanto no Poder Executivo quanto no Legislativo. “Legislar e fiscalizar são as duas tarefas mais importantes dos vereadores. Temos visto vereadores votarem de qualquer jeito em matérias extremamente complexas e importantes, sem ter lido e sem compreender a importância e o conteúdo delas, simplesmente porque não sabem ler ou interpretar seus textos”, ele diz.

Cleuber Oliva explica que em toda a região, projetos de lei como o orçamento, plano plurianual, plano diretor e mesmo matérias menos complexas são aprovadas a toque de caixa, tendo às vezes grandes repercussões negativas para a população, porque os vereadores não sabem ler ou não compreendem o que lêem”. Mas o problema não é exclusivamente dos candidatos a vereador. Ele lembra que no final de 2004 um prefeito de Januária andava o tempo todo com uma filha a tiracolo, para que ela lesse os documentos que precisava assinar. “Esta é uma situação ridícula e inaceitável numa cidade do tamanho de Januária”, desabafou.Para as entidades, a aplicação do teste se justifica. “Que estímulo os jovens têm para estudar, se vêem políticos analfabetos ganhando R$ 3,5 mil por mês como vereador, mais R$ 2,8 mil de verba de gabinete, para freqüentarem apenas duas reuniões mensais da Câmara Municipal, e com 90 dias de férias por ano?” – indagou.

Por outro lado, Cleuber Oliva afirma que com tantos programas governamentais de estímulo à educação de jovens e adultos, é um dever de quem pretende ser candidato procurar estudar e deixar de ser analfabeto. A decisão de avaliar a capacidade de leitura e escrita dos candidatos ao cargo de vereador é inédita no Norte de Minas. O presidente da CDL de Januária, Alessandro “Tan” de Azevedo Gonzaga informou que a entidade já está desenvolvendo um trabalho para elevar o nível intelectual da Câmara de Vereadores, incentivando pessoas de bom nível cultural e educacional a se candidatar.

A iniciativa de “barrar” candidatos analfabetos tem apoio integral da entidade classista. Para o presidente da CDL, “um cidadão analfabeto, que não sabe ler ou escrever não tem condições de legislar. Ou seja, não tem capacidade de ser vereador ou prefeito”, avaliou. Para ele, candidato analfabeto não ajuda no debate sobre projetos para o município.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Miss Gay - Sul Fluminense

Acontecerá em Valença, neste sábado, 19 de janeiro, o Concurso Miss Gay Sul Fluminense.

O evento será a partir das 23:00 horas, no Clube dos Coroados. Venda de mesas antecipadas a R$60,00 com Lelei, Alexandre Cabeleireiro, Izabel Cristina 100% Cor e Grife Basic.

METAL FEST II

A segunda edição do Metal Fest vem com as seguintes bandas:

MORLOCK (Juiz de Fora-MG)

NECROZONE (Valença-RJ)

INFERNAL BLASPHEMY (Rio de Janeiro-RJ)

LAND OF TEARS (Rio de Janeiro-RJ)

HEMATOMA (Cruzeiro-SP)

OBSCURI INFERI (Volta Redonda-RJ)


Dia: 26 de Janeiro de 2008
Local: Mr. Night (ao lado do ITERP)
Ingressos antecipados R$ 5,00
Início: 17 hrs

O evento contará com venda de demos e camisas, além de sorteio de brindes.

Mais na comunidade do evento:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=41596296&refresh=1

cartaz http://www.orkut.com/AlbumZoom.aspx?uid=14873995932081794383&pid=1200156322387&aid=1200130540

Realização Darkness Dimension produções

VQ - A Festa!

Saudações alvinegro-gloriosas, oh rebelados que não conhecem a honra de torcer pelo Campeão Carioca de 2008 (é isso mesmo, nos primeiros minutos de 2008 descobri meu dons premonitórios para um curto prazo de 3 meses - ou seja, em abril revelarei que também seremos campeões da Copa do Brasil, mas isso é pra outra discussão)

Infelizmente estou sem acesso diário a este querido blogue. Minha empresa está na minha cola e bloqueando todos os meus acessos para o enriquecimento intelectual e prático a fim de ajudar a promover a construção de uma nova sociedade, hehehe.

Estou há uma hora no computador lendo as postagens dos tópicos. Finalmente estamos no caminho que objetivamos com este blogue e o nosso VQ: a discussão de uma cidade, município, estado, país e mundo diferentes.

E falando em VQ, recebemos do Vitor um e-mail interessante sobre uma festa realizada por uma turma que era da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) para angariar fundos objetivando manter o sítio que criaram ainda na época de estudantes.

Assim, tivemos a idéia de promover algo parecido para a publicação Valença em Questão. Passamos por dificuldades financeiras, de pessoal, de tempo e tantas outras que já devem estar familiarizados de ler em nossos editoriais.

E como faremos aniversário de três anos em 22 de abril de 2008, resolvemos promover uma festa para fazer um caixa e seguir na luta. Ainda estamos no planejamento, mas que vai ficar bacana vai.

Os ingressos serão a preços populares, com direito a meia-entrada para estudantes, adultos acima de 60 anos e a quem estamos devendo um bocado de dinheiro (só com este último grupo já dará para lotar o salão!).

Então, logo depois do carnaval divulgaremos o local, horário, esquema de ingressos, lista amiga e locais de compra (inclusive pela internet).

E colaborem conosco. Deixem idéias, entrem em contato, arranjem patrocinadores e mobilizem seus amigos/parentes/inimigos.

Mas o que importa mesmo é estarmos juntos confraternizando este projeto que acreditamos e lutamos para que seja da maioria (com escolhas, sem imparcialidade, com parceiros estratégicos bem definidos e sem amarras).

Vamos juntos e que venha a mulambada, a camisa mais feia do Brasil e o Fraco da Grama!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Concurso de Marchinha

Embarcando nessa onda de carnaval que, timidamente tem se manifestado neste blog, lanço aqui a proposta de um concurso de marchinha de carnaval sobre Valença. Conheço uma galera que tem experiência nisso, e já fez música boa em outros carnavais. Mas este seria aberto para todo mundo. A gente publica aqui e a galera vai votando. A marchinha vencedora desfila no final de semana pós carnaval em Valença. E a gente vai cantando atrás com os copos nas mãos. Inauguraríamos assim o bloco...vamos precisar de um nome também. Fica aí a sugestão, será que pega?

Evoé, Bacco!




Este samba é de autoria de Didi Pedalada, Marcos Fuinha, Turco Otomano e eu, Francisco do Trance.

Samba concorrente para o carnaval 2008 do Bloco "Meu Concreto Tá Armado", dos alunos de Arquitetura e Engenharias da UFJF, que sai na quinta antes do carnaval do campus da universidade.

Cadência: marcha/rancho. Dó Maior.
Adversory stupid lirics

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Meu concreto tá armado
tá esperando a conclusão
da estrutura planejada entre a
sua viga e o meu vergalhão (minha euforia e o seu coração)


Hoje festa aqui é animada
é carnaval, é o esplendor (uh demorô!)
Niemeyer quem fez o projeto
para os 100 anos do nosso amor.


Desfilando eu vou nessa avenida
na base da empolgação (tô armadão!)
que lá na minha terra
também é conhecida como batida de limão ( ... )

Refrão:

Tráz a cachaça e o limão
areia, cimento e brita
o concreto é armadão!
Sem viagra ou levitra

E-e-e-e eu vou dizer:
meu concreto tá armado
(envergado e torto)
mirando todinho para vooocêêêê!






cacildis!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Esbregue arriscado

Por Rodrigo Bodão, do Ombudsman do Capeta (linque no Blogs amigos)

Explico porque do arriscado: envolve pessoas mui próximas e cientes desse presente veículo inútil (graças a deus)de devaneios, urros, esculachos e gargalhadas...


Outro dia desses, obedecendo ao rotineiro intimato conjugal do 'vem pra casa AGORA!', sem nenhuma conotação erótica, ainda que de possível negociação, adentrei meu lar e liguei a tv. Estava passando BBBunda... Justamente no momento em que as novas bestas de plantão estavam acomodadas defronte ao oráculo de plasma de onde relincha nosso repórter metido a poeta, ex-marido de atriz-ladra-mulher-que ama-demais,nosso irrefutável porta-voz da mediocridade, Pedro Bial.Ele, querendo fazer uma gracinha e tirar uma onda de letrado, questionou a bicha-barbuda-psiquiatra-chato-pra-caralho sobre a viadagem transmitida em rede nacional, em que o pederasta alienista denominava cada idiota da casa com o nome de um deus grego mitológico.

Ah, Bial...

eis que nosso pretenso poeta-apresentador-pau-no-cu-do-BBBunda nos agraciou com uma pérola digna de sua imbecilidade global arrogante.

Querendo demostrar ilustração, disse ao doutor peroba que Dionísio era a tradução romana para Apolo.

PUTA QUE PARIU!!!!!

Se errasse somente a língua traduzida eu perdoava, mas isso não!!!!

Bem, pra quem não sabe, Dionísio é o correspondente GREGO para Baco, este sim, romano, deus do vinho e da orgia, sentido aproximado de Dionísio para a Grécia. Apolo, deus da beleza e retidão, significa na mitologia GREGA justamente seu oposto.

Ah, Bial...

Pior: comentei essa estupidez para duas colegas de trabalho, uma psicóloga e outra pedagoga, profissões nomeadas por radicais gregos,diga-se de passagem, e estas ficaram me olhando como quem espera o desfecho da piada, sem entender patavina.

Obviamente não riram nem perceberam a magnitude da gafe.Sacanagem, não...

Olha, cá pra nós, penso que pessoas com tais formações, filiadas às ditas Ciências Humanas, assim como o pretenso poeta-apresentador-pau-no-cu-do-BBBunda, repleto de assessores subservientes, teriam, minimamente, a obrigação de perceber algum desses equívocos.

Mas não.

A educação está uma merda!

A televisão fede!

E a única saída é contar essas histórias escrotas e rir pra não chorar...

Isto é...

Se é que vocês me entenderam...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Imprensa que eu Gamo

Segue o samba do Imprensa que eu gamo. O bloco dos jornalistas sai domingo (20), às16h, no Mercadinho São José, Laranjeiras, no Rio de Janeiro

Na tropa do Imprensa ninguém pede pra sair

Compositores: Batalhão de Foliões Especiais (Bofe): Capitão Nascimento, aspiras 01, 02, 03... 022, 024, 069 e 171, mendigos da Cinelândia e Cícero do Capela

(Me acode!)

Me acode São Sebastião

Que este bofe anda muito truculento

Hoje eu faço procissão

É Zé Pereira no lugar do Nascimento

Esse negócio de apertar o "zero um"

Virou um vício, deu manchete de jornal

Mas hoje a minha tropa é de bebum

E o Imprensa anuncia o carnaval


Refrão (2 x)

Minha cidade ainda é maravilhosa

Tá cheio de avião, relaxa e goza

(Meu capitão)

.

Meu capitão é um “vaiado”

E o Chavito não quer mais ficar calado

Ô, seu Renan, pára de papo

171 a gente manda paro o saco

Sacudiram minha Mangueira

E o leitinho já saiu adulterado

Mas na Playboy apareceu uma leiteira

E me disseram que ela veio do Senado

Refrão (2x)

Imprensa que eu gamo, a caveira é uma flor

Aspira meu cangote... amor

A água, Valença e o futuro

Em tempos de discussão – da maior relevância – sobre a concessão da gestão do sistema de água e esgoto de nossa cidade, abre-se a porta para o debate – tão relevante quanto – sobre o nosso futuro em relação ao abastecimento de água em todo o mundo. Estudos mostram que 1 bilhão de pessoas já não têm acesso à água de boa qualidade e 2,6 bilhões não dispõem de saneamento adequado.

Esses estudos só revigoram a importância desse duelo travado entre poder público e sociedade civil. De um lado, a sociedade exigindo sua participação na discussão da concessão de um bem público durante as próximas três décadas. De outro, a prefeitura passando por cima do Plano Diretor Participativo de Valença, elaborado com apoio popular. As confusões do governo Fábio Vieira nesse processo foram reafirmadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, que deu parecer favorável à suspensão, e pelo Tribunal de Justiça, que julgou ser necessário uma análise mais elaborada.

Mas não apenas as irregularidades do processo são peças importantes. A concessão se dará para os próximos 30 anos. Em se tratando da água, um bem essencial à sobrevivência e limitado, é preciso ainda pensar em medidas para se evitar o desperdício. Em qualquer acordo/concessão de água, cada vez se faz mais necessário prerrogativas de um uso racional. Por exemplo, com a água perdida diariamente nas capitais brasileiras, seria suficiente abastecer 38 milhões de pessoas por dia, ou seja, o consumo de água suficiente para mais de 543 Valenças é desperdiçado diariamente em nosso país.

Felizmente existem exemplos positivos. Tóquio, no Japão, desde 1901 se preocupa com essa questão, quando iniciou o processo de preservação das áreas de mananciais, localizadas nas nascentes dos principais rios japoneses (Tama, Tore e Ara) e abrigadas por uma imensa floresta. A manutenção da floresta garante o fornecimento de água para o maior aglomerado urbano do mundo, com 31 milhões de pessoas, que consomem 6,23 bilhões de litros de água por dia.

Em Nova Iorque também há essa preocupação. Desde a década de 1990 iniciaram um processo de uso racional da água e de proteção das bacias hidrográficas, forma mais econômica do que investir no tratamento de água já utilizada. Como exemplo para o consumo racional, foi realizado um programa de subsídios para a substituição de todas as válvulas de descarga das residências, diminuindo o consumo.

Por outro lado, são ações isoladas que sozinhas não alteram o problema como um todo. O Brasil, que possui 12% de toda a água doce da superfície do planeta, é um dos países que mais desperdiça água no mundo. Segundo estudo divulgado no final de 2007 pelo Instituto Socioambiental (ISA), que realizou levantamento da situação do abastecimento público e do saneamento básico nas 27 capitais brasileiras, 45% da água retirada dos mananciais das capitais são desperdiçados em vazamentos, submedições e fraudes. Essa quantidade é suficiente para atender ao consumo diário de 38 milhões de pessoas.

Além da preocupação com o uso racional, o tratamento é outro ponto a ser debatido. Lixo, enchentes, contaminação dos mananciais e água sem tratamento estão diretamente ligadas a doenças como diarréias, dengue, febre tifóide e malária. Doenças que matam milhares por ano, especialmente crianças, transmitidas por água contaminada por esgotos humanos, dejetos animais e lixo. No Brasil, 70% das internações na rede pública de saúde estão relacionadas a doenças transmitidas pela água.

O que está em jogo são as futuras gerações. E esse jogo não será ganho sem o empenho de toda a população (não apenas a valenciana), empenho que vá desde a mudança dos hábitos individuais – como escovar os dentes ou fazer a barba com a torneira aberta, lavar calçadas – ao enfrentamento coletivo das grandes causas estruturais – como questionar os poderes públicos e privados, que devem dar destinação mais útil a seus recursos e tratar a água com racionalidade. É fundamental que os governantes adotem políticas públicas que promovam a proteção dos mananciais, a ampliação das áreas permeáveis e a diminuição dos desperdícios. Mas para isso acontecer, e temos um exemplo em nosso quintal, é preciso que sejam pressionados pela sociedade.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Globo esconde fatos para atacar o MST *

No dia de Natal, O Globo presenteou seus leitores com mais um ataque ao MST, seu inimigo de classe declarado. O título da matéria é o mesmo de sempre, só muda o local. É quase um carimbo, já pronto: “MST invade fazenda histórica em Valença”.

O sub-título da matéria cria o clima de repulsa aos vândalos, incultos e ignorantes daquele movimento: “Propriedade construída em 1830, produz café e feijão e tem atividades pecuárias”. Vejam só que horror! Uma fazenda histórica, que é ponto turístico integrado ao projeto Preservale, invadido por umas famílias miseráveis que nem casa têm! “É uma brutalidade invadir uma propriedade privada, produtiva e com os impostos em dia”, disse o presidente da Preservale.

Brutalidade é esconder a verdade, no dia de Natal! Brutalidade é contar só uma parte dos fatos como fez O Globo. Mas é assim que funciona a sociedade. O Globo tem suas escolhas. Defende seus interesses de classe. Faz a disputa da cabeça de milhões de ouvintes, telespectadores e leitores. E nessa luta esconde, encobre a verdade. Qual a verdade que o jornalão escondeu? Muito simples.

Em 2005, o INCRA fez vistoria nesta fazenda e a classificou como improdutiva. Com esse laudo, o Instituto enviou o processo de desapropriação para a Casa Civil. O pedido foi aprovado por aquela Casa e pela Presidência da República. Hoje, está em fase final de desapropriação. Só falta o INCRA depositar o dinheiro da indenização ao dono e entregar o título de posse final às 75 famílias acampadas na fazenda desde o dia 8 de dezembro último. Por que o MST, então, ocupou esta terra? Para acelerar o ritmo do INCRA. Para não deixar a execução da ordem de desapropriação para o dia de são nunca!

E O GLOBO? Está na dele. Joga uma lona sobre o fato que desde 2005 a fazenda foi definida como improdutiva e ponto final. É assim que age a mídia empresarial: com absoluta e total...parcialidade.

* Por Vito Giannotti – publicado no Boletim Eletrônico do Núcleo Piratininga de Comunicação (www.piratininga.org.br).

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

O ópio do povo

“A religião é o ópio do povo” - Karl Marx

Ontem, estreou na televisão brasileira, pela Rede Globo, mais um Big Brother Brasil, para os mais íntimos, o BBB. Nos próximos 3 meses inevitavelmente este será o assunto dominante nas mesas de restaurantes, rodinhas de amigos na escola, no cafezinho do trabalho. Ninguém escapa. É o programa que, chuto eu, tem alcance indiscriminado entre todas as classes sociais. Até aqueles que dizem odiar, ou os que simplesmente não se interessam acabam sendo contaminados, ou no mínimo, se sentindo deslocados e acabam dando uma “espiadinha”, como manda Pedro Bial.

Se Marx tivesse tido tempo diria: “A televisão é o ópio do povo”.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Se a moda pega...

O governo da Holanda tem fama de ser o mais liberal do mundo em relação às drogas. Há praças públicas onde elas podem ser consumidas livremente. Gente que já esteve por aquelas bandas diz que o "espetáculo" é deprimente. Acredito.


Mas duas empresas de Amsterdã resolveram ir além: lançam dois licores - o Squeeze Hennep e o Kierewiet - feitos com extrato de maconha. As novidades foram reveladas durante a feira internacional de bebidas Horecava.

Os licores serão vendidos normalmente em supermercados e lojas especializadas. O porte de até 5 gramas de maconha por pessoa, a venda em estabelecimentos autorizados e o consumo são permitidos no país desde a década de 70. Não se anime, a importação não está autorizada.

domingo, 6 de janeiro de 2008

Contemplando o fogo

"(...)
Olhando o fogo também pensei em seu poder hipnótico e em como ele devia inflamar a imaginação de quem o contemplava, no tempo das cavernas, e via nele fantasmas e presságios. O fogo era, de certa forma, a televisão da pré-história — com uma programação muito melhor."

Luiz Fernando Veríssimo, em crônica de hoje, no Blog do Noblat (http://oglobo.globo.com/pais/noblat/)

sábado, 5 de janeiro de 2008

Banda Aríete

Botafoguenses gloriosos e demais que contratam, contratam, mas não ganharão nada,

Segue abaixo uma dica pra lá de bacana: é o saite da banda Aríete, de Valença/RJ, que faz um rock muito bom.

http://www.bandariete.com/


Um dos pontos legais é que disponibilizaram as músicas próprias para baixar.

Saudações alvinegras-gloriosas-rockeiras

Pré-vestibular gratuito

Serão abertas no próximo dia 10 de janeiro as inscrições para o curso pré-vestibular gratuito (Prevest), com uma disponibilidade de 120 vagas.

Os interessados deverão se inscrever no prédio do Instituto de Educação Deputado Luiz Pinto, que fica na Rua Coronel Benjamim Guimarães, nº 104, de segunda a sexta-feira, das 19:00 às 21:00 horas.

É necessário apresentar os seguintes documentos: comprovante de residência, comprovante de escolaridade, comprovante de rendimento, identidade ou certidão de nascimento.

As inscrições se encerrarão no dia 31 de janeiro.

Fonte: www.valenca.rj.gov.br/noticias

Flores no vaso


Se não fosse o Van Gogh, o que seria do amarelo?
Mário Quintana

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Acontece em Valença o 37º Encontro de Folia de Reis, o 1º Cortejo de Reis de Valença, jornada 2007/2008, com programação de 26 de dezembro até 06 de janeiro.

Até o dia 04 de janeiro de 2008 há adoração do Presépio com presença das Folias, uma por noite, com início às 19:30 horas, no Pavilhão Leoni.

No dia 05 de janeiro, sábado, está programado cortejo com os grupos de Folia de Reis, saindo às 18:00 horas da Praça Visconde do Rio Preto em direção à Catedral. Às 19:00 horas, terá início o 37º Encontro com apresentação das seguintes Folias: Folia da Fatinha (Santa Inácia),Folia do Sr. Antônio (Barão de Juparanã), Folia do Calixto (Pedro Carlos), Folia do Carlinho (Pentagna),Folia do Zezinho (São Bento), Folia do Santo Preto (Aparecida), Folia do Doca (Serra da Glória), Folia do José de Souza (Cambota), Folia do Claudinei (Biquinha), Folia do Evanil (Parque Pentagna), Folia do Paulinho Charrete (Biquinha).

No domingo, 06 de janeiro, haverá o encerramento da jornada, a partir das 17:00 horas, com os grupos: Folia da Dona Regina (Comunidade de Chacrinha), Folia do Torrada (Barroso), Folia do Julio Cassimiro (Hildebrando Lopes), Folia do José Antônio (Jardim Valença), Folia do Osvaldo (Cambota),Folia do Francisco (Triângulo), Folia do Zé Bolinha (Carambita), Folia do Menezes (Biquinha e Folia do José Jorge (Canteiro). Este evento tem total apoio da Catedral de Nossa Senhora da Glória.

Fonte: www.valenca.rj.gov.br Realização: Secretaria de Cultura e Turismo de Valença

domingo, 23 de dezembro de 2007

Virada Multicultural de Valença

Dias 28, 29, 30 e 31 de dezembro/2007 - Shows gratuitos

Dia 28 (sexta-feira): Rock, Clube das Laranjeiras, às 22:00 horas

Dia 29 (sábado): Samba de Mesa, Praça da Bandeira (Grade), a partir das 15:00 horas e Música Popular Brasileira, na Rua Padre Luna com Rua dos Mineiros, às 21:00 horas

Dia 30 (domingo): Forró e Calango, no Mercado Municipal, às 10:00 horas

Dia 31( segunda-feira): Hip-Hop, Clube Laranjeiras, a partir das 17:00 horas e show da Virada Multicultural com a Banda da Virada, no centro, a partir das 22:30 horas, com sensacional queima de fogos.

Realização: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Casas populares e reforma do teatro

Do sítio da Prefeitura Municipal de Valença: www.valenca.rj.gov.br/noticias.htm

Convênio entre Prefeitura e Caixa Econômica Federal para a construção de 35 casas populares no Loteamento Vadinho Fonseca e convênio entre Governo Federal e Prefeitura para a reforma do Teatro Municipal Rosinha de Valença, ambas em fase de licitação.

A primeira obra deverá ter início no mês de janeiro de 2008, com término previsto para cerca de sete meses. “A Caixa disponibilizará R$585 mil e a contrapartida da Prefeitura será de R$498 mil”, disse Walter Tavares, lembrando que as casas, já com beneficiários, terão quarto, sala, cozinha e banheiro, além de espaço para ampliação.

E, a segunda melhoria para o município, contará com participação da União, no valor de R$300 mil e contrapartida da Prefeitura de R$60 mil. O teatro também terá a obra iniciada em janeiro de 2008, com prazo de conclusão de cinco meses. Este importante espaço cultural ganhará reforma geral na iluminação, acústica, telhado e etc.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Ação popular contra a concessão da água em Valença

Sexta–feira, dia sete de dezembro, representantes da sociedade civil organizada entraram com uma ação popular que pretende anular o processo de licitação para concessão da gestão do sistema de água e esgoto em Valença.

As autoras da ação, Clara Pentagna, Marilda Vivas (ambas do Movimento Por Amor à Valença) e Maria Lucia de Mendonça (Presidente do Conselho da Cidade, o ConCidade), resolveram recorrer ao judiciário após terem falhado todas as tentativas de aumento da participação popular na definição da política de saneamento em nossa cidade.

Elas apontam uma série de irregularidades no processo administrativo que corre na prefeitura para a concessão, sendo até mesmo a definição desse modelo, sem a realização prévia de audiências públicas previstas no Plano Diretor Participativo de Valença, uma ameaça ao futuro da água para a população de Valença.

A questão da água tem gerado muita polêmica ao longo de todo este ano e parece que a solução ainda está distante. Após o vencimento do contrato de permissão com a Companhia da Água em janeiro, foi assinado um contrato de emergência com a sociedade Águas de Valença, que deveria valer por 90 dias. Porém, este já foi renovado uma vez por mais 90 dias e outra vez por 180 dias, num total de 360 dias, tempo longo pra perdurar uma situação de emergência. Situação esta que foi criada pela própria prefeitura, que devia ter se planejado mesmo antes de vencer o contrato com a Companhia da Água, no início do ano.

Para contornar essa situação, foi criada uma comissão especial de licitação que deveria conduzir o processo para a escolha da empresa apta a assumir a gestão do sistema de águas e esgotos no município, através do sistema de concessão.

Segundo as autoras da ação, que acompanham de perto o processo de concessão, a condução que o governo Fábio Vieira dá ao tema é desastrosa. Em primeiro lugar, elas apontam o Plano Diretor Participativo de Valença, que foi elaborado com amplo apoio popular, como o marco definidor da política para gestão hídrica no Município. Esta lei foi violada pela 2324/07, aprovada no inicio do ano e que autoriza ao prefeito realizar a concessão. Segundo elas, quem escolhe o modelo de gestão é o povo, através de audiências públicas, como definido na lei do Plano Diretor.

No entanto, a atual fase do processo licitatório viola a própria lei 2324. Esta condiciona a concessão à definição prévia pela Câmara de Vereadores da tarifa a ser aplicada à concessão, o que não foi feito. Esta definição da tarifa pela Câmara teria como base um estudo técnico e financeiro, sem o qual seria impossível se conhecer a situação em que se encontra a distribuição de água e o esgotamento sanitário no município. Nem mesmo este estudo foi realizado.

As autoras acusam ainda o prefeito e toda a comissão especial de licitação de agir de forma autoritária e antidemocrática ao longo de todo o processo de concessão. Elas apontam como exemplos dessa conduta a realização de audiências públicas com a finalidade de “apresentar” o modelo de gestão e a produção de um “plano diretor de saneamento” sem a devida base técnica e econômico-financeira para viabilizar um conhecimento sólido da realidade que se apresentará pra gestão hídrica, seja por uma concessionária, seja diretamente. Para elas, esses atos tinham objetivo de dar aparência de legalidade ao processo, que se desenrola sem observar a opinião da população e os requisitos determinados pela lei.

O processo de licitação está em curso. Os interessados em contratar com a prefeitura a gestão da água já adquiriram cópias do edital e a abertura dos envelopes com as propostas está marcada para o dia três de janeiro de 2008. O vencedor terá o prazo de 30 anos para explorar o setor de distribuição de água e esgoto em todo o município.

A água, fundamental para a vida, preocupa toda a humanidade pela sua escassez certa em um futuro próximo. Em Valença, esse recurso tem seu controle definido sem a participação popular direta ou indiretamente, e com o desrespeito à lei.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Os brancos são mais iguais

O lema fundamental da dominação capitalista e imperialista continua sendo “Civilização ou barbárie”. Civilização para os dominantes e barbárie para todos os outros. Civilização para os brancos, ocidentais, protestantes ou católicos, europeus ocidentais ou estadunidenses. Mas é a cor da pele a bandeira da sua superioridade.

Não por acaso, Hollywood, a maior fábrica de racismo do mundo, promove a criminalização das outras “raças”, sejam índios dos EUA, os africanos, árabes, japoneses, chineses, coreanos, mexicanos ou qualquer outra variante dos não-brancos. O único filme produzido nos EUA contra a potência que promoveu a maior “limpeza étnica” da história da humanidade, a Alemanha, foi realizado por um não-estadunidense, Charles Chaplin, com “O grande ditador”. O clima contra ele ficou tão insuportável que precisou sair às pressas dos EUA, antes mesmo do lançamento do filme.

Hollywood narrou a história do massacre das populações indígenas nos EUA como uma saga da “civilização” resgatando palmo a palmo o território dominado por “peles vermelhas” “traiçoeiros”. Indômitos cowboys, chamados de “mocinhos”, enfrentando os “bandidos” das populações originárias.Recorrentemente, renascem as teorias e as afirmações racistas sobre a suposta inferioridade intelectual dos negros. Bem antes das declarações do prêmio Nobel sobre o tema, surgiu a “teoria dos sinos”, que repetia a mesma ladainha de sempre. Os negros teriam características que os tornam excelentes para as atividades atléticas. Chega-se ao requinte de elaborar mapas da origem dos africanos, pois certas regiões estariam mais adaptadas para a produção de atletas para corridas de longas distâncias, pela resistência, enquanto, outras, produzem os de curta distância, pela rapidez. Este reconhecimento do desempenho atlético é uma espécie de “compensação” à inferioridade intelectual que se lhes quer impor. Um autor que vive recomendando as melhores leituras para todo o mundo, não hesitou em perguntar onde estaria o Shakespeare africano. Um modo de dizer que só está disposto a rever sua tese sobre a inferioridade intelectual e cultural dos africanos quando estes forem capazes de apresentar conquistas intelectuais similares às européias.

A colonização e a escravidão, que parecem fenômenos passageiros, que não deixaram marcas na trajetória nem dos que se enriqueceram, nem dos que se empobreceram com elas, nunca aparecem nos seus preciosos “cálculos” . Colonização e escravidão foram formas de recrutar uma raça inferior para trabalhar para a raça superior, em nome do “progresso” e do “desenvolvimento”. Colonização e escravidão transformam-se em categorias atemporais, que beneficiaram a “humanidade”, a “civilização”, apropriada pelos brancos ocidentais cristãos.Esses raciocínios pseudo-científicos procuram desqualificar as outras etnias e combater algumas conquistas políticas, como é o caso especialmente das cotas. Afinal, de que adianta promover os negros, já que sua inferioridade é genética!

Quando esta concepção ganhou a Califórnia, o resultado foi arrasador para os negros, pois os brancos e os de origem asiática se repartiram entre si as vagas das universidades e os negros foram praticamente excluídos. É uma manobra intelectual para justificar a imposição da hegemonia das idéias dominantes na sociedade mercantilizada dos EUA: os pobres – entre eles os negros - não são produzidos pela estrutura econômica e social capitalista, eles são os “perdedores” de um jogo onde tiveram as mesmas oportunidades que os outros, mas foram vencidos no concurso meritocrático da excelência, da produtividade, do custo-benefício.

Todos são iguais, mas os brancos são os mais iguais, os mais “civilizados”, os mais inteligentes – e mais ricos, mais poderosos, mais beligerantes, os mais agressivos, os mais discriminadores, os mais exploradores.

Emir Sader - Blog do Emir - www.agenciacartamaior.com.br

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Crise no Instituto de Educação

Carta enviada ao SEPE/RJ pelo professor de história Alexandre Fonseca:





Caros companheiros (as):

Venho, por meio deste, informá-los sobre a crise administrativa por que passa o Instituto de Educação Deputado Luiz Pinto, um dos maiores e mais tradicionais educandários da rede pública estadual de Valença, onde atuo como docente, crise esta que se aproxima de um desfecho indesejado e preocupante para todos que acreditam numa educação pública politica e socialmente libertadora.

O IEDLP, em seus mais de quarenta anos de existência, tem uma longa folha de serviços prestados à educação valenciana e fluminense, porém nos últimos anos passa por sérias dificuldades. Parte delas está relacionada a uma crise de paradigmas educacionais: nossa escola notabilizou-se no passado recente por oferecer um ensino de qualidade reconhecido por todos na comunidade, porém combinado a modelos de gestão autoritária e rigidamente disciplinadora e a um certo elitismo social, o que, de certa forma, era concernente ao contexto político da época. Entretanto, as mudanças por que passaram a sociedade nos últimos anos, puseram em cheque este paradigma: de um lado, o aprofundamento das práticas democráticas na sociedade repercutiram no interior da escola, de outro lado o acesso das crianças oriundas das classes populares e da periferia trouxe novas realidades com os quais tivemos dificuldade de lidar. O IEDLP, em parte nostálgico dos velhos tempos, em parte desejoso de se adaptar aos novos, ficou perdido entre o passado e o futuro.

A esta questão, de ordem genérica, deve-se somar outras de natureza diversa: gestões problemáticas, deficiências estruturais e, sobretudo, interferências políticas indevidas no cotidiano escolar. Em 2007, a crise aproximou-se do caos, quando a escola sofreu o processo de municipalização das suas séries iniciais (educação infantil e primeira série do ensino fundamental) e esteve ameaçada de perder o seu histórico prédio anexo.

Graças a uma inédita mobilização de toda a comunidade escolar, da qual participaram este sindicato, professores, alunos e pais, conseguimos obter um acordo com a SEE-RJ e com o governo municipal de Valença, que nos garantiu a manutenção do prédio e a lotação das professoras que, até então, atuavam nas turmas municipalizadas. A partir de então, segundo orientação que nos foi dada pela SEE-RJ, na pessoa da Professora Ana Lopes, um grupo de professores passou a elaborar um projeto de reestruturação pedagógica do IEDLP com a intenção de transformá-lo numa escola pública de referência no Estado do Rio de Janeiro.

Enquanto a crise administrativa se agravava e gerava descontentamento de todos na comunidade escolar, mas também dava margens a manipulações políticas da parte de pessoas interessadas apenas em se apoderar da direção a todo custo, víamos, no projeto que elaborávamos, uma saída verdadeiramente renovadora para o IEDLP, saída esta que, no nosso entender, passava necessariamente por um processo de democratização da escolha e do exercício da gestão em nossa escola. Em outras palavras, o sucesso do projeto do NOVO IEDLP está diretamente e necessariamente vinculado a uma praxis de gestão democrática da escola.

Por este motivo, foi grande a nossa decepção, quando, exatamente no dia em que fizemos a entrega do projeto a SEE-RJ, fomos surpreendidos com a notícia de que a atual direção da escola fora destituída e uma outra equipe já havia sido indicada para o posto. É certo que direção ora destituída fora antes empossada por indicação política em seu primeiro mandato, embora tenha recebido o respaldo da comunidade escolar, quando dois anos depois o governo do estado promoveu uma eleição para diretores através da constituição de uma lista tríplice mediante consulta à comunidade. Também é certo, que em parte, já era do entendimento de grande parte da comunidade escolar do IEDLP que, após cinco anos, é chegada a hora de mudanças.
Porém, nossa expectativa era de que todo o processo de mudança fosse conduzido de baixo para cima, pela própria comunidade escolar. Porque desejávamos que, no decorrer deste processo, pudéssemos não apenas escolher os novos diretores, mas também e sobretudo discutir os problemas da escola e suas possíveis soluções. Enfim pudéssemos refletir sobre QUAL ESCOLA QUEREMOS.

Infelizmente, esta nossa expectativa se vê mais uma vez frustrada pela forma impositiva e antidemocrática como se está procedendo a troca de direções. Pouco interessa quais são os nomes indicados para a direção da escola. Não convém, por razões éticas, julgar de antemão sua capacidade administrativa, embora, por se sujeitarem a este tipo de conchavos políticos, seja de se esperar que não estejam devidamente comprometidos com uma educação democrática e socialmente libertadora. Mas isto não vem ao caso.

Desejo apenas alertar que, neste caso, os fins dificilmente justificarão os meios, isto é, a simples destituição da atual direção e a nomeação de outra, por acordos feitos nos bastidores da (má) política, sem que a comunidade escolar seja consultada, não contribuirá em nada para solucionar a crise do Instituto e, ao contrário, poderá agravá-la, posto que a insatisfação, o desânimo e até a revolta de professores, alunos, pais e responsáveis tendem a aumentar.

Não escrevo aqui, como porta-voz outorgado pela comunidade do IEDLP. Não tenho esta pretensão. Mas, após quase dez anos exercendo docência naquela escola, desenvolvi uma relação multilateral de respeito e afetividade com colegas, pais e principalmente alunos. Com isso, creio que, modestamente, aprendi a sentir as aspirações e desejos coletivos daquele microuniverso que é o IEDLP. E por isso, posso garantir, boa margem de probabilidade, que uma direção indicada de cima para baixo não é que queremos.
Acredito que a democracia ainda é o melhor remédio para as crises. Por isso, peço a atenção do SEPE, que em outros momentos, como o citado acima, já atuou em parceria com a comunidade escolar do IEDLP para pressionar a SEE-RJ para que nos seja dada, de imediato, desde já, a oportunidade de escolhermos democraticamente os nossos próximos gestores e, no bojo da escolha, a possibilidade de debatermos um projeto de escola de qualidade.

Grato por vossa atenção e certo de vossa compreensão,

Agradeço antecipadamente,

Prof. Alexandre Fonseca
matrícula 829237-7

domingo, 16 de dezembro de 2007

Inscrições abertas para curso de Capacitação de Acesso à Terra Urbanizada: Regularização Fundiária e Implementação de Planos Diretores

O Ministério das Cidades, em parceria com a Secretaria de Educação a Distância (SEaD) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), realizará o curso de capacitação de Acesso à terra urbanizada: regularização fundiária e implementação de planos diretores, na modalidade à distância. Com duração de três meses e carga horária de 120 horas, o curso, totalmente gratuito, atenderá a 1.000 (um mil) alunos em todo território nacional.

O conteúdo programático do curso - dividido em 12 (doze) aulas – aborda, dentre outros aspectos, a contextualização do processo de urbanização brasileira, os instrumentos do Estatuto da Cidade utilizados para garantir o acesso à terra e os conceitos e a legislação aplicável da regularização fundiária plena.

O início do curso está programado para o mês de março de 2008. As informações serão divulgadas pelas redes da Secretaria Nacional de Programas Urbanos, pelo sítio internet do Ministério das Cidades e no endereço abaixo. Faça já a sua inscrição:
http://www.sead.ufsc.br/institucional/cursoterra.html ou vá direto para o formulário:
http://inscricoes.sead.ufsc.br/cidades/

Mais informações:
planodiretor@cidades.gov.br

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

VQ 26








Esta é a capa do VQ 26, já em circulação pela cidade. Quem quiser em formato PDF, é só enviar um email solicitando para valencaemquestao@yahoo.com.br






A CPMF já elvis!!!

Governo é derrotado na votação da CPMF. Bem feito, quem mandou andar com Renan Calheiros e cia limitada.




Mas porreta mesmo seria se os nobres senadores agora derrubassem a DRU (estou assistindo TV Senado em plena madruga - esta vida de lobo solitário é soda!)

É ali que tá a sacanagem maior, a DRU é um dispositivo que permite o governo gastar 1/5 do dinheiro nacional naquilo que bem entender. E o Lula gasta, assim como o FHC, pagando Superavit Primário (nome que o FMI achou pra tungar nossa riqueza - uma dívida ilegal, construída em cima de acordos podres que vem do passado e continuam no atual cenário neocolonial, que chamamos inocentemente de "globalização").



Mas o Heraclitão do DEMO já encaminhou que é a favor. Resultado: hunf, num falei: 50 a 18 pela continuação da maldita.

Só o Arthur Virgílio (PSDB) - por oportunismo - e o José Nery (PSOL) - por coerência - encaminharam pelo fim da DRU (Desvinculação das Receitas da União).

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Syngenta fora do Brasil

KENO VIVE!
Na manhã de ontem (10/12), 500 trabalhadores rurais da Via Campesina e do MST ocuparam
fábrica da empresa transnacional Syngenta Seeds, no município de Paulínia, próximo a Campinas, interior de São Paulo, deixando paralisada as operações da unidade de produção de agrotóxicos. O protesto faz parte da campanha "Syngenta Fora do Brasil", lançada por conta do assassinato de Valmir Mota de Oliveira, o Keno, por uma milícia armada, a mando da Syngenta, em Santa Tereza do Oeste, no Paraná, em 21 de outubro.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

A vingança do baiano


Em 1994, fiz com Miss Lilly, a pedido da agência DPZ, o livro São Paulo de Bar em Bar. Visitamos uma centena - um deles, o bar Ca­bral, nos elegantes Jardins. O dono, quando Miss Lilly perguntou sobre a clientela, rela­cionou alguns figurões e arrematou: "Uma coisa eu digo: baiano aqui não entra." Disse com aquele nojo que certos magnatas das classes dominantes devotam ao povo.
Mas por que me lembrei disso? Ah, sim. Em outu­bro, numa esquina paulistana, um "correria" apontou revólver para o apresentador de tevê Luciano Huck e fugiu na moto levando-lhe o Rolex que, segundo as notas que li, vale uns cinco barracas na favela. Huck escreveu na Fo­lhona artigo que causou rebuliço, ao desabafar e cobrar ações das autoridades. Muitos o apoia­ram, e muitos fizeram troça, como dizer que Huck precisou ser assaltado para descobrir a desigualdade que grassa. Na seqüência, a Folhona publicou artigo justo do escritor do Capão Redondo, o colega de hospíoio Ferréz, que resumiu: o correria levou o Rolex que vale várias casas no peda­ço em que ele mora, e Huck ficou com o bem maior, a vida - ou seja, concluiu Ferréz, todos saíram ganhando.
Mas o que tem o bar Cabral a ver com a história? O dono dele era Luciano Huck. Ima­gino então que algum baiano soube da histó­ria que narrei e veio cobrar um Rolex por "da­nos morais".
Mylton SeverianoPublicado originalmente na Revista Caros Amigos (ano XI número 128 novembro 2007, p.11)

sábado, 8 de dezembro de 2007

MST ocupa fazenda em Valença

A Fazenda São Paulo no Município de Valença foi ocupada nessa madrugada (08/12) por cem famílias organizadas pelo MST.

A fazenda tem 1.500 hectares. Na avaliação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), a área foi considerada improdutiva e se encontra na fase final de desapropriação, iniciada em 2003. Este ano o Incra obteve autorização judicial para ‘avaliar’ a fazenda e teve que utilizar da força da Polícia Federal para realizar a avaliação.

A ocupação faz parte da estratégia do MST para acelerar o processo de desapropriação da área que já se encontra no último estágio, só faltando o Poder Judiciário imitir o Incra na posse da área, o que deve acontecer nos próximos dias.

Segundo Luciana Miranda, militante do MST, a ocupação é um ato em solidariedade a D. Luiz Cáppio que se encontra a mais de onze dias em greve de fome contra a transposição do Rio São Francisco e, ao mesmo tempo, um ato de protesto contra os assassinato do militante da Via Campesina Valmir Mota de Oliveira, o “Keno”, assassinado no Paraná, no mês de Outubro.

— Cada vez que eles tirarem uma vida de um companheiro ou companheira nossa, inúmeras fazendas serão ocupadas. Os trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra não se acovardarão ante a aliança entre o latifúndio e o governo federal.


Ainda segundo Luciana, a fazenda que ficou improdutiva durante muitos anos agora produzirá alimentos de qualidade.

Informações à imprensa:

Contatos:
Luciana Miranda - 2452 – 0456 / 9907 – 9606
Guilherme Gonzaga – 3322 – 4574 / 9904 – 2203

Como chegar ao acampamento:
Após o Distrito de Santa Isabel (Município de Valença) seguir em direção a Parapeúna, entrar à direita na Estrada da Fazenda São Paulo, mais ou menos 15 km após Santa Isabel.

"Contra a intolerância dos ricos, a intransigência dos pobres" - Florestan Fernandes

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Eleições para rede municipal de ensino

Serão realizadas no dia 07 de dezembro, sexta-feira, as eleições para os cargos de diretor e diretor-adjunto de escolas municipais, com mais de cem alunos e que apresentaram chapa para o pleito.

Segundo a Secretaria Municipal de Educação, as chapas vencedoras administrarão as unidades nos anos de 2008 e 2009. A eleição acontecerá das 9:00 às 17:00 horas e das 9:00 às 20:00 horas para as unidades que trabalham com o EJA (Educação de Jovens e Adultos).

São votantes professores, funcionários, alunos do segundo segmento do Ensino Fundamental ( de 5 a 8 série) e pais ou responsáveis. De acordo ainda, com informações da Secretaria, acontecerá eleição nas seguintes escolas:

Escola Municipal Nossa Senhora Aparecida, Escola Municipal Maria da Glória Giffoni, Escola Municipal Fernando de Oliveira Castro, Escola Municipal Henrique de Oliveira Conceição, Escola Municipal Eduardo Leite Pinto, Escola Municipal Tancredo de Almeida Neves, Escola Municipal de Osório, Escola Municipal Marieta Lopes Ielpo, Escola Municipal João Esteves, Escola Municipal Maria Medianeira, Escola Municipal Associação Balbina Fonseca, Escola Municipal Regina Coeli Amorim, Escola Municipal Maria Ielpo Capobianco, Escola Municipal Marcos Esteves, Colégio Municipal Pedro Paulo.

Fonte: Assessoria de Comunicação da PMV - www.valenca.rj.gov.br

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Isso existe no Brasil?

Fazendeiros e políticos de Juína (MT) impedem visita de ativistas do Greenpeace, da OPAN (Operação Amazônia Nativa) e de jornalistas europeus à Terra Indígena Enawene Nawe. O ocorrido foi no dia 20 de agosto deste ano, há menos de três meses. Absurdo pouco é bobagem.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Inscrições para Pólo Agrícola 2008

Estão abertas as inscrições para o colégio Pólo Agrícola. Seguem as datas, divididas por turmas:

6º e 7º anos (antigas 5ª e 6ªséries) - turmas em horário integral - até 09/12

6ª ano e 1º ano do ensino médio - até 09/12

Demais séries - de 10/12 a 21/12

Horário e local para as inscrições:
Secretaria do Pólo Agrícola de 7:30h às 17h, Chacrinha
(24) 2452-7975