quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
FDV melhora na avaliação do MEC
O balanço da supervisão prevê o arquivamento dos processos relativos a cinco faculdades: Faculdades Integradas Tapajós de Santarém (PA), Centro Universitário do Maranhão de São Luís (MA), Centro de Ensino Superior de Valença (RJ), Universidade Ribeirão Preto de Guarujá (SP) e Universidade Santo Amaro de São Paulo (SP). De acordo com o parecer da comissão de especialistas, as instituições adotaram as medidas previstas nos termos assinados. Elas terão, assim, de manter a redução inicial de vagas determinada no início da verificação.
A supervisão das faculdades de Direito, que registra 75 cursos com termos de saneamento de deficiências assinados, já representou a redução de 21.160 vagas, o que equivale a 47% das 45.178 inicialmente oferecidas.
Com informações do MEC
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Feliz Natal!
As imagens foram captadas pelo sistema de segurança do banco. (Foto: Metropolitan Nashville Police Department/AP Photo)
O assaltante apontou uma pistola para a funcionária do caixa, exigindo dinheiro. O valor roubado não foi informado pela polícia. Após o roubo, Papai Noel escapou. Sem trenó ou renas, mas em um carro de tamanho médio e cor cinza.
Fonte: G1
Está aí a prova de que o sistema capitalista não é sustentável. Até o seu maior símbolo está tendo que ir "às compras"!
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
"Justiça" desocupa 4 casas no bairro da Varginha, (15/12/09 - fotos)
CLIQUE AQUI!!!
Para quem não viu as fotos da "desocupação" das 4 casas "invadidas" por famílias sem-teto do movimento popular Gisele Lima.
Belas fotos tiradas pelo Reporter Cultura. Até a Comandante do 10º Batalhão da PM/RJ, tenente-coronel Kátia apareceu por lá. Isso é muito bom, para que as autoridades possam ver como é trágica a realidade do nosso povo e que segurança pública por aqui, infelizmente, não é só café-da manhã com o conselho e bate-papo na rádio oficial.
Minhas sinceras condolências a estes moradores que parece que estão na rua (alguns se arrumaram com a solidariedade de vizinhos, outros engrossão as fileiras do MST e aparecerão como terroristas pro "bocó" do Willian Bonner, em horário nobre.)
2009, mais uma "viagem redonda".
No bojo da crise mundial - e determinado pelos fluxos que dela procedem - o capitalismo brasileiro, principalmente no seu vértice dominante, viveu em 2009 uma verdadeira metamorfose. As megafusões, incorporações, aquisições de empresas configuram um processo ainda em curso de alteração profunda dos mecanismos onde repousa o poder real em nossa sociedade. Estamos vivendo mais um rearranjo no interior das elites dominantes, onde os chamados "pontos fortes" se tornaram ainda mais fortes, na lógica tradicional da restauração oligárquica.
Apenas a título de ilustração ligeira, vale citar alguns exemplos entre tantos. O processo de concentração do capital financeiro, onde cinco grandes bancos já dominam 80% do mercado, foi acelerado ainda mais pela estranhíssima fusão do Itaú com o Unibanco. Na telefonia privatizada, a fusão da Oi com a Brasil Telecom foi um parto cesariano que alterou as relações de poder neste setor já oligopolizado. Na petroquímica, a Braskem, do Grupo Odebrecht, cresceu rapidamente com a incorporação de grupos menores e o beneplácito da Petrobrás, cada vez mais operando na lógica do mix público-privado. A formação da Brasil Foods, resultante da fusão da Sadia com a arqui-rival Perdigão, muda o formato do controle sobre o mercado de alimentos industrializados. Ainda na área da alimentação, a aquisição da Seara pelo grupo Marfrig e a fusão dos grupos Bertin e JBS-Friboi são elos da mesma cadeia de mudanças de elevado impacto sobre o funcionamento do mercado interno e as exportações. No setor do papel e celulose, a fusão entre a Votorantim e a Aracruz cumpre a mesma trajetória e destino.
Há um nexo que articula os elos desta corrente de acontecimentos e, ao mesmo tempo, define mudanças substanciais na dinâmica de funcionamento do capitalismo brasileiro. Em todos e cada um dos eventos brutais de concentração de poder, nos nomeados no parágrafo acima e nos demais não listados, há o dedo do governo e a utilização dos mais poderosos aparatos do Estado na facilitação da operação rearranjo do poder oligárquico. Mudanças, às vezes na calada, da legislação infraconstitucional de controle antitruste, vista grossa das instituições encarregadas de tal controle, interferência na composição das agencias reguladores, manipulação dos fundos de pensão e financiamento direto do BNDES, entre outros, são alguns dos mecanismos utilizados no processo. Sem falar na interferência direta do presidente em pessoa, pragmático do poder e vocacionado para tratativas do gênero.
Alias, não é por acaso que uma figura como Delfin Neto, sempre alerta na defesa dos interesses estratégicos do conservadorismo, tenha dito que o Lula, no ano de 2009, "salvou o capitalismo brasileiro". E, como reiterou o sociólogo Werneck Vianna, o presidente hoje lidera uma "comunidade fraterna sob comando grão-burguês". Depois da farra neoliberal, o febril ativismo dos potentados (agronegócio, casta financeira, barões da privatização, grandes empreiteiras e oligarquias políticas) prepara o terreno para emergência de mais um surto, agora, do "neodesenvolvimentismo".
"A viagem redonda" é o título do último capítulo do livro de Raymundo Faoro, Os Donos do Poder, onde se afirma que, no Brasil, "o poder - a soberania nominalmente popular - tem donos que não emanam da nação, da sociedade, da plebe ignara e pobre. O chefe não é um delegado, mas um gestor de negócios, gestor de negócio e não mandatário". Nada mais atual. O invólucro político do lulismo florescente restaura o domínio oligárquico e o padrão prussiano da política como emanação do Estado. A euforia no coral dos contentes indica a emergência de mais um "choque de capitalismo", em tudo semelhante aos surtos anteriores: autoritário, excludente, conservador.
Léo Lince é sociólogo e mestre em ciência polític
Retirado do Blog do PSOL de Juiz de Fora/MG
Cirurgia salva vida de jovem baleado
O valenciado Rodrigo Kopke se recupera bem depois de passar por uma complicada cirurgia
“A recuperação do Rodrigo foi surpreendente. A indicação clássica seria a limpeza do orifício de entrada do projétil e a sua retirada. Mas a equipe optou por fazer também a descompressão do hemisfério direito do cérebro, que foi atravessado pela bala. Nos antecipamos ao problema porque sabíamos que o cérebro teria um grande edema e que a pressão intracraniana aumentaria muito”, conta o chefe do serviço de Neurocirurgia do Miguel Couto, Ruy Monteiro. “Segundo a literatura mundial, casos como o do Rodrigo têm mortalidade de 90%”, ressalta.
O neurocirurgião explica que com a cirurgia, em que a parte direita do crânio foi retirada, o inchaço do cérebro decorrente do tiro teria para onde se expandir sem comprimir a região do tronco cerebral, responsável por funções vitais, como os batimentos cardíacos e a respiração. “A recuperação dele foi fantástica. É muito gratificante esse resultado, ver a felicidade da família”, comemora o neurocirurgião Diogo Freitas, um dos três médicos que participaram da cirurgia do jovem.
PRIMEIRO CONSELHO: REZAR
A mãe de Rodrigo lembra que quando chegou ao Miguel Couto, na noite do dia 4, ouviu dos médicos que deveria rezar pelo filho. “Disseram que o caso dele era muito grave e que eu devia rezar. Rezei muito. Acho que Deus segurou na mão dos médicos e meu filho foi salvo. O presente que ganhei não se vende em loja alguma e não tem dinheiro que pague. Ganhei meu filho único de volta”, conta a mãe.
Quinta-feira, o sofrimento de Ofélia foi interrompido por Rodrigo. “Ele saiu do CTI, tirou o respirador artificial e a primeira coisa que falou foi: ‘mãe’. Depois de tudo isso eu não poderia ter presente maior. Não tive cabeça para comprar nada, mas vou fazer rabanadas para ele no Natal. Ele adora rabanada. Vai ser um Natal muito feliz.”
O estudante, que não lembra nada do que ocorreu no dia em que foi baleado, na Gávea, já fez outros pedidos: além das rabanadas, quer brigadeiro. E espera ansioso a hora de voltar para casa. “A casa da gente é a casa da gente. Minha mãe não gosta de cozinhar, mas quero comer a comida dela. Não tenho dúvidas de que ela vai fazer a melhor rabanada do mundo”, afirma Rodrigo, que soube após sair do CTI que seu time, o Botafogo, escapou do rebaixamento.
Luiz Carlos Carvalho, padrinho do estudante de Relações Internacionais, conta que após a cirurgia um dos médicos disse tinha uma opção. “Ele disse que podia ‘arriscar ou arriscar’. E deu certo. O médico contou que Rodrigo estava milagrosamente bem”. Luiz revelou que Rodrigo recebeu visita de uma pessoa especial: a senhora que o viu caído e chamou os bombeiros. “Temos que agradecer a muita gente”, conclui Luiz.
Mãe e filho se falavam na hora do assalto
Rodrigo falava no celular com a mãe quando foi abordado pelo assaltante. “Ele saiu da faculdade e disse que tentaria pegar o ônibus das 20h30 para Valença (cidade do Interior do Rio de onde é a família). De repente, notei que ele ficou nervoso e desligou o celular”, conta Ofélia. Horas depois, ela soube que ele tinha sido baleado e estava no hospital. “Não tive coragem de perguntar onde tinha sido o tiro. Só soube quando cheguei ao Rio. O atendimento que ele vem recebendo mudou tudo o que eu pensava sobre o serviço público”, elogia.
O estudante será operado para a colocação da parte direita do crânio em até 30 dias. “Gostaria que ele fosse atendido pela mesma equipe”, pede Ofélia.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Nossos vereadores são políticos?
[Vereador Naldo] Disse que apesar de ter a impunidade parlamentar da Tribuna, jamais falou alguma coisa que fosse mentira, que sempre foi verdadeiro em suas palavras. Solicitou que isso ficasse registrado em ata.[1]
Poucas coisas são unanimidades: uma delas é o desgosto com a política. Dizem por aí que não tem jeito: a política define do salário do professor à qualidade do serviço de água numa cidade. Falam até que aqueles que não gostam de política são governados por aqueles que gostam.
Interessante notar que em Valença acontece uma situação curiosa: nossos vereadores não gostam da política. Só assim é possível a fala vereador Carlinhos de Osório: “Criticou o Sr. Valney, coordenador de transporte da saúde, pois tem que atender bem a população e não fazer política”[2]. Eu fico tentando entender como um político pode criticar uma pessoa por fazer política. Pode-se imaginar qual seria a concepção de política do nosso vereador. Observamos também que o vereador ZAN exprime seu entendimento sobre política: “O Vereador Luiz Antonio (Zan) encerra dizendo que se o Presidente do DCE está inadimplente é porque precisa e não tem bolsa, porque na FAA tem bolsa para quem tem conchavo com a política[3]”.
O que podemos esperar de políticos que não gostam da política?A nossa condição de eleitores nos leva a procurar uma distinção entre política e politicagem. A política como o campo em que resolvemos os conflitos de interesses e onde, atenção vereadores, o interesse público é superior, embora não antagônico, ao interesse privado.
Um exemplo hipotético para examinarmos nosso conceito: numa cidade qualquer uma empresa de ônibus proíbe a passagem de estudantes para chamar atenção sobre o não pagamento das passagens pela prefeitura. Como um sujeito político agiria? Não é estranho pensar que se uma criança não tem o meio de transporte para se chegar à escola, o direito de estudar ficou vulnerabilizado. Não existem contra argumentos que justifiquem/legitimem a proibição sobre os alunos. O interesse da empresa é menor frente ao direito da educação. Infelizmente, o sujeito politiqueiro não só ficaria do lado da empresa, mas tentaria convencer aos outros que está também do lado dos estudantes. Diria quantos anos tem a empresa, quantos funcionários ela emprega e tudo o mais o que a imaginação permitir. Só não faria a pergunta fundamental: “A qualidade do serviço da empresa imaginária é bom?”. O politiqueiro não pode falar isso porque todos sabem que ele não anda de ônibus graças ao belo salário que nós damos a eles e porque não pode negar o óbvio. Há também o temor de trazer para si a insatisfação com o dono da empresa. Assim ele sempre tenta parecer ser superior ao conflito de interesses.
O que devemos entender que a politicagem não são pessoas. São práticas políticas. Não é apenas suficiente combater os politiqueiros temos que entender e lutar contra as práticas da politicagem. Quem sabe assim elegeremos pessoas que nos possam servir de referência através de citações que demonstrem o espírito público de nossos representantes. Chegará o dia?!
sábado, 19 de dezembro de 2009
YES, WE CRÉU!!
Eleições 2010 - Análise Livre.

Hoje, segundo as pesquisas, o presidente eleito seria o Serra, mas, duvido que o PSDB convença as massas com esse discurso e essa cara de vampiro. Tive um professor meu na faculdade, emérito cientista político de nome Rubem Barboza, que dizia, na brincadeira, que "o Brasil nunca vai eleger um presidente careca" e olha que o prof. rubinho era filiado ao PSDB! Concordo com ele, não na forma, mas no conteúdo. Os tucanos não exalam nenhuma confiança, pelo contrário, flatulam odores no mínimo mal cheirosos, haja vista que são aliados de primeira hora dos DEMos de Arruda e dos mensaleiros de Brasília.
Outro fato novo é a "renúncia" (que de renúncia não tem nada) da candidatura Aécio Neves a presidente. Nunca vi alguem divulgar uma carta de renúncia que contem um plano de governo! Aécio, como bom mineiro, sabe que "politica é igual nuvem, vc olha ela tá de um jeito, vc olha de novo tá de outro." Pensando assim, resolveu encurralar Serra, na tentativa de fritá-lo perante a opinião pública, pra ver se a candidatura caí no colo dele.
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Mas, para o conservadorismo ortodoxo de tucanos e demos ganhar essa parada, vai ser muito difícil. Não tenho dúvida que o PT nestes 8 anos de governo montou a maior máquina empresarial-corporativa da história política brasileira, só estão fora dessa barca as empresas de mídia; e com a assunsão de Lula, o Magnífico, ao trono do imaginário popular, é bem provavél que ele eleja qualquer "poste" pra presidente do Brasil. Provável, mas não certo, pois a ungida pelo imperador apresenta sérias dificuldades carismáticas.
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Depois da eleição de Obama nos EUA, o PT e aliados vão usar e abusar do politicamente correto, e já até contrataram o marqueteiro do Obama pra campanha. Mas, quem falou pra eles que o Brasil é um país politicamento correto? A Dilma vai até ganhar, mas justo por ser uma mulher emancipada vai ser uma "mala" pesada pro Lula carregar neste Brasil arcaico e patriarcal que, infelizmente, ainda somos.
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Não duvido muito se um desses mauricinhos qualquer - do campo aliado de Lula (Oi Ciro!) ou até mesmo do conservadorismo engomado (Oi Aécio!) for candidato, eles não endureçam a parada. A Marina Silva não conta, é tipo o Botafogo: todo mundo tem como segundo time, mas não ganha de ninguém!
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A única coisa que eu sinto é que, com a finitude iminente de grande parte, ou da totalidade - dos recursos naturais, as contradições e batalhas pela sobrevivência e conforto vão se ampliar e o abismo estamental da sociedade vai ficar cada vez mais profundo. Espero estar equivocado, mas ao assistir no Congresso Nacional PT e PCdoB votarem junto com a bancada ruralista pela permissão do aumento da exploração das florestas por empresas internacionais, e ainda ver o debate interditado sobre o aumento dos índices de produtividade do latifúndio brasileiro, eu, que gostaria de estar enganado neste sentimento, não consigo acreditar no contrário. Lamentável!@@@@@
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Jogo beneficente
O evento contará com as presenças dos jogadores Mádson (do Santos), Jonilson (do Atlético Mineiro), Claudemir e Gerson (do América), Pará do Botafogo, Dougas Silva (ex-Flamengo) e Beto (ex-Botafogo e Flamengo).
O ingresso será a doação de dois quilos de alimentos não perecíveis, que serão entregues à Santa Casa da Misericórdia de Valença. Durante o jogo haverá sorteio de bonés e camisas.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Ocupação Gisele Lima: a omissão continua
Ontem, dia 15 de dezembro, quatro casas foram "reintegradas". As pessoas que estavam neles foram simplesmente retiradas e não têm onde morar. A coordenadora da Ocupação Gisele Lima Luciana Miranda, nos enviou ontem o email abaixo, como forma de desabafo pelas injustiças que tem presenciado. Abaixo o email na íntegra:
É de deixar todo mundo indignado com o posicionamento da prefeitura de valença. Hoje, dia 15 de dezembro, está acontecendo a reintegração de 4 dasas na varginha.
E a prefeitura não se manifestou no sentido de ajudar as familias que a partir de hoje não têm onde morar. Contam somente (e felizmente) com a solidariedade de amigos e companheiros da ocupação Gisele Lima. Segundo informações que obtivemos dos responsaveis em executar a reintegração de posse, a prefeitura, na figura da secretária de Assistência Social Clara Pentagna, "não tem nada a ver com isso" disse a secretária.
Ora, como não! Estamos falando de Valencianos. Mais do que munícipes, essas familias são composta por seres humanos que deveriam ser tratados como tal. Mas parece que tanto para a secretária quanto para o prefeito essas familias são apenas estorvos. São a pedra no sapato deles, pois teimam em questionar e denunciar o pouco caso com os trabalhadores valencianos.
Com certeza esse episódio deprimemte de hoje estará em alguns meios de comunicação do munícipio nas páginas policiais. E mais uma vez o povo levará a fama de que são "violentos e baderneiros", pois a polícia esteve presente!!!!
Sei que pouco adianta escrever, mas mesmo assim escrevo como um desabafo sobre o pouco caso dos nossos governantes em relação ao povo que trabalha, que sustentam entre muitas coisas seus pomposos salários e seus privilégios enquanto representates do povo (ou pelos menos era isso que deveriam ser!).
Não sou contra as pessoas e familias que serão colocadas nas casas. É um direito deles. O que deve ser questionado é a falta de compromisso dos sucessivos governos da cidade com os Sem-teto de valença.
Queremos saber:
Qual o planejamento para construção de casa populares?
Quanto de recurso (dinheiro) será investido para contrução de casas?
Qual será fonte que finaciará a construção de casas?
A prefeitura tem o levantamento e ou cadastro das familias a serem beneficiadas com a construção de casas?
A prefeitura tem esse projeto, ele está pelo menos no papel? Se existe esse plano, apresente-o para a população!
O POVO QUER SABER!!!
NÃO SOMOS APENAS MASSA DE MANOBRAS ELEITORAIS!!!!
É IMPOSSÍVEL TERMOS PAZ QUANDO NÃO SE TEM PÃO, MORADIA, SAÚDE E EDUCAÇÃO!!!
Mais uma vez devo manisfestar meu repúdio à omissão da prefeitura e também questionar o posicionamento ideológico do judiciário quando se trata de mover ações contra qualquer tipo de organização dos trabalhadores. Sem falar na falta de sensibilidade dos magistrados em retirar à força as familias que lá estavam e por não se preocuparem para onde elas irão a partir de agora, já que foram expulsas!
É apenas um desabafo de alguem que está cansada de ver essa triste história se repetir!!!!
Luciana Miranda
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
[Começou a Confecom] - Tocando pandeiro pra maluco sambar?!
Acontece que, em tempos de tirania da informação e do dinheiro, estes movimentos mal sobrevivem nas grandes cidades e algumas capitais do país. No resto do Brasil, em milhares de municípios-feudos como o nosso, é muito dificil levantar bandeiras progressistas ou até racionalmente humanísticas sem ser tachado de comunista(anticristo*), veado* ou maconheiro*. Não necessariamente nessa ordem.
PS: Não espere ver melhores informações sobre esta importante Conferência Nacional no Jornal da Globo, muito menos na Veja, no Jornal da Band ou da Record. Além de terem abandonado a preparação do evento, estas empresas avaliam que o debate na Confecom está muito "ideologizado". Ideologizado com um pensamento diferente dos seus, que não querem abrir mão de suas privadas concessões públicas e exorbitante lucro financeiro.
*** é óbvio que este vocabulário é um gracejo pra amenizar uma tragédia, pois a realidade concreta dos maiores lutadores pela mudança no mundo é o pau, a cadeia ou a "paz" dos cemitérios! Vide Jesus, Chê, Martin Luther, Antônio Conselheiro e etc. Um claro flagrante de assédio moral e preconceito. Lamentável!!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Teatro no Cine Glória - Hoje!
Uma comédia adolescente sobre um final de semana em Valença.
Entrada: R$5,00
Direção: Tato Teixeira
domingo, 13 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Brasília, 9 de Dezembro de 2009
decide revidar como "homem" à provocação de estudante:
Violência Policial no ato Fora Arruda from Raul Cardoso on Vimeo.
Enquanto isso, na cueca do mensaleiro...
E haja Habeas Corpus...
A decisão pelo convite foi tomada após o depoimento do ex-secretário de Planejamento e ainda funcionário do tribunal Horácio de Almeida Amaral. Ele contou que a maioria dos convênios feitos com fundações que, para a CPI, têm valores e razões questionáveis, foi firmada através da escola. Amaral disse que como secretário era responsável pela Coordenação de Orçamento e de Controle e Qualidade e pelo Núcleo de Estudos Socioeconômicos.
De acordo com a CPI, os filhos de Amaral, Ricardo Montello Amaral e Roberta Montello Amaral, e a sua nora, Graziele Amaral, que também trabalham no TCE com Graciosa, receberam, durante os últimos dez anos, cerca de R$ 1,5 milhão da verba de R$ 48 mil mensais de direito de cada gabinete. Amaral compareceu à CPI com um advogado e com um habeas corpus para não precisar depor, mas preferiu colaborar com a comissão, prestando informações em uma reunião fechada. Metade do depoimento de Amaral ocorreu em sessão secreta, apenas com a presença dos membros da CPI, assessores e o advogado. Segundo a deputada Cidinha Campos, ele deu informações importantes, mas que serão mantidas em sigilo.
Outra pessoa relevante para as investigações da comissão foi recebida na reunião desta quinta e também contou com um habeas corpus para manter-se calada: Rosinete Policarpo da Costa, que é casada com José Antônio Sanches de Azevedo. Segundo a comissão, Rosinete e seu marido são sócios em algumas empresas e aparecem em diversas transações de imóveis com o conselheiro Graciosa. A deputada Cidinha Campos perguntou à funcionária do TCE como entrou numa sociedade com o marido em duas empresas que custaram R$ 2 milhões cada, mas a depoente negou-se a responder. Ela apenas disse que era requisitada da Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa) e que, atualmente, recebia cerca de R$ 10 mil.
Segundo informações da comissão, ela recebia R$ 22 mil e passou a receber R$ 4,5 mil na gestão de Nolasco. No entanto, Rosinete foi devolvida à Emusa e, no mês seguinte, voltou ao TCE, recebendo mais de R$ 10 mil. “Se eu fosse o juiz que concedeu o habeas corpus a esta pessoa, ficaria envergonhado. Como a Justiça protege uma farsa ao invés de colaborar com a verdade? A Justiça cala a nossa boca quando dá esta concessão a uma pessoa que está envolvida até a medula com o conselheiro Graciosa”, criticou a parlamentar. “Depois o povo fica desacreditado e não é à toa. A gente faz nosso trabalho e, no final, a Justiça não colabora", desabafou a pedetista.
Retirado do sítio da Alerj
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
[Rotina] Polícia bate em estudante no DF, enquanto políticos continuam soltos com a cueca cheia de dinheiro!
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Crack chega ao Sul Fluminense deixando rastro de dependência

O traficante - cujo nome não foi divulgado - atuava em Angra dos Reis, teve a prisão decretada pela Justiça Federal e fugiu para Barra Mansa. Os bandidos de lá estão recebendo droga de São Paulo, distribuindo para os municípios de Volta Redonda e Resende, além de abastecerem também os municípios da Baixada Fluminense.
- Infelizmente o crack chegou ao Sul Fluminense e já deixa um rastro de dependentes. Muito por conta da Rodovia Presidente Dutra, usada como rota por traficantes de São Paulo e do Rio - afirmou o delegado federal Breno Adami Zandonadi, da Delegacia de Volta Redonda.
A região do Sul Fluminense é uma das seis do Rio de Janeiro, fazendo fronteira com os estados de São Paulo e Minas Gerais. Na região vivem cerca de um milhão de habitantes, segundo o IBGE. São componentes dessa região os seguintes municípios: Angra dos Reis, Barra do Piraí, Barra Mansa, Itatiaia, Parati, Pinheiral, Piraí, Porto Real, Quatis, Resende, Rio Claro, Rio das Flores, Valença e Volta Redonda.
Fonte: sítio do jornal O Globo
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Mais uma do Gueminho!
drops chupados
UE FOI, ACABOU O HUMOR?Estão caindo de pau no Robin Williams porque ele disse que o Brasil ganhou as Olimpíadas de 2016 por ter levado 50 stripers e meio quilo de pó. Gente, foi uma piada, ou tem que botar legenda?
Todo mundo sabe que a comitiva do Brasil estava cheia de drogas: Lula, Sérgio Cabral, Paulo Coelho e cia.
Depois, quem insiste em vender a imagem do Brasil com mulher pelada? Somos nós mesmos. Aqui é um dos paraísos sexuais do turismo.
E a Globo ainda cometeu a grosseria de "lembrar" que Robin Williams já esteve internado em clínica para desintoxicação. Isso sim é um comentário de mau gosto.
Tira Gosto*

Não sei se as dificuldades financeiras da Prefeitura [de JF - PSDB] acabaram, mas não entendo porque o serviço de manutenção de capina, canteiros e buracos está tão precário. A prefeitura mandou muita gente embora? O quadro de funcionários não é mais o mesmo? Ou a chefia ainda não pegou ritmo?
A lei é igual para todos, mas isso não inclui os bancos. Eles são uma instituição inatingível. Criam suas próprias leis e não há poder que os faça descer do cume.
Qualquer carro que pare na avenida é multado, mas os carros fortes dos bancos estacionam o tempo que quiserem, na hora que quiserem, tumultuando a vida de toda uma cidade.
Lei municipal obriga que o atendimento não possa demorar mais que 15 minutos, mas você espera uma hora na fila e ninguém defende seu direito.
O Itaú do [Edifício] Stella Central não tem caixa preferencial. Alguns outros têm um único caixa que demora mais que o atendimento comum. E os pobres idosos e deficientes e grávidas que se fodam. E nenhuma fiscalização vê isso.
Enquanto milhares de pessoas perdem seu tempo em filas, vários postos de atendimento estão vazios. E eu continuo sem respostas para três perguntas:
1. Por que os bancos - com o lucro absurdo que têm - não contratam mais funcionários, atendendo melhor o público e oferecendo mais empregos?
2. Por que os bancários - quando fazem graves - não incluem em sua pauta de reivindicações, melhor atendimento ao consumidor?
3. Por que os bancos não abrem das 9 às 18h, horário comum ao comércio?
Pior que tudo isso só o atendimento das operadoras de telefonia.
Ontem comecei meu calvário para resolver um problema.
Falei com - não é força de expressão - 12 atendentes até que percebi que estava num círculo viciado. Consegui três respostas diferentes para a questão.
Por fim, resolvi confiar num que me disse: "Você tem que ir à loja, porque só lá resolvem isso".
Fui à loja e fiquei meia hora - não é força de expressão - assistindo constrangido o embaraço da atendente em tentar encontrar no sistema a solução.
Desisti e fui a outra loja e obtive a seguinte resposta: "Esse problema só pode ser resolvido por telefone".
"Mas", disse eu "o atendente me disse que era só na loja!"
"Ele estava com preguiça de te atender", concluiu.
À noite, tentei falar novamente pelo tele-atendimento, mas a ligação sempre caía quando era transferida para "um de nossos atendentes".
A única que me ouviu foi aquela que fala assim: "não entendi".
"- Não chuta mais no gol!"
Transparência e Democracia...
Falta de atualização não é, pois toda semana, no mesmo espaço, tem notícias novas e propaganda das ações da prefeitura e secretárias.
Ou seja, há mais de 4 meses que é negligenciada a informação pública em Valença num dos meios mais baratos e democráticos de comunicação: a Internet. Lamentável!!!!!!!
Ps: Já na Câmara de Vereadores a coisa é diferente, a última ata de sessão é de 25/11/09. Parabéns é o cacete, não fazem mais do que obrigação :p :P :P
domingo, 6 de dezembro de 2009
Concidade - Reunião Ordinária 8/12
Prezados Conselheiros e Interessados,
O Conselho Municipal da Cidade - Valença - RJ convida para a próxima Assembleia Ordinária que ocorrerá na terça-feira, dia 08/12, com início às 19 horas no auditório da Santa Casa de Misericórdia de Valença, quando trataremos do Relatório da 4ª Conferência Municipal da Cidade - Valença - RJ, da revisão da legislação do ConCidade-Valença-RJ, aporvação da Ata 11/2009 e decidiremos sobre as próximas ações e eleições.
Seguem anexos:
- Projeto de lei do ConCidade-Valença-RJ
- Sugestões do Procurador Municipal para lei, em mensagem eletrônica enviada pelo vereador Felipe Farias;
- Mensagem recebida de Reforma Urbana Sul-Fluminense
- Ata ConCidade 2009-11
Aproveitamos para informar:
- 06/12 - Reforma Urbana Sul-Fluminense - Oficina Planos Diretores Participativos (anexo) - contato: reformaurbanasulflu@gamail.com
- 07/12 - 10 horas - no auditório da 10º BPM (tel. 24-24454222) o Maj. PM. Wellington Antonio de Oliveira convida todos os proprietários de Sítios e/ou Fazendas, principalmente os de áreas críticas em que já ocorreram roubos e furtos, para uma palestra e reunião visando soluções conjuntas para a incidência de tais delitos;
- 09/12 - Dia Internacional de Combate à Corrupção
- 11/12 -18 horas - Assembleia Ondinária do Conselho de Defesa do Meio Ambiente na Casa Léa Pentagna
- 15/12 - 19 horas - reunião do ConGeral-Valença-RJ no auditório da Santa Casa de Misericórdia de Valença.
sábado, 5 de dezembro de 2009
A César o que é de César
Quando comecei a ler o já famoso texto de César Benjamin: “Os filhos do Brasil”, publicado pelo jornal Folha de S. Paulo em 27 de novembro, fiquei orgulhoso de ser da esquerda. E mais ainda: de ter compartilhado com o autor do texto alguns momentos emocionantes de nossa luta comum, como o final da marcha do MST para Brasília, em 1997, quando me encontrei pessoalmente com ele, pela primeira vez. Os parágrafos iniciais do texto são primorosos. Muito bem escritos, compõem uma narrativa densa, sedutora, que vai criando no leitor uma vontade de querer saber mais sobre uma história que nunca foi contada direito: a história da ditadura militar, dos porões, das torturas, das prisões, dos seres humanos condenados à ignomínia. Benjamin soube retratar com grande humanidade os seus companheiros temporários de cela. Resgatou-lhes a história, a identidade, a face profundamente humana.
Mas aí, veio a facada, o golpe inesperado, a decepção, a tristeza profunda. Benjamin relatou, no mesmo texto, uma conversa supostamente mantida com Luís Inácio Lula da Silva, em São Paulo, em 1994, durante a campanha à Presidência do Brasil. Lula teria “confessado”, então, entre amigos, que, na prisão, tentou seduzir, sem sucesso, um militante de uma organização de esquerda. Benjamin faz uma comparação entre o assédio descrito por Lula e o temor que ele mesmo, Benjamin, sentiu, quando preso, de ser “currado” por outros detentos.
Não entendi nada. Li de novo, reli, tentei buscar alguma ironia oculta, algo que justificasse, no plano do próprio texto, o absolutamente injustificável paralelo entre estupradores que pululam nas prisões brasileiras – em geral, seres humanos reduzidos a condições quase completamente animalescas pelo próprio sistema carcerário, e/ou por uma vida anterior mergulhada na mais profunda miséria econômica, ideológica e afetiva – e Lula, que não estuprou ninguém, mas que, supostamente, comentou ter sentido o desejo de manter relações sexuais com um companheiro de cela que não cedeu aos seus desejos. Não quis acreditar que alguém dotado com os recursos intelectuais de Benjamin, adquiridos ao longo de sua longa história de luta pela liberdade e pela dignidade humana, pudesse cair em um pântano tão sórdido e profundo. Mas não encontrei nada no texto de Benjamin que permitisse uma interpretação positiva. Ou melhor: encontrei “o” nada: o vazio absoluto; vazio de sentido, o vazio da total falta de perspectivas, o vazio de um rancor desmedido.
(Antes de prosseguir, esclareço logo: não sou e nunca fui “lulista”; não sou mais, já fui petista; não simpatizo com a maioria das medidas de governo adotadas por Lula, e por isso sou totalmente favorável à crítica de esquerda ao seu governo. Mais precisamente, creio que Lula pode e deve ser criticado por aquilo que fez, mas acho muito estranho ele ser atacado por aquilo que NÃO praticou.)
Vamos agora considerar, por um segundo, que Lula realmente fez o que supostamente disse ter feito. Isto é, que em dado momento tentou seduzir – seduzir, note bem, não estuprar -- o colega de cela. E daí? O que se pode concluir disso? Qual seria, nesse caso, o crime de Lula? O exercício, o desejo da homossexualidade? Estaremos, então, diante de um texto homofóbico?
Ainda segundo o próprio Benjamin, como já observado, Lula teria comentado o caso numa roda de amigos. Estamos, então, diante de um gravíssimo precedente, aberto pelo próprio Benjamin. De hoje em diante, todos teremos que suspeitar dos nossos amigos, teremos que nos policiar para que nossas palavras não sejam, eventualmente, atiradas contra nós por algum “traíra”, algum “dedo duro”, algum “cagueta”, algum Judas, algum oportunista que resolva tirar proveito de uma situação de cumplicidade. Revivemos, então, a era da delação (Premiada? Que o prêmio, no caso, teria sido pago a Benjamin?), a era da intriga, da fofoca, da futrica, da artimanha, da safadeza. Que vergonha! (Isso tudo me faz lembrar a famosa oração de Marco Antônio, no brilhante texto de Shakespeare: “Poderoso César, terás então descido a tão baixo nível?”).
Benjamin utilizou a imprensa dos patrões para atacar um expoente do movimento de esquerda do Brasil. Claro, claro, claro: sempre se pode alegar que Lula não é de esquerda, como ele mesmo já disse e como eu, pessoalmente, avalio. Mas há um abismo entre considerações de caráter individual, feitas por indivíduos privados e isolados, ou mesmo por grupos e seitas, e a realidade política concreta, historicamente determinada pela luta de classes. No contexto brasileiro, em que as alternativas concretas ao governo Lula (e à sua imagem refratada Dilma Rousseff) são figuras sinistras como as de José Serra e Aécio Neves, Lula surge como um expoente à esquerda do espectro político, com algumas conseqüências importantes para a luta de classes na América Latina: por exemplo, a condução exemplar do governo brasileiro no caso de Honduras (embora feiamente chamuscada pelo desastre no Haiti), a recusa em avalizar o acordo das bases militares estadunidenses com a Colômbia e a denúncia permanente do bloqueio de Cuba. Para não mencionar o fato de que a figura de Lula, malgré lui même, inspira movimentos de resistência ao capital em todo o mundo. Disso não se conclui, automaticamente, que a esquerda deva, necessariamente, apoiar o governo Lula, ou mesmo apostar na eleição de Dilma. Ao contrário, deve aproveitar as contradições, os paradoxos e as ambigüidades para fortalecer o seu próprio campo. Mas Benjamin preferiu fortalecer as correntes representadas pelo jornal dos campos Elíseos.
Não por acaso, a Folha de S. Paulo cedeu o espaço todo pedido por Benjamin. Cederia mais, se necessário fosse. Benjamin conhece a teoria marxista e sabe, com Gramsci, que a mídia dos patrões é o verdadeiro organizador coletivo, é o grande partido do capital. Triste é o fato de ele ter arregaçado as mangas para trabalhar por tal partido. E pior: Benjamin sabe que o falso paralelo que tentou traçar entre os predadores das prisões da ditadura e o prisioneiro Lula seria muito mais verdadeiro se, no lugar de Lula, ele colocasse os donos dos jornais para os quais hoje escreve.
Todo o encanto produzido pelos primeiros parágrafos do texto de César Benjamin foi transformado em fel a partir do momento em que se instaurou a delação, o oportunismo, o absurdo. Lula não estuprou o seu companheiro de cela, mas Benjamin violentou, com alto grau de sadomasoquismo, a própria consciência e uma história repleta de glórias. Requiescate in pace.
Fonte: sítio da Agência Carta Maior
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Acham que somos otários? [2]
À Assessora de Comunicação Social da Prefeitura Municipal de Valença-RJ
Patrícia de Aquino Rocha
Prezada,
A assessoria de comunicação de uma Prefeitura visa estabelecer um bom relacionamento entre a administração, os meios de comunicação e a sociedade, fornecendo informações precisas sobre as atividades produtivas, iniciativas sociais e políticas, adotando um posicionamento ético e transparente.
Para esclarecer, o que também já foi publicado:
- Consta do texto da Portaria 670/2008, a destituição, a partir de 30 de dezembro de 2008, de “todos os membros designados para constituir COMISSÕES, COMITÊS, CONSELHOS, CREDENCIAMENTOS E OUTROS, em todos os setores da Prefeitura Municipal de Valença”, sem que tenha sido feita qualquer menção acerca dos membros dos Conselhos Municipais, cuja natureza é de órgãos auxiliares do Poder Executivo, com regimento interno próprio. Referida portaria, portanto, apenas destituiu as comissões, comitês, conselhos e credenciamentos dos setores internos da Prefeitura Municipal, procedimento este comum no fim do mandato ou por conveniência e oportunidade do Ente Público.
- A convocação da Conferência no Município de Valença atendeu à Resolução Normativa nº 10 do Conselho Nacional das Cidades publicada no DOU de 03/08/09 seção 01 nº 146 pág. 78, Art. 40 “§ 2º Caso o Executivo não a convoque até o prazo estabelecido, o legislativo ou entidades representativas em nível municipal ou regional de, no mínimo, quatro dos segmentos, conforme estabelecidos no art. 17, poderão fazê-la, no prazo do dia 1º ao dia 31 de outubro de 2009, divulgando-a pelo meio de comunicação local”. Foi resolvida por presentes na Assembleia Ordinária do mês de outubro do ConCidade-Valença-RJ, representantes: do Poder Judiciário; Associação de Moradores do Cruzeiro; Associação dos Moradores de Parapeúna; Associação dos Moradores e Amigos de Pentagna; Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia-RJ; Associação de Engenheiros e Arquitetos de Valença; Associação de Produtores Orgânicos de Valença; SalveaSerra Grupo de Proteção Ambiental da Serra da Concórdia; Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação-RJ, Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Valença; Partido Comunista Brasileiro e Associação dos Amigos da Biblioteca D. Pedro II. Aderiram à preparação: Associação de Defesa Ambiental Coropós, Rotary Club de Valença, Parque Estadual da Serra da Concórdia e Movimento Rede FluMineira.
Atenciosamente,
Ana Vaz
Presidente do ConCidade-Valença-RJ
Nota da Prefeitura publicada no Jornal Local de hoje:
Acham que somos otários?
Com a palavra os professores e alunos sobre esta grande façanha: "fazer mais com menos".
Abaixo o release enviado pela Assessoria de Comunicação da PMV.
Release nº. 254
Valença, 03 de dezembro de 2009.
Secretaria de Educação mostra que é possível fazer mais com menos.
A Secretaria Municipal de Educação buscou imprimir uma gestão que se baseia na constante capacitação dos profissionais, efetivação de concursados, infra-estrutura para o trabalho e integração e diálogo com professores e servidores.
Infra-estrutura
No início do ano, algumas reformas nas escolas e na sede administrativa se fizeram necessárias e emergenciais, como por exemplo, nas instalações elétricas. A aquisição de materiais e equipamentos também foi fundamental para que os trabalhos pudessem ser desenvolvidos. A Secretaria de Educação adquiriu kombis e geladeiras novas. São 15 frezzers e 22 geladeiras, e estão chegando novos liquidificadores para as escolas.
No suporte ao combate à gripe suína, em parceria com a Secretaria de Saúde, foram feitas campanhas de esclarecimento e disponibilização de materiais como álcool em gel para as escolas.
Capacitação profissional
Investindo na capacitação dos profissionais, foram realizadas duas jornadas da educação: uma no início do ano letivo, a 1ª Jornada da Educação, e a 1ª Jornada da Educação Especial, realizada em agosto. Oportunidades para palestras, debates, discussões de novas metodologias e abordagens para o ensino. A secretaria também investiu em treinamento para multiplicadores na área de ciências, oferecido pelo CECIERJ e no Fórum da UNDINE em Macaé para dirigentes e secretários municipais de Educação do Estado.
A Secretaria de Educação priorizou a efetivação dos profissionais concursados aprovados no Concurso de 2007, realizando duas chamadas em 2009, totalizando por volta de 160 profissionais entre professores e pedagogos.
Uma novidade implementada em parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo e a Sub-secretaria de Esporte e Lazer que agora é parte do calendário fixo da Educação em Valença é o desfile em comemoração ao Aniversário da Cidade, sendo uma forma de trazer a história da cidade para os estudantes da rede municipal.
Gestão democrática: eleições para diretores das escolas municipais
Na última terça-feira, 01 de dezembro, a secretaria realizou eleições para diretores das escolas e creches com mais de 80 alunos. Reafirmando a postura democrática da Secretaria de Educação - uma marca desta gestão - os pais dos alunos passaram a ter o peso do voto equiparado ao dos professores e funcionários, pois a gestão da educação em Valença acredita que a comunidade deve estar cada vez mais presente na vida cotidiana da escola.
Com cortesia das fotos do amigo Santini

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Sem falar nestes togados de ´gelzin´ no cabelo!
Enfim...
4ª Conferencia das Cidades - [Legado]
Com as etapas realizadas nos Distritos de Parapeúna, Santa Isabel do Rio Preto e Valença, tivemos a presença, além da participação Cidadã, da Sociedade Civil Organizada: Associação de Moradores de Parapeúna, Associação de Moradores de Santa Isabel do Rio Preto, Associação de Moradores de Pentagna; Associação dos Amigos da Biblioteca D. Pedro II; Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia-RJ; Ordem dos Advogados do Brasil - RJ; Associação de Produtores Orgânicos de Valença; Associação dos Produtores de Leite Independentes de Santa Isabel; Associação Hospital Santa Isabel; Associação Comercial e Agropastoril - Santa Isabel; SalveaSerra Grupo de Proteção Ambiental da Serra da Concórdia; Associação de Defesa Ambiental Coropós; Instituto de Defesa e Desenvolvimento do Inteiro Ambiente; Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação-RJ; Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Valença; Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas - Barra do Piraí e Valença; Rotary Club de Valença; Clube Recreativo Isabelense; Esporte Clube Olaria; G. R. E. S. Unidos do Cambota; Conselho Municipal de Saúde; e, Movimento Rede FluMineira; Comunidade Leite de Souza; Movimento São Sebastião; Movimento SOS Serra dos Mascates.
Patrocinaram o evento: Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Valença, Associação dos Amigos da Biblioteca D. Pedro II, Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação-RJ, Associação de Moradores de Parapeúna e Opala Sport.
Apoiaram o evento: Faculdade de Medicina de Valença, Santa Casa de Misericórdia de Valença, Clube Recreativo Isabelense, Cooperativa em Parapeúna e Jornal Local.
Finalizaremos o relatório a ser encaminhado à executiva da Conferência Nacional, na próxima Assembleia Ordinária do ConCidade-Valença-RJ que acontecerá no auditório da Santa Casa de Misericórdia, no dia 08/12 às 19 horas, para a qual toda a população está convidada a comparecer.
Secretaria de Educação abre 5.481 vagas para professores
As oportunidades são para as áreas de artes, biologia, ciências físicas e biológicas, educação física, espanhol, filosofia, física, geografia, história, inglês, língua portuguesa, matemática, química e sociologia. Os professores de educação profissional encontram vagas nas áreas de administração, arquitetura, ciências agronômicas, ciências biomédicas, eletroeletrônica, engenharia civil, estatística, informática, mecânica, psicologia e turismo.
Os candidatos que não tenham acesso à internet poderão se inscrever na Fundação Ceperj (Avenida Carlos Peixoto 54, em Botafogo) ou numa das 28 coordenadorias regionais da Secretaria Estadual de Educação, de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h.
A taxa de inscrição custa R$ 35. Durante a inscrição será preciso informar a disciplina e a opção de município onde se deseja trabalhar, já que há oportunidades para todo o Estado.
Fonte: sítio do jornal Extra
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Por que agora? [Menino do MEP]
César Benjamin # reproduzido da Folha de S.Paulo, 2/12/2009
Deixo de lado os insultos e as versões fantasiosas sobre os "verdadeiros motivos" do meu artigo "Os Filhos do Brasil". Creio, porém, que devo esclarecer uma indagação legítima: "por quê?", ou, em forma um pouco expandida, "por que agora?". A rigor, a resposta já está no artigo, mas de forma concisa. Eu a reitero: o motivo é o filme, o contexto que o cerca e o que ele sinaliza.
Há meses a Presidência da República acompanha e participa da produção desse filme, financiado por grandes empresas que mantêm contratos com o governo federal.
Antes de finalizado, ele foi analisado por especialistas em marketing, que propuseram ajustes para torná-lo mais emotivo.
O timing do lançamento foi calculado para que ele gire pelo Brasil durante o ano eleitoral. Recursos oriundos do imposto sindical -ou seja, recolhidos por imposição do Estado- estão sendo mobilizados para comprar e distribuir gratuitamente milhares de ingressos. Reativam-se salas pelo interior do país e fala-se na montagem de cines volantes para percorrerem localidades que não têm esses espaços. O objetivo é que o filme seja visto por cerca de 5 milhões de pessoas, principalmente pobres.
Como se fosse pouco, prepara-se uma minissérie com o mesmo título para ser exibida em 2010 pela nossa maior rede de televisão que, como as demais, também recebe publicidade oficial. Desconheço que uma operação desse tipo e dessa abrangência tenha sido feita em qualquer época, em qualquer país, por qualquer governante. Ela sinaliza um salto de qualidade em um perigoso processo em curso: a concentração pessoal do poder, a calculada construção do culto à personalidade e a degradação da política em mitologia e espetáculo. Em outros contextos históricos isso deu em fascismo.
O presidente Lula sabe o que faz. Mais de uma vez declarou como ficou impressionado com o belo "Cinema Paradiso", de Giuseppe Tornatore, que narra o impacto dos primeiros filmes na mente de uma criança. "O Filho do Brasil" será a primeira -e talvez a única- oportunidade de milhões de pessoas irem a um cinema. Elas não esquecerão.
Em quase oito anos de governo, o loteamento de cargos enfraqueceu o Estado. A generalização do fisiologismo demoliu o Congresso Nacional. Não existem mais partidos. A política ficou diminuída, alienada dos grandes temas nacionais. Nesse ambiente, o presidente determinou sozinho a candidata que deverá sucedê-lo, escolhendo uma pessoa que, se eleita, será porque ele quis. Intervém na sucessão em cada Estado, indicando, abençoando e vetando. Tudo isso porque é popular. Precisa, agora, do filme.
Embalado pelas pré-estreias, anunciou que "não há mais formadores de opinião no Brasil". Compreendi que, doravante, ele reserva para si, com exclusividade, esse papel. Os generais não ambicionaram tanto poder. A acusação mais branda que tenho recebido é a de que mudei de lado. Porém os que me acusam estão preparando uma campanha milionária para o ano que vem, baseada em cabos eleitorais remunerados e financiada por grandes grupos econômicos. Em quase todos os Estados, estarão juntos com os esquemas mais retrógrados da política brasileira. E o conteúdo de sua pregação, como o filme mostra, estará centrado no endeusamento de um líder.
Não há nada de emancipatório nisso. Perpetuar-se no poder tornou-se mais importante do que construir uma nação. Quem, afinal, mudou de lado? Aos que viram no texto uma agressão, peço desculpas. Nunca tive essa intenção. Meu artigo trata, antes de tudo, de relações humanas e é, antes de tudo, uma denúncia do círculo vicioso da extrema pobreza e da violência que oprime um sem-número de filhos do Brasil. Pois o Brasil não tem só um filho.
Reitero: o que escrevi está além da política. Recuso-me a pensar o nosso país enquadrado pela lógica da disputa eleitoral entre PT e PSDB. Mas, se quiserem privilegiar uma leitura política, que também é legítima, vejam o texto como um alerta contra a banalização do culto à personalidade com os instrumentos de poder da República. O imaginário nacional não pode ser sequestrado por ninguém, muito menos por um governante.
Alguns amigos disseram-me que, com o artigo, cometi um ato de imolação. Se isso for verdadeiro, terá sido por uma boa causa.
[CÉSAR BENJAMIN, 55, militou no movimento estudantil secundarista em 1968 e passou para a clandestinidade depois da decretação do Ato Institucional nº 5, em 13 de dezembro desse ano, juntando-se à resistência armada ao regime militar. Foi preso em meados de 1971, com 17 ano s, e expulso do país no final de 1976. Retornou em 1978. Ajudou a fundar o PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada pela senadora Heloísa Helena, do PSOL, do qual também se desfiliou. Trabalhou na Fundação Getulio Vargas, na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Prefeitura do Rio de Janeiro e na Editora Nova Fronteira. É editor da Editora Contraponto e colunista da Folha.]
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
EX-SECRETÁRIOS DO TCE SÃO CONVOCADOS A DEPOR EM CPI NESTA QUINTA
Atualmente, ambos são assessores do conselheiro José Gomes Graciosa, um dos indiciados pela PF. Rosinete Policarpo da Costa, outra assessora do conselheiro, também foi convocada para esta próxima reunião.
Fonte: sítio da Alerj
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Já tenho meu candidato para o Senado no Rio
*Leonardo Sakamoto
Há setores do PMDB carioca que querem lançar o deputado estadual Jorge Picciani para uma vaga no Senado no ano que vem. Disputaria, provavelmente, com nomes como Fernando Gabeira (PV), Marcelo Crivella (PRB) e, talvez Lindberg Farias (PT) – se este fosse convencido a não concorrer contra o governador Sérgio Cabral. Da minha parte, apóio totalmente a proposta e, desde já, me coloco como um entusiasta que Picciani seja lançado ao Senado.
Assim poderemos lembrar durante a campanha eleitoral, um dia sim, no outro também, como ele escravizou trabalhadores em sua fazenda no Mato Grosso.
Sua propriedade, localizada em São Felix do Araguaia, no Mato Grosso, foi alvo de uma operação do grupo móvel de fiscalização do governo federal em junho de 2003, quando 39 trabalhadores foram libertados. De acordo com auditores fiscais, que participaram da operação, os peões estavam submetidos à vigilância armada de “gatos” (contratadores de mão-de-obra que trabalham para os fazendeiros) para evitar fugas e não tinham acesso à alimentação decente. Além disso, as pessoas tinham que utilizar a mesma água para lavar a roupa, tomar banho e matar a sede. Entre os trabalhadores, havia um adolescente de 17 anos.
Além de Jorge, a Agropecuária Vale do Suiá (Agrovás) tem também Leonardo Picciani, seu filho e ex-presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados, entre os sócios. A Agrovás chegou a figurar na “lista suja” do trabalho escravo e esteve impedida de receber créditos públicos. Ninguém perdeu o mandato por isso. Continuam ocupando cargos públicos, felizes da vida.
Em último caso, vai ser bom para todos ele ser levado ao Senado. Poderá encontrar outros senadores que incorreram no mesmo crime ou em coisa tão grave quanto e reclamar das injustiças dessa vida. Se sentirá acolhido, em casa. E nós garantiremos que um jeito de viver a vida pública, que poderia estar extinto, possa ficar sobreviver, ficar junto, reproduzir-se.
* publicado originalmente no blog do sakamoto. link aqui
domingo, 29 de novembro de 2009
Lula regulariza quilombolas em Cabo Frio e Valença
Os dois antigos quilombos no estado reúnem 43 famílias, que receberão títulos de regularização de posse de terra. As demais propriedades beneficiadas no país ficam em Pernambuco, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Paraíba, Alagoas, Bahia, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio Grande do Sul e Espírito Santo. Todos os moradores terão acesso aos programas federais Bolsa Família; Minha Casa, Minha Vida; Cozinhas Comunitárias e ao Programa Nacional de Fortalecimento de Agricultura Familiar (Pronaf).
— Embora todo cidadão tenha esses direitos garantidos na Constituição e nas leis, a titulação das terras lhes dará mais garantias e resgatará uma dívida histórica do brasileiro para com as comunidades. Essa é a importância do título — afirmou o presidente do Incra, Rolf Hackbart.
Fonte: sítio do jornal Extra
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
CPI vai apurar contrato do TCE com FGV
De acordo com informações recebidas pela CPI, o acordo para a padronização dos serviços de informática foi feito sem licitação e já está sendo investigado pelo Tribunal de Justiça. A presidente da comissão, deputada Cidinha Campos (PDT), quer saber se existe alguma ligação entre a ida do ex-conselheiro do TCE Sérgio Quintela para a vice-presidência da fundação e o negócio entre as instituições. “Vamos observar a data em que foi feito o contrato, por quem ele foi assinado e se a posse de Quintela na FGV tem alguma ligação, como se fosse um prêmio de consolação, por exemplo. Além disso, o contrato foi firmado sem licitação”, frisou a parlamentar.A CPI também tem a gravação de um telefonema entre Quintela e o conselheiro José Gomes Graciosa sendo periciada desde o início dos trabalhos. “Quero saber ainda se aquela conversa tem alguma ligação com o contrato da FGV”, anunciou Cidinha, durante a reunião onde foi ouvido Advaldo Moreno do Nascimento, funcionário da Alerj cedido ao tribunal.
Atualmente assessor do conselheiro Graciosa, Nascimento trabalhava no administrativo do órgão. Segundo Cidinha, durante a passagem do funcionário pelo setor, o tribunal teve um contrato com a Fundação José Bonifácio para digitalização de processos, também realizado sem licitação, e renovado por um valor 80% inferior. Nascimento era o principal assessor do responsável pelos contratos, Carlos César Sally, mas disse não se recordar das circunstâncias em que os mesmos foram feitos. “Não era função minha, mas do presidente da Comissão de Licitações, que não me recordo quem era”, disse o funcionário, acrescentando desconhecer a renovação do contrato por um valor bem menor.
A comissão também ouviu o aposentado da Alerj e ex-diretor de Recursos Humanos do tribunal, Vilson Marques de Oliveira. Ele admitiu ter efetuado a requisição de sua própria filha, da Câmara Municipal de Cordeiro para o tribunal. Ela, no entanto, nunca trabalhou no Legislativo da cidade serrana. “Não acho que a requisição tenha sido irregular, pois ela poderia ter sido contratada antes de ir para o TCE e isso não seria errado”, afirmou Oliveira, que disse não saber se a filha trabalhava na câmara. Para o vice-presidente da CPI, deputado Marcelo Freixo (PSol), é inadmissível que o diretor do RH desconhecesse o fato de que só podem ser requisitados funcionários efetivos. “Ele ainda disse que a filha morava no Rio e que nunca trabalhou em Cordeiro.
De 2001 a 2006, imagine quantas contratações irregulares não ocorreram?”, questionou o deputado. Para Cidinha Campos, a posição de Oliveira era estratégica. “Ele não sabia sequer suas atribuições e foi posto lá porque fazia o que pediam. Ele jamais negou uma nomeação”, afirmou. “Isso vai dando um desespero porque apontamos os erros, mas não cabe a nós corrigi-los. Vemos cada dia mais a necessidade de se fechar o TCE, parar tudo, fazer uma auditoria, limpar toda a sujeira, e partir do zero”, afirmou a presidente da CPI.Quem quiser fazer denúncias envolvendo o tribunal pode entrar em contato com o Disque Fraude TCE (0800 282 8890), um serviço telefônico gratuito da CPI.
Entrevista Ana Vaz, pres. do Concidade
Entrevista de Paulo Henrique Nobre do Jornal Local com Ana Vaz – Presidente do ConCidade, publicada em 26/11/2009 contendo esclarecimentos sobre todo o processo referente ao Concidade e à 4ª Conferência Municipal da Cidade de Valença, a realizar-se neste sábado, dia 28/11, às 8:30 no Anf. da Faculdade de Medicina.
1) Quais os principais objetivos da Conferência Municipal da Cidade? É uma determinação federal?
Com o lema “CIDADE PARA TODOS E TODAS COM GESTÃO DEMOCRÁTICA, PARTICIPATIVA E CONTROLE SOCIAL”, o principal objetivo da 4ª Conferência da Cidade é provocar a participação e discussão pelo poder público e sociedade, das questões pertinentes ao Ministério das Cidades - habitação, saneamento básico, transporte e mobilidade urbana e planejamento territorial urbano – que culminará na Conferência Nacional em maio, quando serão avaliados os avanços e dificuldades para a efetiva implementação da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano – PNDU.
É uma determinação federal. Entretanto, o calendário de cumprimento está atrasado, pois as tres primeiras conferências ocorreram em meados do ano. O Estado do Rio de Janeiro nem convocou ainda, não atendendo às determinações federais.
2) Sua realização é da competência de quem: do ConCidade ou, também, da Prefeitura?
De ambos, e também isoladamente com a participação efetiva da sociedade organizada, que pode convocá-la se o Executivo não o fizer.
A convocação da Conferência no Município de Valença atendeu à Resolução Normativa nº 10 do Conselho Nacional das Cidades publicada no DOU de 03/08/09 seção 01 nº 146 pág. 78, Art. 40 “§ 2º Caso o Executivo não a convoque até o prazo estabelecido, o legislativo ou entidades representativas em nível municipal ou regional de, no mínimo, quatro dos segmentos, conforme estabelecidos no art. 17, poderão fazê-la, no prazo do dia 1º ao dia 31 de outubro de 2009, divulgando-a pelo meio de comunicação local”, e resolvida por presentes na Assembleia Ordinária do mês de outubro do ConCidade-Valença-RJ, representantes: do Poder Judiciário; Associação de Moradores do Cruzeiro; Associação dos Moradores de Parapeúna; Associação dos Moradores e Amigos de Pentagna; Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia-RJ; Associação de Engenheiros e Arquitetos de Valença; Associação de Produtores Orgânicos de Valença; SalveaSerra Grupo de Proteção Ambiental da Serra da Concórdia; Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação-RJ, Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Valença; Partido Comunista Brasileiro e Associação dos Amigos da Biblioteca D. Pedro II. Aderiram à preparação: Associação de Defesa Ambiental Coropós, Rotary Club de Valença, Parque Estadual da Serra da Concórdia e Movimento Rede FluMineira.
A princípio, estamos fazendo como etapas preparatórias municipais, pois já estavam agendadas. O governo do Estado do Rio de Janeiro ainda não convocou a Conferência Estadual e o governo Municipal ainda não aderiu à preparação.
3) Como estão acontecendo as Conferências Distritais?
Agendamos em Parapeúna (19), Santa Isabel do Rio Preto (24) e Valença (28). Em Parapeúna durou quase 4 horas. Tinham poucas pessoas, mas muito interessadas. Tivemos um episódio desagradável, que foi uma correspondência encaminhada à Associação de Moradores de Parapeúna pelo Chefe de Gabinete, com a conivência do Vereador local que não estava presente, tentando coibir o encontro, mas, o resultado foi bem satisfatório.
4) Como está a participação da PMV e do Legislativo?
Ainda sem definição. O documento protocolado na Prefeitura no dia 14/10 comunicando a convocação da Conferência e solicitando apoio e parceria, foi arquivado no dia seguinte, sem resposta. E a solicitação do recurso para despesa, inclusive o que é destinado ao Conselho Municipal da Cidade na Lei Orçamentária Anual, também sem resposta. Outra tentativa de aproximação com o Executivo deu-se através de integrantes da Comissão junto ao Chefe de Gabinete, sem que ainda tenha resultado. Quanto ao Legislativo, a maioria age conforme o Executivo. É preciso ressaltar que a Conferência está sendo convocada por representantes dos diversos segmentos da sociedade civil organizada.
5) Qual é a programação do evento em Valença? Haverá palestrantes? Quem pode participar?
Discutiremos os temas encaminhados pela Nacional; 1. Criação e implementação de conselhos das cidades, planos, fundos e seus conselhos gestores nos níveis federal, estadual, municipal e no Distrito Federal; 2. Aplicação do Estatuto da Cidade e dos Planos Diretores e a efetivação da função social da propriedade do solo urbano; 3. A integração da política urbana no território: política fundiária, mobilidade e acessibilidade urbana, habitação e saneamento; e 4. Relação entre os programas governamentais - como PAC e Minha Casa, Minha Vida - e a política de desenvolvimento urbano; e responderemos às questões já formuladas no Texto Base.
Convidamos representantes do Poder Executivo para explanarem sobre a revisão do Plano Diretor Participativo de Valença e sobre os programas governamentais do Eixo 4. Pelo próprio teor dos temas, fica clara a importância da participação dos poderes constituídos.
Todo Cidadão deve participar, pois é no âmbito local onde o controle social pode ser mais efetivo, tornando fundamental o debate sobre a produção das cidades.
Não poderemos definir os Delegados para a Estadual, aguardando definição de lá.
6) Pelo que você contou ao telefone, a PMV continua contestando sua presidência no Conselho. Fale sobre o que ocorreu e explique o motivo de ainda se manter à frente do ConCidade.
Quando iniciamos o ano, animados com a idéia de podermos continuar o Plano Diretor Participativo de Valença e a promessa de gestão democrática e participativa, esbarramos logo com a notícia de contratação da CEDAE. Em fevereiro, a Presidente do ConCidade renunciou, e eu, Vice-Presidente, assumi. Como mantivemos o mesmo propósito que tínhamos no governo anterior, o respeito ao PDPV quanto à promoção pelo Poder Executivo de Audiências Públicas para definição de um modelo de gestão integrada para o serviço de saneamento com revisão do Plano Diretor de Saneamento, incomodamos. Encontraram a Portaria 670/2008 e a usaram equivocadamente, até hoje, inclusive no encontro em Parapeúna, para destituir a mim e Cláudia Torres, Secretária do ConCidade, e tornar nulas todas as deliberações do Conselho. Consta do texto da portaria, a destituição, a partir de 30 de dezembro de 2008, de “todos os membros designados para constituir COMISSÕES, COMITÊS, CONSELHOS, CREDENCIAMENTOS E OUTROS, em todos os setores da Prefeitura Municipal de Valença”, sem que tenha sido feita qualquer menção acerca dos membros dos Conselhos Municipais, cuja natureza é de órgãos auxiliares do Poder Executivo, com regimento interno próprio. Referida portaria, portanto, apenas destituiu as comissões, comitês, conselhos e credenciamentos dos setores internos da Prefeitura Municipal, procedimento este comum no fim do mandato ou por conveniência e oportunidade do Ente Público. Com esta análise feita pela Defensoria Pública e o aval do Plenário, continuamos e aguardamos as indicações da totalidade dos membros do Executivo, que só foram apresentados na Assembleia de junho, quando já havíamos decidido recompor o ConCidade e promover eleições. Aí, resolveram questionar a Lei de criação do Conselho. Formamos comissão, fizemos diversas reuniões para revisão da lei. Aproveitamos para reduzir o número de Conselheiros de 40 titulares para 25, e deixar clara a questão da destituição de Diretoria eleita antes de fim do mandato, que no nosso caso, é fevereiro/2010. Após encontro com o Procurador Jurídico que fez poucas ressalvas no ante-projeto de lei, encaminhou ao Vereador Felipe Farias, que nos repassaria para apresentação ao Plenário, o que pretendíamos fazer na Assembleia Ordinária de outubro. Estamos aguardando o material e dando continuidade aos trabalhos, dentro das nossas possibilidades. Estou indicada para o próximo mandato do ConCidade Valença-RJ representando o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais.
A etapa da 4ª Conferência Municipal da Cidade – Valença – RJ no Distrito sede acontecerá no dia 28/11 às 8:30 horas no auditório da Faculdade de Medicina de Valença.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Pobres comprando? Que absurdo, diz o Globo

O jornal O Globo parece querer fazer humor, só pode. No ano passado, colocou seus analistas para desenharem um monstro sobre a crise. Disseram que o governo Lula não estava preparado para enfrentá-la. Sugeriram uma forte pisada no freio da economia. Sorte que poucos empresários acreditaram. Agora, explode o consumo e reclamam do Lula por baixar impostos. Querem o aumento de juros para controlar o desabastecimento. A manchete de hoje entrará para a história da farsa jornalística: “Lula estimula mais consumo e produtos começam a faltar”. Sim, faltam condicionadores de ar, picolés, cocas-zero e a culpa não é do calor, mas do Lula.
Logo logo vai aparecer um editorial do Globo para versar sobre os novos tempos bolcheviques, onde os “homens de bem” precisam se misturar ao povo para comprar seus eletrodomésticos. Será que a Daslu já vende condicionador de ar? Sugerindo pauta para o professor Hariovaldo Almeida Prado, segue um vídeo onde podemos aprender a fazer um condicionador de ar, já que o governo stalinista de Lula patrocina a escassez de produtos com sua política econômica de inspiração cubana:
Só um detalhe: no final da reportagem do Globo, em seu último parágrafo, uma visão diferente de analistas. Lógico que não mereceu atenção e não motivou outra manchete:
Para alguns economistas, um paradigma está sendo quebrado no Brasil. Ao estimular o consumo o governo provoca o espírito empreendedor e criam-se condições favoráveis para que o investimento se realize, com crescimento sustentável.
Postado por Jurandir Paulo às 12:27
Marcadores: quem lê tanta notícia
3 comentários:
- Romanzeira disse...
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Rapaz, mas eu levei um susto com essa manchete hoje. Quando li, me veio a cabeça terríveis recordações do plano cruzado. Levada pelo impulso e pavor li o subtítulo ainda temerosa: condicionadores e ventiladores!!!??? Eu pensando na falta de ovo, na falta de carne, de feião e etc... e o estardalhaço é por causa de eletrodomético?!
Só pode ser sacanagem com a nossa cara!!! - 26 de Novembro de 2009 14:21
- Zeca disse...
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O calor é culpa do Lula. O efeito estufa é culpa do Lula. As chuvas, as catástrofes, os deslizamentos de terra, os acidentes de trânsito, o bolo que abatumou, o orgasmo que falta a Miriam Leitão. TUDO, absolutamente TUDO é culpa do Lula.
- 26 de Novembro de 2009 14:41
- Felipe Canêdo disse...
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"Na verdade a Globo tá tentando se eximir de suas culpas. O que não é culpa da Globo hoje?"
Acho que na verdade ela tá esperneando com medo da mudança de áres na América Latina, principalmente em relação à conjuntura da comunicação e a dos grandes veículos. Hehehe, o Estado de Minas deu uma mancada aqui anteontem sobre o PED do PTMG que também que foi engraçada. - 26 de Novembro de 2009 15:16
Plano de cargos de professores de 40 horas aprovado na íntegra
O Plano, cujo estudo foi estabelecido por emenda da Alerj na lei de incorporação da gratificação intitulada Nova Escola, prevê uma progressão salarial de 12% a cada cinco anos, enquadrando os docentes nas tabelas de vencimento de acordo com o tempo de serviço, sem efeitos retroativos. “O projeto de lei determina ainda a extinção dos mencionados cargos que se encontrem vagos, sendo os cargos que se encontrem providos extintos à medida que vagarem, vedados novos provimentos”, explica o governador Sérgio Cabral na justificativa. O plano vai gerar impacto de R$ 46 milhões no orçamento.
O plano prevê o enquadramento dos docentes nas tabelas de vencimento considerando o tempo de serviço. Segundo dados da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), isso representará um aumento de 40% nos vencimentos-base a partir de janeiro de 2010. A partir de janeiro, 81% dos 1.514 professores DOC I (que lecionam da 6ª à 9ª séries), e recebem atualmente R$ 1.831,74 de vencimento-base, passarão a receber R$ 2.573,46. Os 19% restantes passarão a ganhar R$ 2.297,73. Os 5.054 professores da categoria DOC II (que lecionam da 1ª à 5ª séries) e recebem R$ 1.168,20 de vencimento-base serão beneficiados seguindo a mesma lógica. 91% receberão R$ 1.641,23 e 9% receberão R$ 1.465,39. Ambos serão beneficiados ainda pela incorporação do Nova Escola, o que, a partir de outubro do próximo ano, aumentará estes valores.
Do site da Alerj
Trabalhadores da Saúde fazem passeata pelas ruas de Valença contra o prefeito Vicente Guedes
Os manifestantes reclamaram da pouca atenção do prefeito em relação a alguns dos problemas relacionados com a saúde, em especial com o programa de saúde da família e dos agentes comunitários de saúde.
Fonte: Radio Cultura do Vale
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
4ª Conferência Municipal da Cidade - Valença - RJ
É de todos nós, Cidadãos, a tarefa de transformar esta realidade assegurando o direito à cidade - garantindo que cada moradia receba água tratada, coleta de esgoto e de lixo, que tenha em seus arredores: escolas, comércio, praças, espaços de lazer, esporte e cultura, e acesso ao transporte público - transformando as cidades em ambientes saudáveis e produtivos.
Com o lema “Cidade para todos e todas com gestão democrática, participativa e controle social”, a 4ª Conferência Municipal da Cidade* – Valença - RJ é a oportunidade para formular questões e propor diretrizes para as políticas de habitação, saneamento básico e ambiental, transporte e mobilidade urbana, e planejamento territorial urbano com proteção do nosso patrimônio histórico, artístico e cultural.
Compareça! Participe!
4ª Conferência Municipal da Cidade - Valença - RJ
dia 28 de novembro, às 8:30 horas no auditório da Faculdade de Medicina de Valença.
Conselho Municipal da Cidade de Valença–RJ E-mail: concidadevalenca@gmail.com
CNPJ nº 10.239.724/0001-46
* 4ª Conferência Municipal da Cidade – Valença-RJ faz parte do cronograma da 4ª Conferencia Nacional das Cidades e é a oportunidade para formularmos questões e propormos diretrizes para as políticas de habitação, saneamento básico e ambiental, transporte e mobilidade urbana, e planejamento territorial urbano com proteção do nosso patrimônio histórico, artístico e cultural. Foi convocada pelos presentes na Assembleia Ordinária de outubro, representantes do Poder Judiciário; Associação de Moradores do Cruzeiro; Associação dos Moradores de Parapeúna; Associação dos Moradores e Amigos de Pentagna; Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia-RJ; Associação de Engenheiros e Arquitetos de Valença; Associação de Produtores Orgânicos de Valença; Santuário de Vida Silvestre da Serra da Concórdia - SalveaSerra; Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação-RJ, Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Valença; Partido Comunista Brasileiro e Associação dos Amigos da Biblioteca D. Pedro II.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Recadastramento para as próximas eleições. Valença está de fora
A propaganda acaba preocupando o eleitor que não entende. Em Valença, o eleitor pode ficar tranquilo, que a cidade não está entre as selecionadas para o recadastramento. A expectativa do TSE é que em oito anos todas as cidades brasileiras já tenham esse tipo de identificação do eleitor. Valença por enquanto fica de fora. Aliás, no Estado do Rio de Janeiro, não há nenhuma cidade incluída, nem mesmo a capital.
Ao todo são apenas 51 municípios que deverão fazer o recadastramento:
AC - Bujari
AL - Rio Largo, Barra de Santo Antônio, Branquinha, Chã Preta, Igaci, Jaramataia, Poço das Trincheiras, Quebrangulo, São Miguel dos Milagres, Coité do Nóia, Maribondo
AP - Ferreira Gomes
BA - Pojuca
CE - Eusébio
ES - Viana, Castelo
GO - Hidrolândia
MA - Paço do Lumiar, Raposa
MG - São João Del Rei, Pará de Minas, Curvelo, Ponte Nova
PA - Capanema,
PB - Pedras de Fogo, Cabedelo
PE - Ilha de Itamaracá, Itapissuma, Rio Formoso, Tamandaré
PI - Piracuruca
PR - Balsa Nova
RN - Macau, Guamaré, Caraúbas, Alexandria, Pedro Avelino, Pilões, João Dias
RO - Candeias do Jamari
RS - Canoas
SE - Barra dos Coqueiros
SP - Nuporanga
TO - Pedro Afonso, Alvorada, Bom Jesus do Tocantins, Rio Sono, Talismã, Santa Maria do Tocantins, Figueiropólis
80 anos da Banda Progresso
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Professor baleado pela PM de Sergio Cabral volta à sala de aula
Tudo muito metódico e repetitivo, muitas teorias e conchavos políticos. Enquanto isso, os alunos contam os dias para irem ao baile funk se esbaldar com as "xuxucas"ou "Os Ousados" nos finais de semana e verem a vida de forma reducionista, endeusando a luxúria e o sexo. Outros adolescentes, menos hedonistas, contam os dias para ouvirem uma repreensão em um templo religioso e sentirem-se culpados ao término, podendo assim, tornarem-se mas brandos e domesticados.
Tenho liberdade de escrever a vontade sobre meus alunos, pois descobri que, quase todos, não tem hábito de leituras. Esse ócio cultural vêm das primeiras séries e no Ensino Médio, é difícil reverter. Nós, educadores, estamos nos empenhando com vários projetos para estimulá-los a leitura mas parece que falta alguma peça chave nesse processo. Descobri que, por mais que queiramos levantar a auto-estima do corpo discente, não lograremos êxito com governos corruptos e insanos.
Jorge Picciani, presidente da Assembléia Legislativa manda jogar bombas em educadores; Sergio Cabral chama motoristas de vans de vagabundos; Eduardo Paes manda derrubar as casas dos mais pobres, alegando ser área de preservação ambiental, porém, mantém erguida as casas dos mais ricos; Lula vive uma fase de encantamento com o seu "Eu". Parece que o mundo gira em torno dele. "Nunca antes houve algo assim..." diz ele. Seu filme, já se sabe, teve 4 financiamentos ocultos. Empresas que não querem aparecer como patrocinadoras do filme-biografia do Lula.
Bom, melhor parar por aqui. Volto para sala de aula e continuo blogando. Abraços e obrigado por ter lido até aqui".
Retirado do Blog Abala Mas Não Imobiliza
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Inclusão dos profissionais de 40h no Plano de Carreira
PROJETO DE LEI Nº 2712/2009
EMENTA:
INSITITUI PLANO DE CARGOS E VENCIMENTOS PARA A CATEGORIA FUNCIONAL QUE MENCIONA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
Autor(es): PODER EXECUTIVO
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1º
Fica instituído plano de cargos e vencimentos para os Professores Docentes I e Professores Docentes II a que se refere a Lei nº 2.162, de 29 de setembro de 1993, transferidos para a estrutura da Secretaria de Estado de Educação por força da Lei nº 2.512, de 11 de janeiro de 1996.
Art. 2º
Os cargos de Professor Docente I e Professor Docente II serão estruturados em níveis e ordenados em referências numéricas, na forma do Anexo I desta Lei.
§1º Aplica-se aos cargos de que trata a presente Lei, no tocante ao enquadramento por níveis, o disposto nos artigos 21, 22 e 30 da Lei nº 1.614, de 24 de janeiro de 1990.
§2º A progressão entre referências far-se-á de acordo com o disposto no artigo 29 da Lei nº 1.614, de 24 de janeiro de 1990.
§3º O enquadramento dos atuais ocupantes dos cargos de que trata a presente Lei nas respectivas referências, para efeitos da aplicação do plano de cargos e vencimentos ora instituído, será efetuado levando em consideração o tempo de exercício no cargo ocupado, apurado em 31 de dezembro de 2009.
§4º O enquadramento realizado com base na presente Lei não terá efeitos retroativos.
Art. 3°
Fica fixado o vencimento-base dos cargos a que se refere a presente Lei, na forma do Anexo II.
Parágrafo único
O vencimento-base dos cargos a que se refere a presente Lei guardará o interstício de 12% (doze por cento) entre referências.
Art. 4º
Fica extinta, a partir de 1º de janeiro de 2010, a gratificação estabelecida pelo art. 4º do Decreto nº 26.458, de 07 de junho de 2000.
Art. 5°
Estende-se o disposto na presente Lei, observado o disposto no art. 40, e respectivos parágrafos, da Constituição da República, bem como nas Emendas Constitucionais n° 41, de 19 de dezembro de 2003, e n° 47, de 05 de julho de 2005:
I - aos servidores públicos inativos integrantes dos cargos referidos pelo art. 1º desta Lei; e
II - aos pensionistas de servidores públicos integrantes dos cargos referidos pelo art. 1º desta Lei.
Art. 6º
Os servidores ativos e inativos e os pensionistas abrangidos pela presente Lei que, em virtude de sua implementação, venham a apresentar eventual decréscimo em sua remuneração bruta, farão jus ao recebimento de vantagem pessoal nominalmente identificada, no exato valor do decréscimo verificado, sendo o valor de tal vantagem reduzido na proporção e na medida em que seja implementada qualquer majoração da remuneração percebida por tais servidores e pensionistas, até sua inteira absorção.
Art. 7º
Fica alterada a tabela constante do Anexo I da Lei nº 5.539, de 10 de setembro de 2009, que passa a vigorar na forma dada pelo Anexo III desta Lei.
Art. 8º
Os cargos a que se refere a presente Lei:
I – que, na data de publicação desta Lei, encontrem-se vagos, ficam extintos;
II – que se encontrem providos, na data da publicação desta Lei, serão extintos automaticamente à medida que se tornarem vagos, sem prejuízo de vencimentos, direitos e vantagens de seus atuais ocupantes.
Parágrafo único –
É vedada a admissão de pessoal para novo provimento dos cargos de que trata a presente Lei.
Art. 9º
As despesas resultantes da aplicação desta Lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, ficando o Poder Executivo autorizado a realizar as suplementações que se fizerem necessárias.
Art. 10
Esta Lei entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2010, revogadas as disposições em contrário.
Rio de Janeiro, 16 de novembro de 2009.
SÉRGIO CABRAL
Governador
JUSTIFICATIVA
MENSAGEM Nº 54/2009 Rio de Janeiro, 16 de novembro de 2009.
EXCELENTÍSSIMOS SENHORES PRESIDENTE E DEMAIS MEMBROS DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Tenho a honra de encaminhar à deliberação dessa Egrégia Casa, inclusa Proposta de Lei que "INSTITUI PLANO DE CARGOS E VENCIMENTOS PARA A CATEGORIA FUNCIONAL QUE MENCIONA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS."
A iniciativa busca atender à recomendação constante do artigo 9º da Lei nº 5.539, de 10 de setembro de 2009, no sentido de que o Poder Executivo realizasse "estudos para a inclusão dos Professores Docente I e Docente II em regime de 40 horas no plano de cargos e vencimentos instituído pela Lei nº 1614, de 24 de janeiro de 1990, ou por novo plano que venha a substituir o atualmente vigente".
A proposta estabelece um plano de cargos e vencimentos para os Professores Docentes I e Professores Docentes II a que se refere a Lei nº 2.162, de 29 de setembro de 1993 – os chamados "Professores 40 horas" –, transferidos para a estrutura da Secretaria de Estado de Educação por força da Lei nº 2.512, de 11 de janeiro de 1996, atendendo assim aos anseios de tal categoria funcional.
De acordo com o projeto ora apresentado, aplicar-se-ão aos cargos em questão as regras de enquadramento em níveis e de progressão em referências constantes da Lei nº 1.614/90, sendo seus atuais ocupantes enquadrados nas respectivas referências de acordo com o tempo de exercício no cargo, apurado até 31 de dezembro de 2009 – data imediatamente anterior à pretendida para início de vigência da norma proposta.
Os vencimentos-base dos cargos de que trata o projeto são estabelecidos na forma trazida por tabela constante como anexo, já garantindo aos profissionais em tela majoração vencimental até outubro de 2015.
Outrossim, o projeto de lei em comento promove a necessária adequação da tabela constante do Anexo I da Lei nº 5.539, de 10 de setembro de 2009, para supressão da referência, naquela tabela, aos vencimentos-base dos cargos de que ora se trata .
O projeto de lei em referência determina ainda a extinção dos mencionados cargos que se encontrem vagos, sendo os cargos que se encontrem providos extintos à medida que vagarem, vedados novos provimentos.
A iniciativa ora encaminhada a Vossas Excelências, assim, garante reajustes para as categorias funcionais mencionadas nos próximos seis anos, resultando não apenas na preservação do poder aquisitivo dos vencimentos, mas também em ganho real considerável.
Essas despesas adicionais previstas para o próximo ano, bem como os elevados encargos financeiros e administrativos do Poder Executivo, me impedem de conceder reajustes maiores ou em menores prazos do que os aqui propostos.
Finalmente,cabe registrar que a concessão dos reajustamentos aqui previstos não implica em revisão do rumo adotado desde o primeiro dia de governo, de promoção de um severo ajuste fiscal que ponha em bases financeiramente sustentáveis a gestão pública do Estado do Rio de Janeiro. A despesa prevista na presente iniciativa será largamente compensada com substantivas reduções nas despesas de custeio e de pessoal.Solicito, portanto, que este projeto de lei seja apreciado por essa Augusta Casa Legislativa, imprimindo-lhe caráter de urgência, nos termos do art. 114 da Constituição Estadual
SÉRGIO CABRAL
Governador
SECRETARIA DE IMPRENSA E COMUNICAÇÃO
Maria José de Lima Barcellos
Marlêne da Silveira Maia Barbosa
domingo, 15 de novembro de 2009
Festival de Besteiras que assolam Valença
Quase uma década depois encontro a coleção completa das crônicas organizadas num único livro. Criador do FEBEAPA (Festival de besteiras que assolam o país), Sergio Porto divulgava a estupidez dos atos dos nossos governantes na época da ditadura militar. Entre 1966 a 1968, o autor esteve em pleno vapor para alcançar o seu objetivo: demonstrar a ignorância dos nossos políticos. O criador do primo Altamirando tinha o talento de Charles Chaplin: falar de coisas importantes através do humor. Stanislaw escrevia sobre o absurdo da realidade de uma piada sem graça chamada Brasil.
Citarei aqui a minha tirada favorita quando ele comenta o projeto de um radialista de instituir o dia da Avó: “... o segundo inventado por uma radialista “porque existem tantos dias e ninguém ainda se lembrou da avozinha”. A distinta não reparou que existe o “Dia das Mães” e que – jamais em tempo algum- mulher nenhuma conseguiu ser avó sem ser mãe antes.”
Estamos numa situação pior do que a época do Stanislaw: demonstrar a ignorância dos militares que usurparam o poder é uma coisa. Falar sobre a ignorância dos nossos políticos é falar da nossa própria ignorância, já que nós os colocamos no poder. A estupidez, talvez, seja a coisa bem mais distribuída entre os grupos sociais do nosso país.
A proposta da postagem é pensar na seguinte situação: o que faria Sergio Porto em Valença durante o ano de 2009? Pois bem, a primeira coisa que ele faria seria ler as atas da Câmara Municipal de Valença. Já na segunda sessão (18/02/2009), o autor já teria trabalho a fazer: durante a fala do vereador Naldo temos a “boa” notícia de que a “bolsa escola” seria incorporada ao salário dos professores. Não obstante, o nosso vereador ZAN aproveitou a onda e disse que o “bolsa escola” era uma ótima notícia para os professores seguido do comentário do petista Felipe Farias que também achou a iniciativa importante e puxou a sardinha para o seu presidente falando da importância do bolsa família para as famílias carentes.
Acho que os professores realmente estão chorando muito nossos problemas. Até nossos “distintos” representantes já acham que os professores estão ganhando “bolsa escola”. Nenhum dos três sabia, eles deveriam saber, que não existe “bolsa escola”, o programa chama-se nova escola. Claro é que não podemos esperar que nossos vereadores saibam dos programas de valorização, há controvérsias, do professor.
Mas, não seria apenas falta de amor no coração do escritor num domingo à noite em desenterrar uma besteira de fevereiro de 2009? Bolsa escola não seria a mesma coisa de nova escola?
Um sonoro não! O programa bolsa escola foi criado no governo Fernando Henrique Cardoso. O programa vinculava uma renda para as famílias que mantivessem seus filhos na escola. Em suma, o professor não ganhava nada. Já o programa nova escola foi criado pelo governo estadual onde o professor ganhava uma gratificação de acordo com a nota da sua escola em provas organizadas pelo governo do Estado do Rio de Janeiro. Bem parecido, não?
Existe uma coisa que eu nunca vi: vereador que não defenda a educação. Pode observar quando estiver conversando com algum. Na verdade, caso não precise de um cargo comissionado, faça a seguinte pegadinha: pergunte para o vereador se ele acha que a educação é importante. Com muita paciência escute todo aquele discurso fácil de que a educação mudará o país e coisa e tal e tal e coisa. Depois pergunte quais as leis já feitas por ele com o tema da educação. Pergunte também se na Câmara dos Vereadores existe alguma comissão especial para a educação. Perguntar e perguntar. É a regra fundamental de Sergio Porto, que faz falta....
Ps: Fica instituída então a homenagem ao Sergio Porto e inaugura-se o FEBEAV (Festival de besteiras que assolam Valença).
Sobe para 49 o número de desabrigados em Valença
Ainda segundo os dados, 37 edificações foram danificadas e oito destruídas. O número de desalojados chega a 148.
No total, as chuvas dos últimos dias afetaram mais de 36 mil pessoas no Estado do Rio, além de deixar seis feridas e causar três mortes. No total, há 1.373 desalojados e 715 desabrigados. As chuvas danificaram 46 edificações e destruíram 11.
As informações são da Agência Brasil.
sábado, 14 de novembro de 2009
Feira Econômica e Acadêmica na FAA

Valença - Começou ontem a primeira edição da FECOVALE (Feira Empresarial e Comercial de Valença). A FECOVALE será realizada no campus I do CESVA (Centro de Ensino Superior de Valença – Ginásio da FAA), situado na Rua Sargento Vitor Hugo, 161, bairro de Fátima. O evento tem como finalidade promover oportunidades e demonstrar ao seu público as grandes vantagens das empresas de Valença.
A ideia quanto à realização da FECOVALE faz parte de uma das várias ações de marketing promovidas pela ACIVA (associação comercial e industrial de Valença) que ao longo do ano de 2009 realizou campanhas, eventos e fomentou o associativismo no município de Valença, através da integração de seus associados.
Para concretização dessa Ação Empreendedora foi indispensável o apoio do SEBRAE/RJ e das instituições como: Fundação Educacional Dom André Arcoverde, FACERJ (Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Rio de Janeiro) através do Programa Empreender, da Prefeitura Municipal de Valença e das empresas patrocinadoras: VALE SUL E 3B-RIO.
A FECOVALE se estenderá aos dias 14 e 15 de novembro, e em todos os dias o público pode aproveitar shows ao vivo de MPB e Chorinho, desfile de moda, parque de diversão, Pizzaria Parma e Restaurante Dom Bistrô. A entrada é franca em todos os dias.
FEIRA UNIVERSITÁRIA É UMA DAS ATRAÇÕES
Para enriquecer ainda mais o evento, a Fundação Educacional Dom André Arcoverde de Valença realizará a segunda edição da Feira Universitária “Profissão e Mercado” no mesmo local. Os visitantes poderão conhecer melhor a estrutura e os Cursos disponíveis pelo CESVA, possibilitando a todos os participantes e visitantes o seu grande potencial de ensino, capaz de garantir o futuro de seus alunos no mercado de trabalho.
FEIRA É A PRIMEIRA NA ERA DO TWITTER
A FECOVALE apesar de estar em sua primeira edição já começa grande, em uma ação de marketing digital foi criada uma conta no mini blog twitter, a nova febre da internet, o que possibilita o internauta saber passo a passo o andamento da feira, quem quiser seguir a FECOVALE é só acessar o link: http://twitter.com/fecovale
Vestibular Cederj 2010.1
Se você tem vontade de cursar uma faculdade, mas se preocupa com a falta de tempo, de dinheiro e com a qualidade do curso a escolher, saiba que é possível conciliar trabalho, estudo e ainda garantir um ensino de qualidade e gratuito. Ao ser aprovado no vestibular do Cederj, você será um estudante regularmente matriculado em uma das universidades parceiras e realizará um dos cursos de graduação com sistema de tutoria presencial nos pólos regionais e a distância (por telefone, fax, internet), além de aulas práticas de laboratório; e, ao concluir a graduação, receberá um diploma igual ao dos alunos presenciais.
Você pode optar por um dos 32 polos regionais do Cederj distribuídos pelo Estado do Rio de Janeiro. São eles: Angra dos Reis, Barra do Piraí, Belford Roxo, Bom Jesus de Itabapoana, Cantagalo, Duque de Caxias, Itaguaí, Itacoara, Itaperuna, Macaé, Magé, Miguel Pereira, Natividade, Niterói, Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Paracambi, Petrópolis, Piraí, Resende (Centro e FAT), Rio Bonito, Rio das Flores, Rio de Janeiro (Campo Grande e Maracanã), Santa Maria Madalena, São Fidelis, São Francisco de Itabapoana, São Gonçalo, Saquarema, Três Rios e Volta Redonda.
Escolha o curso e a região que melhor lhe atendam e inscreva-se no Vestibular Cederj 2010.1, entre os dias 28 de outubro e 29 de novembro, no site www.cederj.edu.br/vestibular.
A prova será realizada no dia 19 de dezembro de 2009, contendo uma parte objetiva e outra parte específica.
Mais informações pelos telefones: (21) 2334-1728/ (24)2431-9982/ (22)3861-4844
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Chuva deixa 148 desalojados em Valença
A Secretaria de Serviços Públicos e Defesa Civil vem trabalhando integralmente nestas comunidades e garantiu segurança às casas com risco de desmoronamento, além de doar colchões e cobertores para as famílias abrigadas nas escolas próximas aos locais de maior vulnerabilidade. A RJ-145, que havia sido obstruída por um deslizamento, já está liberada para o trânsito.
A prefeitura também disponibilizou almoço nas escolas e creches que receberam os desabrigados e na sede administrativa estão sendo recolhidas doações de roupas e alimentos para as famílias.
Fonte: sítio do Diário do Vale
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
CPI quer saber quantos recebem comissões do TCE
Em seu depoimento, Menezes confirmou a fala do secretário de Administração do TCE, Emerson Maia, que disse à CPI, no último dia 3, que cada conselheiro tem direito a receber R$ 48 mil que devem ser gastos, segundo critérios próprios, com funcionários “de confiança”. O coordenador do RH disse que cada um fornece uma lista especificando o valor e o funcionário que deve receber e reafirmou que os atos não são mesmo publicados (atos secretos). “Realmente para este tipo de gratificação não há publicação, mas já reconhecemos esta falha e estamos revendo. De qualquer forma, estas gratificações são previstas em lei”, afirmou Menezes, dizendo apenas não lembrar o número da norma. Para a presidente da CPI, o coordenador não lembra da lei porque ela não existe. “Como você dá em branco um cheque de R$ 48 mil para distribuir a quem quiser? Então eu quero que ele me diga qual é esta lei. O que acontece é um rodízio de personagens. Num mês, você ganha R$ 20 mil; em outro, recebe R$ 5 mil, e fica uma bagunça. O serviço público é rigoroso e isto é uma manobra que ainda não sei, sequer, se é para o valor voltar para o próprio conselheiro”, frisou Cidinha.
Ainda durante esta reunião, a CPI ouviu o servidor do TCE-RJ Sérgio Roberto de Souza, que é motorista do conselheiro José Gomes Graciosa, e o bombeiro Josias da Conceição, cedido para o tribunal e que afirmou trabalhar na segurança e no gabinete de Graciosa. Questionados pela CPI sobre a possibilidade de já terem recebido cheques do conselheiro ou de algumas pessoas envolvidas a ele, ambos disseram ser possível. Souza e Conceição afirmaram que, constantemente, iam ao banco prestar favores a pedido de colegas de trabalho. Entre os favores, os dois disseram trocar cheques, de diversas pessoas, e admitiram não se lembrar de todos que já foram trocados. O motorista de Graciosa disse ser funcionário do tribunal desde 1990 e afirmou receber cerca de R$ 17 mil mensais. Ele informou que mora na Rua Santa Clara, em Copacabana, zona Sul do Rio. O endereço, de acordo com Cidinha Campos, é fornecido por outros funcionários do tribunal. Já o primeiro sargento do Corpo de Bombeiros disse trabalhar no órgão desde 1998, de onde garantiu receber R$ 5.100, incluídos dois auxílios-educação.
Nesta quinta, a CPI também aprovou, por unanimidade, a convocação coercitiva da ex-funcionária do TCE-RJ Célia Maria de Paula Monteiro Valva; de Celso Gomes Graciosa, irmão do conselheiro Graciosa, e do ex-assessor Jorge Luiz da Silva. Quem quiser fazer denúncias envolvendo o tribunal poderá entrar em contato com o Disque Fraude TCE (0800 282 8890), um serviço telefônico gratuito da CPI.
The Black Bullets ganha prêmio de Agrado Popular no Canta Rio Sul
A banda valenciana The Black Bullets ganhou o prêmio de Agrado Popular nas semifinais do Festival Canta Rio Sul em Barra do Piraí, no dia 07/11/09, com a música "Pedras e Rancores".Atualmente o grupo é composto por:
João Jr.: Vocal
Felipe Martins: Guitarra, Backing Vocal.
Rominho Alvernaz: Guitarra, Backing Vocal.
Fred Ielpo: Baixo.
Cristiano Budiú: Bateria.
Além de composições próprias, a banda toca covers de Led Zeppelin, Black Sabbath, Jimi Hendrix e muitos outros clássicos do Rock.
Parabéns à rapaziada e à torcida que saía de Valença para acompanhar a banda em cada etapa!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
As incongruências do jornalismo engajado
Aqui Lúcia Hipólito diz que o Ministro Edison Lobão deu declarações que atrapalham tudo, que provocam mais confusão (clique aqui). A declaração criticada foi o Ministro ter dito que o que ocorreu ontem nada tem a ver com o apagão de 2001. É claro que não tem nada a ver, diz Lúcia. Agora foi um acidente, em 2001 foi racionamento.
Ué, então onde o erro do Ministro? Diz a Lúcia que, ao enfatizar as diferenças, Lobão quis apenar livrar o governo Lula – livrar do quê se, segundo a Lúcia, o apagão de ontem provavelmente foi fruto de um acidente? Diz que Lobão falou besteira, porque não tem nada a ver.
Daí a gente pula para o G1, o canal de notícias do sistema Globo:
Clique aqui para a entrevista de Luiz Pinguelli ao Bom dia Brasil. Entrevista cautelosa e técnica do Pinguelli. O ALexandre Garcia levanta a questão dos riscos que o sistema sofre com os índios e com o MST. Imperdível!
Por Luciano Prado
O pior se deu ontem à noite quando a jornalista Lucia Hippolito entrou ao vivo pela CBN/Globo, direto de sua residência para informar ao público ouvinte que o problema do blackout ocorrera porque o presidente Lula autorizara a isenção de impostos da linha branca fazendo com que muitos aparelhos (novos) em funcionamento sobrecarregassem o sistema.
A especialista também alertou para a grave dependência brasileira aos combustíveis fósseis, havendo necessidade de substituição dessa matriz energética.
Já imaginaram, substituir aquele rio de petróleo que move as turbinas de Itaipu por água?
É informação jornalística, de primeira, na veia. Direto da CBN/Globo, a rádio de “troca” notícia.
Comentário
Quando os primeiros comentaristas vieram com essa informação, não dei destaque achando ser gozação. Pelo visto, ocorreu. Quem tiver o link, favor enviar.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Graciosa vai à delegacia acompanhar bombeiro preso por CPI do TCE
Também prestaram depoimento na 1ª DP o diretor do Departamento de Apoio às Comissões Especiais e de Inquérito da Assembleia Legislativa, Marcelo Pose, e o chefe de Gabinete da deputada Cidinha Campos, Woltair Simei Lopes. Pose entregou ao delegado José Luiz Silva Duarte as notas taquigráficas da reunião da CPI onde o bombeiro foi ouvido. Após prestar depoimento à polícia, o bombeiro deverá ser liberado, porque é beneficiado pela Lei 9.099/95, que prevê penas alternativas para crimes com penas inferiores a dois anos. Apesar disso, Cidinha ressaltou: “Fazer afirmação falsa, ou negar ou calar a verdade como testemunha perante a CPI é crime previsto em lei. Ele não só deixou de dizer a verdade, o que já não seria permitido, como mentiu. É preciso que as pessoas entendam que não estamos brincando. Estamos cumprindo a nossa obrigação”.
Durante a sessão da CPI, ao ser questionado sobre um cheque de R$ 9,4 mil que Júnior teria recebido do assessor especial do Gabinete do conselheiro José Gomes Graciosa, Ricardo Montello Amaral, o depoente disse não se lembrar e afirmou que jamais vendeu ou prestou serviços para Amaral. Júnior disse conhecer muitos “Ricardos”, mas, inicialmente, afirmou não saber se era a mesma pessoa citada pela parlamentar. Pressionado, Júnior confirmou que apenas conhecia Amaral de vista e que o cheque a que a CPI teve acesso poderia ter sido “fruto de um favor”. “Não sei como este cheque está com meu nome, mas pode ser que eu estivesse na fila do banco um dia e alguém tenha me pedido para retirar (o dinheiro). Para isto, temos que pôr o nome e também uma identificação (na parte de trás do cheque)”, argumentou o bombeiro. A justificativa não convenceu a CPI. “Primeiro diz que não o conhece; depois lembra quem é Ricardo. E ele esqueceria de um cheque deste valor? Ele não vai brincar com nossa inteligência”, frisou a presidente da comissão.
Júnior contou receber do Corpo de Bombeiros o equivalente a R$ 1,8 mil e afirmou que a gratificação proveniente do tribunal era de R$ 2,1 mil, que, com descontos, cairia para menos de R$ 2 mil. “Estou com a ficha financeira aqui. O senhor recebe R$ 4.538,18. Será que alguém está ficando com seu salário no TCE?”, questionou Cidinha, referindo-se ao incompatível salário declarado. Sobre as ausências de Júnior às reuniões da CPI, para onde já havia sido convocado duas vezes, o bombeiro disse que não tinha comparecido por não considerar necessário. Segundo a deputada Cidinha Campos, uma autoridade do Corpo de Bombeiros teria pedido que ele comparecesse, mas o pedido teria sido negado. “Ficamos sabendo que o senhor foi procurado pelo Corpo de Bombeiros para que viesse aqui na condição de testemunha, mas que o senhor teria dito que só aceitaria ordens do conselheiro Graciosa, e que este teria lhe indicado para não comparecer”, disse a parlamentar. Júnior comentou que trabalha como segurança-brigadista do TCE e que não tem qualquer proximidade com os conselheiros no serviço que presta.
Retirado do Site da Alerj
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
CIRCULAR 11/2009 - ConCidade Valença - RJ
Prezados Conselheiros e Interessados,
O Conselho da Cidade do Município de Valença convida para a próxima Assembleia Ordinária que ocorrerá na terça-feira, dia 10/11, com início às 19 horas no auditório da Santa Casa de Misericórdia de Valença.
Além de informes gerais, trataremos da organização da 4ª Conferência Municipal da Cidade - Valença - RJ, que acontecerá no dia 28 de novembro, às 8:30 horas no auditório da Faculdade de Medicina de Valença, e do processo eleitoral.
Seguem anexos: - Ata ConCidade 2009-10
- Folheto divulgação da conferência
- Texto base para a conferência
Atenciosamente,
Ana Vaz
Presidente
Enquanto alguns se perdem em denuncismo anônimo...
...nossa riquezas naturais, nossa gente e nossa cidade caminham pra se tornar o subúrbio do subúrbio, a "periferia" da baixada, uma Japeri sem trem, com todo respeito ao povo que vive nestes mal tratados lugares.
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Nossos "líderes" são tão tolos que acham que a solução é trazer fábrica catinguenta pra Valença, quando a solução é a Educação. Pro corpo e pra alma!
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Enquanto isso, a gente vai vendo a nossa Universidade definhar (por motivos q a cidade está descabelada de saber!), nossos herois morrerem (Kareca, Fabio L. ou qq menino(a) q se mata por não ter mais esperança aqui) isso tudo narrado pelos jornais que mostram (e lucram sozinhos) com a sujeira e a podridão e os acordos espúrios de todos os lados políticos.
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Mas como sem esperança não há vida, inda podemos desfrutar - tomara q não como um requiem - da performaces que alguns ativistas culturais "revoltados" da cidade fizeram sabádo passado na Rua dos Mineiros.
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Pela educação que lute pela liberdade que todos os santos deem força a estes(as) corajosos!
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Rede Flumineira
Fonte: Orkut.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Jornalixo!

Na cobertura sobre o ataque (mais um) com armas de fogo nos EUA, o jornal local da sociedade e família fluminense (o Globo) - a serviço do mau colonizador - diz que Árabe = Terrorista. Assim como muito dos nossos acreditaram que comunista come crianças, no sentido antropofágico. Nenhuma surpresa num jornal que vem fazendo isso há um século, com maestria e plateia. Sem acento :(
E pra alimentar o picadeiro, ainda podemos assistir um video-bbb e descobrir que na verdade a "reporcagem" era pra dizer q o maluco era peidorreiro...
Lamentável!
Contra o "revide" da Segurança Pública do Rio de Janeiro

A lamentável queda do helicóptero e a morte dos três policiais não pode servir como mais um pretexto para ações que, na prática, significam apenas mais violência para os moradores das comunidades atingidas e mais exposição à vida dos policiais. Ao se utilizar do terror causado pelo episódio para legitimar ações que violam a lei e os direitos humanos, o Estado se vale de um sentimento de vingança inaceitável. Em outras palavras, aproveitando-se da sensação de medo generalizada, o governo de Sérgio Cabral oculta mais facilmente as arbitrariedades e violações perpetradas nas favelas, como o fechamento do comércio, de postos de saúde e de escolas e creches - além, é claro, das pessoas feridas e das dezenas de mortos.
A sociedade carioca não pode mais aceitar uma política de segurança pautada pelo processo de criminalização da pobreza e de desrespeito aos direitos humanos. Definitivamente, não é possível jogar com as vidas como faz o Estado contra os trabalhadores - em especial os pobres, os negros e os moradores de favela - utilizando-se como desculpa a chamada "guerra contra as drogas".
As organizações da sociedade civil, movimentos sociais, professores da rede pública e outros preocupados com a situação que há cerca de uma semana mobiliza o Rio de Janeiro se uniram para exigir o fim das incursões policiais baseadas na lógica do extermínio e a divulgação na íntegra da identidade dos mortos em conseqüência dessas ações. Até o fim da semana, o coletivo fará visitas às comunidades atingidas e se reunirá com moradores para ouvir relatos relacionados à violência dos últimos dias. Na quinta-feira, dia 5 de novembro, haverá um ato em frente à Secretaria de Segurança Pública, no Centro do Rio.
Rio de Janeiro, 27 de outubro de 2009
Justiça Global
CRP - Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro
SEPE - Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação
DDH - Defensores de Direitos Humanos
Grupo Tortura Nunca Mais
CDDH - Centro de defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis
Central de Movimentos Populares
Projeto Legal
Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência
Centro de Assessoria Jurídica Popular Mariana Criola
PACS - Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul
MNLM - Movimento Nacional de Luta pela Moradia
Mandato do Deputado Estadual Marcelo Freixo
Mandato do Deputado Federal Chico Alencar
Mandato do Vereador Eliomar Coelho
DPQ - Movimento Direito Pra Quem?
Fazendo Média
NPC - Núcleo Piratininga de Comunicação
Agência Pulsar Brasil
Revista Vírus Planetário
ENECOS - Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social
AMARC - Associação Mundial das Rádios Comunitárias
APN - Agência Petroleira de Notícias
O Cidadão - Jornal da Maré
ANF - Agência de Notícias das Favelas
Coletivo Lutarmada Hip-hop
Conlutas
Intersindical
Círculo Palmarino
Fórum 20 de Novembro
Assine em http://www.ipetitions.com/petition/manifestosegurancapublica
CPI DA ALERJ ACREDITA QUE TCE NÃO PUBLICA AÇÕES, CRIANDO ATOS SECRETOS
Questionado sobre esses atos, Maia afirmou não saber o motivo da existência deles, mas disse achar que esta era uma “questão histórica”. A deputada frisou que nomes de pessoas conhecidas já foram abreviados no Diário Oficial para esconder casos de nepotismo. “Quando o nome é conhecido, eles abreviam e só republicam com correção três meses depois, quando o foco já não é mais aquela situação. Em atos secretos, o Senado vira brincadeira de criança perto do TCE”, frisou a pedetista.
Outra questão que surpreendeu a deputada foi o número de funcionários requisitados que trabalham no Combate e Prevenção a Incêndios, na Brigada de Incêndio do tribunal. Segundo o secretário, são 70 funcionários e alguns deles fazem segurança do prédio da instituição e de funcionários do órgão em serviço. “A informação que eu tinha era de que havia 50 servidores do Corpo de Bombeiros cedidos para o TCE e eu já achava que era muito; imagina 70. Além disso, eles fazem algo que não está em suas atribuições, que é agir como seguranças. Isto é trabalho, quando necessário, para um policial militar”, destacou a parlamentar.
Emerson disse que o tribunal dispõe de 1.226 funcionários efetivos ativos, 217 comissionados e 282 requisitados. O número de servidores lotados no gabinete da Presidência, assim como o estipulado por gabinete, não foi informado pelo secretário que afirmou ainda não saber esses dados “de cabeça”. No entanto, a CPI pediu que Maia apresentasse os números, reforçando um pedido que já havia sido feito, por ofício, ao presidente do TCE, José Maurício Nolasco.
Em relação às requisições irregulares, o secretário disse que, logo ao assumir em 2007 e perceber alguns erros documentais, informou o presidente Nolasco que, imediatamente, determinou a criação de uma comissão para verificar tais requisições.
O deputado Paulo Ramos (PDT) citou ainda casos de funcionários que são servidores efetivos de prefeituras e que são requisitados para o tribunal sem ônus para os Executivos municipais, mas que, ao chegarem no TCE, recebem gratificações pagas pelo tribunal sem nem mesmo possuir um cargo. O secretário disse que este é um equívoco formal, mas explicou que os funcionários continuam recebendo o vencimento-base do órgão de origem e que, às vezes, esses órgãos são ressarcidos pelo TCE.
Maia contou ainda que cada conselheiro do TCE tem direito a receber R$ 48 mil que devem ser gastos, segundo critérios dos próprios conselheiros, com funcionários “de confiança”.
Vice-presidente da CPI, o deputado Marcelo Freixo (PSol) destacou o respeito que a comissão tem pelos funcionário do tribunal e lembrou que “a responsabilidade do enfrentamento destes problemas é de toda a sociedade”.
Ainda nesta terça, a CPI ouviria o vice-presidente da Câmara de Vereadores de Valença, Salvador de Souza, que esteve na Alerj para esclarecer o que classificou como um “possível engano que pode ter ocorrido”, alegando ter sido convocado no lugar de um homônimo. “Já tive problemas com isto. Este outro Salvador Souza mora no Rio de Janeiro. Eu já até recebi indenização de um jornal da minha região na época em que ele foi nomeado, porque publicaram na cidade que era eu”, informou o vereador. “Compareci porque, como homem público, quero esclarecer qualquer situação possível e venho com tranquilidade, pois este homem não sou eu”, explicou. Cidinha Campos alegou que a comissão vai investigar esse fato.
Os outros convocados para esta reunião, os funcionários requisitados pelo TCE Edgar dos Santos de Oliveira, Sérgio Roberto de Souza e Josias da Conceição, não compareceram e serão, segundo a presidente da CPI, reconvocados.
Fonte: sítio da Alerj
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
5 de Nov. - Dia Nacional da Cultura
Professor Rambo!

Sindicato critica proposta de oferecer 'treinamento de guerra' para alunos e professores
Fonte: Jornal EXTRA.
RIO - O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) criticou nesta quarta-feira, em nota oficial, a proposta da Secretaria Municipal de Educação (SME) do Rio de Janeiro de oferecer 'treinamento de guerra' para alunos e profissionais de educação da cidade. De acordo com o documento, o sindicato afirma que a medida anunciada pela secretaria "mostra bem como as autoridades municipais já não sabem o que fazer para solucionar o problema". Na opinião do sindicato, o 'plano de emergência' não irá resolver o problema.
"Desde 2004, o Sepe já recorreu à autoridades estaduais e municipais, da área de Segurança e de Educação, além do Conselho Tutelar e do Ministério Público Estadual. Apesar das denúncias do sindicato e dos pedidos de providência por parte da SME e das CRES para garantia dos profissionais e alunos, até hoje não foi elaborado um plano de contingência conseqüente, capaz de evitar uma tragédia a cada dia mais anunciada: em 2007, mais de 10 alunos de uma escola municipal, localizada no Complexo do Alemão, foram feridos dentro de sala de aula durante um confronto entre a polícia e traficantes locais", afirma o sindicato em nota.
Ainda segundo a entidade, 'ao divulgar um mapeamento de 150 unidades localizadas em áreas violentas da cidade, a SME utilizou parte de um levantamento feito pelo sindicato ainda no ano de 2006, que apontava cerca de 200 escolas municipais funcionando em áreas consideradas de risco em várias regiões da cidade'.
"Para o Sepe muito mais importante que treinamentos para formação de 'Rambos', que saibam como enfrentar tiros de fuzil e detonações de granadas, seria a formulação de orientações simples da parte das autoridades educacionais. Ou seja, ao primeiro sinal de um conflito, a determinação para as escolas deveria ser o fechamento das mesmas até que as condições de segurança voltassem a normalidade", diz a nota.
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Nota publicada no sítio do SEPE:
SME continua perdida em meio à guerra do crime e quer obrigar profissionais de educação e alunos a se tornarem verdadeiros “Rambos”
Treinamento de "emergência", que só começa no ano que vem, mostra o quanto a SME se encontra distante da realidade das comunidades escolares e cada vez se enrola mais ao tentar dar uma resposta à violência que a cada dia ronda mais o entorno das escolas municipais localizadas em áreas de risco
A imprensa publicou hoje uma medida que mostra bem como o governo municipal não sabe o que fazer para garantir a segurança das escolas da sua rede localizadas em áreas de risco. Com o avanço da guerra do tráfico pelas regiões da capital, agora, as escolas da região da Vila Kennedy tiveram que fechar as portas ontem por causa de mais um tiroteio provocado por uma tentativa de invasão da comunidade durante o último final de semana. Relatos de profissionais de escolas localizadas na Vila Cruzeiro dão conta de que a situação naquela região ainda está tensa e os riscos para profissionais e alunos permanecem altos.
Plano de "emergência" parece coisa de ficção
Hoje, a SME anunciou um “plano de emergência” – mas que só será implementado a partir do ano que vem - para “treinar” professores, funcionários e alunos de 150 escolas municipais localizadas em áreas violentas para que eles possam “enfrentar as situações de alta tensão, como tiroteios entre bandidos e policiais”. Segundo matéria publicada no Jornal O Dia (04/11), o curso deve ensinar como deixar as salas de aula da maneira mais segura e se abrigar em locais em que o grupo possa aguardar o cessar fogo.
“Essa é a nossa realidade. Temos que fazer frente a isso e treinar nossos professores e crianças para aprenderem a atuar numa situação de emergência”, explicou a secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, para a reportagem do Dia.
SME divulgou mapeamento de escolas em áreas de risco feito pelo Sepe em 2006
A secretária só não disse que o “mapeamento” das escolas em áreas de risco (e são mais de 200 e não 150 conforme o anunciado pela SME) foi um trabalho realizado pelo Sepe, ainda em 2006, e consta de um dossiê entregue à autoridades estaduais e municipais, da área de Segurança e de Educação, além do Conselho Tutelar e do Ministério Público Estadual. Costin também não reconheceu que, apesar das denúncias do sindicato e dos pedidos de providência da parte da SME e das CRES para garantia dos profissionais e alunos, até hoje não foi elaborado um plano de contingência capaz de evitar uma tragédia a cada dia mais anunciada, com alunos e professores sendo atingidos pelo fogo cruzada da guerra entre marginais e policiais: em 2007, vários alunos de uma escola municipal, localizada no Complexo do Alemão, foram feridos dentro de sala de aula durante um confronto entre a polícia e traficantes locais.
Haveria tantas guerras se os governos investissem realmente na educação pública em vez de ficarem criando factóides?
A SME, a prefeitura, a Secretaria Estadual de Educação e o governo estadual tem que entender de uma vez por todas que a categoria e as comunidades escolares não querem treinamentos para formação de “Rambos”, que saibam como enfrentar tiros de fuzil e detonações de granadas. O que a categoria, alunos e responsáveis exigem é a coerência da parte das autoridades – coerência, aliás, que sobra da parte dos profissionais de educação e dos responsáveis, os primeiros, quando fecham as portas das escolas mesmo sob a coação de diretores de CREs que desconhecem a realidade destas escolas e exigem que elas continuem funcionando como se nada estivesse acontecendo ao seu redor. Os segundos, quando deixam de levar seus filhos para a escola, já que tem que atravessar uma verdadeira
“zona de guerra” para fazer o trajeto das suas residências até as unidades escolares. Ora, se professores e funcionários sabem bem quando não devem se expor aos perigos da guerra sem quartel do crime organizado, como as autoridades “responsáveis” pelo bem-estar da população se fazem de cegos ou surdos e querem obrigar as escolas a funcionar em meio a tais conflitos?
Mais uma vez, infelizmente, o poder público municipal, através da sua secretária de Educação, se utiliza um factóide para tentar dar uma resposta rápida à opinião pública sobre a ineficácia do seu trabalho para garantir a segurança das escolas. Mas ela só conseguiu mostrar o quanto a SME se encontra distante da dura realidade vivida pela população carioca no seu a cada dia mais violento dia-a-dia. Até mesmo porque, se a política pedagógica dos governos municipal, estadual e federal fosse um pouco mais conseqüente e séria, quantas destas guerras fratricidas entre quadrilhas em disputa por pontos de drogas não teriam sido evitadas?
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Carlos: mulato, baiano, comunista, brasileiro
Filho de uma negra escrava, Maria Rita, linda, com pai de origem italiana, Augusto, Carlos é uma das expressões mais genuínas da mestiçagem do povo brasileiro. As conversas com os vizinhos da casa modesta onde nasceu e cresceu, em Salvador, as fotos com os colegas de escola, com os amigos, revelam o mulato sestroso, conversador, gentil, sensível, típico dos bairros populares da velha São Salvador.
Como quem chegou à adolescencia naqueles anos-chave da década de 30, Carlos se identificou profundamente com os projetos revolucionarios da década, antes de tudo com a lideranca de Prestes no PCB, depois da aventura extraordinaria da Coluna. Viveu Carlos aí a primeira grande experiência, que o marcaria pelo resto da vida, consolidando nele a opção revolucionária.Não protagonizou com sua participação os grandes debates no seio do PC ao longo das décadas seguintes. Seu protagonismo ficou reservado para os momentos mais difíceis vividos pelo Partido, logo depois do golpe de 1964. Já sua resistência à prisao na Cinelândia, no Rio, poucos días depois do golpe, demonstrava a atitude de rebeldia e de resistência que Carlos imprimiria à sua atitude e à que convocava aos brasileiros.
Dessa vez Carlos foi o principal protagonista dos debates internos do PCB, sobre as razões do golpe e os novos horizontes de luta da esquerda brasileira. Ele se identificou de forma direta com a dinâmica proposta pela Revolução Cubana, que aparecia como uma alternativa real para os países em que as elites dominantes apelavam para a ditadura, diante das ameaças dos movimentos populares, optando pelo projeto norteamericano da Doutrina de Segurança Nacional.
Carlos conclamou a resistência a aderir ao projeto da luta armada, sob a forma da guerra de guerrilhas, rompendo assim com o PCB e fundando a ALN. Junto com a VPR, dirigida por Carlos Lamarca, protagonizaram a versão mais radical da resistência clandestina à ditadura militar, de que o espetacular sequestro do embaixador dos EUA – com a libertação de 15 militantes da resistência e a leitura de declaração contra a ditadura em cadeia nacional de rádio e televisão – foi uma de suas mais expressivas manifestações.
Os 40 anos passados desde sua morte na luta revolucionária de resistência à ditadura, só multiplicaram a imagem de Carlos, como dirigente revolucionário brasileiro e latinoamericano. Carlos, mulato, baiano, comunista, brasileiro.
Emir Sader - Agência Carta Maior
terça-feira, 3 de novembro de 2009
I CONFERÊNCIA DE CULTURA ANTI-DEMOCRÁTICA DE VALENÇA
Na manhã de sol do dia 30 de outubro passado saí da casa de minha mãe no bairro Dudu Lopes e contrariando uma tendência anterior minha, fui caminhando em direção ao auditório do ITERP que futuramente abrigará uma unidade do Centro Federal de Educação Tecnológica na cidade, para participar da Conferência de Cultura "decretada" pelo executivo municipal.
Ia motivado pelas leituras que vinha fazendo a respeito da II Conferência Nacional de Cultura, convocada pelo Governo Federal, por intermédio do Ministério da Cultura, que previa ser um fórum participativo que deveria reunir artistas, produtores, gestores, conselheiros, empresários, patrocinadores, pensadores e ativistas da cultura, e a sociedade civil em geral.
Imagina que estava vivendo num Estado Democrático de Direito, que combina procedimentos da democracia representativa (eleições) e da democracia participativa DIRETA. Carregava na mochila uma “questão de ordem” que havia preparado na véspera, digitado e imprimido com cópia a ser protocolada, onde fazia algumas indagações sobre o processo da conferência local, a respeito dos seus objetivos e da legitimidade da mesma perante a II CNC. Não só isso, carregava também na minha cabeça e na minha mochila várias questões para contribuir para o processo.
Ao chegar ao recinto, efetuei o meu credenciamento no GRUPO V que iria discutir o eixo V – Gestão e Institucionalidade da Cultura, que dentro da filosofia do Plano Nacional da Cultura tem a ver não somente com o fortalecimento da ação do Estado no planejamento e execução das políticas culturais mas TAMBÉM e principalmente com a consolidação dos sistemas de participação social na gestão das políticas públicas.
Logo após, às 8:30 h. entreguei a uma funcionária municipal da Secretaria de Cultura e Turismo que estava trabalhando no evento, a primeira via da minha “questão de ordem” e solicitei recibo na minha segunda via, o que foi feito e está em meu poder. Roguei para que a mesma entregasse o documento à Coordenação da conferência municipal.
Passeava pelo recinto aguardando o início do evento, observando a todos e procurando encontrar representantes da diversidade cultural valenciana. Não havia quase nenhum. O público em sua maioria era composto de funcionários municipais, especialmente da Secretaria de Educação e identificava pessoas que haviam sido convocadas por carta, “selecionadas” de acordo com os interesses do executivo, com raríssimas exceções.
Neste momento um grupo de chorinho tocava na entrada do auditório. Sentei e esperei a conferência iniciar.
Conversava comigo mesmo. “O que estou fazendo aqui?”. Pensava na opinião de algumas pessoas que haviam me confidenciado que eu não deveria comparecer porque estaria “tocando pandeiro pra maluco sambar”.
Como sou um cidadão consciente, guerreiro da luz e não das trevas, produtor cultural, pesquisador, ex-Secretário de Cultura e Turismo, pensador da diversidade valenciana e que não costuma fugir das oportunidades de manifestar meu pensamento e não gosto de correr dos desafios optei por não ficar omisso no processo. Tinha que ver para crer no que iria acontecer.
Finalmente a cerimônia de abertura com a composição da mesa, com ilustríssimo pra lá, ilustríssima pra cá, hino nacional e o escambau.
Aguardava ansiosamente para ser esclarecido sobre as minhas indagações. Foi quando a Secretaria de Cultura e Turismo, filha da vice-prefeita, anuncia que havia recebido uma “carta” (sic) do Professor (sic) Libório e que iria responder a mim pessoalmente DEPOIS.
Levantei meu braço direito, pedindo a palavra e disse inicialmente que não era professor. Não era essa a minha qualificação no documento que apresentei. Disse que a minha questão de ordem era pertinente e que estava EXPLÍCITO que solicitava que fosse apresentada no início dos trabalhos e que gostaria que ela fosse respondida naquele momento. Sua resposta iria decidir se continuaria ou não participando do evento.
A Sra. Secretária, diante da minha colocação respondeu que passaria minha questão de ordem para ser respondida pelo Sr. Álvaro Maciel, funcionário do Ministério da Cultura, lotado no setor de Artes Visuais da FUNARTE – Fundação Nacional das Artes no Rio de Janeiro, que iria apresentar o Eixo V da II CNC logo na abertura da apresentação dos eixos temáticos.
Neste momento, a claque “chapa branca” aplaudiu a Secretária com gritos de “muito bem!”, numa manifestação clara de hostilidade à minha pessoa.
Antes do Sr. Álvaro Maciel, a representante da Secretaria Estadual de Cultura, Sra. Fernanda Buarque, lotada na Coordenadoria de Diversidade Cultural, fez uma breve apresentação do Plano Estadual e do Portal da Cultura que está para ser lançado em breve.
Fugindo da programação, um indivíduo ligado a uma ONG ambiental, que não tinha nenhuma questão relevante com relação à conferência para apresentar, fez uso da palavra para fazer proselitismo e promoção pessoal.
Finalmente começa a apresentação dos eixos temáticos pelo representante do Minc., que com todo respeito à sua pessoa não soube esclarecer muito bem o tema Gestão e Institucionalidade da Cultura e ainda insinuou na sua fala que questões menores como eleição de delegados não deveria ser uma preocupação principal dos presentes. Com certeza teria apresentado o eixo MUITO melhor do que ele. Principalmente em se tratando de uma platéia leiga e desinformada que estava ali presente e que deveria ser sensibilizada melhor sobre a questão. Ao final de sua exposição, uma das apresentadoras do evento anuncia o próximo eixo a ser discutido, sem ter sido respondida minhas colocações expressas na questão de ordem apresentada.
Antes do Sr. Álvaro descer do palco, pela segunda vez, solicito a palavra estendendo o braço e ele disse que seria respondido DEPOIS e a claque mais uma vez aplaudiu o impedimento de eu falar. Foi quando uma voz, representando a Associação dos Amigos de uma biblioteca local se levantou e afirmou que não estava entendendo as “palmas” toda vez que eu estava sendo impedido de falar.
Aproveitei a “deixa” e usei de autoridade para impor minha fala, afirmando que pessoas que não estavam inscritas para falar já haviam feito uso da palavra e que exigia que fosse ouvido, nem que fosse pela última vez. Disse ao representando do MINC que não estava ali com intenções de ser delegado. O buraco era muito mais embaixo. O instrumento legal que o executivo usou para “decretar” a conferência municipal em nenhum momento afirmava que ela era parte integrante da II CNC, não mencionava o tema geral da mesma, não propunha um eixo municipal, não apresentava nenhuma proposta de discussão, não divulgou nada disso na rara publicidade da mesma e que a minha questão de ordem indagava muito mais, inclusive se a conferência de Valença havia elaborado um regimento interno, entre outras questões. Afirmei ainda que reconhecia que aquele espaço era uma conferência mas não reconhecia que ela pudesse ser vista como parte integrante da II CNC, não tinha legitimidade para eleger delegados e que a diversidade cultural valenciana não estava ali presente. Disse mais ainda, que a conferência não poderia ser reconhecida pelo MINC como um primeiro passo local no dever de casa que o município tinha que cumprir para se habilitar para assinar o “Acordo de Cooperação Federativa” para se integrar ao Sistema Nacional de Cultura. Terminei finalizando que havia criado no início do mês uma rede social – VOZES FLUMINEIRAS – e que lá estava disponibilizado desde o início, o Regimento Interno da II CNC, o texto-base, uma primeira versão do Plano Nacional de Cultura e várias discussões referentes à mesma.
Depois das minhas colocações o Sr. Álvaro Maciel percebeu que não estava falando com um leigo no assunto e disse que estava ali junto com a representante do governo do estado para “resolver” essa situação e que iria se reunir DEPOIS com a comissão organizadora para dar os encaminhamentos.
A conferência prosseguiu com os outros convidados para apresentar os demais eixos e permaneci mudo na plenária até o intervalo para almoço quando me retirei da conferência.
Em um dos intervalos procurei os representantes do governo federal e estadual presentes e perguntei se a Secretária havia passado minha questão de ordem para eles lerem até o momento e eles afirmaram que não. Cogitaram que reconheciam que eu era uma pessoa com condições de ser delegado e que eles poderiam referendar minha indicação. Respondi que só represento o que acredito e quando acredito mobilizo meus parcos recursos pessoais para comparecer. Não queria ir para uma conferência estadual representando o “vazio” de discussões locais e de falta de legitimidade. Disse ainda que já participei de vários seminários nacionais desde o início da gestão do ex-Ministro Gilberto Gil, como Seminário “Cultura para todos”, no Rio de Janeiro, em 2003 e o Seminário Nacional de Políticas Públicas para as Culturas Populares em 2005 em Brasília, dentro outros como o Fórum Brasileiro de Cultura, realizado no Sesc do Rio de Janeiro, todos financiados com o meu bolso, sem depender de dinheiro público.
Afirmei para a Sra. Fernanda Buarque que havia ficado satisfeito com a apresentação do Plano Estadual de Cultura e passei o endereço da rede social que havia criado, o que fiz para todos os outros convidados que apresentaram os eixos e que estaríamos nos encontrando no processo de construção do plano estadual.
Para finalizar meu relato, gostaria de esclarecer que não sou porta voz da diversidade valenciana que é imensa. Compareci ao que agora chamo de I Conferência de Cultura Anti-Democrática de Valença, como produtor, gestor, pesquisador e pensador dessa cultura. Representando eu mesmo. Uma visão no singular. Apenas minha voz. Faltaram as outras. Muitas.
Fui em nome também de um processo político muito importante que está acontecendo na cena cultural brasileira e de toda a abrangência de uma política pública na área da cultura.
Mas fui querendo uma convocada de verdade e mobilizada respeitando o Regimento da II CNC. Fui prá denunciar a incompetência do executivo municipal ter feito uma coisa totalmente diferente do que se esperava.
Infelizmente em Valença não temos um coletivo que exerça de fato sua cidadania cultural. A sociedade civil está contaminada pela cultura política local atrasada de mais de 40 anos.
Pior de tudo foi que o representante do Ministério presente até o momento que participei e a representante da Secretaria de Estado, resolveram ser complacentes e reconheceram o "esforço" do executivo que prá mim só se esforçou em fazer mais um é-vento.
Não sou complacente nem comigo, nem com familiares e amigos que pisam na bola e não vou ser com aqueles que ocupam cargos públicos para desenvolver políticas culturais governamentais (ou particulares?) de cultura.
A Conferência de Valença desrespeitou o Regimento Interno da II CNC em vários momentos e jogou ele na lata de lixo. Como coloquei na questão de ordem impressa e entregue em mãos antes do início oficial da mesma e no plenário enquanto estavam sendo apresentando os eixos, no momento em que consegui me expressar depois de várias tentativas.
Nem o Papa nem o Presidente da República me convencem da sua legitimidade perante a II CNC e ao Sistema Nacional de Cultura.
Acontece que a "divisão" partidária dos cargos ministeriais faz com que alguns de seus membros "burlem" o processo da II CNC com esse papo de vamos dar um jeitinho.
E como não sou irmão do prefeito, amigo da vice e da filha secretária e não estudei no seminário com o representante do Minc no Rio de Janeiro, as relações de amizade prelaleceram.
Falo isso tranquilamente, com todo o todo respeito que tenho ao Padre Medoro que apresentou o Eixo 2, "Cultura, Cidade e Cidadania" de forma bastante razoável e até surpreendente com a crítica que fez ao jornalismo local que estampa as caras dos jovens, negros e pobres da periferia como se fossem traficantes, sem questionar que o problema da droga está na falta de oportunidades de cultura e lazer para a juventude valenciana. Eu e ele temos uma verdadeira relação de unidade na diversidade e diversidade na unidade em todos os diálogos que tivemos frente a frente. E sei que ele respeita meu trabalho e minha visão de mundo.
Em Valença a barbaridade venceu o processo legítimo e democrático.
Mas a roda da história anda. E nossa rede social está começando sua trajetória.
A sociedade civil valenciana em todos os setores tem que começar a fazer sua parte.
NADA MUDA SE A GENTE NÃO MUDAR!!!
Como disse a arte educadora Sônia Reis, que apresentou o Eixo III, "Cultura e Desenvolvimento Sustentável", não adianta só criticar o executivo, a sociedade civil tem que ser sujeito e objeto da sua história.
Infelizmente essa não é a cultura política de uma grande maioria da sociedade civil valenciana.
Quem sabe faz a hora, aqui e agora, e não espera acontecer depois...depois...depois.
Estou encaminhando meu protesto para a Comissão Organizadora Nacional e denunciando a violação dos meus direitos constitucionais – culturais e humanos – para diversos setores da sociedade valenciana e brasileira, com a intenção de que o ocorrido em Valença não venha a se repetir em outra oportundade em que for convocada uma Conferência de Cultura local, desejando imensamente que seja realmente democrática, ampla, geral e irrestrita.
Gostaria que a II Conferência Nacional de Cultura, bem como a Comissão Organizadora da II Conferência Estadual do Rio de Janeiro se manifestasse a respeito.
Caso seja referendado o processo de eleição de delegados locais para a Conferência Estadual, o governo federal e o governo estadual, serão cúmplices dessa ilegitimidade e reús no processo que moverei pela violação dos meus direitos.
Atenciosamente,
Libório Costa de Souza
cidadão brasileiro
produtor, pesquisador, gestor e pensador cultural INDEPENDENTE
http://vozesflumineiras.ning.com
sábado, 31 de outubro de 2009
‘Tive que pagar 10 mil dólares’
De uma frase do representante dos empresários, deu pra perceber o tom do debate, e que haviam lados distintos na luta por uma comunicação mais democrática. Ao comentar sobre os avanços da telefonia, disse que há 10 anos, quando se mudou para a Barra da Tijuca, não havia telefones fixos, o que o “obrigou” “a comprar um telefone tijolão de 10 mil dólares”.
Mesmo antes disso já havia o anúncio. Quando os temas a serem deliberados tinham qualquer caráter para ampliar o caráter democrático, como uma simples sugestão de que os delegados para a Conferência Nacional deveriam no mínimo participar da Conferência Estadual e dos Grupos de Trabalho, total negativa, em especial do segmento empresarial. Chegava a ser irônico. Quando da votação dos empresários, os presentes aguardavam os dois representantes que compunham a mesa decidir o voto. Quando levantavam as mãos, o restante também o fazia. Ainda restava o riso satisfeito deles com a capacidade de “organização”.
Uma outra proposta que teria sido muito mais prática e agilizado os Grupos de Trabalho era referente à sistematização das propostas já indicadas, até mesmo para consolidar as propostas semelhantes como apenas uma, facilitando a aprovação (ou não) posteriormente. Ainda mais com os Grupos tendo em média 150 pessoas. A desculpa era que queriam escutar todas as vozes. Como não havia tempo hábil pra isso, alguns foram ouvidos. Na verdade repetiram o que já havia sido enviado, e as propostas iguais ou semelhantes foram exaustivamente repetidas. Perda de tempo.Mas o mais frustrante é a aceitação das regras já dadas. “Temos que jogar o jogo ‘deles’, as regras já estão dadas”, vociferaram. A desculpa para não se alterar nada é que a Conferência é uma vitória. Vamos pensar que nos próximos anos elas podem ser democráticas. Mas por enquanto vamos nos satisfazer em ter uma conferência de comunicação. Como se já fosse muito.
O que parece é que a sociedade está mesmo participando de um jogo de cartas marcadas. Após o almoço, no banheiro, escuto a conversar de um grupo da sociedade civil, uniformizados de amarelo representando um sindicato. “Olha, eu não sei de nada, você tem que perguntar ‘pro cara’. A gente só está aqui pra seguir ordens. Eles mandam e a gente vota”. Eram uns 15 de amarelo, muito mais próximos do setor empresarial (na verdade votando com os interesses deles, o de desmobilizar os mais interessados).
O embate de ideias ganha maior relevância amanhã, domingo, com as votações a partir das propostas dos Grupos de Trabalho. A cada minuto que passei lá, ficava mais convicto de que a Conferência é muito mais uma forma de legitimar o que já vem sendo feito (“mas abrimos para a sociedade, vocês que decidiram isso!”) do que mesmo se pensar em uma comunicação mais democrática no Brasil. Vamos ver no que vai dar.
Nadador valenciano se destaca no Paraolímpico da Federação do Estado do Rio
O atleta, nadando com pessoas sem deficiências físicas, conquistou o terceiro melhor tempo nos 100 metros livres e o 4º tempo nos 100 metros peito.
Luiz Cláudio treina no Barra Tênis Clube juntamente com o técnico Guga Galdino.
Fonte: sítio da Rádio Cultura AM
Vereador de Valença e secretário do TCE são convocados a depor em CPI
Os convocados serão o vereador do município de Valença, Salvador de Souza, o secretário de Administração do TCE, Emerson Maia, e os funcionários requisitados pelo TCE, Edgar dos Santos de Oliveira, Sérgio Roberto de Souza e Josias da Conceição.
Quem quiser fazer denúncias envolvendo o tribunal poderá entrar em contato com o Disque Fraude TCE (0800 282 8890), um serviço telefônico gratuito da CPI.
Fonte: sítio da Alerj
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Propostas do Sindicato à Conecom-RJ
1 - Tornar o Conselho Nacional de Comunicação deliberativo, desvinculá-lo do Senado e transformá-lo num instrumento de controle social com participação da Sociedade Civil e do Poder Executivo Federal, com funcionamento autônomo, nos moldes do Conselho Nacional de Saúde. Que essa lógica seja estendida aos conselhos estaduais e municipais de Comunicação, criando essas instâncias onde não existirem;
2 – Criação do Conselho Estadual de Comunicação do Rio de Janeiro, paritário, a ser eleito em um prazo máximo de 90 dias a partir da I CONECOM – RJ.
3 - As TVs comunitárias, universitárias, legislativas e do judiciário devem funcionar em sinal aberto digital.
4 - Fortalecimento da TV Brasil: tornar obrigatório que as operadoras e retransmissoras de TV disponibilizem para o público do interior o sinal do canal da TV Brasil. Muitas cidades brasileiras (no Estado do Rio de Janeiro, a cidade de Campos é um exemplo) recebem os sinais de TVs comerciais, mas o mesmo não acontece em relação à TV Brasil.
5 - Controle público na gestão da EBC, através de um processo eleitoral com participação da sociedade, para composição no Conselho Curador da EBC.
6 – Revogação das concessões de radiodifusão vencidas, recuperando-as para o Estado, e promovendo novas concessões com base em uma política para consórcios de entidades da sociedade civil. ABI, OAB, SBPC, CFP, FENAJ e outras entidades sindicais e populares, por exemplo, formariam um consórcio com direito a receber a concessão, numa política gradativa, cuja meta é alcançar um total de 30% das concessões para entidades, fundações etc não comerciais num prazo de 15 anos, avançando a cada cinco anos em 10%. É como se o Estado recuperasse as concessões hoje ilegais para um estoque seu e redistribuísse a partir de uma nova política que vise o cumprimento do artigo da Constituição que prevê a complementaridade entre o setor privado, público e estatal, com 33% para cada um.
7 - Exigir a regularização das concessões com pagamento pelas concessionárias das taxas atrasadas de renovação das concessões;
8 - Criação de um imposto para o uso do bem público denominado espectro rádio-elétrico pelas emissoras comerciais, pertencente à União, para formar um Fundo de Apoio à comunicação pública, comunitária; formação de cursos para a leitura crítica da comunicação; instalação de rádios comunitárias em todos os municípios brasileiros; compra de equipamentos e qualificação de recursos humanos, etc. Ou seja, os canais de televisão comerciais, como a Globo, Bandeirantes, Record, SBT e outras terão de pagar pedágio para usar o espaço rádio-elétrico.
9 - Defesa da manutenção e qualificação da Voz do Brasil. Este espaço radiofônico dos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo é de fundamental importância para milhões de brasileiros, que só têm como fonte de informação do poder público esse canal. É de fundamental importância que a Voz do Brasil seja mantida no mesmo horário (das 19 às 20h). É nesse horário que os brasileiros dos mais diversos rincões sintonizam seus rádios para saber o que acontece no país. Os brasileiros devem receber informações sobre as atividades dos movimentos sociais no espaço da Voz do Brasil, dentro da prédica segundo a qual é necessário que todos os setores sociais do país tenham espaço em pé de igualdade na mídia. Assim, o Estado brasileiro estará colaborando para o aprofundamento do processo democrático, que passa indubitavelmente pela democratização do espaço midiático.
10 - Criação de um programa de popularização da leitura e publicação de jornais, que seriam distribuídos gratuitamente, publicados por grupos e entidades previamente credenciadas, mediante critérios públicos e republicanos, para receberem cota de gráfica e de papel para a produção regular de jornais.
11 – Instituição do Direito de antena: cotas de uso de rádio e TV, em períodos regulares, por diferentes segmentos sociais, com regras claras, sem ataques ofensivos, tipo 5 minutos para cada grupo de cada vez, tal como os partidos têm horários gratuito. Essa prática já é adotada em vários países do mundo.
12 - A democratização das verbas publicitárias públicas – nos níveis federal, estadual e municipal - é uma necessidade nos dias atuais, como tem acontecido em países da América Latina. Que o Estado Brasileiro assegure a distribuição equânime de sua publicidade para os veículos de comunicação. Não tem sentido o critério atual em que só prevalece uma suposta lógica de mercado, ou seja, destinando essas verbas apenas para determinados veículos da chamada grande imprensa e de grande audiência. Os recursos públicos devem ser utilizados para estimular a pluralidade e regionalização e não incentivar a concentração e propriedade cruzada. Para efetivação imediata dessa proposta deve ser criada uma comissão especial para esse fim composta por representantes de entidades representativas da sociedade civil brasileira que estabeleceriam normas de controle e distribuição das verbas públicas em todas as mídias, inclusive comunitárias.
13 - Contra a criminalização dos movimentos sociais, repudiando, em especial, todo ataque às rádios comunitárias;
14 - Apoio à luta pela controle da publicidade infantil.
15 - Incluir matéria de estudo crítico da mídia nas escolas (a partir do ensino fundamental);
16 - Universalização da banda larga gratuita com acesso livre;
17 - Percentual do orçamento municipal, estadual e nacional para comunicação alternativa.
18 - Realização de uma Conferência Livre de comunicadores profissionais e comunicadores populares (vinculada ao processo da Conferência Nacional de Comunicação), antes da Confecom. Essa atividade teria como objetivo construir uma proposta unificada da sociedade civil para regulamentação da profissão dos comunicadores sociais, fortalecendo os movimentos sociais para o enfrentamento contra os empresários que buscam a desregulamentação e precarização das relações de trabalho.
1ª Conferência Estadual de Comunicação do Rio de Janeiro
Sábado, dia 31 de outubro
9h as 13h – Credenciamento de Delegados
10h as 11h – Plenária Inicial – Referendo do Regimento Interno
11h as 13h – Painel de Expositores – Plenária
13h as 14h – Almoço
14h as 19h – Início dos Grupos de Trabalho
Domingo, dia 01º de novembro
10h as 13h – Plenárias por segmentos para eleição de delegados à COFECOM
13h as 14h – Almoço
14h as 17h – Plenária Final, com apresentação dos delegados eleitos e das propostas sistematizadas pelos Grupos de Trabalho. Exame de Moções.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Secretário Estadual de Planejamento afirma que governo "cumpriu" promessas para a rede estadual: Veja a resposta do Sepe
O Secretário de Planejamento e Gestão do Estado do Rio de Janeiro, Sergio Ruy Barbosa escreveu artigo hoje (28/10), publicado num suplemento do Jornal O Dia, para comemorar a passagem do Dia do Servidor Público, onde afirma que o governo estadual está cumprindo as promessas contidas na carta enviada pelo então candidato Sergio Cabral para a casa de todos os profissionais da educação durante a campanha eleitoral em 2005. Afirma o secretário: “Os professores não precisam mais se referir àquele documento de forma irônica. Trata-se, de fato, de uma bendita carta”.
A direção do SEPE reafirma que continuaremos a denunciar que o Governador NÃO CUMPRIU SUAS PROMESSAS DE CAMPANHA, porque, ao contrário do que ele prometia na carta:
- O Governo NÃO repôs as perdas salariais dos últimos 10 anos. Ao contrário, concedeu reajustes limitados a inflação.
- O Governo propôs alterar o Plano de Carreira da Categoria e somente depois de muita mobilização e luta (com direito a bomba jogada pela PM) o governo voltou atrás e manteve os 12% entre os níveis.
- O Governo NÃO descongelou o plano de carreira dos funcionários administrativos, nem incluiu os funcionários de 40 horas no plano e, até agora, deixou esse segmento sem qualquer proposta concreta de valorização.
- A incorporação do Nova Escola só estará completa em 2015 e, portanto, em outro governo.
- Até agora o governo NÃO negociou o abono das paralisações e greve deste ano. Lembramos que foi exatamente o não cumprimento das promessas e a não abertura de uma efetiva mesa de negociação que levou a categoria à greve.
- O Governo até agora, sequer sinalizou com concurso para funcionários administrativos, descumprindo mais uma de suas promessas.
Por isso tudo, não se trata de ironia mas de uma avaliação concreta: o governo Sérgio Cabral NÃO cumpriu com as promessas de campanha. A inclusão dos professores de 40 horas no Plano de Carreira (única promessa que o governo pode dizer que cumpriu), só aconteceu depois de muita luta e pressão e apenas no último ano de mandato. Lembramos ainda que os custos para atendimento desta proposta eram mínimos e que o Estado do Rio continua sendo o que menos gasta com os servidores públicos em todo o país.
Continuaremos denunciando a falta de palavra do governo e não abriremos mão da luta coletiva que leva a conquistas.
Grupo Teatral Arte-Ofício comemora aniversário subindo ao palco dos Democráticos
Os alimentos arrecadados serão doados à União Espírita Valenciana (UMEV), e os brinquedos serão destinados ao Natal Solidário que acontece todos os anos. Segundo a direção do grupo teatral, os ingressos poderão ser trocados antecipadamente em pontos instalados no centro da cidade.
Fonte - Rádio Cultura AM
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Rio Previdência em Valença
Com informações do jornal Extra
Dia Internacional da Animação
As exibições acontecem no dia 28 de outubro, quarta-feira, sempre às 19:30h e com entrada gratuita.Conservatória
Mostra Oficial – Curtas Brasileiros e Estrangeiros (recomendada para maiores de 16 anos)*
Coordenação Local: Maria José Miguel Soares
Telefone: (24) 2453-6054 ou (24) 2452-3855
E-mail: sectur.pmvrj@yahoo.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
* Informações sobre a programação oficial do DIA em Conservatória devem ser obtidas diretamente com a Coordenação Local do evento.
Mostra Oficial – Curtas Brasileiros e Estrangeiros (recomendada para maiores de 16 anos)*
Coordenação Local: Maria Aparecida Da Silva Cunha
Telefone: (24) 2453-6054 ou (24) 2452-3855
E-mail: sectur.pmvrj@yahoo.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
* Informações sobre a programação oficial do DIA em Parapeúna devem ser obtidas diretamente com a Coordenação Local do evento.
Mostra Oficial – Curtas Brasileiros e Estrangeiros (recomendada para maiores de 16 anos)*
Coordenação Local: Geraldo Nonato Mendes
Telefone: (24) 2453-6054 ou (24) 2452-3855
E-mail: sectur.pmvrj@yahoo.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
* Informações sobre a programação oficial do DIA em Pentagna devem ser obtidas diretamente com a Coordenação Local do evento.
Mostra Oficial – Curtas Brasileiros e Estrangeiros (recomendada para maiores de 16 anos)*
Coordenação Local: Iuberto Alencar de Oliveira
Telefone: (24) 2453-6054 ou (24) 2452-3855
E-mail: sectur.pmvrj@yahoo.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
* Informações sobre a programação oficial do DIA em Santa Isabel devem ser obtidas diretamente com a Coordenação Local do evento.
Mais informações sobre o Dia Internacional da Animação, que acontece em todo o país, CLIQUE AQUI
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Valença vai construir biblioteca inovadora
Valença vai construir biblioteca inovadora
Por Duilo Victor (texto)
e Hudson Pontes (foto)Imagine uma cidade onde os livros são um bem comum, do mesmo modo que o sol do meio-dia ou a sombra de uma árvore. Na biblioteca deste lugar, qualquer pessoa pode usufruir da leitura sem data para devolver o livro ou retorná-lo necessariamente para o local de onde foi levado. O que muitos sentenciaram como loucura de Fernando Monção, um empresário de prontaentrega de refeições, vai começar em até três meses em Valença, no Jardim Velho.
O projeto custará cerca de R$ 130 mil. Pouco mais da metade será bancada pela prefeitura de Valença, que ficará responsável pela construção da biblioteca, um projeto arquitetônico doado por Germano Brito, morador da cidade, a pedido de Monção. Novidade: a biblioteca, sem balcões ou fichas de cadastro, ficará numa árvore, com capacidade para 800 livros.
A semente do projeto foi a forma como o acervo está sendo montado. Monção começou, há uma ano e meio, uma campanha de doação de livros sem grandes pretensões. Já recolheu 5.800 volumes.
— O folheto para anunciar a combinação de nossos pratos é enorme, e tinha dúvidas sobre quem o leria até o final. O anúncio era um teste de audiência. Se as pessoas lessem aquela mensagem é porque haviam lido o cardápio inteiro — conta ele, que pretende instalar pontos de coletas nos templos da cidade, sem distinção de religião.
A casa de Monção está cheia de livros, à espera da biblioteca. Com a ajuda da internet, vieram livros até de fora do país. Da Fundação Educacional D. André Arcoverde, de Valença, veio o apoio técnico e pedagógico da empreitada.
O projeto, que tem o nome de “Livro sem fronteiras” é inspirado no conceito de “livro errante”, de Regina Porto Valença. Quem quiser acompanhar o projeto de Monção pode entrar no blog http://fernandomoncao.blogspot.com/ . No site, tem até uma campanha para convencer a produção do Programa do Jô, a convidar Fernando para ser entrevistado.
— O que eu ouvi de gente falando que o projeto não ia dar certo... mas só acreditei em quem dizia o contrário — diz Monção, que conta com patrocínio de empresários da região para padronizar o acervo com capas.
Retirado DAQUI
Saiba mais sobre o Projeto Livro Sem Fronteiras
domingo, 25 de outubro de 2009
Saiba quanto a CEDAE irá cobrar pela sua água
Portanto, a conta mínima a ser paga será de R$ 24,12 para residências e R$ 120,21 para comércios.
Conheça as tarifas de preço da CEDAE que podem ser encontradas no sítio da CEDAE, acessando “Atendimento ao cliente” e depois “Estrutura Tarifária”.

Fonte: sítio da Rádio Cultura AM
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Manifesto em defesa do MST
As grandes redes de televisão repetiram à exaustão, há algumas semanas, imagens da ocupação realizada por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em terras que seriam de propriedade do Sucocítrico Cutrale, no interior de São Paulo. A mídia foi taxativa em classificar a derrubada de alguns pés de laranja como ato de vandalismo.
Uma informação essencial, no entanto, foi omitida: a de que a titularidade das terras da empresa é contestada pelo Incra e pela Justiça. Trata-se de uma grande área chamada Núcleo Monções, que possui cerca de 30 mil hectares. Desses 30 mil hectares, 10 mil são terras públicas reconhecidas oficialmente como devolutas e 15 mil são terras improdutivas. Ao mesmo tempo, não há nenhuma prova de que a suposta destruição de máquinas e equipamentos tenha sido obra dos sem-terra.
Na ótica dos setores dominantes, pés de laranja arrancados em protesto representam uma imagem mais chocante do que as famílias que vivem em acampamentos precários desejando produzir alimentos.
Bloquear a reforma agrária
Há um objetivo preciso nisso tudo: impedir a revisão dos índices de produtividade agrícola – cuja versão em vigor tem como base o censo agropecuário de 1975 – e viabilizar uma CPI sobre o MST. Com tal postura, o foco do debate agrário é deslocado dos responsáveis pela desigualdade e concentração para criminalizar os que lutam pelo direito do povo. A revisão dos índices evidenciaria que, apesar de todo o avanço técnico, boa parte das grandes propriedades não é tão produtiva quanto seus donos alegam e estaria, assim, disponível para a reforma agrária.
Para mascarar tal fato, está em curso um grande operativo político das classes dominantes objetivando golpear o principal movimento social brasileiro, o MST. Deste modo, prepara-se o terreno para mais uma ofensiva contra os direitos sociais da maioria da população brasileira.
O pesado operativo midiático-empresarial visa isolar e criminalizar o movimento social e enfraquecer suas bases de apoio. Sem resistências, as corporações agrícolas tentam bloquear, ainda mais severamente, a reforma agrária e impor um modelo agroexportador predatório em termos sociais e ambientais, como única alternativa para a agropecuária brasileira.
Concentração fundiária
A concentração fundiária no Brasil aumentou nos últimos dez anos, conforme o Censo Agrário do IBGE. A área ocupada pelos estabelecimentos rurais maiores do que mil hectares concentra mais de 43% do espaço total, enquanto as propriedades com menos de 10 hectares ocupam menos de 2,7%. As pequenas propriedades estão definhando enquanto crescem as fronteiras agrícolas do agronegócio.
Conforme a Comissão Pastoral da Terra (CPT, 2009) os conflitos agrários do primeiro semestre deste ano seguem marcando uma situação de extrema violência contra os trabalhadores rurais. Entre janeiro e julho de 2009 foram registrados 366 conflitos, que afetaram diretamente 193.174 pessoas, ocorrendo um assassinato a cada 30 conflitos no 1º semestre de 2009. Ao todo, foram 12 assassinatos, 44 tentativas de homicídio, 22 ameaças de morte e 6 pessoas torturadas no primeiro semestre deste ano.
Não violência
A estratégia de luta do MST sempre se caracterizou pela não violência, ainda que em um ambiente de extrema agressividade por parte dos agentes do Estado e das milícias e jagunços a serviço das corporações e do latifúndio. As ocupações objetivam pressionar os governos a realizar a reforma agrária.
É preciso uma agricultura socialmente justa, ecológica, capaz de assegurar a soberania alimentar e baseada na livre cooperação de pequenos agricultores. Isso só será conquistado com movimentos sociais fortes, apoiados pela maioria da população brasileira.
Contra a criminalização das lutas sociais
Convocamos todos os movimentos e setores comprometidos com as lutas a se engajarem em um amplo movimento contra a criminalização das lutas sociais, realizando atos e manifestações políticas que demarquem o repúdio à criminalização do MST e de todas as lutas no Brasil.
Assinam esse documento:
Eduardo Galeano - Uruguai
István Mészáros - Inglaterra
Ana Esther Ceceña - México
Boaventura de Souza Santos - Portugal
Daniel Bensaid - França
Isabel Monal - Cuba
Michael Lowy - França
Claudia Korol - Argentina
Carlos Juliá – Argentina
Miguel Urbano Rodrigues - Portugal
Carlos Aguilar - Costa Rica
Ricardo Gimenez - Chile
Pedro Franco - República Dominicana
Brasil:
Antonio Candido
Ana Clara Ribeiro
Anita Leocádia Prestes
Andressa Caldas
André Vianna Dantas
André Campos Búrigo
Augusto César
Carlos Nelson Coutinho
Carlos Walter Porto-Gonçalves
Carlos Alberto Duarte
Carlos A. Barão
Cátia Guimarães
Cecília Rebouças Coimbra
Ciro Correia
Chico Alencar
Claudia Trindade
Claudia Santiago
Chico de Oliveira
Demian Bezerra de Melo
Emir Sader
Elias Santos
Eurelino Coelho
Eleuterio Prado
Fernando Vieira Velloso
Gaudêncio Frigotto
Gilberto Maringoni
Gilcilene Barão
Irene Seigle
Ivana Jinkings
Ivan Pinheiro
José Paulo Netto
Leandro Konder
Luis Fernando Veríssimo
Luiz Bassegio
Luis Acosta
Lucia Maria Wanderley Neves
Marcelo Badaró Mattos
Marcelo Freixo
Marilda Iamamoto
Mariléa Venancio Porfirio
Mauro Luis Iasi
Mário Maestri
Maurício Vieira Martins
Otília Fiori Arantes
Paulo Arantes
Paulo Nakatani
Plínio de Arruda Sampaio
Plínio de Arruda Sampaio Filho
Renake Neves
Reinaldo A. Carcanholo
Ricardo Antunes
Ricardo Gilberto Lyrio Teixeira
Roberto Leher
Sara Granemann
Sandra Carvalho
Sergio Romagnolo
Sheila Jacob
Virgínia Fontes
Vito Giannotti
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
ÓBVIOBTUSO
poesia arte vídeo teatro música
Performance sobre os poemas de Carlos Drummond, Ferreira Gullar, Murilo Mendes, Mário de Andrade, Paulo Leminski e Torquato Neto.
Com: Felipe Seya, Alex Correa, Tato Teixeira, Fabiano Garcia, Anderson Oliveira, Leonardo Oliveira e Maurício Nascimento.
Local: Cine Glória - Jardim de Cima - Valença/RJ
Data: 24 de outubro, às 23h
Ingressos no local. Mais informações: tatoteixeira@uol.com.br
JUDICIÁRIO MANTÉM CPI DO TCE-RJ EM FUNCIONAMENTO E CPI APROVA QUEBRA DE SIGILOS
CPI APROVA CONVOCAÇÃO COERCITIVA DE TESTEMUNHA E QUEBRA SIGILOS
A CPI aprovou, por unanimidade, a convocação coercitiva de Célia Maria de Paula Monteiro Valva. A decisão foi tomada durante reunião da comissão, nesta quinta-feira (22/10), quando Célia Maria faltou pela segunda vez. A CPI, então, ouviu o ex-funcionário da Prefeitura de Valença que também trabalhou no tribunal, Willian da Silveira Telles, e aprovou a quebra dos sigilos fiscal e bancário do depoente para tentar saber mais informações sobre o envolvimento dele com a família Valva, que tem três membros contratados pelo gabinete do conselheiro José Gomes Graciosa. “Ele disse aqui que só recebeu dinheiro deles quando vendeu um carro ao filho de Célia Maria, o André, para poder pagar suas dívidas. No entanto, sabemos que ele estava mentindo. Já em relação a Célia Maria, não gostaria de trazê-la desta forma, mas precisamos fazer o que é necessário, não o que gostamos. Hoje ela não veio e da última vez chegou a estar na Casa, mas quando viu o ‘bicho pegando’ para o depoente anterior, ela fugiu”, disse a presidente da CPI, deputada Cidinha Campos (PDT).
Telles afirmou que jamais trabalhou para a família Valva ou recebeu dinheiro de qualquer um deles, exceto ao vender um carro Fiesta, ano 2001. Segundo ele, o veículo foi vendido por R$ 20 mil, embora estivesse valendo R$ 25 mil, pois estava com uma dívida muito alta para pagar. “Acho que vendi o carro no ano de 2004, uma época que estava precisando de dinheiro. Eu me separei em 2003 e tudo estava muito confuso. Não consigo me lembrar se recebi à vista ou parcelado e se quem me pagou foi o André ou seu pai, Antônio. Mas tenho quase certeza que recebi em dinheiro mesmo”, contou Telles. Segundo a parlamentar, Telles estava mentindo. “Ele disse que recebeu o valor e logo quitou as dívidas. Mas temos informações de que recebeu três cheques e que este valor estaria com ele no ano de 2006. Se estava com tantas dívidas e tão enrolado assim, porque estaria com este valor durante três anos?”, questionou a presidente da CPI. “Por ser uma testemunha e não poder faltar com a verdade, eu poderia mandar prendê-lo. Mas não me faria bem prender um simples mentiroso sabendo que outros maiores, como o conselheiro José Gomes Graciosa, estão soltos. Este sim, devia estar preso”, ressaltou a pedetista.
Na ocasião, Telles contou ainda que sua ex-mulher, Marina de Souza Duque, ficou cedida para o tribunal durante cinco anos, sem nunca ter trabalhado. Marina já havia comparecido à comissão, afirmando que Telles teria conseguido levá-la para o TCE, onde contou nunca ter trabalhado. Marina disse que só ia à presidência, onde era lotada, para assinar o cartão de ponto uma vez ao mês. “Eu pedi ao Graciosa, que na época era presidente, para ajudá-la. Ele então a requisitou e ela nunca foi trabalhar porque estava esperando ser chamada”, desse Telles.
Durante a reunião, a comissão aprovou ainda a convocação de outras quatro pessoas: Salvador de Souza, vereador de Valença, e Josias da Conceição, Emerson Maia e Edgar dos Santos Oliveira Júnior, todos funcionários do TCE.
Fonte: sítio da Alerj - AQUI e AQUI
Câmaras flagram omissão de PMs; nos morros, segue o cerco "de fuzil na mão"
As imagens revelam a omissão da polícia no socorro à vítima e indicam que policiais podem ter liberado os suspeitos e ficado com os objetos roubados. A polícia agora investiga os policiais que participaram da ação, que não resultou em nenhum preso.
Evandro João da Silva é coordenador de projetos sociais do AfroReggae, um grupo cultural do Rio de Janeiro. O corpo dele foi encontrado por policiais militares na Rua do Carmo, na esquina com a Rua do Ouvidor.
Imagens em 3 câmeras
Investigadores da polícia foram atrás de imagens de câmeras de segurança que existem na rua onde o ataque aconteceu. O objetivo era descobrir os autores do crime. Mas, em vez de esclarecer a história, o vídeo levantou suspeita.
Tudo ficou registrado em três câmeras. Uma delas, instalada em um prédio, mostra a chegada de dois criminosos, à 1h20 da madrugada. Outra câmera, posicionada dentro de uma agência bancária, registra o ataque.
Segundo o registro, os criminosos aparecem lutando com a vítima. Em seguida, eles jogam Evandro, que está de camisa branca, no chão e atiram contra ele. Os assaltantes tiram os tênis e a jaqueta dele e fogem.
Cerca de 30 segundos depois, uma patrulha da Polícia Militar passa direto por Evandro, que agoniza na calçada. A câmera anterior mostra por outro ângulo a fuga dos criminosos, com os pertences do coordenador na mão, e a chegada da polícia.
Prefeitura coloca hidrômetros na cidade com falta de água
A prefeitura de Valença, através da CEDAE, está colocando hidrômetros pela cidade. Quebram os passeios e colocam o hidrômetro em cima, possibilitando acidentes aos pedestres que caminham desavisados.Em sua campanha Vicente Guedes prometeu fazer audiências públicas para discutir o assunto; não cumpriu. Assinou documento e registrou no cartório várias promessas sobre a Educação, segundo o SEPE; também não estão sendo cumpridas.
Quanto à questão da água, o fato de colocar hidrômetros pela cidade traz preocupação à população que desconhece o valor das futuras tarifas que não foram discutidas, conforme prometera Vicente Guedes em campanha. Outra grande preocupação da população é quanto à falta de água em vários bairros e por muito tempo. Segundo moradores, a falta de água vem se tornando uma constante na cidade.
Vários bairros têm se manifestado e nesta tarde no bairro da Varginha houve uma manifestação que bloqueou a estrada RJ – 145 em protesto à falta de água que completou, em 20/10, seis dias.
Os populares acusam o prefeito Vicente Guedes de não se importar com a falta de água em Valença, pois ele mora em Rio das Flores. À conferir.
Foto: CEDAE colocando hidrômetros no bairro Chacrinha.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Professor de 40h está no Plano de Carreira
E podemos dizer sem exagero, às custas de sangue e suor!
Paralisação, greve, fomos atacados por Sergio Cabral através da PM, mais paralisações...
Nossos ganhos? Posso listar:
1º A incorporação do Nova escola ocorreu sem a redução do plano de carreira.
2º na semana retrasada ganhamos pelos Animadores culturais: o governo aceitou reajustar o salário desse setor de R$ 645,00 para R$ 1.234,56
3º Hoje conseguimos a incorporação dos professores de 40 horas no atual plano de carreira (a partir de janeiro)
4º Com a presença de todos no início de novembro (dia a definir) será a vez dos profissionais administrativos
É claro que não conseguimos tudo o que queriamos, mas estamos conseguindo a cada dia uma nova conquista!
Teríamos muito mais se a presença fosse maior, se realmente parássemos a rede estadual!
Ainda estamos na luta pela incorporação do Nova Escola ainda no Mandato do Pinóquio Cabral!
Só pra saberem, não faço parte nem do SEPE nem de nenhuma outra organização, sindical ou não...
Faço parte da grande rede de professores que trabalha é quer um salário dgno para viver, hoje sobrevivemos!
Fonte: Prof Renata
Vereadores estão na rádio agora!
Vereadores estão na rádio Alternativa(??) Sul agora! Falando entre outras coisas sobre a CEDAE, mas o mais interessante é saber, por intermédio do vereador Naldo, que a Multiprof voltou!!!!
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Valença merece(?)!
Pressão de Governos estadual e municipal tira do ar mensagem publicitária do Sepe para o Dia do Profissional de Educação
Retirado do sítio do SEPE/RJ
Pressão sobre Rádio MPB FM suspende veiculação de mensagem publicitária do sindicato, que lembra a comemoração do Dia do Profissional de Educação e denuncia o descaso dos governos estadual e municipal para com a educação pública de qualidade.
O spot publicitário que o Sepe mandou veicular na rádio MPB FM durante o dia de hoje para lembrar a passagem do dia do Profissional de Educação e para denunciar a política de arrocho salarial e de falta de investimentos na educação pública do governador Sérgio Cabral, do prefeito do Rio Eduardo Paes e de outros governos municipais em nosso estado, foi suspenso pela rádio depois da entrada no ar de duas inserções publicitárias. Para o sindicato, a retirada da propaganda do ar ocorreu por causa de pressões do governo do estado e da prefeitura, já que os mesmos são grandes anunciantes dos veículos de comunicação e exercem a pressão do poder econômico para, numa medida autoritária e anti-democrática, barrar o livre direito de expressão do sindicato que representa os profissionais de educação das redes públicas do estado do Rio de Janeiro.
Já não é a primeira vez que o Sepe se depara com dificuldades para denunciar o descaso dos governos para com o ensino público em nosso estado. Inúmeras vezes, empresas responsáveis pela colocação de outdoors, televisões, jornais impressos e estações de rádio se recusaram a veicular nossas denúncias sob a forma de publicidade, sob a alegação de que não se podia mencionar o nome dos governantes nestas campanhas. Hoje, mais uma vez ficou comprovada a falta de democracia destes governantes que ocupam cargos públicos eletivos e que não suportam a crítica e a fiscalização da população, da classe trabalhadora ou das entidades que, legitimamente, as representam.
Veja abaixo o texto do informe publicitário do Sepe em homenagem ao dia dos Profissionais de
Educação que foi retirado do ar:
INFORME PUBLICITÁRIO:
EM QUINZE DE OUTUBRO COMEMORA-SE O DIA DO PROFESSOR. INFELIZMENTE, NO RIO DE JANEIRO NÃO TEMOS QUASE NADA PARA FESTEJAR.// O GOVERNADOR SERGIO CABRAL DESCUMPRIU AS PROMESSAS FEITAS PARA O SERVIDOR DA EDUCAÇÃO, ENTRE ELAS A INCORPORAÇÃO DA GRATIFICAÇÃO DO NOVA ESCOLA, QUE SERÁ FEITA EM CONTA GOTAS E SÓ TERMINARÁ EM 2015.//JÁ AS ESCOLAS MUNICIPAIS CONTINUAM COM TURMAS SUPERLOTADAS E COM FALTA DE PROFISSIONAIS.// O PREFEITO EDUARDO PAES ARROCHA O SALÁRIO DO SERVIDOR, QUE ESTÁ HÁ MAIS DE UM ANO SEM REAJUSTE.//EM VÁRIOS OUTROS MUNICÍPIOS OS INVESTIMENTOS NA EDUCAÇÃO ESTÃO SENDO REDUZIDOS.//QUEM TAMBÉM SOFRE COM TODOS ESSES GRAVES PROBLEMAS EM NOSSAS ESCOLAS SÃO OS PAIS E RESPONSÁVEIS DE ALUNOS, QUE VÊEM A SITUAÇÃO PIORAR A CADA ANO.//NO DIA DO PROFESSOR, O SEPE PEDE O APOIO DA POPULAÇÃO NA DEFESA DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE QUALIDADE E NA VALORIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO.
SINDICATO ESTADUAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO – SEPE RJ
FIM DO INFORME PUBLICITÁRIO
terça-feira, 20 de outubro de 2009
MESA DIRETORA E COLÉGIO DE LÍDERES SE REÚNEM NESTA TERÇA
Semana passada, os deputados suspenderam as sessões deliberativas em repúdio à interferência do Poder Judiciário no Legislativo. O presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB), divulgou nota dizendo: "Em sinal de protesto à situação ora apresentada, líderes partidários sugeriram interromper os trabalhos do plenário até pelo menos terça-feira, quando a Mesa Diretora e o Colégio de Líderes se reunirão para deliberar sobre o assunto. Até lá, esperamos que o bom senso prevaleça e que o Tribunal de Justiça do Rio revogue esta lamentável decisão de um de seus membros”, diz um trecho da nota assinada por Picciani.
Fonte: sítio da Alerj
domingo, 18 de outubro de 2009
Moradores de Valença reclamam da falta d’água na cidade
Os moradores dos bairros do Barroso e São José das Palmeiras, entre outros, solicitam à CEDAE que os atendam e resolvam o problema com urgência. Na manhã desta sexta-feira, dia 16, Eliane Rodrigues da Silva, 52 anos, procurou o REPÓRTER CULTURA e denunciou a falta d'água em sua casa, no bairro do Barroso, alegando que “há três dias não chega água nas torneiras, prejudicando os moradores, principalmente pessoas idosas e doentes, que não têm condições de carregar água da bica para as residências”.
Segundo informação, a CEDAE tem seu escritório instalado no Shopping 99, na Rua Padre Luna, no Centro, onde os consumidores devem comparecer para registrar suas queixas.
Fonte: Rádio Cultura AM
sábado, 17 de outubro de 2009
MST ocupa fazendo em Piraí
Passava das quatro horas da madrugada deste sábado (10/10) quando cerca de 150 famílias organizadas pelo MST ocuparam a fazenda Pau D’Alho, situada no quilômetro 248 da Nova Dutra, no município de Piraí. O local foi declarado improdutivo após perícia feita em dezembro de 2008 pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). No mesmo laudo é recomendada pelo INCRA sua desapropriação para fins de reforma agrária e futuro assentamento de trabalhadores rurais. Enquanto reunidos em grupos, crianças, jovens, trabalhadores e trabalhadoras fazem planos para dias melhores, entrevistamos os companheiros do MST que organizaram a ocupação e dirigem o movimento.
Boletim Marcelo Freixo - Por que ocupar a fazenda Pau D’Alho se o laudo do INCRA já se pronunciou favorável à sua desapropriação para reforma agrária e assentamento de sem terras?
MST – Esta fazenda é conhecida na região como “abandonada”. Ocupa uma área de mais de 697 hectares na qual não é plantado sequer um pé de feijão há anos, enquanto milhares de famílias de sem terra vivem acampadas em lonas na beira das estradas, aguardando ano após ano uma chance para poder trabalhar a terra. Não temos mais como esperar. Sabemos que só a emissão do laudo do INCRA não resolve a questão. Se os movimentos sociais não pressionam, suas resoluções não sairão do papel.
Qual é a situação da fazenda hoje?
Ela faz parte do espólio de Edes dos Santos, cujos filhos brigam na justiça com a ex- companheira do falecido proprietário e possuidora de outra fazenda na região. Enquanto isso, parte da terra foi arrendada a terceiros para a criação de bois. São aproximadamente 800 cabeças de gado ocupando mais de 697 hectares de terra. Pouco mais de um boi para cada hectare de terra, que equivale aproximadamente a um campo de futebol! E os trabalhadores rurais e suas famílias permanecem acampados sob lonas pretas!
O MST está iniciando agora uma Jornada de Lutas. Esta ocupação faz parte desta Jornada?
Sim, mas é preciso ressaltar que esta ocupação não é apenas para denunciar a não realização da reforma agrária e a tentativa de criminalizar o movimento. É para conquistar a terra e plantar legumes, frutas, arroz, feijão, café, flores, para criar aves, porcos, cabras, enfim, para garantir o alimento das famílias e comercializar o excedente nos municípios da região. Sem intermediários e sem agrotóxicos. Ou seja, alimentos orgânicos direto da agricultura familiar para o consumidor. Além disso, vamos investir na medicina alternativa com plantas medicinais existentes na região.
Quais as ameaças a este projeto?
Além da lentidão do governo federal no cumprimento do que determinam os laudos do INCRA, temos a ação dos proprietários na justiça. Entretanto, existe outro perigo maior. O vice-governador Pezão, que tem interesses eleitoreiros na região, já está prometendo a construção de um pólo industrial nesta terra. Nós não somos contra a industrialização do campo nem a geração de emprego. Ao contrário, acreditamos que assentando os trabalhadores rurais geramos emprego e ajudamos a diminuir a pressão social nas cidades. Serão famílias com teto, bem alimentadas, que estarão trabalhando e dinamizando a economia local, a exemplo do que já acontece em regiões dos estados de Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. E isto, sem a degradação do meio ambiente na região, já tão castigada pela atividade da CSN e o constante derramamento de resíduos tóxicos e poluentes no rio Paraíba do Sul.
Como está organizado o acampamento?
Aqui todo mundo tem responsabilidades. Formamos várias comissões que dividem o trabalho de acordo com suas aptidões. As decisões são todas coletivas e o resultado final é um sentimento de solidariedade, respeito e confiança na vitória, enquanto são elaborados planos para a produção, educação e cultura, saúde, meio ambiente etc. Mas, é de fundamental importância a chegada dos apoios, das visitas dos sindicatos, dos partidos e organizações políticas que apóiam o movimento, das igrejas, dos militantes dos movimentos sociais e do povo. Precisamos dar publicidade a nossa luta. Chame seus amigos do trabalho, seus colegas de faculdade, seus vizinhos e faça-nos uma visita.
*Morales é membro da equipe do Mandato Marcelo Freixo
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
João Batista na TV [4] - O Desabafo!
Força, João! Estão tentando te calar, sabemos como é isto!
E não adianta vir com esta estorinha da galinha que o trem matou!
Legislativo contra Judiciário
Rio - Deputados estaduais iniciaram ontem greve branca na Assemblei

















